Só a ganância não mudou

Esta é uma afirmação realista.

As razões dela persistir existem desde o início de nossa história como uma mera colônia portuguesa tomada que foi a terra brasilis de seus primeiros habitantes quando foi “descoberta”.

Como assim descoberta? Uma das verdades por detrás dessa balela é que os ameríndios do norte, centro e sul do continente foram todos tomados de assalto e expulsos do paraíso em que viviam não sem antes serem espoliados, roubados e assassinados. Outra, é que os reais interesses dos que fizeram aquilo permanecem os mesmos do passado, ou seja, as riquezas naturais as quais agora adicionaram a biodiversidade da floresta amazônica e a produção de alimentos.

Os autores daquele inquestionável genocídio querem novamente tomar posse do que restou do assalto às terras que antes pertenciam aos nativos mesmo após tê-las dominado e transformado em países subservientes ainda por muito tempo.

Lembram das palavras espoliados, roubados e assassinados, pois é, esses são os adjetivos cujos notórios resultados geram a substantiva expressão genocídio. Por sinal, a palavra preferida dos que apoiam a NOM (Nova Ordem Mundial) para com isso tentar criar ambiente propício ao objetivo político que pretendem alcançar.

O que tramam agora os que compõem a casta de bilionários que substituiu reis, rainha, senhores feudais e seus lacaios está claro como cristal aos olhos desassombrados de quem já percebeu suas estratégias para alcançar o domínio global.

Falar nisso, global é uma palavra capciosa e de duplo sentido porque sendo um adjetivo de dois gêneros está sendo usada tanto para relativizar a sobrevivência do planeta como para justificar as ações daqueles que buscam sujeitar o mundo à sua dominação econômica.

Dela deriva globalismo, processo que entende os países como espaços a serem ocupados por influência política. Uma proposta ideológica que abriga os princípios do comunismo e que utilizando desse artifício pretende mudar as relações humanas em seus aspectos econômicos, sociais, morais e de poder.

De fato, ao analisarmos os atores dessa nova investida sobre a América do Sul, principalmente a região amazônica, é possível detectar a cobiça daqueles que já destruíram quase tudo de natureza intocada que um dia tiveram, bem como estão a pouco de esgotar a fertilidade dos solos cultiváveis de seus países.

É fácil perceber que o sentimento latente de proprietários das terras do novo mundo permanece inalterado em conquistadores e piratas do velho mundo, como também é notório que já está em andamento a disputa ferrenha que envolve além de europeus outros pretensos dominadores do mundo tais como norte-americanos, russos e chineses. Disputa essa que pode tomar rumos catastróficos para nós se considerarmos que todos pretendem controlar a produção mundial de alimentos.

Para quem ainda não entendeu, basta observar o que os chineses estão fazendo com países inteiros ao colocar em prática sua estratégia expansionista de negociar empréstimos e comprar dívidas (alô Argentina!), isso quando não estão exportando viroses, vacinas e equipamentos para tratamento, tudo muito bem planejado e posto em prática.

É certo que a fome ronda o mundo tanto quanto ela pode vir a ser a mola propulsora de uma eventual contenda mundial só que desta vez as caravelas serão substituídas por navios de guerra e aviões supersônicos, as balas de canhão por mísseis, o ouro, a prata e as pedras preciosas por soja, milho e proteínas animais.

Só a ganancia não mudou.

Assim caminha a iniquidade

Quando um Poder da República que é composto por representantes eleitos pelo povo para exerce-lo em seu nome nos termos de sua Constituição dela se apropria para contrariar as aspirações desse mesmo povo e legislar em benefício próprio;

Quando o Poder da República que constitui a última instância na busca da Justiça é utilizado como instrumento político para descalibrar a balança que deveria representar através de manobras constitucionalizadas para desestabilizar a gestão do país;

Quando legisladores, julgadores e seus operadores não sentem nojo de si mesmos porque chegaram a um ponto em que a porcaria é seu lugar comum posto estarem todos chafurdando na mesma pocilga;

Quando uma instituição que representa os profissionais dedicados a cultuar a liberdade de expressão é utilizada como instrumento de transgressão e desinformação;

Quando pseudointelectuais e artistas moralmente decadentes se empenham em desacreditar o governo eleito de seu país sem se darem conta de que são eles mesmos a essência da contrariedade ao libelo acusatório que utilizam em seus argumentos;

Quando bispos em Conferência Nacional perdem o sentido de religiosidade e traduzem em cartilhas político-ideológicas as campanhas que antes de tudo deveriam estar voltadas à fraternidade;

Quando tudo isso acontecer e não formos capazes de impedi-los é porque a iniquidade já terá se sobreposto à humanidade.

O atalho

O caminho curto que certa camarilha tenta percorrer para tomar o poder pode se transformar em um enorme atoleiro, quiçá um poço de areia movediça, que acabará por engolir a todos os ativistas do legislativo e do judiciário bem como seus apoiadores e mentores nas cotidianas tentativas frustradas de derrubar o atual governo.

É bom lembrar que a maioria da população, agora desassombrada, está mais do que pronta para enfrentá-los em 2022 caso consigam sobreviver às agruras desse “atalho”.

Aqueles conspiradores já não conseguem enganar o cidadão brasileiro comum com as artimanhas grotescas de acusar de errado o que agora esta sendo feito pelo país quando de fato tentam manter escondido o escancaramento dos erros que cometeram no passado em seguidos governos que se diziam social-democratas; já não conseguem controlar o ódio ao verem vencidas suas tentativas de desvalorizar o que nunca valorizaram vez que em nenhum momento propõem soluções alternativas ao necessário retorno da estabilidade econômica; não aceitam os reflexos positivos das iniciativas governamentais para atender à população carente e que, indiscutivelmente, assim está em função de gestões desconexas da realidade enquanto buscavam apenas e tão somente colocar em prática seus planos ideológicos e inegavelmente ineficazes.

Seguindo adiante, no cenário que está sendo montado para tentar desestabilizar o atual governo o STF com seu jeitinho especial de interpretar as letras da Constituição de 1988 vai aos poucos concluindo a montagem da Conspiração de 2021. Exemplo disso é a exigência da instalação imediata de uma CPI para investigar as ações do governo no combate à virose que atormenta o país.

Se formos considerar os membros indicados para compor a tal CPI as esperanças de que algo de bom aconteça diminuem dramaticamente, se é que não acabam.

Uma CPI para a qual a mesa diretora do Senado permite participem o suprassumo da velha política do tomá-lá-dá-cá, todos amigos das excelências de lá as quais aos poucos também vão se transformando em outras coisas perante a maioria da opinião pública, aquelas descritas como o que excretamos nos desapertos intestinais.

Para bem entender isso basta observar apenas dois de seus membros, um senador pai do atual governador do Pará e outro senador pai do governador de Alagoas. Não há necessidade de citar seus nome posto que ambos são por demais conhecidos não é mesmo? Querem mais? Seis dos onze senadores que a compõem são de partidos declaradamente contra o atual governo, neles incluso o ex-governador do estado do Amazonas, o epicentro da CPI, investigado por má gestão de recursos destinados à área da saúde, provável Presidente da CPI se Renan Calheiros permitir. Esta é a realidade não só do Senado, mas sim de todo o Legislativo.

É aceitar ou aceitar essa realidade podre que estamos vivendo? É sucumbir sem buscar um último suspiro de esperança de viver em um país melhor?

Dá vergonha…pelo menos eu sinto vergonha!

O NOVO NORMAL

Os donos do mundo já não fazem a menor cerimônia para usar o termo Novo Normal ao se referirem à pandemia como se fosse uma condição imposta a todos para aceitarem as agruras de uma nova forma de vida sob risco de quem se negar não sobreviver.

É assustador ver Klaus Shwab, o Presidente do Foro Econômico Mundial, dizer que a virose chamada de Covid-19 representa uma oportunidade para refletir, re-imaginar e RESETAR o mundo. Mais impressionante ainda é saber que são poucos os corajosos que têm disposição para discordar.

Então o Foro Econômico Mundial tem razão? É isso?

Você ai que até agora parece ter se interessado pelo assunto concorda em ser um dos possíveis descartados nesse RESET cujo objetivo está propositalmente escondido sob o tapete sujo da sala de reuniões dessa elite que já se sente dona das decisões sobre a vida e a morte a ponto de dar a entender que quem e o que não aceitar seu comando terá fim, será excluído, RESETADO?

Sinceramente, é exatamente isso o que estamos prestes a passar através da “sentença de morte” escancaradamente decretada a quem ou o que não se enquadrar no que esse grupo de magnatas futurólogos pretendem com seu Novo Normal.

E o nosso Novo Normal? O Novo Normal daqui, o que estamos vivendo agora em nosso país, o que rejeita a corrupção, a mentira, o mau uso do dinheiro público, a apologia às ideologias em sala de aula, a politização da saúde, a insegurança pública e privada, a injustiça institucionalizada e a apologia ao fim do livre arbítrio, como está?

Pois é, também é assustador saber que todas as mazelas acima citadas e das quais estamos aos poucos nos livrando era o que tínhamos no Antigo Normal até 2018. Foi o que nos impuseram os seguidos governos anteriores que acobertados por legisladores e tribunais coniventes quase destruíram nossas noções de pátria e de nação.

O pior é que ainda tem quem queira tudo aquilo de volta seja por birra ideológica, por raiva ao verem triunfar a verdade sobre as iniquidades de seus venerados ex-presidentes ou por puro e simples medo de perder as benesses e direitos constitucionalizados a fórceps por eles e para eles.

O Velho Normal é o que os inimigos do Brasil querem de volta e para onde jamais voltaremos se continuarmos a seguir o sinal que nos é mostrado a cada novo dia desde que a verdade passou a ser a luz que nos guia.