Nada é mais frustrante para os pais que ver seus filhos chegarem ao mercado de trabalho e encontrar o país em situação de agudo desemprego.
Faz a gente pensar no futuro, mas principalmente refletir sobre o presente e o passado.
Vivemos as consequências de um passado onde grande parte das pessoas olhou muito mais para seus próprios umbigos dando, como consequência, pouca atenção ao que acontecia ao conjunto da população.
Ainda outro dia li um texto sobre a importância de olharmos permanentemente para o que nos cerca (para dentro, para os lados, para baixo e para cima), uma mensagem de fé e esperança em Deus, Ele que habita em tudo e em todos.
Daí observar que agora mesmo nos encontrarmos em um momento especialmente relevante de nosso presente, porque ele é fruto do nosso passado e dele depende nosso futuro. Melhor dizendo, o futuro de nossa descendência.
Precisamos construir um futuro diferente deste presente que vivemos agora. Nele não haveremos de permitir que mazelas e interesses pessoais se sobreponham ao bem comum.
Será fundamental impedir que continuem a prevalecer as relações espúrias que acabam por “obrigar” pessoas desinformadas e até “abrigar” aquelas outras de má índole a se aproximarem de poderosos para sobreviver das benesses que deles receberem.
Essas dependências, na verdade, são traduzidas em prejuízos para aqueles e aquelas que contam apenas com seus próprios esforços, estudos e competências.
Não é este o país que devemos deixar para nossos filhos e netos.
