2ª Dose

Demorou 54 anos para os brasileiros tomarem a segunda dose da vacina contra o vírus da insensatez. Aquela com que lá atrás, nos idos de 1964, tentaram nos contaminar através da ditadura comunista. Pois é, e só viemos tomar a 2ªdose para acabar com a possibilidade de reincidência dessa virose maligna em 2018 e, diga-se de passagem, bem a tempo.

Para os mais exigentes quanto à vacinação obrigatória não custa lembrar que da mesma forma que as eleições são um ato com característica estabelecida em legislação eleitoral também está dentro desse escopo a garantia inalienável da liberdade de escolher o candidato ou, no caso, a vacina que quisermos entre os vários postulantes ao cargo, assim como nos antivírus disponíveis.

Aliás, foi com esse intuito que os brasileiros agiram todas as vezes em que foram convocados a votar para Presidente da República quando escolheram dentre os concorrentes aqueles que mostravam mais eficiência e menos riscos futuros ou, em outras palavras, poucos efeitos colaterais.

Para entender melhor a relação entre uma coisa e outra basta prestar atenção e perceber que a maioria dos brasileiros tem dado mostras de que pretendem tomar como dose de reforço a mesma vacina política que tomou em 2018 reelegendo o candidato no qual votaram, caso ele venha se colocar disponível em 2022.

Interessante essa analogia entre a vacina e a eleição não é mesmo? Principalmente no momento em que a utilização da doença/virose chamada COVID-19 (SARS-CoV-2) é descaradamente utilizada como tela de projeção para a apresentação das comédias bufas daqueles que foram afastados do poder por desvios de função caracterizadas principalmente pela corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro e tantos outros crimes contra o país e nós seus cidadãos.

A eles se mancomunaram as mídias representantes da extrema-imprensa, os desiludidos de primeira ordem (ao verem seus sonhos de poder serem negados pelo candidato que os elegeu a cabresto) a quem também se associou uma corte profanadora e agora desesperada com a possibilidade de perder a importância política que alcançou graças a inépcia do mais lesivo Poder Legislativo à ordem pública que já ocupou as cadeiras do Congresso nacional.

Pois bem, essa 2ª Dose permitiu clarear as mentes abertas sobre as experiências que vivemos nas últimas décadas através da sobrevivência à maior das viroses que existe no mundo, qual seja, a ideologia comunista, que assim como o corona vírus é um permanente mutante sempre a se imiscuir meio ao povo no intuito de contaminar mais e mais os que não se protegem adequadamente contra sua letalidade.

Agora surge a oportunidade de começarmos a combater esse mal de forma a erradica-lo definitivamente com a vacinação do Senado e da Câmara através da remoção dos principais hospedeiros dessa praga com a eleição de presidências e mesas diretoras compromissadas com seus eleitores e não com sócios e parceiros de tramoias montadas para desestabilizar o governo na pessoa do chefe do Executivo. Aqueles que lá estarão até 1º de fevereiro agem sorrateiramente mesmo sabendo que podem prejudicar o país inteiro frente aos desafios cada vez maiores que nós e o mundo estamos enfrentando.

Os elos desse grilhão maligno que ainda nos prendem ao passado mais uma vez voltam a tentar ancorar nossa liberdade de modo a que uma tempestade nos alcance e destrua para assim criarem uma situação catastrófica para mostrar ao mundo que o que vem sendo feito pode estar errado. Entretanto, suas tentativas inconsequentes esbarram nos próprios calcanhares, se desequilibram nos buracos por eles mesmos abertos e por isso mesmo vão todas ao chão, seu ambiente natural, posto ser o lugar onde Vermes e Víboras Vivem (em alusão ao “V” dos Vigaristas que nos governaram no passado).

São coniventes sim!

A conivência entre certos políticos, autoridades jurídicas e formadores de opinião com a desinformação a respeito das ações do governo é tal qual um rio poluído que deságua em oceano.

Para diminuir a sujeira a sabia natureza trata de diluir seus malefícios e aplacar seus efeitos dissipando-os em sua imensidão. Da mesma forma as informações passadas pela parte podre da imprensa e franco atiradores de plantão também são dissipadas graças à universalidade das mídias (ainda) livres.

Engana-se quem pensa que serão esquecidos ou apagados da memória dos cidadãos de bem o que esse governo representa e o que está fazendo pelo país. Não mais, porque as falsas isenções, as interpretações carregadas de interesses escusos, as omissões propositais e seus devaneios estão sendo registradas em nossas memórias e lá ficarão indeléveis para sempre.

Logo chegará a hora em que o pêndulo viciado perderá seu peso e a justiça penderá para o lado correto da lei.

O que torna as pessoas coniventes com as tentativas de desconstruir o atual governo é a falta de critérios com que agem ao não compararem o passado sombrio de falcatruas, desonestidades, corrupção e mentiras com a realidade que estamos vivendo. Para isso percorrem caminhos escusos e se apoiam na agenda progressista promovida pelos interesses desagregadores de terceiros tais como preconceitos e outros temas amorais.

A desconsideração com o que está sendo feito pelo Poder Executivo mostra claramente o receio de que o pouco que permitiram fosse feito continue a dar certo apesar das dificuldades criadas pelos outros dois poderes da República.

Isso sem considerar que o mundo inteiro enfrenta uma virose cuja origem e intenção é no mínimo duvidosa. Uma tragédia criada de forma inescrupulosa e que fugiu ao controle, mas que agora serve de munição política para aqueles que não se conformam com a derrota de seus princípios ideológicos. Ou seriam financeiros?

São coniventes sim, na medida em que não contentes em criticar ameaçam e promovem tentativas toscas de mostrar um outro lado dos acontecimentos que nem eles mesmos acreditam porque desprovidos de honestidade.

São coniventes sim, quando na intenção de prejudicar o governo levam mentiras para o exterior e apoiam movimentos que procuram diminuir a importância do país.

São coniventes sim, ao apoiarem solução de continuidade ao mandato atual que não através eleições livres e diretas como aquela que os tiraram do poder.

São coniventes sim, ao perderam o bonde da história e agora tentarem parar a locomotiva que finalmente consegue andar nos trilhos graças às ações que estão sendo colocadas em prática por todo os cantos do país o que acaba por expor a forma errática e corrupta com que nos administraram no passado.

São coniventes sim, ao permanecerem calados quando autoridades de outros países mentem sobre nossas potencialidades e o desenvolvimento harmonioso que existe entre a agropecuária e a natureza.

São coniventes sim!

Um paradigma alimentar

Dia desses foi publicado um quadro apresentando os 20 municípios mais ricos da agricultura brasileira no ano de 2019. É um documento que impressiona pela quantidade de representantes de Mato Grosso nele presentes. A metade para ser exato, dentre os quais estão Sorriso e Sapezal honrosamente ocupando os dois primeiros lugares. E tem mais, nos dez primeiros ainda estão Campo Novo do Parecis (4º), Diamantino (8º), Nova Ubiratã (9º) e Nova Mutum (10º), uma realidade de encher o peito de orgulho (a lista completa está inserida no final do texto) pela maravilhosa demonstração de pujança que por sinal é comentada nos quatro cantos do mundo inclusive por aqueles que combatem o verde das culturas mecanizadas.

Fato é que até o final dos anos 70 quase todos os matogrossenses pensavam que o que existia acima, abaixo e para os lados da Baixada Cuiabana eram florestas impenetráveis, cerrados pouco férteis e o pantanal com suas cheias sazonais. Todas essas áreas eram consideradas como de baixo aproveitamento econômico devido estarem distantes dos mercados consumidores o que fazia com que seus valores estivessem relacionados a suas extensões e não a um outro potencial passível de ser explorado que não a mineração e a criação extensiva de gado. Naquele tempo a borracha natural ou látex já era coisa do passado, as grandes serrarias ainda não haviam chegado e a agricultura era praticamente a de subsistência tendo como única exceção o cultivo da cana. Essa última atividade era voltada a abastecer as usinas de açúcar localizadas nas margens do rio Cuiabá e também foi sendo abandonada aos poucos assim como a própria navegabilidade do rio que a tudo e todos atendia.

Enquanto isso as pesquisas sobre a agricultura intensiva seguiam céleres e aos poucos foram chegando por aqui trazendo consigo sementes adaptadas às características dos solos do centro-oeste, novas técnicas de cultivo, a colheita mecanizada e a logística de armazenamento e transporte, procedimentos estes pouco considerados na matemática daqueles que aqui viviam. Foi quando a roda do desenvolvimento econômico começou a girar de forma acelerada em Mato Grosso. No entanto, essas tecnologias demoraram um tempo precioso para serem levadas em conta pela maioria dos antigos proprietários de terras, mas principalmente pelos governos estadual e municipais. Poucos se utilizaram daquelas informações para planejar o futuro porque só davam atenção às questões de curto e médio prazos com o agravante de que no caso dos governadores e prefeitos esses prazos eram na maioria das vezes restringidos deliberadamente a seus mandatos.

Assim, nossos políticos foram pouco a pouco reduzindo o tamanho dos antigos municípios sem ter o cuidado de balancear as áreas remanescentes com a necessária equidade. Pensaram apenas nos benefícios de controlar politicamente o maior número possível de municípios com a partilha do que restou da ainda enorme vastidão territorial que pouco antes havia perdido quase a metade de seu tamanho. (Em 11 de outubro de 1977 o presidente Ernesto Geisel assinou a Lei Complementar nº 31 dividindo Mato Grosso e criando o estado de Mato Grosso do Sul)

Hoje os representantes eleitos da baixada cuiabana não dominam mais o cenário político razão pela qual seus municípios permanecem dependentes viscerais do progresso econômico daqueles que estão em seu entorno. Não existe outra maneira de interpretar o atraso perpétuo a que relegaram essa região ao considerarem que a capital e seus vizinhos, todos sustentados pelos cofres públicos federal e estadual, bastariam para manterem o controle sobre todo o estado. Sem noção geopolítica foram abrindo mão das áreas produtivas da região pouco ou nada deixando para que os municípios divididos tivessem alternativas de arrecadação para eliminarem suas crônicas dependências financeiras. Sequer tiveram competência para transformar Cuiabá e outros municípios de menor potencial agrícola em polos industriais para processar parte do que o estado veio a produzir, e olha que a infraestrutura necessária para essa missão foi projetada e teve sua maior parte implantada com recursos federais em parceria com o governo estadual ainda no final da década de 70.

Deixando o passado para trás e voltando aos atuais municípios mais ricos da agricultura matogrossense é importante salientar que todos fazem parte do paradigma alimentar da sobrevivência e progresso da humanidade que forças antes ocultas agora estão tentando quebrar descaradamente. Sem sombras de dúvidas, muitos dos habitantes do planeta dependem do crescimento da produção dessas e das outras áreas agricultáveis existentes.

Paralelamente, a taxa de natalidade mundial que vinha sendo reduzida naturalmente parece não mais estar sendo administrada através de programas de educação e de suporte ao desenvolvimento das regiões mais pobres do mundo. Uma realidade cada vez mais difícil de lidar considerada a ganância desmedida dos países desenvolvidos na exploração das potencialidades daqueles mais pobres. A eles, os mais desenvolvidos, interessa o controle das riquezas existentes no mundo sob a alegação de que os países onde elas estão não sabem, não têm condições e o mais absurdo, não querem protege-las, quando na realidade são eles mesmos os demandantes das explorações e degradações descontroladas pelas quais a maioria das áreas sensíveis do mundo estão passando.

Combater essa má-fé é a principal razão pela qual a agricultura e a pecuária estão em permanente pesquisa sobre novas tecnologias de cultivo e manejo de alimentos. Essa é uma das razões pelas quais seus esforços precisam ser estimulados e não combatidos pelos que se dizem progressistas, mas agem como se o desenvolvimento dessas atividades fosse a causa do problema e não parte de sua solução mesmo sabendo que não existem outras formas de proceder sem que vidas continuem a ser colocadas em risco por desnutrição.

Se nada for feito de maneira adequada e com o consenso de todos o próximo conflito mundial será por comida e água potável. Essa é uma realidade que já vem sendo mostrada através das mídias livres e que aquelas controladas por grandes corporações procuram esconder. Também é a razão da China estar investindo agressivamente na aquisição de áreas privadas produtivas e subjugando países inteiros. No mesmo sentido, mas com estratégias diferentes França, Itália, Alemanha e outro punhado de países que já esgotaram suas capacidades de produzir alimentos atacam sistematicamente os que possuem áreas em estado natural.

Da mesma forma é notório que a Nova Ordem Mundial deixou de tratar o controle populacional como uma proposta a ser discutida nos foros bancados por milionários para pôr em prática sua estratégia de reduzir a população do mundo usando as pseudo diferenças dos cidadãos para promover conflitos entre eles quando deveriam estar pacificando as relações humanas através da exaltação de suas igualdades. Como podem políticos, líderes e influenciadores mundiais estarem incentivando a adoção de medidas genocidas como o aborto de seres humanos e ao mesmo tempo defenderem práticas preservacionistas para outras espécies de animais.

E mais, neste exato momento estamos sendo expostos a outro procedimento abominável e em proporções catastróficas com risco de extermínio ao sermos expostos ao “corona vírus da vez” novamente gerado em um laboratório controlado pelo governo chinês.

Se essa é mais uma tentativa de controlar o mundo é bom alertá-los e a quem os apoia de que as grandes pandemias como a Peste Negra do século 14 (de 74 a 200 milhões de mortos), nem a Gripe Espanhola no início do século 20 (40 a 50 milhões de mortos), tão pouco as guerras mundiais com suas vítimas (1ª GM 18 milhões e 2ª GM 85 milhões), muito menos os expurgos praticados nos países comunistas com seus assassinados (100 milhões na Revolução Russa e 65 milhões na Revolução Chinesa) não foram capazes de reduzir o flagelo da fome, muito menos de promover qualquer domínio ideológico.

Não será agora com essa nova, macabra e virótica tentativa que conseguirão submeter o mundo. Sempre haverá lutas e vitórias contra imposições de qualquer natureza principalmente daqueles que a muito tempo procuram ser hegemônicos a força.

Municípios líderes no valor da produção em 2019

1. Sorriso (MT); 2. Sapezal (MT); 3. São Desidério (BA); 4. Campo Novo do Parecis (MT); 5. Rio Verde (GO); 6. Cristalina (GO); 7. Jataí (GO); 8. Diamantino (MT); 9. Nova Ubiratã (MT); 10. Nova Mutum (MT); 11. Formosa do Rio Preto (BA); 12. Campo Verde (MT); 13. Primavera do Leste (MT); 14. Maracaju (MS); 15. Petrolina (PE); 16. Lucas do Rio Verde (MT); 17. Campos de Júlio ((MT); 18. Sidrolândia (MS); 19. Barreiras (BA); 20. Ponta Porã (MS);

Canalhas são covardes e têm medo

Terminamos 2020 com uma inequívoca confirmação. A de que os canalhas têm medo e por isso são covardes, descaradamente covardes.

No final de 2019 com o país saindo do buraco, melhor dizendo, da cova profunda em que os governos anteriores nos enterraram e estávamos prontos para iniciar o ano da recuperação fomos novamente empurrados para baixo com a virose trazida para cá com o que parece ser parte da estratégia progressista para acabar por definitivo as forças conservadoras que ainda resistem à Nova Ordem Mundial.

Para eles não importa se haverão vítimas porque estão pondo em pratica a clássica forma de destruir seus inimigos considerando que para atingirem seus objetivos os fins justificam os meios. Foi assim na Rússia de Lenin, na Alemanha de Hitler, na Itália de Mussolini, na China da Mao e continua sendo nas ditadura comunistas da Cuba de Fidel, na Coreia do Norte de Kim-Jon-un e na Venezuela de Maduro.

Estrategicamente a forma de agir em relação ao Brasil mudou desde a fracassada tentativa de tomar o poder em 1964 quando a população saiu às ruas para impedir que o comunismo fosse implantado no país. Desde então, passaram a por em prática as ideias do marxista Antônio Gramsci baseadas em desconstruir a história, eliminar as crenças religiosas, desestruturar o conceito de família como célula mater da sociedade, destruir as bases culturais do povo e por último desarmar os indivíduos de modo a dissuadir qualquer forma de reação.

Tudo vinha caminhando para que o Brasil se transformasse em uma das peças do grande projeto socialista latino-americano preconizado pelos membros do Foro de São Paulo até que a fragorosa derrota para a proposta de reforma conservadora mostrou a eles e ao mundo que existe outra alternativa, que ela esta viva e sendo novamente colocada em prática pelos que resistiram em 64 e por aqueles que após 33 anos de uma Constituição escrita para implantar seu projeto de dominação não desistiram da liberdade, da Ordem e do Progresso.

A esquerda mancomunada com aqueles que concordaram em se locupletar com a venda de seus posicionamentos políticos e que sem pudores enriqueceram com o esquema que contraditoriamente prometia levar o pais a um padrão de vida igualitário ditado pelo proletário na pratica implantou um sistema corrupto e esquizofrênico que se contradiz a todo momento por atos e posicionamentos de seus representantes vez que são todos a favor das mordomias, direitos e outros benefícios indecentes que foram propostos, aprovados e por eles mesmos constitucionalizados.

Por isso atacam de maneira coordenada todas as ações do atual governo (principalmente as que visam acabar com as indecências acima descritas) com o objetivo de destituí-lo sequer se importando se as medidas por ele propostas e postas em prática respondem às demandas do momento crítico por que passamos. A organização criminosa que a ele se contrapõe não se importar com as consequências que podem advir da falta de colaboração, daí o termo canalhas ser a eles perfeitamente aplicável .

  • O medo de que as ações do governo estejam certas como em boa parte têm mostrado estar é o combustível que alimenta sua covardia;
  • O medo de que a população seja bem informada sobre essas medidas e seus resultados faz com que não sejam divulgadas pela extrema imprensa;
  • O medo de que que seus atos espúrios sejam dados ao conhecimento público de forma integral faz com que se esforcem para impedir sua divulgação e por isso tentam aprovar medidas de censura contra a mídia livre;
  • O medo de verem expostos os termos de seus abjetos acordos faz com que recorram a seus camaradas estrategicamente colocados em instâncias superiores para impedir o avanço das investigações que fatalmente os responsabilizarão;
  • O medo de serem presos por corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro, como mandantes de assassinatos e por conivência com todos esses crimes faz com que procurem manter vigente a possibilidade de prescrição de seus processos através do impedimento da condenação em segunda instância;
  • O medo de verem seus cargos vitalícios serem interrompidos via impeachment faz com que deixem caducar processos e/ou soltem presos através de decisões monocráticas ou mesmo colegiadas aqueles que são ligados à banda podre do Legislativo;

Assim agem os canalhas, assim agem os covardes, assim agem os que têm medo que o Brasil dê certo.