As legislações ambiental e de defesa animal brasileiras são das mais conservacionistas, exigentes e duras do mundo. Aqui o percentual de área de reserva em propriedades rurais é maior que em qualquer um dos países que nos criticam, não existem temporadas de caça a animais e aves, nem pesca de espécimes em risco de extinção.
Pois bem, alguém consegue explicar porque esses países não fazem o mesmo, tão pouco se interessam em aprender conosco vez que nossas legislações são mundialmente reconhecidas como das mais avançadas?
Então, já que a vegetação e os animais estão legalmente protegidos parece ter restado a eles a duvidosa intenção de proteger a derrubada das árvores e fiscalizar garimpos, ambas atividades financiadas pelo interesse de grupos estrangeiros. Por outro lado, nossos índios são cidadãos brasileiros e como tutelados estão legalmente protegidos, razão pela qual todos, mas todos mesmo, estão impedidos de qualquer ingerência sobre eles e sobre as áreas de reserva onde vivem sem que para isso tenha autorização legal, imaginem então no que se refere a eventual atuação de estrangeiros.
O que sobra para ser “vigiado” por ONGS travestidas de atividades humanitárias e institutos de monitoramento são áreas propícias à exploração mineral e para a abertura autorizadas pelo Incra, além daquelas outras cedidas ao MST/associados, coisa que parece não lhes interessar mostrar.
Sobre sermos rigorosos demais com a interferência estrangeira em assuntos internos vir a prejudicar nossas relações internacionais, basta fazer cumprir as leis sobre atividades estrangeiras no país para “colocar os pingos nos is” e assim calar as campanhas contra a autoridade brasileira, principalmente aquelas articuladas por inimigos internos.
Todos nós sabemos quais são as intenções por detrás de tanto colaboração e subvenção gratuitas. Tanto que algumas já estão sendo desvendadas como é o caso da mineradora Hydro Cred, empresa norueguesa que lançava rejeitos nas nascentes amazônicas ou a também norueguesa Norwegian Norsk, a qual tem o governo da Noruega como principal acionista e que refina matéria-prima para produção de alumínio, cuja ganância poluiu com seus rejeitos as águas do Rio Pará e os mananciais que abastecem Barcarena, cidade onde está instalada.
Pois bem, ao que tudo indica as novas circunstâncias de controle ambiental fizeram com que a Norwegian Norsk Hydresta decidisse suspender suas atividades na região. Estranho, muito estranho não é mesmo? Faz parecer que as doações tinham objetivos nada conservacionistas.
Outra preocupante situação é a denúncia que circula nas redes sociais de autoria de uma bióloga da USP sobre interferências diretas de ONGs não brasileiras em uma reserva indígena Waimiri-Atroari localizada no norte do estado do Amazonas. Segundo ela, a Funai não tem controle de acesso vez que este é controlado por ONGs americanas em parceria com as de outros países fazendo com que os índios dessa reserva falem inglês, francês e outras línguas além da nativa, menos o português.
Será verdade ou é mais uma tentativa de atrapalhar as ações do governo federal na Amazônia Brasileira e ao mesmo tempo estimular o antiamericanismo de esquerda. De qualquer forma, se for verdade confirma-se assim a necessidade de colocá-los pra fora do Brasil.
Está ficando cada vez mais claro que o que querem mesmo são os frutos, substâncias e o subsolo da Amazônia. Com a floresta pouco se importam, tanto que as suas já não existem mais e não demonstram o menor interesse em recupera-las. Alguém já ouviu falar em planos de reflorestamento nas áreas ocupadas pela agricultura, vinhedos e outras atividades econômicas na Europa e nos Estados Unidos?
Quando a esmola é grande desconfie da “bondade”.
