Reconstruir o que restar do Brasil passa por tornar a população ciente do seu papel.

Na primeira metade do século passado quando quase todos os países viveram crises econômicas, guerras e viroses fatais muitos deles assumiram posturas bastante diferentes das que estão sendo adotadas atualmente.

Aqueles, uma vez nações, na busca de se recuperar do caos em que estavam desenvolveram formas de se comunicar com suas populações baseadas em princípios morais, de respeito às leis e na importância das famílias para a o bem estar geral.

Assim, os programas de rádio, filmes e seriados de televisão apresentados faziam parte das estratégias dos governos (notadamente o dos Estados Unidos da América) e de seus acordos com os meios de comunicação para apoiarem seus reerguimentos econômicos e reestruturações sociais através de mensagens baseadas em princípios morais e na justiça. Da mesma forma, livros, peças teatrais e musicais da época foram pautados para mostrarem as vitórias do amor e do bem sobre o mal. Outros aspectos relevantes eram a permanente invocação a Deus e o respeito aos símbolos nacionais.

Daí que ao observarmos a situação em que hoje nos encontramos devido as mudanças que pouco a pouco foram sendo introduzidas pelos grandes grupos de comunicação nos temas de suas novelas e filmes que exibem, nas letras das músicas que tocam, em programas ao vivo que apresentam e nas séries que produzem terem, além disso tudo, o ódio entre pessoas como perspectiva, personagens malvados e sem caráter os mais glamurosos, as drogas apresentadas como petiscos de festa, o sexo e outras obscenidades rolando livremente e chegando ao cúmulo de serem incentivados até em programas de jovens em sala de aula, não é de surpreender termos chegado onde estamos.

Que dizer então das mudanças que aconteceram nos enredos das escolas de samba, antes tão cheias de bom humor e alegria com seus temas contando sobre a vida como ela é ou deveria ser, na exaltação de pessoas decentes e na divulgação de nossas belezas naturais.

Tem mais, essas mudanças nos trouxeram ao fundo do poço da moralidade quando a “suprema justiça do país permitiu em nome da liberdade de expressão” que fossem covardemente atacadas a religião católica, a Sagrada Família e a existência de Deus.

O que mais podemos esperar quando nem Francisco, o Papa que representa São Pedro, aquele para quem um dia Jesus disse “tu és Pedro e sobre essa pedra edificarei a minha igreja” (Mateus 16,18) não abriu a boca para mostrar a mínima indignação.

O que esperar dessa igreja que por Jesus Cristo foi consagrada ao se deixar sacrificar por nós e de onde nenhuma autoridade do país se manifestou contra o último e definitivo ultraje contra à existência da fé e da crença Nele que pode vir a ser a derradeira esperança de socorro quando a civilidade e o respeito entre nós não mais existir.

Se quisermos mudar nosso futuro teremos que permanecer unidos contra tudo que essa virose de forma tão cruel nos tem mostrado e reagir contra todos aqueles que a utilizam para disseminar o ódio, o desrespeito, a insegurança, o caos e a destruição do que nos resta de pátria, de país e de nação.

3 comentários sobre “Reconstruir o que restar do Brasil passa por tornar a população ciente do seu papel.

  1. Muito oportuno seu testo meu caro Marcelo espero que a maioria de nossa gente esteja fazendo a devida reflexão neste momento delicado que estamos vivendo, é que nós sirva como aprendizado para crescimento

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  2. Concordo com você!
    Acho que o aparecimento desse micro Virus, mas ao mesmo tempo muito poderoso. Veio para refletirmos sobre o nosso comportamento errôneo.
    Excesso de valorização ao poder financeiro, falta dos valores éticos, morais , familiares e falta de fé.
    Que isso nos sirva de um aprendizado, para uma vida melhor.

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