Políticos articuleiros, até quando?

“Gestão Bolsonaro aprova menos Medidas Provisórias que Lula, Dilma e Temer”

Essa afirmação é título de um artigo publicado no site do Consultor Jurídico para criticar a falta de articulação política do Governo Bolsonaro.

Nada mais acertado, desde que sob a ótica caolha de um jornalismo orientado para atuar contra o governo. A principal prova disso é que no artigo acima citado não há qualquer menção sobre como essa “articulação política” era praticada no passado. Um lapso ou um colapso mental injustificável.

Essa “falta de articulação política” a que se refere o repórter quando é traduzida para a realidade expõe a forma incorreta de descrever cenários destinados à leitura descompromissada para quem sabe a diferença entre articulação política, escambo e compra de apoio com dinheiro público (leia-se mensalão, lava jato, etc.).

Como assim? É isso mesmo, basta lembrar dos processos de corrupção ativa e corrupção passiva contra parlamentares durante os governos anteriores e comparar com a forma de encaminhamento firme e decidida de um governo que prefere administrar essa relação de forma não promiscua e através do trabalho consistente nas diversas áreas onde vem conseguindo resultados positivos mesmo com as constantes interferências de seus opositores.

Alguém aí se lembra de algum outro governo que com as mãos amarradas pelo Judiciário e os pés travados pelo Legislativo tenha conseguido fazer o que este está fazendo em tão pouco tempo?

Alguém aí se lembra de um governo que tenha tido a imprensa empenhada em desestabiliza-lo de forma tão agressiva e permanente sem sucesso?

São tão explícitos os outros estratagemas nacionais e internacionais tramados para derrubar o atual governo que seriam necessárias linhas e mais linhas para descrever o óbvio uLULAnte como diria Nelson Rodrigues.

Por enquanto vamos ficar apenas com os aqui lembrados, pois são mais que suficientes para mostrar a grande mentira que é a “articulação política” cantada e requentada pelos usuários da cada vez mais decadente e suja política do toma-lá-dá-cá e seus outrora bem remunerados porta-vozes.

Vem sendo difícil enfrentá-los e pelo visto continuará dessa forma até que consigamos interromper o circulo vicioso no qual o país permanece preso com as eleições e reeleições dos mesmos políticos articuleiros de sempre e de seus herdeiros.

Quem se atreve a negar que até hoje as cadeiras do Congresso Nacional funcionam como Capitanias Hereditárias onde filhos e afilhados políticos as herdam com os votos dos currais eleitorais de seus pais e padrinhos sejam eles “coronéis” da esquerda ou da direita.

Mas não, nada disso importa ou interessa à extrema-esquerda em sua luta insana e degradante para voltar ao poder.

Opa, cabe aqui uma justa correção, não é voltar ao poder, é tomar o poder como disse um de seus mais degradantes lideres. Aquele que condenado e preso esta (des)cumprindo pena fora do presídio graças ao fisiologismo ideológico de seus Supremos camaradas.

Pois é, até quando?

Jornalismo ou Casuísmo

Ao que parece estamos assistido uma demonstração de casuísmo acontecendo com parte da imprensa frente a possibilidade da velha política municipal continuar a seguir no mesmo rumo errático e conveniente com o qual se acostumou.

Percebe-se de uma indisfarçável tentativa de evitar que aconteça nas cidades o mesmo que aconteceu nos estados e a nível federal quando das eleições de 2018. Pelo visto querem mesmo é permanecer no velho e rentável toma-lá-dá-cá que no caso de alguns noticiosos soa mais como um dá-cá-toma-lá onde a imparcialidade nunca está presente.

Um contrassenso, afinal cobertura eleitoral tem que ser equilibrada e equidistante. Será bom daqui por diante prestarem bastante atenção porque não se trata do uso de fundo partidário e fundo eleitoral, mas sim de reportagens imparciais.

Nessas alturas dos acontecimentos é impossível esquecer que a informação está cada vez mais veloz e serve de landmark ou marco histórico da acessibilidade, seja ela portadora de verdades ou mentiras, fatos ou boatos. E sim, caso não tenham percebido, boa parte da população já tem discernimento suficiente para saber diferenciar “quem confere o ferro de quem com ferro fere”.

É preciso partir do princípio que editores e jornalistas não são cabos eleitorais e que os veículos onde trabalham não devem ser direcionados somente a resultados financeiros e objetivos político-partidários. Nessas ocasiões seus espaços precisam ser destinados a todos os candidatos sem que haja prioridades muito menos preferências. A não ser que façam parte de esquemas e o que divulgam seja casuísmo, não jornalismo.

Aos que ainda não perceberam basta prestarem bastante atenção no que está acontecendo com os telejornais das grandes redes para constatarem as rejeições que estão sofrendo ao divulgarem notícias políticas compradas, falsas e aquelas nas quais adulteram os registros dos acontecimentos.

As reações a esses “equívocos” têm sido instantâneas e contundentes a ponto de abalarem seus índices de audiência. A continuar assim estarão afetando várias senão todas as atividades desenvolvidas pelos grupos empresariais aos quais pertençam, mesmo as que nada têm a ver com jornalismo.

Está cada vez mais evidente que o público sabe diferenciar reportagem de panfletagem. Enganam-se os que pensam que pessoas sem formação na área, leigos ou neófitos, como queiram, não sabem a diferença entre o que é bom e real do que é ruim e manipulado.

Saibam que da pandemia de desinformação estamos todos protegidos porque nos tornamos autoimunes pela fé em Deus, pelo menos a maioria, prova disso é o resultado das eleições de 2018.

Assim foi e assim será daqui por diante. Quem quiser sobreviver que se aprume.

Ultrapassando o fundo do poço da imoralidade

Na experiência profissional de qualquer pessoa muita coisa ruim pode acontecer. Dentre elas uma das que mais desgastam a carreira é a constatação de que as vontades políticas também servem de argumento para tirar vantagens financeiras de contratos e acordos.

Nessa sanha, políticos corruptos e seus parceiros de esquemas viviam se dando bem com essas práticas, tanto que se esqueciam ou fingiam não saber que seus lucros significavam prejuízos para muitos, perdas essas quase sempre irreparáveis.

Sim, irreparáveis, na medida em que não se sabe exatamente quais as consequências dos eventuais atos de corrupção/conivência praticados, tão difíceis de descobrir quanto de calcular são as dimensões e os custos finais de seus crimes.

Assim, o desvio de recursos financeiros em obras, aquisição de materiais e contratação de serviços para hospitais, rodovias, saneamento básico, escolas ou qualquer outro tipo de investimento com o erário da União tem uma única e inquestionável vítima, a população, os “por ventura beneficiários finais” de toda e qualquer aplicação de dinheiro público. Pelo menos deveriam ser!

Agora, como que ultrapassando o fundo do poço da imoralidade finalmente se caminha para desvendar outra das mais conhecidas, inaceitáveis e corriqueiras práticas de desvio do dinheiro público, os contratos fictícios.

Contratos criminosos, agora investigados como sendo práticados por escritórios de advocacia, pelo presidente da OAB e seus companheiros (ou seriam camaradas?), a quem a própria associação de classe está se encarregando de identificar.

Nobre profissão para a maioria, não para os torpes(*) que nessas ocasiões tendem a contar com a proteção corporativa dos poderosos da categoria.

Vamos ver onde vai acabar essa operação que já enquadra entre seus investigados e réus figuras proeminentes da advocacia e suas bancas, famosas por defenderem corruptos, ladrões, traficantes e assassinos.

(*) Torpe: que contraria ou fere os bons costumes, a decência, a moral; que revela caráter vil; ignóbil, indecoroso, infame; que causa repulsa; asqueroso, nojento.

Nada como um dia após o outro – republicação atualizada

Essa fumaça que cobriu nossa cidade no dia 7 de setembro de 2022 faz lembrar o que acontece no Brasil.

As ocasiões em que não se pode vislumbrar o horizonte e nas quais o ar que nos rodeia se mostra irrespirável trazem à memória as ações dos irresponsáveis nas tentativas de tolher a liberdade do povo para levar nosso país à escuridão do comunismo.

Nada como um dia após o outro, foi assim no passado quando forças obscuras tudo fizeram para que assim fosse. Não conseguiram e não conseguirão porque assim não é agora nem será no futuro.

A fumaça é passageira, fruto da ignorância de quem não pensa nos outros e pouco se importa com as consequências de seus atos. Logo chegará a chuva e como aconteceu em 2018 limpará nossos dias.

Um futuro onde o trabalho, a perseverança, a força e nossa persistência não retrocederão ao que vivenciamos durante o período onde a corrupção dos governos socialistas quase nos destruiu.

A crença em que as palavras Ordem e Progresso estampadas em nossa bandeira são justas, perfeitas e antônimos da desordem e do retrocesso escritas com o vermelho do sangue de milhões de pessoas assassinadas pelo comunismo que mata quem não se submete a suas vontades.

A crença de que estamos no rumo certo nos dará as condições necessárias para continuarmos a superar a escuridão na qual permanecemos por vários anos para voltarmos a clareza de um futuro melhor para todos.

Assim foi em 7 de setembro de 1822 quando saímos da subserviência para despertarmos capazes de construir uma novo país, uma nação livre e pujante, uma pátria forte e independente. Assim é agora e assim será para sempre.

Em numerologia o ano de 2022 indica a prevalência do número 6 que está relacionado ao lar, ao cuidado com o outro e à responsabilidade. Ele traz o sentimento de amor, de elo familiar e de casamento. Tem uma energia estável, firme e definida. Ele simboliza a união entre o céu e a terra, entre o feminino e o masculino representada pela Estrela de Davi ou Hexagrama e a importância do Brasil ter os pés no chão e fixar raízes permanentes em bases sólidas.

Coincidência ou não, foi para isso que a maioria dos brasileiros elegeu o atual governo.

Como assim, então violência justifica violência?

Temos assistido uma batalha incessante dos meios de comunicação do país e do exterior contra o conservadorismo.

A campanha difamatória vem evoluindo de maneira sistemática sendo cada vez mais agressiva e manipuladora de certos aspectos da realidade na busca dos resultados que pretendem obter.

Invariavelmente estes se colocam ao lado daqueles que ao se dizerem oprimidos atacam e agridem quem com eles não concorda. Agindo assim, grupos de comunicação, ONG’s, instituições, agremiações e a parcela progressista da igreja acabam por chancelar e apoiar a violência quando deveriam combatê-la seja em que circunstância possa vir a acontecer .

Antifas são mais violentos em suas atitudes de protesto que a alegada razão para fazê-lo e Black Lives Matter tornou-se um fenômeno social importante, mas somente sobre a violência policial contra negros quando deveria ser uma matriz pacifista contra qualquer atitude violenta e não são. São?

Apesar de seu importante alcance social adeptos da B.L.M. também fazem vítimas, algumas fatais, quando saem às ruas para protestar contra o que os motiva. Não?

Contra esses fatos não há nenhuma reação de políticos, jornalistas, ONG’s e articulistas. Sequer fazem comentários criticando, muito pelo contrário. No entanto, essas ausências de desaprovação podem sim ser entendidas como palavras de ordem e incentivos à desobediência civil. Podem sim e assim o são.

O mesmo fenômeno acontece no âmbito político quando progressistas não aceitam as seguidas derrotas para o conservadorismo, tanto que seus militantes passaram a reagir de forma agressiva na tentativa de reprimir liberdades, principalmente a de expressão. A mesma tática acontece nas ações institucionais de seus representantes no Legislativo e por ativistas simpatizantes do Judiciário.

É notória a distinção no tratamento dado às demandas de uma e de outra corrente do pensamento político em todos esses ambientes. Sendo progressistas são prontamente apoiadas e aprovadas, sendo conservadoras são logo engavetadas quando não sumariamente rejeitadas.

As solicitações para análise sobre a constitucionalidade dos atos do Executivo proveniente de partidos ou entidades progressistas encaminhados ao STF ou às mesas do Senado e da Câmara Federal são de pronto distribuídos às comissões e para ministros tendenciosamente monocromáticos. Já as de origem conservadora…nem é preciso descrever seu diferenciado tratamento.

Se uma votação no plenário do STF tem placar apertado, uma questão conservadora, caso da prisão em segunda instância (aprovada por um voto de diferença), logo é colocado em dúvida seu resultado para voltar a ser pautada.

Pasmados, mas como sempre de mãos atadas vimos o mesmo resultado (6×5) ser alcançado, mas desta vez, ao contrário daquela, não houve contestação ao placar apertado posto que chegaram onde queriam.

Uma manobra sinistra que nos obrigou a conviver com mais uma jabuticaba jurídica bem típica dos arranjos protelatórios que só beneficiam bancas advocatícias muito bem representadas no “colendus scholae” indicado e aprovado por quem dele depende. Como sempre, e contrariando os anseios da população majoritariamente contra esse tipo de imposição a corte suprema se mostra, ela sim, repressora e ditatorial.

O que traz de volta à questão da violência e nos obriga a perguntar: – Como assim, então violência justifica violência?

Que respondam aqueles que se negam a divulgar os atos de imposição e agressão, alguns até fatais, perpetrados contra quem não comunga com sua ideologia progressista.