O corporativismo político é endêmico

O corporativismo político é endêmico e tão antigo quanto a posição daqueles que insistem em colocar seus planos e interesses a frente dos problemas brasileiros.

Bolsonaro foi eleito Presidente da República e imediatamente também eleito desafeto número um dos políticos à moda antiga, aquela das repúblicas das bananas, onde tudo se tira do povo, em nome do povo, só que para eles mesmos e seus parceiros. E olha que de parceiros podemos elencar uma penca de outros beneficiários do erário público, desde o próprio legislativo, apadrinhados , empresas, passando pelo executivo e alcançando os píncaros do judiciário.

A coisa toda se dá porque o presidente eleito se posicionou desde o princípio e dentre outras coisas contra um certo rito processual das duas casas do legislativo, aquele que trata das matérias que se destinam a brindar seus membros com propostas que se traduzem em benesses.

Se contestadas, cabe ao judiciário, sempre parceiro nesses assuntos, chancela-las mesmo quando eivadas das mais descabidas justificativas, sempre alegando a égide da independência dos poderes uma vez que delas também se beneficia através de uma espécie de osmose vinculativa por eles institucionalizada para os três poderes, a qual permite se imiscuam em cascata por todas as instâncias nacionais.

Já a nós cabe pagá-los calados, são leis e decretos constitucionalizados, portanto direitos adquiridos por aqueles e aquelas que se enquadram em seus termos, mesmo que moralmente indevidos e transferem muito para pouco e deixam pouco para muitos. Caso óbvio das diferenças entre as aposentadorias da cidadania comum em relação aos beneficiários dos três poderes da República.

Quer outro exemplo, vamos à prerrogativa especial para funcionário público de qualquer instância ter seu salário imediatamente aumentado ao concluir qualquer pós-graduação, são os adicionais de qualificação e ações de treinamento, o melhor de tudo é que são cumulativos, enquanto que no serviço privado este esforço permite apenas sua melhor preparação para enfrentar a concorrência.

Sempre ouço, leio e vejo pessoas se referirem a tais diferenças como devidas porque são fruto de seus esforços para consegui-las. Não há como discordar do mérito de qualquer esforço para torná-lo um benefício. A questão não está no mérito, muito menos na justa conquista, esta na desproporcionalidade entre direitos adquiridos quando olhamos o todo e não as partes separadamente.

Nada, absolutamente nada justifica essas gritantes diferenças, nem a manipulação da Justiça que as permitiu mesmo ciente de tamanha e injusta discrepância.

A César o que é de César, foi assim que Jesus respondeu aos que o questionaram sobre o direito à moeda em suas mãos. A frase estabelece a verdade sobre o que é justo, o que é injusto e a importância de saber a diferença entre as duas circunstâncias.

A Teoria da Constipação

Já ouvimos várias vezes serem aventadas teorias a respeito do que acontecerá de ruim com o Brasil no governo Bolsonaro. Desde as mais esdruxulas elucubrações mentais da esquerda desesperada até esta última, fruto da cabeça sociológica de certo ex-presidente que faz de tudo para confundir e não para esclarecer.

Os ex-ministros da área econômica e outros colaboradores de seu governo certamente não têm culpa dos impropérios que ultimamente saem de sua mente intoxicada por anos e anos de subserviência ideológica ao outro ex-presidente, aquele mesmo que foi julgado por cabalísticas três vezes em três instancias diferentes, condenado e preso.

Digo que seus ministros não estão envolvidos nos descalabros de sociólogo porque fizeram um bom trabalho na recuperação da combalida economia pós outro ex-presidente que só foi presidente porque o eleito sofreu impeachment.

Este ex, o sociólogo, não teve a menor cerimônia em sempre alardear como sua a criação o Plano Real durante seu mandado, inclusive os programas que seu ídolo, o preso, açambarcou como seus sem que reagisse. Sua vaidade e seu ego continuam tão grandes que até hoje não reconhece de forma justa o resultado do trabalho de sua equipe, exatamente o oposto do que costuma fazer o atual Presidente. Certo é que lhe falta a grandiosidade dos homens de bem, vez que cada vez mais apequena-se em seu cínico egoísmo.

A realidade é que ao citar agora José Sarney, outro ex-presidente que a seu molde dispensa apresentação, o sociólogo assume de vez seu estado de doentia inconsciência ideológica e coloca toda sua virulência à mostra quando diz que “o povo quer paz, emprego e compostura, sem impeachment”, frase maliciosamente engendrada para encobrir sua indisfarçável má vontade e mais profundo desejo.

Trata-se de pessoa que dada sua eclipsada situação política não tem ninguém nem nada para comparar, exceto a um estado de constipação onde a prisão não é de ventre, mas de mente. A causa dessa Teoria da Constipação é a mesma daquela outra, pois cheira tão mal quanto.

Minha posição.

Tenho me posicionado desde a eleições de 2018 de maneira clara e sincera sobre o que vejo acontecer em meu país. Melhor dizendo, em nosso país.

Venho expondo minha opinião com o rosto à mostra, sem medo, sem subterfúgios e sem mentiras. Nada do que escrevi foi inventado para tentar convencer alguém a mudar de opinião. Minha bandeira sempre foi e será verde e amarela e meu hino o brasileiro.

Hoje, após vencermos duras batalhas, uma tentativa de assassinato e várias orquestrações de descrédito ao grupo que se dispôs a trabalhar para a recuperação de minha pátria ouço com profundo desgosto o silêncio dos que sempre estão em cima do muro a esperar que outros vão à frente e resolvam tudo. Não podem sequer ser chamados de covardes porque os covardes fogem das batalhas e esses sequer tiveram coragem de se manifestar, são participes do mutismo que é próprio dos desclassificados.

É inadmissível ver grupos que se aproveitaram dos momentos de luta nas eleições agora tirarem o corpo fora alegando não comungar com o que pretendem aqueles que como eu irão às ruas dia 26 de maio para apoiar o governo. Só canalhas agem assim.

É ridículo ver os abutres da imprensa salivarem sobre o que pretendem seja a carniça sobre a qual querem banquetear. A esta altura não lhes interessa quem será o difunto, contanto que possam escrever o obituário.

Tudo o que vivemos agora é devido ao comodismo que assola o país a mais de 30 anos, desde que a tal da Assembleia Nacional Constituinte promulgou o que os mesmos mal-intencionados de sempre enchem a boca para chamar de Constituição Cidadã, mas que não passa da maior enganação engendrada pelo Legislativo para proveito próprio.

Ela não foi escrita para que o povo continuasse senhor único e absoluto do poder, mas sim para dele (o povo) receberem uma procuração em branco de modo que pudessem ir impondo suas condicionantes sem qualquer possibilidade de impedimento, vilipendiando assim a boa fé e destruindo as esperanças de seus eleitores por um país sério e justo para todos.

Através de suas manobras e interpretações obliquas foram regulamentando benefícios e constitucionalizando direitos a ponto de afrontar até o mais manso dos crentes em um país sem desigualdades.

Hoje se eriçam despudoradamente os pelos dos que querem ver o desabamento das propostas que pretendem mudar o rumo do Brasil. Querem manter o garrote apertado para que um novo rumo não lhes tire os privilégios e benefícios autoconcedidos que trataram de garantir definitivamente através dos termos do documento que poucas linhas atrás citei como enganação.

Nele se fiam para impor condições e impedir as boas práticas de gestão que tanto precisamos para sair do atoleiro em que nos metemos ao entregar o país a tanta gente sem escrúpulos, sem moral, sem civismo e sem vergonha.

Dele usam e abusam quando querem mostrar sua força mesmo que esse menosprezo implique em prejuízos ao país e descarada afronta aos desejos de maioria da população. Aliás, população que se tornou carcerária porque perdeu seus direitos, restando-lhe apenas deveres, salários baixos e impostos se comparados com o que têm deputados, senadores, procuradores, desembargadores, juízes, a casta superior do funcionalismo público e todas as demais classes de dirigentes do legislativo e do judiciário, principalmente os que perambulam pelas mais altas e bem alimentadas cortes do que deveríamos chamar de justiça, mas que não é.

Não desistirei da luta por um Brasil educado, justo seguro e promissor para todos.

Marcelo Augusto Portocarrero – Cuiabá/MT, 17/05/2019

Melhor cedo do que tarde … ou nunca.

Essa é uma situação daquelas em que se ficar o bicho come e se correr o bicho pega, razão porque não será fácil resolver a questão. Por isso mesmo o melhor é administrá-la como parece estar fazendo o Presidente desde que assumiu ou seja, dando tempo para que tudo se arrume sem sua intervenção direta como é o caso das reações corporativas de deputados e senadores às propostas encaminhadas pelo Executivo.

A esta altura dos acontecimentos já era de se esperar que nossos congressistas tivessem entendido o mal que fazem ao país ao adiar as medidas urgentes que estão sob sua responsabilidade. Mas não, demonstram  incapacidade de subsistir à eventual recuperação do país, mesmo que aos trancos e barrancos como pretendem impor. Agindo assim reafirmam não terem esquecido suas origens perdulárias e mercantilistas, quando não suas incompetências para sobreviver tendo que trabalhar no ritmo proposto pelo Executivo.

Está claro que ao contrário do que aconteceu no passado recente boa parte da população, senão a maioria, concorda com as propostas do governo em todas as áreas da administração pública, inclusive a educação. Até porque ele foi eleito com estes propósitos claramente expostos.

Deixar os embates dos temas polêmicos para depois manterá o governo sobre a pressão que o Legislativo parece pretender, situação que em nada contribui para que saiamos do torpor que muitos políticos inconsequentes querem manter.

Hoje sabemos a causa de seus temores graças a três deputados falastrões que a Globo News mostrou ao vivo e a cores no programa “Estúdio i” através da reportagem de um de seus articulista político que sabe muito bem quem eram os três, mas ficou mudo ou foi proibido de dizer seus nomes. A confirmação dessa reportagem veio durante a comemoração virulenta do “Dia do Trabalhador”, quando a intenção política de restringir o alcance da Reforma Previdenciária foi mencionada por certo deputado paulista.

Ainda é cedo para duvidar da capacidade desse governo mesmo porque a oposição e parte dos meios de comunicação faz de tudo para atrapalhar. Entretanto, o que se vê é que aos poucos o país está conseguindo superar as barreiras erguidas pela incompetência dos governos anteriores e daqueles que deveriam legislar a favor de seus eleitores, mas que parecem pretender impedir a recuperação econômica e social do país receando o sucesso de um presidente que como todos os outros que o antecederam foi eleito para fazer exatamente isso.

Mesmo assim avanços existem e são perceptíveis, só não vê quem não quer ou continua com os olhos vendados pela escuridão ideológica. Temos que dar tempo ao tempo e evitar a disseminação de notícias falsas e atitudes que em nada contribuem para a recuperação da situação caótica que entregaram a este governo que aí está.

O adiamento da discussão de outros assuntos envolvendo reformas estruturais dificultarão a recuperação econômica do país na rapidez e robustez necessárias, por isso aproveitar o momento da discussão da reforma da previdência e também tratar de questões importantes como as reformas da educação e tributária pode ser, ao contrário do que alguns pensam, a estratégia correta.

Outra frente de esforço contra as intenções do Executivo vem dos outros dois poderes. Vimos isso acontecer semana passada quando o STF aprovou por 6 a 5 (com o voto de desempate do seu deslustrado presidente) autorização para que as Assembleias Legislativas Estaduais a exemplo da Federal possam soltar seus deputados presos. Ao mesmo tempo a comissão legislativa que analisa a MP da reestruturação do Executivo aprovou retirar do Ministério da Justiça o Coaf em outra clara demonstração de que pretendem diminuir a importância de Moro e a capacidade de ação da Lava Jato. Uma afronta aos desejos da população e um teste à paciência dos eleitores que veem neste governo a possibilidade de resgatar o país da escravidão legalista que os mantem reféns.

Pensemos na questão do “enfrentamento de fato” com os opositores das propostas do governo como um evento que irá acontecer uma hora ou outro e que talvez seja melhor para o país que aconteça agora, no início do mandato quando ajustes podem ser feitos a tempo ou, em outras palavras, melhor cedo do que tarde ou … nunca.

Enfim, se podemos fazer alguma coisa é ficar atentos e aguardar o desenvolver dos acontecimentos. De resto, é preciso continuar acreditando e fazendo tudo que estiver ao alcance para ajudar, pois não faltam esperanças de voltarmos a viver em um país educado, saudável, seguro e próspero.

Questão de competência

O que mais assombra as pessoas no atual momento político nacional é a percepção de que os opositores do governo não têm interesse em ajudar o país crescer e os argumentos que usam para atrapalhar são tão frágeis que meia dúzia de palavras do atual Ministro da Economia os desmorona como castelos de areia.

Sem ter outra alternativa preferem trabalhar para deixar o povo a míngua. Se pensam que agindo assim conseguirão minar o futuro do governo estão certos, como também é certo que as pessoas já perceberam que fazem isso para depois se candidatarem a salvadores da pátria. Com essas ações destrutivas demonstram não conhecer a nova equação política, esta que permanece nas cabeças daquela maioria de eleitores que elegeu o atual presidente. Não perceberam que se empenhar por menos é caminhar no sentido contrário ou seja, para um final com sinal negativo e que trabalhar por mais significa que todos vão ganhar caso o resultado seja positivo, inclusive eles. Mas não, seus objetivos escusos são desestabilizar o governo e garantir espaços como parecem fazer os presidentes das duas casas do Legislativo. Para eles o país vem depois.

É lógico que a recuperação da economia trará estabilidade financeira e oportunidades para o governo desenvolver suas propostas de políticas públicas, o que por si só não lhe garante sucesso. Por outro lado, e ao contrário do que parecem temer oposicionistas e centristas, significará oportunidade para que todos possam com base em uma economia saudável apresentar novas ou até mesmo velhas propostas de gestão. Terão sido acometidos de amnésia ou não entenderam as reais causas de suas derrotas nas últimas eleições? Se a lição foi aprendida também saberão explorar os eventuais erros do atual governo, somá-los a argumentos convincentes e apresentar suas plataformas de governo nas eleições de 2022.

Desde 2018, vitória em eleição passou a ser questão de competência e não de “compratência”, até porque os meios de comunicação que utilizaram não são mais capazes de cooptar as mentes dos eleitores, mas principalmente porque o celular e as redes sociais são “os olhos que tudo veem”  como no livro 1984 de George Orwell só que com o objetivo inverso, pois é o povo que tem o controle sobre eles e não os políticos.

A ficção criado por Orwell quase se materializou quando dos governos Petistas onde os números foram constantemente manipulados para mostrar um país das maravilhas aos mais desinformados com o beneplácito de seus comparsas de nível superior. Por muito pouco não chegamos a ter filhos vigiando seus próprios pais pela forma como estavam manipulando livros e processos de ensino. As famílias estavam sendo alijadas da educação, os professores que não aplicavam a cartilha do partido eram desprestigiados, os alunos eram incentivados a reagir negativamente às idéias liberais e muitas outras atrocidades morais como visto durante a campanha eleitora de 2018.

Durantes aqueles governos a população foi desarmada, os meios de comunicação controlados por meio não ortodoxos e boa parte da população levada a crer, assim como na ficção de Orwell, que nosso Brasil estava em permanente estado de opressão pelos países desenvolvidos do mundo. Assistimos a corrupção tomar conta dos poderes da república, das empresas públicas e se espalhar pelas atividades privadas, a ineficiência tomou conta do governo e o padrão de vida passou a ser nivelado por baixo.

Propositalmente as tecnologias passaram a ter uso limitado e a economia controlada para que pessoas e estruturas paralelas ao governo como o MST e o MTST permanecessem dependendo de invasões de terra privadas e imóveis particulares para manterem dependência ideológica com seus lideres e vivessem por 15 longos anos na esperança de um futuro melhor que nunca aconteceu.

Nada deve ser construído sobre bases erradas

O mundo mudou nestes últimos anos e precisamos nos adaptar a ele. De lá para cá podemos afirmar que apesar dos avanços obtidos o que vale mesmo é termos competência para saber utilizá-los e discernimento entre certo e errado, mas principalmente caráter para sempre optar pela primeira entre estas duas últimas alternativas.

Lembro-me das lições que aprendi com meus professores na faculdade de engenharia. Algumas, a princípio, não percebidas dada a forma sutil com que foram inseridas nos conteúdos das matérias que eram passadas em aula.

Uma delas, em especial, foi-me dada na entrega da nota de determinada prova quando percebi que o professor não havia considerado nenhum ponto de uma questão por eu ter errado na anotação dos dados, muito embora tenha desenvolvido o raciocínio e o cálculo de forma correta.

Para justificar seu aparente excessivo rigor disse que nada deve ser construído sobre bases erradas e finalizou com a seguinte frase:

– A vida precisa ser pautada pela correta observação e utilização das informações disponíveis senão terá sido em vão todo o esforço para levá-la adiante.

A mensagem é mais que pertinente, por isso precisamos prestar atenção ao que acontece a nossa volta e passar a agir como pessoas cientes de nossas responsabilidades. A perda de bases sólidas na economia, o descaminho na educação, a desestruturação da saúde e a falta de segurança são o resultado da desatenção aos sinais de decadência no âmbito político que aconteceram nos últimos anos no país. Não percebemos ou fingimos ignorar os erros e abusos cometidos em nosso nome e pelos quais como consequência estamos pagando agora juros e correção monetária. Se não tratarmos de promover as mudanças necessárias deixaremos muitos restos a pagar para as futuras gerações.

O país vem a décadas passando por transformações através de um serpear como se fossemos uma serpente de duas cabeças onde hora andamos em um sentido, hora em outro, seguindo o desejo da cabeça que tem mais força no momento. Por causa disto perdemos o rumo, e isso se deu a partir do momento em que sucumbimos às propostas ideológicas mesmo sabendo que estas nunca se destinam a construir, mas sim a combater e se possível destruir os adversários na luta pelo poder.

A história tem apresentado esse cenário com frequência e exemplo disso estamos vendo agora na Venezuela, país a ponto de ser palco de uma guerra civil onde a falta de bases políticas sólidas e democráticas solapou suas fundações republicanas deixando a possibilidade do desastre iminente. Haverá salvação para a população sem que uma desgraça aconteça? Em outras palavras, será preciso que venezuelanos lutem contra venezuelanos mesmo sabendo que este conflito prejudicará a todos?

Hoje, em nosso Brasil já vivemos uma situação calamitosa, estamos sob permanente tensão, sendo a principal causa disso nosso descaso com a realidade ao aceitarmos viver até pouco tempo uma situação onde os “deveres” eram tratados com desprezo e não como obrigação. Já os “direitos”, estes, de tão concedidos e capciosamente exercidos, tinham se transformado em pontes para a permissividade.