Elogio ou crítica, tanto faz.

Essa afirmação, que a princípio pode parecer equivocada devido ao fato dos dois substantivos que nela estão presentes serem antônimos depende da conjuntura em que é inserida, especialmente quando a intenção do sujeito, no caso o analista político, é transgredir.

Recentemente, tivemos uma forte demonstração de aprovação do governo pela opinião pública quando uma multidão de pessoas de todas as classes sociais, sexos, raças e idades foi às ruas comemorar o 7 de Setembro.

Sua análise, ou melhor, a avaliação do que levou milhões de pessoas a participar de eventos com o mesmo objetivo por todo o país é vista sob essa ótica dicotômica quando feita por quem não aceita o fato dela ter sido uma clara demonstração de apoio ao governo como um todo e não, como alegam seus detratores, somente a uma pessoa.

Aquela manifestações, espontâneas em todos os sentidos, também mostraram o descontentamento generalizado com as ações arbitrárias dos que querem acabar com ele, volto a repetir, ele o governo como um todo, porque não há como dissociar a obra do autor ou autores, como é o caso.

Então, para desespero de boa parte dos politiqueiros de sempre, de parcela dos membros dos supremos cadafalsos judiciais, dos opífices globais e de noticiaristas hipocritas, o mal que causam e disseminam não consegue mais fazer com que o cidadão comum, aquele que por meios sub-reptícios eles emprenhavam pelos ouvidos, seja manobrado como antigamente.

Seus erros são a persistência em exacerbar na critica e faltar com o elogio, o que acabou por colocar em evidência a inquestionável e dura realidade da frase que diz: “Falem bem ou falem mal, mas falem de mim”.

No caso, está clara outro situação irrefutável, aquela que acontece quando o feitiço vira contra o feiticeiro.

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