Só não vê quem tapa os olhos com as próprias mãos.

Há um claro indicativo de que a velha política não tem mais a mesma força para eleger seus representantes. Entretanto, e por incrível que pareça, tem gente que ainda a alimenta por acreditar que ter seus membros como parceiros de chapa pode ser bom negócio.

Bom negócio para quem senhoras e senhores eleitores?

Para os partidos barganharem aposentadorias no senado como é o “modus operandi” da política através das suplências compradas?

Para as negociações de apoios em CPI’s fajutas, votações virtuais e secretas em plenário?

Será como pagamento por serviços prestados e/ou a prestar nas execuções das emendas parlamentares?

É lamentável continuar com tanta inconsequência no momento em que a execração da política do tomá-la-dá-cá e da corrupção é tão necessária.

Será que os eleitores continuarão sofrendo dessa síndrome? Não, não é possível continuar a existir tamanha submissão ao cabresto amigo na hora do voto.

Precisamos vencer o paradigma do voto amigo, o voto de cabresto disfarçado, aquele que ao acionar o botão verde age visando seus próprios interesses.

É preciso dar um choque de realidade na forma ultrapassada de fazer, de aceitar e de se submeter a velha política.

Essa é a principal causa de ainda termos políticos votando contra propostas estruturantes, principalmente aquelas que visam reduzir despesas públicas e acabar com privilégios transformados em direitos adquiridos.

Os políticos, articulistas de ocasião, são quase todos contra as mudanças na forma da relação entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Porquê será?

Sequer escondem suas frustrações por não conseguirem colocar de volta a canga em quem ocupa a Presidência da República, seja ele quem for, ainda mais sendo um conservador, cristão, defensor da família como célula mater da pátria e que tem nas reformas da educação, segurança e saúde suas principais estratégias para tirar o país da subserviência ideologia implantada por governos corruptos.

Estratégias que possibilitarão a médio prazo recuperar a economia e devolver os empregos retirados da população por seguidos erros e pela corrupção, marcas registradas dos governos anteriores.

Não devemos nem podemos mais votar em pessoas que representem retrocesso ou o risco da manutenção dos esquemas que aí estão escancarados.

Só não vê quem tapa os olhos com as próprias mãos”

10 comentários sobre “Só não vê quem tapa os olhos com as próprias mãos.

  1. Marcelo Tudo Certo! A pergunta é! Como isto pode Mudar?? Como você faz! Vou fazer minha parte e o que tenho competência para fazer!! Mas Parabéns! Alguém tem que Gritar!!

    Curtir

  2. Marcelo eu já decide não votar nos Partidos da velha política, pois inclusive Mesmo com a Pandemia mostraram as sua habilidades políticas com desvios de. Bilhões de Recursos Públicos destinados à Saúde, ( as operações da PF e MPF ) estão aí , vamos mudar isso em novembro tanto para os vestires municipais como para o Senador

    Curtido por 1 pessoa

  3. Marcelo! Lendo o seu texto, lembrei do meu falecido pai, que dizia que na década de 50, tinham eleitores que trocavam seu voto, por um par de sapatos , para irem votar.
    E o resultado desse mau comportamento foi uma geração sucessiva de políticos ruins.
    Hoje estamos mais atentos e Temos que pensar muito nas nossas escolhas, pois o resultado disso, é termos um Brasil melhor.

    Curtido por 1 pessoa

  4. Marcelo, vou fazer uma pergunta.
    Porque devo vender minha liberdade?
    Agora respondo com toda veemência. Quero ser livre para cobrar do meu candidato as coisas boas para o desenvolvimento da minha região.Os candidatos asquerosos não deveriam se candidatar, pois são bandidos na expressão da palavra em ter a cara de pau para expor ao público. O TSE e os TREs deveriam fazer uma filtragem profunda para deixar esses candidatos asquerosos fora das pretensões políticas e levá-los para a cadeia. Fui claro?!?!?!

    Curtido por 1 pessoa

  5. Caro amigo Marcelo.
    Como sempre, suas análises de nosso cotidiano politico-social são impecáveis
    Precisamos mudar o sistema, sim.
    Mas essa mudança precisa começar com a implementação das candidaturas independentes, livres da obrigatoriedade de filiação aos partidos políticos homologados pela Justiça Federal. Outra mudança essencial é a implantação do voto distrital que permitirá a cada eleitor acompanhar de perto e constantemente o desempenho e comportamento de seu candidato em relação às suas promessas de campanha. Haverá maior e melhor representatividade do eleitorado.
    Com essas duas mudanças básicas, acredito que poderemos sonhar com uma política limpa, livre desses corruptos e dos partidos “financeiros”.

    Curtido por 1 pessoa

Deixe um comentário