NOSSO PAÍS, NOSSA PÁTRIA E NOSSA NAÇÃO.

Temos um compromisso com a família, os amigos e principalmente com o PAÍS, a PÁTRIA e a NAÇÃO brasileira. São essas as preocupações que deveriam estar fomentando o pensamento e as atitudes de todos, inclusive dos empresários e investidores que vemos dar suporte logístico, fazer declarações e participar de manifestações a favor de governos de esquerda, comunistas mesmo, que disfarçados de social-democracias buscam descaracterizar nosso PAÍS ao proporem em seus planos oligárquicos a dissolução de nossas fronteiras para beneficiar a tal Nova Ordem Mundial; destruir nossa PÁTRIA ao tentarem nos descaracterizar como cidadãos ligados pela realidade afetiva que amalgamou todos que para cá vieram e continuam a chegar; acabar conosco como NAÇÃO atacando nossos valores culturais, identidade, origens, costumes e religiões enquanto procuram nos imiscuir a um engodo globalista amorfo, posto que destituído de caráter e natureza comum.

Alguns desses indivíduos acabam por expor suas mentalidades mesquinhas e ganâncias incontroláveis ao apoiarem a volta de pessoas processadas, julgadas e condenadas em várias instâncias judiciais por corrupção e outros crimes, mas convenientemente descondenadas na mais alta corte de justiça do PAÍS, da NAÇÃO e da PÁTRIA. Governos que desestabilizaram nossa economia, saúde, educação e segurança, mas que parece não terem afetado negativamente as empresas e negócios de seus apoiadores de ocasião.

Mesmo aqueles que se mantêm calados, distanciados dos acontecimentos como se nada tivessem a ver com isso, não conseguem esconder suas decepções ao perderem as boquinhas que tiveram no passado devido a atual forma de governar o PAÍS, administrar a NAÇÃO e proteger a PÁTRIA. Por isso já começam a tentar passar despercebidos na esperança de não notarmos o apoio obtuso que fazem ao retorno de governantes e políticos que já deixaram claras suas intenções de nos submeter novamente ao antigo “modus operandi” das negociatas a ligações com grupos e interesses exógenos aos do Brasil.

Vide as tentativas de internacionalização da nossa parte da Amazônia sem sequer citar outros países, nossos vizinhos, que a compõem; as intromissões deliberadas de governos antagonistas interessados em maximizar os problemas existentes com os desmatamentos e garimpos ilegais que, pasmem, são bancados por empresas e cidadãos desses mesmos países para adquirirem de forma ilegal a madeira e os minérios extraídos sem que contra eles haja qualquer tipo de represália; as mobilizações de políticos ligados aos setores agrícolas estrangeiros interessados em agradar sindicalistas e conglomerados econômicos que concorrem com nossa prodigiosa competência e fertilidade enquanto a parte podre de nosso legislativo e judiciário fazem vistas grossas às artimanhas montadas por partidos políticos de esquerda, ONG’s, influenciadores digitais e artistas sustentados por milionários, big shots e mega investidores de ocasião.

Resta como solução derrotá-los nas eleições que vão acontecer esse ano de maneira a afastar de vez o “descondenado” e sua camarilha do erário público, seu único e permanente objetivo. E olha que elas estão logo ali, a uma beiçola, um palmo de nove dedos, uma tapa na careca ou, em última análise, seis meses de distância..

Só depende de nós!

Jandira

Volta e meia alguém comenta sobre os personagens folclóricos de sua cidade dando-lhes um perfil depreciativo, jocoso mesmo, desrespeitando essas pessoas e suas famílias sem se importar com quem foram ou o que as transtornou a ponto de torná-las diferentes, geralmente solitárias, invariavelmente devido à falta de respeito e solidariedade.

Em nossa Cuiabá não foi diferente, e é sobre uma dessas personagens que vou contar alguns fatos que podem mudar a compreensão de muitos, principalmente dos cuiabanos e chegantes mais antigos, aqueles que conviveram com Jandira Ramos Lino, ou Jandira Louca como alguns a chamavam em uma provocação sem sentido muito menos razão. Sim, ela era uma pessoa como todos nós, com nome, sobrenome, residência fixa, vizinhos; amigos que a tinham em boa consideração, era querida e respeitada.

A história de Tia Jandira começa no Rio de Janeiro no início de século passado, para ser mais exato, no dia 27/12/1909 e termina no dia 18/06/1974, aos 65 anos de idade. Para quem nunca procurou saber, o século 20 foi um período que se notabilizou por avanços tecnológicos, políticos, sociais e civilizatórios importantes, vários deles infelizmente caracterizados por massacres e conflitos ideológicos que culminaram em muitas mortes, duas guerras mundiais e disputas internas em países dominados por ideologias socialistas na sanha pelo poder, tanto que ficou conhecido como o século dos grandes massacres. No entanto, também foi considerado e século do glamour. Naquele tempo, Paris, a cidade luz, era considerada a capital artística do mundo, para lá iam escritores, pintores, compositores e artistas, os influenciadores de então, época em que os direitos humanos passaram a fazer parte das políticas globais, tal como o direito das mulheres ao voto.

Foi nesse mundo, mas no Rio de Janeiro, que nasceu e cresceu Jandira em uma das diversas famílias tradicionais cariocas, frequentou saraus, clubes literários, tocou piano, declamou e acompanhou a família nos convescotes da sociedade. Seu pai era militar e de pronto aceitou a transferência de serviço para Cuiabá, em boa parte devido à tristeza que o abalava pela perda da esposa, vendo nessa mudança a oportunidade de encontrar um balsamo para minimizar sua dor, mas não para ela, ainda uma jovem e linda menina de cabelos cacheados.

Jandira não queria vir e suas tias muito insistiram para que ficasse com elas de maneira a continuar seus estudos e manter a posição social, mas seu pai, João Lino de Cristo, não aceitou perder a filha única e vir para cá trazendo consigo somente os filhos homens, entre eles Manoel Ramos Lino, Seo Manequinho, meu elo de ligação com tia Jandira, iniciado através de meu namoro com sua neta Clarita. Foi quando a conheci, pois frequentava a casa de meu futuro sogro e morava com Seo Manequinho no bairro Quilombo, na Rua Presidente Marques, esquina com a Rua Cursino do Amarante.

Pelo que pude saber, desde que veio para Cuiabá teve dificuldades de adaptação por sentir falta da mãe falecida e das tias com quem ficava no Rio de Janeiro. Assim, aos poucos foi se retirando do convívio com as pessoas, principalmente estranhos, de modo que imperceptivelmente a depressão foi tomando conta de sua personalidade. Quando chegaram na cidade moraram no Bairro do Porto, nas proximidades do Colégio Senador Azeredo, mas com a morte do pai foi ficar com o irmão no endereço já mencionado anteriormente, por isso costumava caminhar de lá até sua antiga casa, agora pertencente a um tio, com frequência passando na casa da sobrinha casada com o Cel. Octayde Jorge da Silva, por quem tinha enorme afeição, provavelmente por ver nele a figura militar do pai.

Nos momentos de conversa costumava justificar suas andanças dizendo serem momentos em que encontrava refúgio para sua angustia e solidão auto impostas. Quando em casa escrevia poemas, coisa que fazia bem, espiritualista lia muito sobre esoterismo, dava vazão a sua paixão pela música ao tocar piano e se entregava ao vício do cigarro, fiel companheiro de solidão.

Aos poucos tia Jandira também se desinteressou pela aparência, mesmo tendo mania de tomar mais de um banho por dia, tanto que era lembrada por estar constantemente com uma toalha de rosto acomodada no ombro esquerdo, uma de suas características, que usava para enxugar o suor. Entretanto, os descuidos com os cabelos, o excessivo vício de fumar e a aversão a estranhos a transformaram. Apesar disso, era extremamente solicita em casa e adorava conversar sobre política, oportunidade na qual mostrava sua excelente percepção dos turbulentos momentos nacionais que viveu desde a década de 1930 até o tempo em que esteve conosco.

Incompreendida, desajustada em relação ao convívio com estranhos, perseguida pelos inconsequentes e reprimida em sua própria solidão, tia Jandira, ao contrário do que as línguas ferinas daqueles que não a conheceram disseram a seu respeito, foi uma vítima das circunstâncias e quando partiu para se encontrar com o Criador o fez tranquilamente, em paz consigo mesma.     

Preservação

Não, não é um lugar da Europa, é uma praça em Belém/PA, a Praça Batista Campos. Ela fica no bairro de mesmo nome, sendo um exemplo de preservação que infelizmente muitas cidades não adotaram, entre as quais está a nossa Cuiabá.

Desde muito tempo atrás, a preocupação com a preservação das praças e outros bens públicos de nossa cidade deixou de existir, em seu lugar a necessidade de construir algo moderno aos olhos desavisados das novas gerações, principalmente nos anos de eleições municipais, levou à prática corriqueira de apresentar as obras nesses locais como reformas, mas que, ao final, não passam de verdadeiras transformações, melhor dizendo, deformações que mostram o desrespeito às memórias paisagística e arquitetônica dos locais onde aconteceram.

Daquele vasto patrimônio público restam relativamente preservados apenas a Praça da República e o Palácio da Instrução, certamente os últimos representantes do que fomos no passado, até porque a Igreja Matriz do Bom Jesus de Cuiabá, patrimônio que complementava o sítio histórico do centro da capital até meados da década de 60, já não existe mais.

Foi uma das primeiras vítimas da insensatez que impunemente substituiu o antigo santuário pela nova, bela e deslocada Catedral Metropolitana. Uma construção sem qualquer vínculo com o passado da cidade, tal qual acontece com as novas praças que substituem as antigas, verdadeiros jardins históricos, na continua e incontrolável ação de descaracterizá-las sob pretexto de adequação às novas demandas urbanas.

Quem age assim, não reconhece o passado do próprio país, quanto mais o do velho mundo com suas cidades milenares que mesmo tendo enfrentado duas guerras mundiais e inúmeras catástrofes ambientais, tudo, mas tudo mesmo, foi minuciosamente restaurado.

Respostas

É fácil perceber ansiedade na procura de respostas naqueles que não têm discernimento suficiente para saber o que é certo ou errado ou, em última análise, o que é verdade e mentira no universo político. Isso porque na atual conjuntura não está fácil para ninguém distinguir o falso do verdadeiro.

Convenhamos que os sites de checagens que aí estão querendo fazer esse papel carecem, eles próprios, de credibilidade basta saber quem os financia e dirige. Todos, sem exceção, atuam em atenção a princípios ideológicos, portanto, não são isentos, quanto mais confiáveis.

O que fazer para ter respostas críveis se de um lado permanece a dúvida e do outro a incerteza?

Primeiro, esqueça os sites de checagem;

Segundo, verifique quem são os proprietários e editores dos sites de notícias;

Terceiro, leia, assista ou ouça as informações de fontes distintas sobre o assunto que lhe interessa e desperta dúvida;

Quarto, converse com amigos que têm opiniões diferentes sobre o que está sendo noticiado, as vezes o erro está em ouvir somente uma tendência;

Quinta e última recomendação é: aprenda a ouvir mais do que falar, entender é mais importante do que explicar.

O que te faz importante

Se queres ter um casamento feliz faça tua companheira se sentir importante e vice-versa-versa em relação ao companheiro.

Se sabes de tua importância para o desenvolvimento da área em que trabalhas ou o aprimoramento do que fazes não peças reconhecimento, mostra tua competência, isso basta.

Não use da importância dos outros para se fazer reconhecido, mas se isso acontecer mostre não ter sido em vão que eles percorreram parte de seu caminho, faça por merecer e mostre que a partir daí tua jornada é plena de êxitos por motivos próprios.

Não desacredite ninguém para que acreditem em você e não diminua o esforço dos outros para destacar o teu.

Tem gente que adora procurar problemas para o país

Para quem vive a procura de problemas e não percebe as soluções em andamento, nem tem consciência de que o Brasil está inserido em um planeta mutante chamado Terra, portanto, sujeito a todos as interações que nele acontecem para o bem e para o mal, proponho o seguinte:

Façam um levantamento contendo informações sobre a situação de pelo menos 5 países levando em conta que o planeta tem seis continentes, a saber: América, Europa, África, Ásia, Oceania e a Antártida. Esse último, naturalmente, deve ser descartado a se considerar ser o único desabitado. Se quiser, esse número pode ser até maior, mas fica a critério.

A partir dessa definição, informar como estavam em dezembro de 2018 e como evoluíram desde então. Outra coisa, o início da pesquisa também fica a critério, pode ser o ano 2000, que tal? O início de um novo século. Pois é, sendo assim vai ficar ainda mais bacana.

Sugiro os seguintes assuntos:

População, Inflação, PIB, Salário mínimo, Renda per capta, educação, transferência de renda; investimentos dos governos em apoio à população de baixa renda, aos atingidos pelas crises econômicas, às epidemias e pandemias; transferência de recursos a estados e municípios nos períodos em questão; investimentos em infraestrutura do tipo saneamento básico, rodovias, ferrovias, hidrovias e outras ações que achar convenientes. Ah sim, não se esqueçam de incluir questões relativas ao meio-ambiente, direitos humanos, integração social, segurança e saúde.

Acho que muitos devem estar querendo saber o que de fato aconteceu durante esse período com os países que farão parte do levantamento, principalmente as informações relativas ao Brasil. Quem sabe assim, aqueles que passam o tempo todo a procura de problemas parem de ser contraproducentes e ajudem a encontrar soluções ou pelo menos, não atrapalhem.