Impressionante, como é comum receber como justificativa pelos mal feitos a resposta de que ninguém respeita isso, ninguém se importa com aquilo, e por aí vai.
Quem será esse tal ninguém, a quem sempre se faz referência para justificar a própria idiossincrasia diante do que não é correto.
É o caso de perguntar se essa pessoa também se considera um ninguém.
Sim, porque quem age com tanto desdém, só pode ser mesmo um Zé-Ninguém.
Marcelo Augusto Portocarrero – fevereiro/2016
