Desde a muito tempo sabíamos que eleger e manter um governo que não comungue com corrupção e outras práticas desonestas seria uma tarefa árdua.
Mesmo assim, muitos de nós nunca deixaram de acreditar que um dia isso seria possível ainda que demorasse décadas o que de fato está acontecendo.
Outros, não só viveram e abusaram da indecente realidade do passado como também se sujeitaram aos desmandos, aos acordos espúrios, a paga e ao recebimento de propina em troca de benesses, sentenças favoráveis e contratos fraudulentos. Se acostumaram a manter um olho fechado para as falcatruas das quais participavam e o outro aberto para as oportunidades de com elas ganhar ainda mais sem se importarem com consequências.
Esses, quando se depararam com um Executivo que não se submete aos interesses escusos que representam ficaram desesperados, pois sabem que a continuar assim aquelas formas de agir serão aos poucos e cada vez mais dificultadas. Isso sem considerar que passaram a correr sérios riscos de responder judicialmente por seus atos.
Da mesma forma estão reagindo aqueles que foram doutrinados para propagar subserviência às ideologias contrárias ao novo modelo de desenvolvimento posto em prática pelo atual governo liberal.
Também é possível perceber que outros com o mesmo perfil ideológico passaram a encontrar dificuldades para continuar a imiscuir nas cabeças dos jovens orientações sobre como desconsiderar a família, negligenciar a escola, e desrespeitar leis enquanto os entorpeciam com conceitos genéricos de liberalidades como se direitos fossem.
Sim, a luta pela liberdade é árdua, e por isso não podemos arrefecer no combate às informações deturpadas pelo jornalismo sanguessuga, inconformado com as mudanças ocorridas nas formas de comunicação onde a cada momento mais perdem hegemonia.
É revoltante ver os efeitos nefastos que propositalmente alguns desses poderosos grupos de comunicação estão causando. Grupos que se caracterizam por utilizar de argumentos torpes, típicos daqueles que pouco se importam com as consequências de seus atos e agem como se seus meios justificassem os fins que descaradamente buscam. No caso, o fim da liberdade, o fim do governo e o fim do país.
Alguns dirão ser importante mostrar a dura realidade, mas qual realidade? Essa que filtrada está direcionada a impedir o rumo natural dos acontecimentos? Aquela que não aceita críticas a seus abusos em nome da Justiça enquanto prende e intimida? Ou a outra, que tenta calar a voz do povo e abre caminho ao iminente impedimento do ir e vir?
Existem outras situações exdrúxulas acontecendo, mesmo estas a imprensa conivente não mostra e até esconde, caso daqueles que diziam combater a ditadura e que agora, raríssimas exceções, são prósperos usuários da corrupção que se alastrou pelo país desde que foi potencializada pela Constituição de 1988.
Aquela mesma, a última Carta Magna, a proclamada cidadã, mas que na prática vem sendo deturpada, modificada e utilizada dia após dia na opressão de direitos fundamentais como o de se expressar livremente, para aplica-la em benefício dos impoderados acampados no judiciário, no legislativo e de seus apadrinhados posto que só a esses passou a servir.
A maioria dos que lá estão comunga e se locupleta das regalias e benefícios que deveriam combater. Usam e abusam do dinheiro público com seus duodécimos e penduricalhos legalizados e pior, agora buscam institucionalizar a censura no claro intuito de acabar com a liberdade que um dia prometeram defender. Procuram assim garantir seus mandatos e nomeações para continuarem a cometer desmandos, agredir, xingar e mentir sem serem incomodados. Desavergonhados, só eles podem fazer e dizer o que querem protegidos que são por suas convenientes imunidades auto adquiridas.
Aqueles que aceitam essa situação o fazem na esperança de um dia desfrutarem das mesmas regalias por acreditarem que o poder pelo poder será suficiente para lhes dar o que querem. Pessoas que agem dessa maneira não são ignorantes, elas têm visão crítica e é nela que se baseiam para calcular os riscos que correm vez que aqui podem administra-los, basta ter dinheiro e/ou influência política.
Afinal, vivemos no país que produziu os maiores corruptos do mundo e onde a “justiça” os mantém livres graças às decisões convenientemente emanadas em suas instâncias superiores.