Uma terrível constatação. Será?

Pois é, ontem li um texto que apresenta o que os incrédulos poderiam chamar de “uma terrível constatação”, a de que o mundo está fadado a ser socialista mais cedo ou mais tarde.

Não concordo! Existem aspectos desconsiderados naquele escrito que certamente podem e vão impedir que a previsão do autor se concretize. São questões que diferenciam a doutrina socialista dos fundamentos religiosos, sejam eles cristãos, islâmicos ou de qualquer outra crença. Aliás, todas convivendo sem maiores problemas com o capitalismo.

No que se refere ao islamismo isso acontece de forma ainda mais impactante do que em relação ao cristianismo devido a crença de que o propósito da existência dos muçulmanos é adorar seu Deus. Isso sem esquecer que para alguns grupos radicais espalhados pelo mundo, Alá, sua única divindade e criador do universo não pode ser rivalizado nem contestado, muito menos agredido por quem quer que seja porque isso pode levar ao jihad ou dever religioso dos muçulmanos de defender o Islã através de luta.

Vamos aos fatos:

Na afirmação de que a Europa está trocando Jesus por Maomé há uma evidente contradição quanto a isso ser uma das causas dela estar se tornando socialista porque os europeus muçulmanos são muito, mas muito mais conservador que os cristãos. Portanto, não há como afirmar que o materialismo socialista já está consolidado por aquelas bandas. Dentro desse mesmo raciocínio é fato que pode estar havendo uma substituição de crenças, mas não a extinção de um Deus Onisciente, Onipotente e Onipresente naquela parte do mundo ocidental.

O socialismo está calçado na imposição do ateísmo materialista como solução para a vida na terra. Essa é a base da filosofia socialista para convencer seus camaradas de que é preciso acabar com as religiões, as diferenças sociais e as ligações familiares para que todos sejam iguais e se instale na terra uma espécie sua versão de lugar perfeito a ser dirigido por outros iguais, estes “superiores e supremos”, em um Politburo Globalista. Alguém em sã consciência consegue entende isso?

Já cristãos, muçulmanos e todas as outras religiões creem em um paraíso celestial ou, em outras palavras, um lugar que só poderá ser alcançado se cumprirem suas obrigações religiosas, o que implica dizer que boa parte da população do mundo terá que ser dizimada para que a filosofia socialista prevaleça e aquele regime totalitário se instale. Será possível?

Outro aspecto ainda mais determinante é que enquanto a doutrina socialista propõe a redução da humanidade, o fim da união familiar e desestimula a procriação para reduzir suas responsabilidades os muçulmanos acreditam que quantos mais filhos tiverem mais Alá os abençoará.

Já os cristãos, estes estão no meio do caminho sem saber o que fazer. Fato é que estão reduzindo sistematicamente o número de filhos e com isso o de crentes em Jesus, uma das razões pelas quais o islamismo avança sobre o espaço aberto e agora escancarado pelo papa Francisco ao apoiar o aborto e outras ideias socialistas.

Por fim o texto cita a questão eleitoral nos Estados Unidos com os democratas (socialistas) “vencendo” as eleições. Bem, essa questão ainda está sendo digerida pelos americanos o que implica dizer que a governabilidade por lá não será nada fácil se quiserem impor ao país a agenda da NOM (Nova Ordem Mundial).

Biden terá sobre seus ombros um país dividido como não acontece desde a Guerra da Secessão (mais conhecida como a Guerra Civil Americana) que teve como resultados o pleno desenvolvimento do capitalismo industrial; a integração econômica do Sul com o norte (fornecedor de matéria prima); a abolição da escravidão (1865); o estímulo à imigração e a implantação da infraestrutura ferroviária transcontinental do país. (Wikipedia)

Tudo isso desenvolveu um patriotismo exacerbado em seus cidadãos que desde então não foi colocado internamente à prova como parece estar acontecendo agora. Nem vou tecer comentários sobre a decisiva atuação dos americanos nas duas guerras mundiais, ocasiões em que foi mostrada sua capacidade de reação frente qualquer agressão a seu país e a sua Constituição.

Cabe ao conservadorismo brasileiro cuidar de casa com a disposição de quem vai lutar para impedir a volta da esquerda socialista que travou nosso desenvolvimento desde o governo FHC e sua troupe, passou por Lula e seus queridos companheiros corruptos, Dilma com sua incapacidade egocêntrica e Temer com seu empertigado mesmismo até chegarmos a duras penas nas eleições de 2018 quando voltamos a ser o país livre e pujante que agora corre risco de viver uma ditadura exercida pelos supremos do Judiciário em conluio com os comunistas de butique do Legislativo.

O Papa Louva-a-deus

Não confundam a expressão “O Papa Louva-a-deus” como “O Papa louva a Deus”.

A primeira frase se refere à prática do sumo pontífice de agir como um Louva-a-deus vez que faz uso de camuflagem e mimetismo para impor seu pensamento socialista aos incautos. A segunda, que aparentemente não é o caso, diz respeito ao verbo louvar no sentido de enaltecer o Criador. Aliás, esse é o mais significativo mimetismo utilizado por Francisco Bergoglio.

Para esclarecer a quem não sabe o Louva-a-deus (Wikipédia) é um inseto que parece estar rezando e que para disseminar sua espécie a fêmea acaba devorando seu parceiro após o ato. Ou seja, exatamente como vem agindo o máximo líder católico ao abandonar os princípios basilares da igreja que dirige para aderir a Nova Ordem Mundial que entre outras agendas socialistas propõe o controle da natalidade, o aborto, o fim da instituição familiar, o fim da liberdade de expressão e, pasmem, a extinção dos credos religiosos, ou seja…

Ferrovias – Se não nos prepararmos o cavalo selado vai passar de novo.

Outro dia li com o entusiasmo de sempre a republicação do artigo “Cuiabá e o novo traçado da Ferronorte” de autoria do premiado arquiteto José Antônio Lemos e pulicado na Gazeta Mercantil de 09/06/1999. Como sempre e de forma gentil ele o enviou a seguidores e amigos através de seu blog. (http://blogdojoselemos.blogspot.com/1999/06/cuiaba-e-o-novo-tracado-da-ferronorte.html)

Se pudéssemos comparar o esforço empregado por Vicente Vuolo para trazer a ferrovia até Cuiabá creio que o melhor termo seria a uma “ode”, ou seja, a um poema lírico, considerada a paixão com que ele se empenhou para desenvolver seu projeto de Lei de forma tão bem estruturada, elevada e até mesmo solene, tanto que conseguiu fosse aprovado pelo Senado para transformar-se na Lei Federal 6.346/76 voltada à inclusão no Plano Nacional de Viação da ligação entre Rubinéia no estado de São Paulo e Cuiabá em Mato Grosso. O traçado da nova ferrovia partiria de Rubinéia (SP), passando por Aparecida do Taboado (então MT, hoje MS), Rondonópolis (MT) e atingiria Cuiabá (MT). (Wikipédia)

A partir da Lei decorreram outros importantes esforços para concretizar seu trabalho – todos em vão – até recentemente quando a RUMO LOGÍSTICA se tornou concessionária da ferrovia.

Lá se foram longos 44 anos de espera…parece que agora vai. Vai, mas em termos porque não será do jeito que se pretendia vez que ela não passará pelo núcleo urbano do município e sim por sua área de abrangência.

Fato é fato, e não um boato a ser confirmado. A causa da não vinda dos trilhos da Ferronorte é técnica, econômica, ambiental e convenhamos, antiga. Portanto, já era sabido que de nada adiantaria usar argumentos políticos junto à ANTT – Agencia Nacional de Transporte Terrestre para que ela aprovasse a implantação no traçado pretendido. O documento exigido, o EVTEA – Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental, sequer deve ter contido essa possibilidade, consideradas as normas que regem esse tipo de projeto. O obstáculo intransponível neste caso é que ferrovias devem contornar e não adentrar áreas urbanas. São questões de segurança, custo, impactos sociais e ambientais, além de fatores operacionais como por exemplo a velocidade das composições. Portanto, parece estar claro que o objetivo da RUMO e daqueles que recentemente abraçaram sua causa sempre foi o de obter a renovação da concessão. Trazer seus trilhos para a área metropolitana de Cuiabá foi uma estratégia usada pelo interessado e aproveitada por políticos oportunistas. Quem esteve na Audiência Pública acontecida na FIEMT sabe muito bem que esse foi o indicativo dado pelos dirigentes da ANTT e nada, absolutamente nada, mudou a firme posição técnica daquela instituição. Vicente Vuolo não, ele sempre teve seu objetivo focado no desenvolvimento de Cuiabá e de Mato Grosso.

Em resumo, as últimas demonstrações de empenho para trazer a ferrovia à cidade foram encenações. Isso está claro desde muito tempo atrás quando da reunião havida no Hotel Fazenda Mato Grosso onde Olacyr de Moraes, então dono da concessão, disse a todos os presentes que a ferrovia não poderia passar dentro de cidades e que, portanto, não poderia traze-la até Cuiabá. Quem estava lá ouviu. Mas não se tratou de soberba ou coisa parecida, pelo contrário, ele foi direto ao ponto, esse mesmo ponto que permanece sendo considerado pela ANTT e que de repente, não mais que de repente, passou a ser aceito como justificativa pelos que fingiram não saber de nada, mas que já sabiam de tudo o tempo todo.

Tivesse o governo do estado procurado concluir o que estava programado no PND – Plano Nacional de Desenvolvimento onde estavam inseridos os Distritos Industriais (Cuiabá, Rondonópolis, Barra do Garças e Cáceres) talvez a realidade seria outra. Cuiabá e Várzea Grande, está última chamada de “Cidade Industrial” eram e continuam a ser cidades político-administrativas que aos poucos estão se tornando centros de prestação de serviço principalmente nas áreas de saúde e educação, mas pouco fizeram por conta própria para atrair empreendimentos na área industrial além da mínima infraestrutura implantada. O Distrito Industrial de Cuiabá é prova inconteste disso uma vez que tanto ele como os demais começaram a ser implantados ainda no final da década de setenta. Entretanto, desde aquele tempo estamos assistindo seus projetos originais serem aos poucos abandonados e redirecionados para outros fins a cada governo, mandato após mandato.

O que realmente aconteceu foi que as cidades pouco fizeram para serem atrativas às indústrias de processamento e de transformação. Deixaram todo o esforço para o estado e ao próprio empresariado. O estado por sua vez pouco se empenhou em desenvolver políticas de atração industrial condizentes, consistentes e duradouras mesmo considerando as tímidas inciativas ocorridas na área fiscal. Sem espectro de longo prazo as estratégias adotadas tanto pelo estado como pelos municípios invariavelmente procuraram e continuam a buscar respostas imediatas o que prejudica de forma considerável o desenvolvimento e a permanência de um setor que precisa de tempo e infraestrutura adequada para obter resultados positivos. As margens de lucro das indústrias nas atividades acima citadas são pequenas e seus resultados para serem expressivos precisam levar em conta quantidade, qualidade e logística, aspectos que entre a matéria prima, o processamento, o transporte e a comercialização são contados aos centavos por unidade de medida.

Espero ter contribuído com minha visão dos fatos vinda da experiência no setor durante o tempo em que trabalhei na área. Sempre esteve claro para mim que não bastariam incentivos locacionais para atrair investimentos privados, é preciso ser mais agressivo no trabalho de promover o desenvolvimento industrial e isso deixou a desejar tornando-se com o passar dos anos uma das razões pelas quais ainda estamos pagando o preço da inoperância.

Temos finalmente a excelente oportunidade de nos tornarmos competitivos com a iminente implantação da malha ferroviária projetada pelo governo federal para todo o estado. Como sabemos serão três obras infra estruturantes que têm por primeira razão facilitar e baratear a retirada de nossa produção agropecuária. Pois é, mas para isso será preciso transforma-las em vias de mão dupla porque só assim passaremos de produtores de alimentos e insumos para a imperiosa condição de processadores da maior parte das matérias primas que produzirmos. Esse é um objetivo que está passando ao largo dos governantes e políticos que até agora só usaram as ferrovias como palanque. A hora é agora senão, como diriam os mais antigos, o cavalo selado vai passar de novo.

Direitos e Deveres

O advento das comunicações modernas via satélite e cabo de fibra ótica, aparelho celular (o tal smartphone) e o computador permitiram que as questões relativas as conquistas dos Direitos passassem a ser amplamente discutidas e divulgadas…Deveres não.

Direitos e Deveres não são ideias, são regras. Há quem as considere dicotômicas como alguns psicólogos, daí serem entendidas por aqueles como regras distintas na origem o que bastaria para não considerarem uma mais importante que a outra. Nesse contexto há quem considere o “adjetivo” Direito pertinente a tudo que um indivíduo quer fazer. Entretanto, há que se considerar o”verbo” Dever da mesma forma e com a mesma importância porque é obrigação inexoravelmente ligada a tudo aquilo que se pode fazer.

Há um exemplo clássico para as regras sobre Direitos e Deveres que se aplica a tudo. Assim, é um Direito ter um cachorro em compensação é um Dever limpar a sujeira que ele faz, ou seja, Direitos e Deveres são regras fundamentais para qualquer coisa que fazemos na vida.

Entretanto, existem campanhas que colocam apenas o Direito em seus objetivos políticos como se os Deveres fossem apenas implícitos e com frequência dispensáveis.

Arvoram-se a reclamar Direitos a tudo e a todos tão logo pressentem algum ato que consideram injusto ou mesmo a possibilidade da injustiça acontecer. Entretanto, se esquecem por completo que Deveres acompanham estes Direitos. Mas, convenhamos, o correto não seria o inverso? Sim, porque primeiro devemos cumprir nossos Deveres para fazer jus aos Direitos deles decorrentes.

Afirmação capciosa dirão alguns, principalmente os ferrenhos defensores dos “Direitos em primeiro lugar”. Pra que trazer questões de Deveres ao debate público se estes não agrega simpatia a quem os propõe. Eis a razão pela qual não existem políticos falando em Deveres.

Praticar Deveres está fora de moda então para que se preocupar com eles se basta pagar impostos em dia. Sim, porque atualmente há quem entenda ser suficiente cumprir suas obrigações com o fisco para jogar a responsabilidade pelos Deveres aos governos.

Será tão simples e direto assim passar adiante as responsabilidades individuais? Pergunta capciosa dentro de uma afirmação indireta não vale dirão alguns.

– Sendo assim, temos o Direito de permanecer calados! ….Será?

Hoje em dia é comum ouvirmos alguém dizer que tem o Direito de fazer isto ou aquilo, quase tudo, por mas descabido que seja. Até atos terroristas são defendidos por aqueles que se sentem prejudicados de alguma forma “como se de Direito fossem” o que nos leva a ter que conviver com pessoas que acreditam ter Direito de agir assim mesmo que isto coloque a vida de inocentes em risco.

Estamos perdendo a noção de Deveres a medida em que vamos sendo condicionados a considerar que os Direitos vêm na frente.

Outro exemplo? Se coisa simples como andar de bicicleta na rua passasse a ser considerada apenas sob a ótica dos Direitos o que dizer em relação aos Deveres do ciclista quanto às situações implícitas no que se refere às leis de transito. Sim, o Dever de não andar na bicicleta sobre as calçadas, de não andar na contramão do transito, de usar equipamentos de proteção são regras frequentemente desconsideradas.

A questão é que esse entendimento vem sendo aplicado a quase tudo e os Deveres são da mesma forma desconsiderado por quase todos.

E lá se vão os Deveres em prol dos Direitos….

Diferença

Há uma grande diferença entre entender e interpretar.

Interpretar é tentar adivinhar a significação por dedução.

Entender é usar a inteligência, perceber a intenção, habilitar a razão.

Não é preciso interpretação para que se tenha entendimento.

Ávida vida

O amor não é ato,
Nem contrato abstrato,
É sublime sentimento,
Chamego, ternura.

Sozinho, carente,
É espírito ausente,
Sofrido, indigente,
Deixado ao relento.

A cada repente,
Fica indiferente,
Oculto, latente,
Sem emoção.

Coração de cimento,
Nada mais sente,
Depois da cura,
É pedra dura.

Quem não ama reclama,
Na rua, na cama,
Pouco acalma,
A alma envolvida.

Que resoluta transpira,
Contínua procura,
Da ávida vida,
Que Deus nos deu.

RESPEITO É BOM E NECESSÁRIO

Infelizmente continuamos a conviver com a ignorância e o desrespeito às leis em seus limites nesses momentos em que a tranquilidade é tão importante para todos, principalmente os idosos e os doentes que permanecem recolhidos em suas residências a tanto tempo.

Digo isso em referência direta a certos motoqueiros devido à falta de percepção da oportunidade de trabalho que a pandemia lhes ofereceu ao se esquecerem do forte ruído de seus escapamentos e a alguns motociclistas (esses fazem questão de assim serem diferenciados daqueles outros) pela falta de respeito na sanha de curtir a qualquer hora do dia, da noite ou da madrugada o barulho de seus caros hobbies.

Outra categoria que reforça a falta de respeito através do excesso de barulho nas noites e madrugadas é a dos filhinhos e/ou dos próprios papais em seus carros de grife com motores potentes e escapamentos abertos.

Tanto uns quantos os outros não se importam com o momento por que todos estamos passando.

Entretanto, o que mais revolta é a inoperância do órgão público municipal que monitor e deveria impedir esses abusos ilegais. No entanto, parecem ter ainda menos respeito para com os cuiabanos porque pouco ou nada fazem para impedi-los.

Posso afirmar que existe uma espécie de circuito principal da ignorância que tem início a partir da Avenida Getúlio Vargas na altura da Praça 8 de Abril (Chopão), segue até a rotatória do Bairro Santa Rosa, retorna pela mesma Avenida Lava-pés até a Avenida Filinto Müller, segue por ela até a Rua Brigadeiro Eduardo Gomes, passa pela Praça Popular, retorna até a Rua Estevão de Mendonça e volta por ela à Getúlio Vargas.

É preciso coerência e ação eficaz das autoridades municipais para coibir os abusos e restaurar o importante silêncio que tanto necessitamos nesses dias estressantes.

A eleição já acabou e o senhor foi reeleito prefeito, por favor volte a trabalhar.