
Tem algo estranho por detrás dessas repentinas mudanças de orientação e comportamento em relação às quarentenas. Dá até pra desconfiar do porquê de tantas transformações.
Estarão querendo fazer crer que de repente governadores e prefeitos que tinham imposto isolamentos à população começaram a permitir a circulação de pessoas e liberar as atividades econômicas mesmo durante o crescimento de casos só porque agora concordam com as recomendações do Presidente da República?
Ai tem, … com certeza tem, alguma arapuca está sendo armada.
É só fazer uma leitura contemporânea das intenções de políticos, suas agremiações, alguns poderes superiores e mídias inconformadas que atuam contra o governo para perceber que estão armando, estão sim.
Será essa nova postura uma estratégia para aumentar o número de casos de C-19? Estarão esperando os novos e maiores números para colocar a culpa nas orientações emanadas pelo Ministério da Saúde?
Olhem só quanta coisa acontecendo ao mesmo tempo como que em uma trama bem ao feitio das cabeças caóticas das pessoas que dirigem as organizações que lutam para desestabilizar o país.
Percebam que os ataques agora são coordenados como que vindos de setores diferentes mas todos mirando em uma só direção.
O Legislativo, como sempre, alterando as propostas vindas do Executivo, o Judiciário Superior sendo cada vez mais ativo nas ações contra as pessoas e instituições que apoiam o governo e agora essa guinada repentina através das atitudes de estados e municípios dirigidos por partidos derrotados nas eleições quanto ao que declaradamente combatiam em relação às posições do governo nas estratégias voltadas a minimizar os efeitos maléficos do coronavírus chinês.
Percebam que até a comprovação de que os registros de óbitos em cartório que escancaram a manipulação para maior das mortes por C-19 estão sendo contestadas com hipotéticas subnotificações na tentativa de mostrar a realidade invertida. Aliás, mais uma reação desconexa da realidade como é de praxe nas manifestações da social-democracia (forma dissimulada com que agora os esquerdopatas se identificam).
Junta -se a eles a própria OMS, uma organização cada vez mais perdida em suas divagações sobre a realidade dos fatos e que a cada semana apresenta um novo capítulo da novela de horrores que transmite para o mundo. Por sinal agora não é mais pandemia é epidemia. Entenderam?
O último (capítulo) está focado em desacreditar os benefícios do tratamento da doença com cloroquina/hidroxicloroquina associada a antibióticos e anticoagulantes, procedimento que considerava aceitável até o relatório anterior.
Entretanto, até agora a mesma OMS não se posicionou em relação às críticas de cientistas e médicos que contestam os trabalhos em que se baseia posto que não foram estudos científicos como alardeado pelos que o defendem. O que leva a crer que foram sim compilações de dados coletados estatisticamente sem os cuidados técnicos necessários e sem que suas informações pudessem ser checadas quando a possíveis desvios e erros de lançamento.
Como não desconfiar que essa repentina critica ao uso dos medicamentos em questão façam parte de uma campanha de descrédito para impedir a disseminação de seu uso é possível redução dos casos fatais?
Como não associar todas essas “ações” a uma estratégia voltada a interromper a volta à normalidade das relações/interações sociais e econômicas antes do esperado colapso total previsto (ou teria sido programado?) pelas grandes corporações mundiais juntamente com seus subservientes capachos locais.
Aí tem…
