EXISTE ESPERANÇA

A esperança é uma eterna criança.

Sim, eterna enquanto esperamos que alguém ou alguma coisa seja feita para mudar a triste realidade que vivemos todos os dias, todas as horas, a todo instante.                     

Mas quem será este alguém e o que poderá fazer? Esta pergunta é eterna companheira da ansiedade de todos nós e não encontrará resposta de ninguém em nenhum lugar, só o silêncio impiedoso das autoridades e a incapacidade das instituições.            

Não enxergamos ou não queremos aceitar nossos próprios erros. Erros que vinham sendo insistentemente cometidos enquanto nos omitíamos e aceitávamos as desculpas que davam os que insistiam em querer que aceitássemos a utopia dos “direitos” de tal forma que não cumpríssemos com nossos “deveres” nem em nosso ambiente mais íntimo.

Mudaram os conceitos básicos da educação, e tudo passou a ser permitido aos menores e adolescente. Alegavam os especialistas que eles são inocentes crianças cujas personalidades em fase de formação não poderiam ser contrariadas. Um simples “não” passou a ser considerado uma forma de limite à criatividade, a liberdade de expressão, quando na realidade não passa de um necessário ajuste ao eventual descontrole da personalidade em formação que bem usado ensina a diferença entre liberdade e libertinagem.

Esses jovens precisam estar permanentemente junto a familiares para deles receber a formação moral, cívica e eventualmente religiosa de seus próprios pais, no entanto, permitimos que pusessem vendas em nossos olhos, tapassem nossos ouvidos e fechassem nossas bocas com futurologias e mecanismos ideológicos que não acabaram bem em lugar nenhum. A verdade estava sendo muito bem camuflada e ainda agora ainda tentam demove-la de nossa frente através de telejornais, novelas, filmes e campanhas publicitárias de forma a que acreditemos que a culpa sempre será nossa como se não fôssemos as vítimas e sim os algozes vez constantemente tentam nos convencer disso através de estatísticas manipuladas.

Estatísticas que mostram apenas resultados, mas não as causas. Elas, as causas, estão dentro dos lares que lenta e propositalmente vêm sendo solapados por aqueles que querem nos tirar direitos e responsabilidades. Para enfrentá-los, devemos buscar a recuperação da estrutura familiar e não em propostas externas para problemas com causas internas e domésticas cujos fundamentos não estão nas creches, nas escolas, muito menos nas faculdades.

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