É fácil perceber ansiedade na procura de respostas naqueles que não têm discernimento suficiente para saber o que é certo ou errado ou, em última análise, o que é verdade e mentira no universo político. Isso porque na atual conjuntura não está fácil para ninguém distinguir o falso do verdadeiro.
Convenhamos que os sites de checagens que aí estão querendo fazer esse papel carecem, eles próprios, de credibilidade basta saber quem os financia e dirige. Todos, sem exceção, atuam em atenção a princípios ideológicos, portanto, não são isentos, quanto mais confiáveis.
O que fazer para ter respostas críveis se de um lado permanece a dúvida e do outro a incerteza?
Primeiro, esqueça os sites de checagem;
Segundo, verifique quem são os proprietários e editores dos sites de notícias;
Terceiro, leia, assista ou ouça as informações de fontes distintas sobre o assunto que lhe interessa e desperta dúvida;
Quarto, converse com amigos que têm opiniões diferentes sobre o que está sendo noticiado, as vezes o erro está em ouvir somente uma tendência;
Quinta e última recomendação é: aprenda a ouvir mais do que falar, entender é mais importante do que explicar.

Querido Marcelo, como sempre, magnifica a sua mensagem, e hoje por retratar, defender e relembrar aquilo que esta presente em nossa memória, a nossa querida e saudosa Tia Jandira. Somente quem verdadeiramente a conheceu tem propriedade de se manifestar. Você me fez voltar no tempo. Obrigada. Dela, recordo-me das suas palavras doces, do riso alegre que cativa e encantava, da fala alta quando declamava algum poema, dos conselhos para as meninas e jovenzinhas da época ,do seu porte esbelto que dava inveja a muitas senhoras e mocinhas e da canequinha que semanalmente trazia, para tomar café da manhã, com os meus pais.
Se pudermos desafiar o preconceito, conseguir investimento apropriado em saúde mental, demonstrar gentileza e dar apoio aos que enfrentam problemas como entre outras as doenças mentais , então as pessoas não seriam esquecidas e abandonadas. Graças a Deus tia Jandira, como assim carinhosamente a chamávamos teve a sorte de ter o apoio familiar, dos amigos sinceros e de muitos MARCELO(S) que através de gestos, palavras e ações fizeram parte de sua jornada terrena.
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Obrigado Eliane, graças às ELIANES também. Afinal, nós que com ela convivemos sabemos reconhecer seu valor e importância. Abraço e obrigado.
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