Provando do próprio veneno.

Assistimos ou melhor dizendo, não assistimos a entrevista do ex-presidente presidiário.

Foram varias as razões para não ter havido assistência para as repetitivas é descabidas declarações do entrevistado em questão. Neste caso, vamos nos concentrar em apenas duas delas: a do puro desinteresse da população e a clara demonstração de força de certa parte da imprensa quando seus interesses são contrariados.

A primeira é obvia, até cristalina para um povo cansado de ser tratado como massa de manobra pelo maior cara de pau da história. Aliás, a isso ele faz jus dada à mania de grandeza que lhe é peculiar. Uma pessoa que se diz o homem mais honesto do mundo só pode ser classificado como o maior mentiroso de todos, tanto que continua detentor dos dois títulos, um proposto por seu enorme ego e outro imposto pela justiça por três vezes e em três instâncias diferentes. Um recorde merecido para quem não tem a menor noção do que é ser ético. Só não sabemos se essa sua característica é devida a sua ideologia, por ignorância ou pela combinação das duas.

A segunda razão tem em comum com a primeira exatamente isso, a falta de ética, o que se deu porque “aquela” certa parte da imprensa não teve seus objetivos alcançados. Houve uma razão específica para tanto, foi a frustração pela entrevista não lhes ter sido autorizada. Falha imperdoável em tempos de baixa audiência devido às seguidas frustrações causadas pelas manipulações de notícias desde a campanha para a Presidência da República em 2018.

Aquela seria uma oportunidade de ouro para mostrar ao governo sua capacidade de retaliar contra a decisão de reduzir despesas com propaganda e outros gastos com publicidade. Entretanto, parece que falou mais alto a necessidade de reagir à petulância daqueles que foram contra o interesse dos poderosos da comunicação que dominam a mídia no país.

Ganhamos nós, que já suspeitávamos das intenções levianas do criminoso condenado ao dar a entrevista e dos objetivos daquela parte da mídia que não se importar com quem será atingido por suas reações quando seus interesses são contrariados.

Sim, porque mais uma vez foram expostos tanto os desatinos daquele presidiário que tentou desestruturar os princípios basilares da instituição chamada família tradicional brasileira como as intenções da mídia que invade diariamente nossos lares em sua campanha para minar a imagem do governo sem se preocupar com o fato de que ao agir assim pode estar atingindo a tudo e a todos, inclusive a eles mesmos. Ambos estão provando do próprio veneno ao perder crédito.

Deixe um comentário