Marquemos as “outras” opções

2018 será o ano da mais importante das eleições de nosso país.

Parafraseando a maior de todas as grandes ilusões da nossa política – “nunca antes na história deste pais” fomos agredidos com tantas mentiras, falsidades e roubalheiras juntas. Ainda mais proporcionadas por uma seqüência de governos incompetentes, acobertados por parlamentares corruptos e tribunais coniventes.

Devemos estar preparados para passar pelas mesmas torturantes campanhas eleitorais obrigatórias de sempre, onde novamente pessoas mal intencionadas tentarão enganar os eleitores apresentando-se como honestos postulantes aos cargos em disputa.

A maioria dos candidatos e candidatas aos cargos eletivos, senão a totalidade, será composta de velhos conhecidos nossos, quer seja pelas diligentes investigações da Polícia Federal em parceria com o Ministério Público, quer seja pelas reportagens levadas a cabo pela eclética imprensa nacional ou mesmo por blogs tendenciosos que teimam em nos entupir de mentiras sobre tudo e sobre todos que não lhes sejam partidários.

Vocês já se deram conta do tanto de notícias falsas e pesquisas tendenciosas que estão proliferando pelas mídias tal qual doença contagiosa? Pois é, este é o “trailer” das cenas tenebrosas dos capítulos da novela que assistiremos até as eleições.

Vendo as apresentações antecipadas dos candidatos da para se ter uma ideia da torre de babel em que o país se transformará graças as artimanhas e subterfúgios tramados e concretizados pelos atuais políticos, governantes e seus asseclas que, agindo na calada da noite, produziram acordos esdrúxulos, maléficos mesmo, para nós os pobres mortais aqui de fora dos palácios e órgãos públicos.

Não há quem se salve, pois de uma forma ou de outra todos se locupletam, seja tramando as sacanagens, seja delas participando ou mesmo ficando calados quando delas também se beneficiam. Vide as mordomias, os penduricalhos, as residencias funcionais, as passagens aéreas, as verbas de gabinete, e por ai vão as inúmeras outras sem-vergonhices a que dizem ter direito.

Alguém ou algum partido já abriu mão de tudo isso? Nunca!

Terão esses sanguessugas justificativas para receber nossos votos?

Pensem no enorme esforço seletivo que teremos de fazer para decidir em quem vamos votar. Sim, porque mais que nunca estaremos assumindo total responsabilidade sobre tudo que vai acontecer com nosso país.

Não é hora de lutar por direitos adquiridos para tão poucos em desfavor de todos os outros, nem de exigir solidariedade para os detentores dos altos salários que aviltam a honra de quem os obteve por tabela nesse eterno lava-mãos em que se transformou o serviço público.

Menos ainda dar guarida àqueles que se apresentam como candidatos, mas que defendem a manutenção de qualquer desses injustificados privilégios.

Nós, os outros, somos a maioria silenciosa, aquela que sempre permaneceu calada, mas que por isso mesmo acaba por eleger ou reeleger essa cambada que ai esta querendo, mais uma vez, manter as coisas como estão.

Chega, basta! Se essas pessoas nunca atenderam nem procuraram atender nossas verdadeira aspirações cidadãs porque reelegê-los ou eleger aqueles por eles indicados.

Devemos nos posicionar nas urnas contra os que lá estão e reduzir ao máximo os prejuízos futuros, se por ventura conseguirmos sobreviver a mais esta degradante chanchada chamada eleições da qual até agora só fazemos papel de figurantes inúteis.

Chegou a hora de escolhermos melhores representantes e expurgar da vida pública os maus elementos que dela só souberam tirar proveito próprio.

Não tenhamos dúvidas, nestas eleições o melhor voto será naqueles candidatos sem compromisso com o passado, pois só assim teremos 50% de chances de acertar, contra 100% de errar se teimarmos em reeleger qualquer um desses pilantras que hoje aí estão.

O DESCALABRO INSTITUCIONALIZADO.

Em nenhum momento, nestes últimos anos pós reforma da Constituição, vimos o Senado, a Câmara Federal, tampouco as Assembleias Estaduais, muito menos as Câmaras Municipais proporem, quanto mais aprovarem, medidas de redução e saneamento de suas despesas.

Fossem capazes de fazer um “mea culpa” sobre os descalabros que vêm impondo à população com o beneplácito do executivo e do Judiciário a cada nova adição de despesas ao erário público visando unicamente obter benefícios corporativistas, certamente estaríamos vivendo outra realidade.

Mancomunados a Sindicatos e Associações espúrias renovam seus infames mandatos com as migalhas que oferecem a seus desinformados eleitores.

Manobram com a ignorância do povo como quem mantém gado encurralado.

Ai de quem, dentre seus pares, ousar desafiar o “status quo” propondo mudanças nesta sangria desatinada de gastos com suas verbas, mordomias e sustentos. Tudo o que é proposto e aprovado por eles só aumenta nossa quota de sacrifício em prol de suas próprias benesses.

Ao povo oferecem sacrifícios, enquanto que para si somente demandam benefícios.

A verdadeira reforma para a salvação do Brasil começará quando formos capazes de demovê-los de seus, por enquanto, inexpugnáveis púlpitos e obrigá-los a descer ao mundo real no qual estamos sobrevivendo todos nós, “os outros”.

ABAIXO OS SALÁRIOS AVILTANTES, AS MORDOMIAS ESDRÚXULAS, AS VERBAS INDECENTES E OS INJUSTIFICÁVEIS DIREITOS ADQUIRIDOS “E MANTIDOS” PARA TÃO POUCOS EM DETRIMENTO DOS POUCOS DIREITOS DE NÓS TODOS.

Avatar de MAPortocarreroMarcelo Augusto Portocarrero

Em nenhum momento, nestes últimos anos pós reforma da Constituição, vimos o Senado, a Câmara Federal, tampouco as Assembleias Estaduais, muito menos as Câmaras Municipais proporem, quanto mais aprovarem, medidas de redução e saneamento de suas despesas.

Fossem capazes de fazer um “mea culpa” sobre os descalabros que vêm impondo à população com o beneplácito do executivo e do Judiciário a cada nova adição de despesas ao erário público visando unicamente obter benefícios corporativistas, certamente estaríamos vivendo outra realidade.

Mancomunados a Sindicatos e Associações espúrias renovam seus infames mandatos com as migalhas que oferecem a seus desinformados eleitores.

Manobram com a ignorância do povo como quem mantém gado encurralado.

Ai de quem, dentre seus pares, ousar desafiar o “status quo” propondo mudanças nesta sangria desatinada de gastos com suas verbas, mordomias e sustentos. Tudo o que é proposto e aprovado por eles só aumenta nossa quota de sacrifício em prol…

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Fé e Esperança

Todo início de ano tem a capacidade de avivar as chamas da esperança que realimentam nossos corações com sonhos e desejos.

Talvez a razão pela qual tenhamos esperança seja porque ela vem da alma, perambula por nossos sentimentos e nos enche de emoção.

Diferente dela, a fé é um sentimento racional, incondicional mesmo, onde a dúvida não deve existir por ser ela o esteio da confiança.

Então, vamos todos acreditar em um futuro melhor com esperança e muita fé, especialmente neste ano de 2018.

Para isso é preciso repassar tudo que aconteceu conosco nos últimos anos, pois assim teremos boa visão do que aconteceu conosco, bem como o que fizemos de certo, de errado, nossas boas ações e omissões do passado recente.

Poderemos então olhar para a frente conscientes de “tudo o que precisamos fazer para sermos melhores em tudo”.

Creio, sinceramente, que ao nos posicionarmos assim conseguiremos realizar boa parte de nossos propósitos e surpreender a todos pela capacidade que desenvolveremos, seja isoladamente ou em conjunto, de encontrar soluções adequadas para boa parte dos nossos problemas.

Lembre-se, Deus sempre está presente!

Jogo é jogo, treino é treino.

Em se tratando de esportes, política e casamento a afirmação é cabível.

No caso dos esportes é lógica a relação entre treinar bem e jogar ainda melhor para ganhar, não é mesmo?

Se as jogadas, procedimentos e até mesmo as rígidas regras não forem treinadas e seguidas a risca as derrotas vêm, irremediavelmente.

Política já não transmite essa relação tão direta, mas da para ir adiante no raciocínio vez que estamos assistindo uma pelada atrás da outra, que me desculpem os peladeiros.

Esses pernas-de-pau da política estão se achando, mas não são mais os donos da bola. Seus partidecos se transformaram em timecos de última categoria sem condições sequer de disputar eleições em um país civilizado.

Elas não aceitam que o jogo político está mudando, por isso mesmo nós os eleitores/torcedores precisamos primeiro afastar os parlamentares e governantes corruptos para depois acabar com a política rampeira que vêm praticando. Esse jogo de cartas marcadas que por puro comodismo estamos obrigados a aturar.

Basta desse lenga-lenga de conchavos e resultados comprados.

Falta relacionar o tema ao casamento. Tarefa complicada, vez que importa em reinterpretar os procedimentos mais relevantes das velhas atitudes masculinas e porque não dizer femininas, dos seres humanos.

Maioria das vezes quando adolescentes iniciamos nossas atividades sexuais com parceiros(as) diferentes daqueles(as) com quem escolhemos nós casar.

Antes do casamento ainda passamos por outros momentos intensos, as ficações, os namoros e os noivados. Pois bem, vamos entender essas experiências como treinamentos para o jogo de parceiros que nos levará a constituir nossas família.

Não, não é uma afirmação, tão pouco se trata de existência de regras a serem seguidas. Na verdade o casamento é parte do jogo da vida. É preciso entendê-lo de pronto, pois suas regras são definidas pelo amor e precisam ser seguidas à risca. Portanto, nesse caso não podem existir vencedores nem vencidos, senão nunca acabará bem.

O preâmbulo do casamento é constituído de muito treino onde conhecer as qualidades, aceitar os defeitos e trabalhar para auto corrigir tudo é essencial.

Findo o treinamento, no casamento o que importa é estar pronto e ser capaz de desenvolver capacidades extraordinárias, tais como acreditar e ser sincero durante o resto do jogo da vida. Melhor dizendo, durante a maravilha existência do verdadeiro amor.

Marcelo Augusto Portocarrero – 14/1/18

Cuida dela Senhor

Insuportável vê-la sofrer.
Injusta sentença, sem cabimento.
Nada explica tanto dor,
Não tem porque esse padecimento.

O que resta fazer,
Senão ajuda divina implorar.
Meu Deus vem socorrer,
A quem só soube amar.

Venha Senhor,
Olha por nossa querida.
Remove de nossa mãe,
Essa opressora dor.

Leva consigo esse mal,
Lascivo tormento tão implacável.
Afasta o sofrimento desse corpo impotente,
Que sofre calado essa dor presente, maldosa, latente.

Para Lília,

Marcelo Augusto Portocarrero
– 31/12/2017