A vida como ela é

Meus amigos, nosso principal objetivo sempre foi e será alcançar a verdadeira felicidade, que deveria depender apenas de nossas atitudes e virtudes, de nossos conhecimentos, valores e relacionamentos, sempre evitando o vício, esse mal absoluto.

Certo é que, durante nossas vidas, precisamos nos manter calmos e racionais, independentemente dos acontecimentos. O que precisamos agora — mais do que nunca, principalmente com o avanço da idade — é usufruir das vitórias e dos benefícios alcançados, bem como será fundamental aceitar as eventuais consequências, se as houver.

Precisamos nos concentrar cada vez mais no que ainda podemos controlar e não nos preocuparmos tanto com o que não podemos. Em outras palavras: aproveitar a vida como ela é, aceitar mais e reclamar menos.

“Mensagem baseada na filosofia estoica”.

Segundo a filosofia estoica, a  sabedoria, a justiça, a coragem e a temperança são virtudes consideradas essenciais para viver uma vida virtuosa e feliz.

Intrigante

Está cada vez mais frequente o recebimento de vídeos e textos de pessoas sem que elas sequer se manifestem com um emojinho, seja positivo ou negativo, um coraçãozinho ou mesmo um dedo médio em riste, caso não concordem com o que postam, que dizer então de comentários.

Basta verem em algum site, receberem de outrem, que replicam sem a menor cerimônia ou preocupação, como se não tivessem responsabilidade pelo feito.

Bem, a esses informo que a conivência se dá por aí, a subserviência também, o que dizer então da possibilidade de coautoria pela divulgação. Então, se não souberem exatamente onde estão se metendo, é melhor não se meterem.

Isso, de ficar enviando ou replicando o que recebem sem emitir opinião preocupa, porque pode representar incapacidade cognitiva, talvez medo de expor o pensamento. Não sei não, mas intrigante, há isso é!

A última possibilidade, o medo, provavelmente será a prevalecente. Afinal, a crescente censura nos meios digitais dá medo, não é mesmo?

Então, o que parece simples na verdade fica cada vez mais complicado sob o ponto de vista das “autoridades não eleitas”, vez que a escalada das atitudes, o acirramento dos debates e o intervencionismo, tanto interno quanto externo, têm deixado todo mundo com pulga atrás da orelha.

Quem pariu Mateus, que crie!

A resposta do Legislativo a Lula deveria ser: QUEM PARIU MATEUS, QUE CRIE! Afinal, foi o atual governo quem – nesta e em outras de suas gestões – instrumentalizou o Judiciário e agora não aguenta as consequências de suas trapalhadas.

Tentar convencer os BRASILEIROS – vítimas da parceria Executivo/Judiciário – de que não é culpa DELES, é, no mínimo, BIZARRO.

A prova da assunção de culpa pelo que agora está acontecendo é o fato de que estão se juntando, os dois chefes dos ditos poderes, Lula e Barroso, para tentarem minimizar os estragos que fizeram. Que atolem juntos no lamaçal que produziram e nos deixem fora dele.

Mas não, não nos iludamos, porque do outro lado da praça dos três poderes os dois chefes das casas legislativas estão silentes sobre o que está acontecendo. No momento avaliam o que podem ganhar com isso.

Foi como agiram nossos senadores nas aprovações dos atuais ministros do STF, tanto quanto nas dos anteriores, sem nunca terem tido a decência de reprovar unzinho sequer.

Subserviência não é, seria muito simples, é puro interesse. Afinal quase todos os nossos congressistas são assunto de processo no STF.

Essa gente, se necessário, seria capaz de negociar o inegociável – como de fato o fazem – para receber algum benefício em troca. No caso, parece, buscam mesmo é tirar os rabos da reta.

Esticaram tanto a corda que agora, bem, agora Inês é quase morta, está na UTI da geopolítica mundial, a espera de um milagre.

Pelo que tudo indica, nossa sobrevivência dependerá de mudanças radicais no tratamento e, quem sabe, até na equipe de atendimento.

Um beco sem saída?

A ideia de estabelecer um porta-voz dentro do Supremo Tribunal Federal (STF), na esperança de que isso passasse despercebido, parece, finalmente, estar causando grande desconforto à esquerda. As poucas vozes discordantes no tribunal foram insuficientes para evitar excessos, incapazes que foram de promover o bom senso ou o respeito às regras republicanas e à própria Constituição.

Qualquer pessoa, mesmo sem ser da área jurídica, pode perceber o que está em jogo. Com as intervenções indevidas, o futuro do país se torna incerto, à medida que tudo passa a ser interpretativo e impositivo. Isso está longe da harmonia entre os poderes e as instituições.

O tratamento segregacionista dado por parte da imprensa tradicional é desrespeitoso. Essa mídia, que se autodenomina porta-voz da verdade, trata aqueles que discordam do status quo como “extremistas de direita”. O que é ainda mais preocupante é ver a OAB, parte do próprio Poder Judiciário, a Câmara e o Senado agindo em conjunto nesse cenário. Já a atuação do Poder Executivo nesta “tragédia grega moderna” é evidente e dispensa comentários.

Ela perdeu a oportunidade de se adaptar ao mundo digital, onde as notícias são imediatas, diretas e menos manipuladas. É irônico ver jornais que se consideram tradicionais usando “fake news” para se referir a notícias falsas, um estrangeirismo que eles próprios difundem. Essa imprensa seletiva e enviesada busca esconder a verdade para promover narrativas de interesse próprio.

Há cerca de três décadas, desde a Constituição de 1988, o avanço deliberado do neoliberalismo/socialismo, independentemente de quem o promova, vem nos conduzindo a um caos constitucional, social, político e econômico. A questão é: quem são os verdadeiros extremistas? Aqueles que defendem o cumprimento da Constituição de 1988 — a Constituição Cidadã —, ou aqueles que propõem uma ruptura brusca com o Estado democrático de direito?

Esse é o dilema da “extrema esquerda”, um termo usado para equiparar aqueles que levam suas convicções ao extremo, independentemente do lado. A pergunta que fica é: o que está acontecendo é um erro ou um acerto?

Seria isso resultado das ações políticas de um presidente que busca romper com normas estabelecidas, ou do desafio de um ex-presidente com sua opinião e direitos políticos cassados? Este homem — já formalmente punido e sem chance de recurso — ainda é considerado mais poderoso que seu sucessor? Seria este um sinal de que estamos em um beco sem saída?