Há muito com que se preocupar.

Estou triste e preocupado. Não só por mim e minha esposa, mas principalmente por meus filhos e netos.

Algumas pessoas ainda dizem que o futuro a Deus pertence e se esquecem que antes nós éramos o futuro e agora somos o presente,… e que presente.

Relaxamos, perdemos noção do implacável tempo, deixamos para outros nossa necessidade de eterna vigilância, estivemos focados apenas e tão somente naquele presente, não nos preocupamos com este terrível futuro tão duro, corrompido e inconsequente.

A continuar assim, não vejo no outro futuro, o de nossos filhos e netos, que a presença de Deus seja permitida, mas sim a de seus inimigos.

O número de pessoas que creem em Deus é cada vez menor sem que para isso tenha sido necessária qualquer campanha de ataques mortais a seus fiéis. Uma boa parte da própria Igreja vem se encarregando de solapar as bases do cristianismo desde a muito tempo, seja pela propagação de doutrinas progressistas como a teologia da libertação, seja pela condução errática de um papa que cada vez mais nos afasta dos mistérios que sustentam nossa crença em Deus. Imaginem então sendo isso uma Política de Estado.

O pontífice que ignora os crimes em andamento em sua própria terra natal e confraterniza com ditadores que implantaram à força seus regimes perdeu toda a razoabilidade. Isso sem falar em seu silêncio cordato com o assassinato de fetos e outras atividades indignas de um sumo sacerdote.

Mas já dá para imaginar como será o amanhã e o que será de nós quando todo esse mal estiver implantado no Brasil.

Assim como em países comunistas disfarçados de socialistas as igrejas e templos serão atacadas e queimadas, pessoas serão presas quando não assassinadas se não se submeterem à nova ordem e a liberdade, ah a liberdade, essa terá uma conotação bem diferente da que nos acostumamos a viver.

Sinceramente, não vejo a possibilidade da existência de qualquer sentimento sem que Deus esteja presente. É Ele quem elabora o amalgama que resulta do amor, do respeito e da confiança. Sem a existência dessas três essências do bem tudo será destruído pelo mal.

Familiares e amigos cristãos terão que confraternizar e se confortar em locais fechados a estranhos, mesmo assim correndo riscos de serem denunciados por alguém de seu próprio sangue como já acontece nos países socialistas à nossa volta.

Estou triste sim, mas jamais desistirei de lutar por um futuro melhor para os meus, os seus, os nossos descendentes, pois ainda tenho motivação suficiente para externalizar minha opinião e força para fazer frente aos que tentam acabar com nossos valores cívicos e morais. Farei de tudo para permanecer fiel aos ensinamentos que recebi de Deus através de meus pais sempre contando com o apoio dos irmãos, amigos e parceiros que como eu nunca desistirão.

Sobre pesos e medidas

Pesos diferentes,…medidas diferentes.

Essa é a realidade da suprema justiça e seu acordo tácito de mútua proteção com legisladores comprometidos, portanto, coniventes.

Aconteceu mesmo antes de 01/01/2019 e em todas as propostas e projetos encaminhados pelo atual governo e continua a acontecer, principalmente nas ações de combate à Covid-19.

O stf e seus (também minúsculos) parceiros da câmara e do senado exigem explicações do Executivo em todas as atitudes que este toma para o enfrentamento do virose, mas sequer se pronuncia sobre os escândalos e descalabros perpetrados por governadores e prefeitos os empoderados que agora se sentem ultrajados com a exposição de suas inconsequências na gestão dos recursos destinados ao atendimento da população em risco. Poderes que lhes foram auferidos a pedido como que formalizando o conluio entre o legislativo e os suprassumos da justiça

São o paradoxo da honestidade e da ética no dia a dia da vida de todos nós ao permanecerem contrariando o senso comum posto serem incapazes de usar dos mesmos pesos que colocam na descalibrada balança que utilizam para calcular suas medidas de (in)justiça.

A continuar assim nunca combaterão o bom combate nem completarão a corrida porque são incapazes de perseverar na fé.

Deuteronômio 16:19 – “Não pervertam a justiça nem mostrem parcialidade. Não aceitem suborno, pois o suborno cega até os sábios e prejudica a causa dos justos”.

Salmos 43:1 – “Faze-me justiça, ó Deus, e defende a minha causa contra um povo infiel; livra-me dos homens traidores e perversos”.

Colossenses 3:25 – “Quem cometer injustiça receberá de volta injustiça, e não haverá exceção para ninguém”.

Romanos 1:18 – “Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça”.

Levítico 19:15 – “Não cometam injustiça num julga­mento; não favoreçam os pobres nem procurem agradar os grandes, mas julguem o seu próximo com justiça”.

Provérbios 29:27 – “Os justos detestam os desonestos, já os ímpios detestam os íntegros”.

Provérbios 19:5 – “A testemunha falsa não ficará sem castigo, e aquele que despeja mentiras não sairá livre”.

Salmos 5:4 – “Tu não és um Deus que tenha prazer na injustiça; contigo o mal não pode habitar”.

Provérbios 22:8 – “Quem semeia a injustiça colhe a maldade; o castigo da sua arrogância será completo”.

Provérbios 16:8 – “É melhor ter pouco com retidão do que muito com injustiça”.

Êxodo 23:7 – “Não se envolva em falsas acu­sações nem condene à morte o inocente e o justo, porque não absolverei o culpado”.

Provérbios 23:23 – Compra a verdade, a sabedoria, a disciplina e a inteligência, e não as vendas por preço algum!

Timóteo 4:7-8 Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.

É isso!

A boa luta

O que era certo

Agora é errado.

O condenado é solto,

Perdoado.

O inocente é preso,

Culpado.

Continuar assim

Não vamos a lugar nenhum,

Será o fim.

O quadro pintado

Fica obscuro,

Mistura de cores,

Dores,

Tudo é ruim.

Nada a ver com luz,

Vida,

A coisa toda está assim.

Tudo passou a ser não,

Nada mais resta de sim.

Falta de respeito

Virou direito,

Dever negação.

Não há mais fé

Nem esperança,

Crença em Deus

Virou defeito,

Má-formação.

Esperar e confiar

São o que nos resta

Enfim.

Perdoar, esquecer,

Seguir em frente.

Esta é a boa luta

Pelo menos

Para mim.

Meu farol na escuridão

Em mim você continuará existindo para sempre.

Me deu corpo, instruiu meu ser,

E acima de tudo formatou meu coração.

Meu pai, meu amigo, companheiro, meu irmão.

Para mim você foi tudo ao mesmo tempo.

Fez de sua vida minha escada

De seus braços estendidos corrimão.

Foi onde encontrei apoio e segurança

Na subida dos degraus da perfeição.

Pai, você é luz eterna a indicar o caminho,

Meu farol na escuridão.

Tributo a José Afonso Portocarrero

“Até onde posso vou deixando o melhor de mim…Se alguém não me viu, foi porque não me sentiu com o coração” Clarice Lispector

Clarice Lispector não considerava a honestidade uma virtude, mas sim um compromisso. Ela sempre deixou isso muito claro em pronunciamentos, nas ações que envolvessem o tema e em seus livros. Tudo sobre o assunto está lá, nas frases, nos textos sobre sua vida, em seu trabalho e seus relacionamentos, considerada a quase solidão auto imposta.

Creio que vejo muito do pensamento dela em meu pai, em sua postura discreta sobre tudo e até em seus raros momentos de infelicidade. Sim, é verdade, papai não desenvolveu grandes expectativas ou esperanças de facilidades a respeito do futuro e ensinou-nos isso desde muito cedo. Foi isso que aprendeu com seus pais durante o tempo em que viveu em Bela Vista/MT, hoje MS, e desenvolveu durante suas andanças até chegar aqui. Foi essa a realidade sobre a vida que ele ensinou a seus filhos e o exemplo que deixa a seus netos e demais descendentes.

Desde que em 2018 ele veio morar em minha residência devido as dificuldades naturais de sua idade, tinha 96 anos à época, passamos bons tempos juntos o que nos deu a oportunidade de conversar bastante sobre seu passado, o presente e nosso futuro.

Em que pese a desgraça da pandemia e o isolamento que nos foi imposto isso acabou por contribuir para que eu resolvesse escrever sobre sua vida. Assim, para conseguir tirar ainda mais proveito de sua presença constante passei a gravar tudo que fosse possível de suas memórias durante nossas conversas.

Conversar a sós quando ainda morávamos com ele e mamãe era quase impossível tão poucas eram as oportunidades. Entre várias razões uma se mostrou determinante, papai foi bancário quase a vida inteira e mesmo depois de sua aposentadoria continuou trabalhando com expedientes diários até perto dos 80 anos. Após se aposentar dedicou seu tempo ao serviço público, há que se destacar, sempre convocado. Durante esse período ocupou diversos cargos nos governos estaduais que se seguiram ao ano de 1972, assim esteve Presidente da CODEMAT- Companhia de Desenvolvimento do Estado de Mato Grosso, na verdade uma intervenção para organizar o órgão, na LEMAT- Loteria estadual de Mato Grosso, do BEMAT- Banco de Estado de Mato Grosso, e foi fundador do CEAG/MT, atual SEBRAE/MT, onde também esteve Presidente, só para citar alguns dos cargos assumidos, quase sempre com a árdua tarefa de recuperar a saúde econômico-financeira das instituições por onde passou. Mais adiante, no futuro, vou contar sobre sua experiência à frente de algumas delas.

Então, em seu tempo de bancário sempre saia muito cedo e podendo vinha almoçar em casa. Não sendo possível, só voltava noite alta quando na maioria das vezes seus filhos já estavam dormindo ou ele, cansado, se retirava para o quarto após ler as notícias atrasadas nos jornais de circulação nacional que só chegavam ao interior do país dias depois de suas publicações. E foi assim em quase todos dos lugares para onde seu destino nos levou.

Nossos melhores momentos com ele se deram nos períodos de férias e creio essa deve ter sido uma situação comum à maior parte nos filhos nos anos 60 e 70, não importando quais fossem os trabalhos dos pais. Não estou com isso querendo dizer que ele não tenha sido um paizão amigo e companheiro porque era. Era à sua maneira, até porque naqueles tempos não haviam escolinhas para a prática de esportes onde pudesse nos levar como agora. Havia os clubes sociais, é verdade, mas eram uma regalia da qual nem sempre dispúnhamos porque para um gerente de banco compulsoriamente impelido a mudar de cidade a cada 2 ou 3 anos a situação era muito complicada. Mesmo assim, através das amizades desenvolvidas junto a seus clientes ele conseguia autorizações que nos permitiram frequentar bons clubes sem a necessidade de nos associarmos durante nossas estadas em todas as inesquecíveis cidades onde moramos. Um benefício especial para o gerente do banco e sua família até que voltamos a morar em Cuiabá/MT no ano de 1971 para onde retornamos em definitivo e finalmente ficamos sócios do saudoso Clube Dom Bosco de inesquecíveis recordações para todos os que dele puderam desfrutar.

A cidade havia sido nosso lar no início dos anos 60 e desenvolvemos por ela os elos de ligação mais fortes que existem, os do coração, o amor pela terra e seu povo. Em Cuiabá, desde a primeira vez fomos recebidos como gente daqui e por isso mesmo quando mudamos em 1964 já estava nos planos de papai voltar para cá, para os amigos, para nossa gente. Aliás, um sentimento tão enraizado na família que todos os seus filhos seguiram seus passos e também vieram para cá, mesmo quem que já estava estabelecido em outra cidade.

Papai nunca foi apegado à busca incessante pela riqueza material. Sempre foi modesto em suas pretensões e competente em suas ações. Sua performance altamente positiva como gestor foi o que o levou a seguir a vida com a tranquilidade de quem agiu de forma correta em todos os lugares por onde passou. Foram seus modos de ser e agir que o levaram a assumir cargos importantes, sempre carregados de compromissos que se caracterizaram pela necessidade de auditorias, recuperações financeiras, estruturais e morais. No entanto, foram esses mesmos modos que o fizeram confrontar as outras necessidades de alguns de seus contratantes. O que posso dizer com orgulho e satisfação é que com eles papai nunca compactuou.

 Essa introdução serve para justificar as palavras que dedico a meu pai e a sua indefectível crença na honestidade. Um compromisso tão íntimo que se torna inaceitável, impossível de assumir para aqueles que não a trazem do berço. O que não foi seu caso, vez que sempre se sentiu bem com essa virtude difícil de ser valorizada em um ambiente onde quem a tem como uma de suas referências sofre severas restrições devido às convenções em contrário que já estão formalmente enraizadas na cultura de boa parte da sociedade.

É lamentável ter que reconhecer, mas certamente exercer a honestidade torna-se cada vez mais difícil em um mundo onde a luta pelo poder não mede consequências. Pelo contrário, cada vez mais as desconsidera.

Hoje em dia, tudo indica, nos ambientes já degenerados e em momentos nos quais faltem oportunidades de trabalho exercer a honestidade chega a ser um contraponto em relação às outras competências exigíveis. Em outras palavras, a capacidade de conviver e negociar com pessoas desonestas passou a ser pré-requisito obrigatório.

Não mentir, não roubar, não fraudar, não prevaricar, não corromper, não ser corrompido, não discriminar, para citar algumas das qualidades intrínsecas de uma pessoa como meu pai se aprende em casa e deveriam ser desenvolvidas nas escolas, mas não o são. Esses assuntos, melhor dizendo, essas qualidades estão sendo desvalorizadas quando não desestimuladas em um mundo cada vez mais competitivo e por isso mesmo desumano. Uma vez sendo difícil preservá-las, ainda mais será levá-las conosco para os ambientes que frequentamos.

– “Minha origem é fruto de uma árvore onde a honestidade é seu principal atributo por isso das sementes que produzi cuido para que germinem em terra fértil“.

Estas palavras resumem a personalidade de meu pai, pois a honestidade está presente em toda sua história e em tudo que nos ensinou. Seja nas amizades que conquistou no trabalho ou no convívio social com pessoas das mais poderosas as mais humildes, este foi o preceito moral que norteou seu comportamento e os de seus mais estreitos relacionamentos.

Posso dizer com certeza que nosso principal legado assim como o de todos que com ele conviveram está fortemente fundamentado na probidade e no fato de ser uma pessoa simples, nem mais, nem menos.

Para ele, diferentemente de outras características próprias, a honestidade não é atributo sobre o qual se deva vangloriar. Ela precisa ser reconhecida por todos com quem se convive porque exige coragem e determinação para aquele que quer preservá-la como característica inata.

Sua vida esteve basicamente dividida entre a família e o trabalho, lazer era questão complementar. Da família sempre cuidou com especial dedicação motivado por esse princípio já ressaltado de seu perfil. Quanto ao trabalho, nos ambientes em que esteve durante toda sua vida profissional foi um colaborador focado em suas responsabilidades, um colega leal e um superior extremamente exigente.

Pessoas assim vieram ao mundo para colaborar sem esperar nada em troca, e foi o que ele fez sendo um homem de apoio incondicional. Foi assim com sua esposa, filhos e quem mais tenha com ele convivido. Do que lhe coube como filho e irmão sempre esteve presente para apoiar e ajudar nas ocasiões em que era preciso. Essa foi a maneira como também interagiu com seu pai a quem perdeu muito cedo, sua mãe, irmão, irmãs, amigos, colegas, com quem não lhe tinha afeição e até com desconhecidos.

Dizer que nunca houve críticas sobre sua forma de ser e agir seria contrariar uma das principais características de honestidade que nos ensinou. Portanto sim, cometeu erros e por isso foi criticado, mas quem nunca os cometeu e quem nunca as recebeu? Entretanto, como os que são capazes de fazer autocrítica ele soube refazer e corrigir o que havia necessidade de ser refeito e corrigido a ponto de afastar-se de algumas das importantes funções e cargos de confiança que exerceu quando foi necessário.

Existiram razões específicas quanto às críticas e desentendimentos ao seu modo de proceder no relacionamento profissional com as pessoas, empresas e governos a quem serviu acontecessem. Estas, invariavelmente, foram devidas a questões éticas que vieram a atingir diretamente os motivos pelos quais ele foi levado a assumir um cargo ou uma missão. Nessas ocasiões era enfático quanto a não se submeter ou compactuar.

A história de José Afonso Portocarrero continua a ser escrita. Essa é apenas a introdução sobre o que ele fez para fixar as raízes que nos sustentam. Sim, papai passou a ser raiz e nós, seus filhos, assumimos as funções de troncos da família, seus netos as ramificações e seus bisnetos as sementes das sementes que plantou.

Marcelo Augusto Portocarrero

Cuiabá/MT, em 03/03/2021

“O MORAL” E “A MORAL” DA HISTÓRIA

Estamos longe do fim dessa história. Haverá muitos capítulos a escrever e no andar da carruagem as encruzilhadas mais complicadas ainda estão por vir. A começar, pelo reconhecimento do estado em que o atual condutor a recebeu. Um veículo completamente desgastado pela inconsequência de quem o conduziu até pouco tempo atrás.

Graças à falta de capacidade daqueles dirigentes a estrutura da carruagem de nossa história foi corroída, suas engrenagens enferrujaram e o excesso de carga fez com que suas rodas ficassem desalinhadoas. Foram eles, os sanguessugas de ocasião, que diminuíram nossa capacidade de seguir em frente na velocidade e no rumo certos.

O pior de tudo é que durante esse período quem teve as rédeas nas mãos nos conduziu deliberadamente para áreas pantanosas. O que acabou por dificultar ainda mais a saída do atoleiro em que nos meteram.

Ao ser antecedida pelo artigo “o” a palavra “moral” pode ser compreendida como “ânimo”, “estado de espírito” (Gramática.net.br). Po isso, o que estamos vivenciando nas posições assumidas pelo Presidente da República tem tudo a ver com “o moral da história”, a motivação, o não desistir jamais, e nada em relação a ser somente um mau exemplo como alguns querem fazer crer posto não lhes interessar ver a realidade, quanto mais mostrar.

Falta discernimento para tirarem dos olhos a venda da inconformidade e do coração a mágoa dos derrotados aos que seguem criticando a postura do Presidente quando ele vai ao encontro de pessoas fazendo o pouco que lhes permitem fazer em sua permanente disposição de ir à luta juntamente com sua equipe de governo.

Só assim entenderão que a forma dele agir está alicerçada exatamente em manter alto o estado de espírito das pessoas, “o moral”, mesmo que para isso tenha que se expor por inteiro. O fato de eventualmente estar sem máscara nesses momentos pode e merece ser criticado, mas nunca ser entendido como uma atitude não deliberada em relação ao sentido aqui exposto. Fosse assim, corrupção não seria exceção e sim a própria regra, ficar bêbado também, mentirosos então seríamos todos sem a menor dúvida.

Da mesma forma, ele nunca disse para não usarem máscara nem para não fazerem a necessária higienização, muito menos para não guardarem resguardo àqueles que dele precisam devido suas condições físicas e de saúde. De sua parte, e no que lhe é permitido, faz tudo o que é preciso para dar suporte aos poderes constituídos pelo STF de modo a que esses possam agir com presteza na linha de frente do enfrentamento da virose.

Mente quem diz o contrário, trata-se de tosca encenação para tentar diminuir a boa avaliação que o Presidente possui junto ao povo e de tentativa inócua para descaracterizar sua firme decisão de apoiar quem quer que seja e onde for preciso.

Da mesma forma fica fácil entender que quando a palavra “moral” vem acompanhada do artigo “a”, antes dela, seu significado pode ser relacionado a um conjunto de normas, condutas e costumes que regem uma sociedade (Gramática.net.br).

Respeitar a moral do país é aplicar corretamente o que está expresso em suas leis, o conceito de família, a liberdade de opinião, a educação sem qualquer ideologia, a defesa individual e patrimonial contra agressores armados e tantas outras razões defendidas por esse governo desde seu início. Consequentemente, elas deveriam bastar para que as pessoas entendessem que é o conjunto dessas circunstâncias que determinam “a moral da história” de um povo.

Especuladrão

O que estão fazendo com essa especulação a respeito da troca na direção da Petrobras é um ato de sabotagem típico de golpistas financeiros.

Coisa de especuladrões que usam dessa tática para atingir ativos no intuito de ganhar com as variações de seus preços na bolsa de valores.

Planejam sua interferência agindo como sabotadores que minam o mercado acionário pouco se importando se o que fazem será bom ou ruim para o brasileiro comum, aquele que não tem condição financeira de aplicar seu parco salário tal qual estão fazendo agora ao sugerirem a venda das ações da Petrobras alegando riscos de intervenção do governo na política de preços dos combustíveis daquela empresa.

É de se perguntar a eles com quem o governo deveria estar preocupado, com seus acionistas ou com os consumidores?

Talvez devessem explicar como chegaram a concluir que a mudança na presidência daquela empresa resultará na interferência em sua política de preços e mostrar onde e como essa atitude já surtiu esse tipo de efeito sob a nova gestão do país. Estão eles se baseando em atitudes desse tipo tomadas por governos anteriores ao atual?

Mas não, o que alegam é que ouviram isso de seus analistas ou melhor, de seus agentes especuladores, os charlatões que devem usar bolas de cristal para fazerem previsões catastróficas, mas rentáveis (para eles).

Enquanto isso, as ações flutuam para baixo mais de 20%. Será essa o momento para começarem a recomendar recompra?

Uma coisa é quase certa, não passará de mais um truque ridículo, mas que ainda serve para enganar os trouxas e ganhar dinheiro com especuladrão.

Marcelo Augusto Portocarrero – 22/02/2021

Desideratum

As vezes acordo de madrugada e vou para a varanda olhar o céu na esperança de que lá existam respostas às perguntas que faço a todo instante. É nessa hora, quando falo a Deus, que meu coração palpita ainda mais rápido, atordoado que está com tanta coisa incompreensível acontecendo ao mesmo tempo e fazendo com que minha ansiedade varie com o passar do dia indo de alta para baixa e vice-versa, na procura de justificativas plausíveis para o mal que nos aflige,…e não encontra.

Creio, seja porque no momento de tanto sofrimento existam pessoas procurando fazer coisa pior ao promoverem situações ainda mais estressantes. É injustificável que gente dita instruída continue a instigar ódio por interesses ideológicos quando deveríamos todos estar buscando paz a qualquer custo.

Como pode a tal Nova Ordem Mundial propor represálias a países que não comunguem com suas abstrações sobre o futuro usando argumentos dicotômicos ao apoiar e até incentivar movimentos violentos na busca de seus objetivos quanto à integração social e respeito às diversidades ao mesmo tempo em que cerceia outros direitos como os de opinião, de propriedade, de crença religiosa e de família?

Devemos entender que está certo defenderem pautas destrutivas para com segmentos específicos? Devemos aceitar que quem os apoia seja apaniguado enquanto outros precisem ser eliminados a menos que se submetam incondicionalmente a seu domínio?. É esse seu Desideratum*?

Pelo que até agora foi mostrado não há nenhum interesse dela (NOM) em construir um ambiente onde todos possam viver conforme seus livres arbítrios. Pensando bem, tudo leva a crer seja esta a razão pela qual não busquem solução onde vozes discordantes sejam menos oprimidas do que já o são.

Essa forma de agir está mostrando que as principais potências econômicas mundiais em parceria com as big techs querem mesmo é impor seu pensamento globalista travestindo-o de progressista porque com essa estratégia estão conseguindo enganar os insensatos que os apoiam.

Analisados sem as artificialidades que os camuflam fica fácil perceber nas soluções que adotam a prioridade dada a seus objetivos para depois, se for o caso, verem o que fazer com as que interessam àqueles que não perceberam a arapuca em que se meteram. Traduzindo literalmente, é uma situação semelhante à do ditado popular que diz: – “Farinha pouca, meu pirão primeiro”.

Os incautos, aqueles que se autodenominam progressistas, entraram nesse barco sem perceberem que serão eles os servos remadores. Certo é que quando o navio partir não estarão no passadiço com o comandante e seus imediatos, mas sim nas galés a remar na “voga”, ou seja, na velocidade da remada ditada pelo patrão.

Foi por isso que escolheram esse momento para colocar a sua embarcação na água. Só quem tapa os olhos não vê que estão aproveitando da maré do corona vírus chinês para acelerar seu intento, se é que essa onda (virose) não tem nada a ver com eles. Afinal, quase todos os laboratórios que detêm as patentes das vacinas disponíveis são do G7 ou pertencem às big techs, todos promotores do “grande reset”.

Seria isso tudo uma “coincidência coincidente”, ou uma “coincidência conveniente”? Alguém aí sabe a resposta? Ah sim, também pode ser – “as duas opções concomitantemente juntas”. Calma, os pleonasmos foram propositais, mas não se preocupem porque qualquer uma delas estará correta.

Aprofundando ainda mais o raciocínio, o que esses sujeitos pensam ser quando criam situações onde o mais forte continua a pressionar o mais fraco (opressão); onde sanções econômicas substituem a força bélicas (pressão, por enquanto); onde políticas sociais promovem a matança de fetos através de abortos legalizados e também justificam o controle demográfico como forma de diminuir a fome no mundo (genocídio); quando impõem soluções pelas quais as religiões são tratadas como se fossem parte do problema (intolerância religiosa ou ideologias materialistas também são formas de genocídio)**; onde, ao contrário do que alegam, a humanidade está sendo cada vez mais diferenciada pela origem, opção sexual e outras preferências posto que ao apoiarem a forma agressiva com que grupos orquestrados (Antifas, Black Lives Matter, etc) tentam impor seus interesses acabam por incentivar discriminação através de revanchismo. Onde está o altruísmo da NOM? volto a perguntar: – Alguém sabe?

Resumindo, não há como corrigir os erros do passado ao repeti-los agora ou no futuro, até porque um erro jamais vai justificar outro. Não existe forma de compensação no presente que não venha nos atingir da mesma forma e força mais adiante. Isaac Newton, cientista, físico, astrônomo, teólogo e filósofo, foi pródigo ao conceber as três leis mais importantes da física no longínquo ano de 1687. Elas explicam a dinâmica dos movimentos dos corpos e se aplicam à política de forma extraordinariamente coerente.

A 1ª Lei também conhecida como Princípio da Inércia diz que um objeto não pode iniciar um movimento, parar ou mudar de direção por si só. Para tanto, é preciso a ação de uma força adicional que provoque alterações em seu estado de repouso ou movimento; a 2ª Lei, também chamada do Princípio Fundamental da Dinâmica estabelece que a aceleração adquirida por um corpo é diretamente proporcional a resultante das forças que atuam sobre ele; a 3ª Lei é a da Ação e Reação e significa que para cada ação há uma reação de mesma intensidade, mesma direção e em sentido oposto.

Se considerarmos o cenário político mundial sob a óticas de Newton vamos concluir que estamos chegando à sua terceira lei não sem antes passarmos pelas duas primeiras, quando confirmamos o lado ruim da natureza humana ao aplica-las na permanente luta pelo poder. Da mesma forma, forças já não tão ocultas buscam agora fazer com que a estabilidade mundial mantida sob controle aos trancos e barrancos sofra definitiva mudança de estado através da imposição forçada do “reset global”. Esquecem os arautos das ações da NOM que as três leis retro comentadas são incontestáveis e infalíveis.

Portanto, é melhor se prepararem para reações de mesma intensidade, mesma direção e em sentido oposto porque elas virão…mais cedo ou mais tarde, e a resultante pode ser catastrófica.

(*) Desiderartum: Aquilo que é objeto de desejo; pretensão, aspiração, vontade, anseio, objetivo.

(**) Embora desde a Revolução Francesa o grosso da violência militante tenha se originado sempre nas ideologias materialistas e escolhido como vítima preferencial a população religiosa; embora a perseguição aos católicos, ortodoxos, protestantes e judeus tenha matado mais gente só no período de 1917 a 1990 do que todas as guerras religiosas somadas mataram ao longo da história universal; embora nas duas últimas décadas o morticínio de cristãos tenha voltado a ser rotina nos países comunistas e islâmicos, chegando a fazer 150 mil vítimas por ano; embora todos esses fatos sejam de facílima comprovação e de domínio público; e embora nas próprias nações democráticas o acúmulo de legislações restritivas exponha os religiosos ao perigo constante das perseguições judiciais, — a grande mídia e o sistema de ensino na maior parte dos países insistem em continuar usando uma linguagem na qual religião é sinônimo de violência fanática e na qual a eliminação de todas as religiões é sugerida ao menos implicitamente como a mais bela esperança de paz e liberdade para a humanidade sofrida. (A guerra contras as religiões – Olavo de Carvalho)

Caminho sem volta

A esquerda, a oposição casuística e seus camaradas apoiadores de ocasião caminham céleres rumo ao precipício. Se insistirem nesse caminho e avançarem mais um pouco não terão volta e o suicídio político estará sacramentado.

O sinal de que após as eleições de 2018 um segundo tsunami se aproxima deles começou a ser percebido agora, dia 1° de fevereiro, com o afastamento de seus pontas de lança do legislativo e pelas exposições negativas das pessoas e grupos de comunicação que lhes dão suporte os quais dispensam apresentação tão desacreditados estão perante a opinião pública. De outro lado, assumem a gestão das duas casas políticos com propostas de trabalho que certamente trarão novas luzes ao cenário do Congresso Nacional no próximo biênio.

Olha que os que saíram bem que tentaram esconder suas tramoias. Porém, foi impossível e continuará sendo mesmo após o fim de seus mandatos frente ao Senado e à Câmara dos Deputados. Eles, que através de suas pretensões sub-reptícias quanto a serem reeleitos contavam com a “complacência” dos suprassumos da judicatura federal com quem comungam das piores avaliações de opinião pública de todos os tempos.

O elemento de ligação entre os que são contrários ao atual governo e o topo da montanha para onde se encaminham é a corda na qual se seguram. O pior de tudo é o fato da trama dessa corda ser formada por boa parte dos meios de comunicação convencionais, a velha imprensa na qual nos informávamos no passado e que agora se transformou em um grupo de folhetos caluniosos e extremistas, verdadeiros pasquins de segunda categoria.

Desajustados, não aceitam que o Brasil está mudando seu destino e esse é um trajeto que tão logo não mudará e se houver certamente não passará pelas estradas tenebrosas que percorremos no passado recente porque daqui para a frente não haverá retrocesso.

O novo rumo já está traçado e permanecerá firme porque todos sabem que o caminho percorrido anteriormente já mostrou quão perigoso é, principalmente devido ser o lugar onde opositores de ocasião estão na companhia dos corruptos e ladrões que um dia levaram o país ao buraco de onde estamos saindo.

Para que esta data jamais seja esquecida é bom lembrar que em um 1º de fevereiro de 1987 o deputado federal Ulisses Guimarães presidiu a instalação da Assembleia Nacional Constituinte do Brasil, aquela que escreveu a Constituição de 1988. Pena que ao invés de respeitada Nossa Carta Magna esteja sendo manipulada desde então.

No mesmo dia e mês, mas no longínquo ano de 1865, Abraham Lincoln, Presidente dos Estados Unidos, assinou a Décima Terceira emenda à Constituição de seu país a qual mais tarde viria abolir oficialmente a escravidão e a servidão involuntária. Esta última, mantida até hoje apenas como punição para criminosos.

Que essa data do corrente ano de 2021 também seja um marco, o marco do reinício da recuperação socioeconômica do Brasil. Que ela fique em nossas memórias como o dia em que as vibrações positivas superaram as negativas de forma que tenhamos paz e que nossos melhores níveis de necessidades materiais, salutares e espirituais sejam plenamente alcançados.

Tudo isso com a benção de Deus e o trabalho honesto de todos nós.

.–

a.C e d.C

A agenda globalista acaba de dar sua maior cartada ao eleger como presidente dos Estados Unidos seu mais poderoso robô. Esta é a prova de que esse risco é real e imediato posto que está claro nas palavras daquele presidente “eleito” para governar a maior potência mundial quando em um de seus primeiros pronunciamentos anunciou o início da era da Nova Ordem Mundial.

Se nada mais for possível fazer para impedir a concretização da maior ameaça que o mundo ocidental enfrentou neste início de século o marco histórico que divide o tempo da humanidade em a.C – “ante de Cristo” e d.C – “depois de Cristo” deixará de ser considerado como tal e o mundo passará a contar seu novo tempo como a.C – “antes da Covid” e d.C – “depois da Covid”.

Partindo do princípio que “a fé cristã baseia-se em sua confiança inabalável na justiça divina” é de se estranhar a posição da igreja católica em relação às propostas da NOM, (dentre elas a de desacreditar as religiões através da desconstrução dos pilares que as sustentam), estejam sendo levadas adiante inclusive com requintes de crueldade sem que haja qualquer reação do Sumo Pontífice para demostrar ao menos contrariedade.

Esse não é o enredo da NOM, mas parece ser seu objetivo e pior, considerando que esse papa desajustado de sua missão desde que assumiu o lugar de São Pedro está atuando como operário de uma das metas desse reset global fica fácil entender porque as mudanças nesse sentido passaram a caminhar a passos largos. Só para contextualizar, objetivo é o que se quer alcançar e meta estabelece passos e prazos para alcança-lo.

No caso da campanha para desacreditar os cristãos ou, em outras palavras, fazê-los não crer em Jesus, as tentativas de mostrar o Novo Testamento como um documento fictício cheio de contradições, absurdos e discrepâncias (teólogo Hans Zahrnt e outros) são a prova dessa campanha aberta e até agora não combatida pelo Vaticano.

Permanecer em silêncio diz mais que muitas palavras não é um argumento factível para essa questão porque fica na dependência da capacidade de compreensão de quem o escuta (!?).

De outra forma, “uma mentira dita mil vezes torna-se verdade”. Esta famosa frase de Joseph Goebbels, ministro da propaganda na Alemanha Nazista não é uma ficção e sim uma realidade cuspida com frequência em nossas faces.

Aliás, trata-se da mesma estratégia aplicada pela doutrina gramscista, método de dominação cultural criado por Antonio Gramsci, filósofo marxista, e aplicada pelos comunistas em suas táticas modernas para tentar chegar à dominação global. Atenção, não confunda gramscismo com globalismo ou globalização, pois “gramscismo é uma tática de guerrilha intelectual que visa dominar ideologicamente o mundo” enquanto que “Globalismo é um conceito político” e “globalização um conceito econômico”.

Seguindo assim, uma vez desacreditado Jesus Cristo não passará de uma caricatura do que realmente foi e ainda é. Feito isso estará aberto o caminho para o reset global e a instauração de um novo tempo a ser considerado como aquele que dividirá a humanidade em como ela poderá vir a ser, ou seja, em antes da Covid e depois da Covid.

2ª Dose

Demorou 54 anos para os brasileiros tomarem a segunda dose da vacina contra o vírus da insensatez. Aquela com que lá atrás, nos idos de 1964, tentaram nos contaminar através da ditadura comunista. Pois é, e só viemos tomar a 2ªdose para acabar com a possibilidade de reincidência dessa virose maligna em 2018 e, diga-se de passagem, bem a tempo.

Para os mais exigentes quanto à vacinação obrigatória não custa lembrar que da mesma forma que as eleições são um ato com característica estabelecida em legislação eleitoral também está dentro desse escopo a garantia inalienável da liberdade de escolher o candidato ou, no caso, a vacina que quisermos entre os vários postulantes ao cargo, assim como nos antivírus disponíveis.

Aliás, foi com esse intuito que os brasileiros agiram todas as vezes em que foram convocados a votar para Presidente da República quando escolheram dentre os concorrentes aqueles que mostravam mais eficiência e menos riscos futuros ou, em outras palavras, poucos efeitos colaterais.

Para entender melhor a relação entre uma coisa e outra basta prestar atenção e perceber que a maioria dos brasileiros tem dado mostras de que pretendem tomar como dose de reforço a mesma vacina política que tomou em 2018 reelegendo o candidato no qual votaram, caso ele venha se colocar disponível em 2022.

Interessante essa analogia entre a vacina e a eleição não é mesmo? Principalmente no momento em que a utilização da doença/virose chamada COVID-19 (SARS-CoV-2) é descaradamente utilizada como tela de projeção para a apresentação das comédias bufas daqueles que foram afastados do poder por desvios de função caracterizadas principalmente pela corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro e tantos outros crimes contra o país e nós seus cidadãos.

A eles se mancomunaram as mídias representantes da extrema-imprensa, os desiludidos de primeira ordem (ao verem seus sonhos de poder serem negados pelo candidato que os elegeu a cabresto) a quem também se associou uma corte profanadora e agora desesperada com a possibilidade de perder a importância política que alcançou graças a inépcia do mais lesivo Poder Legislativo à ordem pública que já ocupou as cadeiras do Congresso nacional.

Pois bem, essa 2ª Dose permitiu clarear as mentes abertas sobre as experiências que vivemos nas últimas décadas através da sobrevivência à maior das viroses que existe no mundo, qual seja, a ideologia comunista, que assim como o corona vírus é um permanente mutante sempre a se imiscuir meio ao povo no intuito de contaminar mais e mais os que não se protegem adequadamente contra sua letalidade.

Agora surge a oportunidade de começarmos a combater esse mal de forma a erradica-lo definitivamente com a vacinação do Senado e da Câmara através da remoção dos principais hospedeiros dessa praga com a eleição de presidências e mesas diretoras compromissadas com seus eleitores e não com sócios e parceiros de tramoias montadas para desestabilizar o governo na pessoa do chefe do Executivo. Aqueles que lá estarão até 1º de fevereiro agem sorrateiramente mesmo sabendo que podem prejudicar o país inteiro frente aos desafios cada vez maiores que nós e o mundo estamos enfrentando.

Os elos desse grilhão maligno que ainda nos prendem ao passado mais uma vez voltam a tentar ancorar nossa liberdade de modo a que uma tempestade nos alcance e destrua para assim criarem uma situação catastrófica para mostrar ao mundo que o que vem sendo feito pode estar errado. Entretanto, suas tentativas inconsequentes esbarram nos próprios calcanhares, se desequilibram nos buracos por eles mesmos abertos e por isso mesmo vão todas ao chão, seu ambiente natural, posto ser o lugar onde Vermes e Víboras Vivem (em alusão ao “V” dos Vigaristas que nos governaram no passado).

São coniventes sim!

A conivência entre certos políticos, autoridades jurídicas e formadores de opinião com a desinformação a respeito das ações do governo é tal qual um rio poluído que deságua em oceano.

Para diminuir a sujeira a sabia natureza trata de diluir seus malefícios e aplacar seus efeitos dissipando-os em sua imensidão. Da mesma forma as informações passadas pela parte podre da imprensa e franco atiradores de plantão também são dissipadas graças à universalidade das mídias (ainda) livres.

Engana-se quem pensa que serão esquecidos ou apagados da memória dos cidadãos de bem o que esse governo representa e o que está fazendo pelo país. Não mais, porque as falsas isenções, as interpretações carregadas de interesses escusos, as omissões propositais e seus devaneios estão sendo registradas em nossas memórias e lá ficarão indeléveis para sempre.

Logo chegará a hora em que o pêndulo viciado perderá seu peso e a justiça penderá para o lado correto da lei.

O que torna as pessoas coniventes com as tentativas de desconstruir o atual governo é a falta de critérios com que agem ao não compararem o passado sombrio de falcatruas, desonestidades, corrupção e mentiras com a realidade que estamos vivendo. Para isso percorrem caminhos escusos e se apoiam na agenda progressista promovida pelos interesses desagregadores de terceiros tais como preconceitos e outros temas amorais.

A desconsideração com o que está sendo feito pelo Poder Executivo mostra claramente o receio de que o pouco que permitiram fosse feito continue a dar certo apesar das dificuldades criadas pelos outros dois poderes da República.

Isso sem considerar que o mundo inteiro enfrenta uma virose cuja origem e intenção é no mínimo duvidosa. Uma tragédia criada de forma inescrupulosa e que fugiu ao controle, mas que agora serve de munição política para aqueles que não se conformam com a derrota de seus princípios ideológicos. Ou seriam financeiros?

São coniventes sim, na medida em que não contentes em criticar ameaçam e promovem tentativas toscas de mostrar um outro lado dos acontecimentos que nem eles mesmos acreditam porque desprovidos de honestidade.

São coniventes sim, quando na intenção de prejudicar o governo levam mentiras para o exterior e apoiam movimentos que procuram diminuir a importância do país.

São coniventes sim, ao apoiarem solução de continuidade ao mandato atual que não através eleições livres e diretas como aquela que os tiraram do poder.

São coniventes sim, ao perderam o bonde da história e agora tentarem parar a locomotiva que finalmente consegue andar nos trilhos graças às ações que estão sendo colocadas em prática por todo os cantos do país o que acaba por expor a forma errática e corrupta com que nos administraram no passado.

São coniventes sim, ao permanecerem calados quando autoridades de outros países mentem sobre nossas potencialidades e o desenvolvimento harmonioso que existe entre a agropecuária e a natureza.

São coniventes sim!

Um paradigma alimentar

Dia desses foi publicado um quadro apresentando os 20 municípios mais ricos da agricultura brasileira no ano de 2019. É um documento que impressiona pela quantidade de representantes de Mato Grosso nele presentes. A metade para ser exato, dentre os quais estão Sorriso e Sapezal honrosamente ocupando os dois primeiros lugares. E tem mais, nos dez primeiros ainda estão Campo Novo do Parecis (4º), Diamantino (8º), Nova Ubiratã (9º) e Nova Mutum (10º), uma realidade de encher o peito de orgulho (a lista completa está inserida no final do texto) pela maravilhosa demonstração de pujança que por sinal é comentada nos quatro cantos do mundo inclusive por aqueles que combatem o verde das culturas mecanizadas.

Fato é que até o final dos anos 70 quase todos os matogrossenses pensavam que o que existia acima, abaixo e para os lados da Baixada Cuiabana eram florestas impenetráveis, cerrados pouco férteis e o pantanal com suas cheias sazonais. Todas essas áreas eram consideradas como de baixo aproveitamento econômico devido estarem distantes dos mercados consumidores o que fazia com que seus valores estivessem relacionados a suas extensões e não a um outro potencial passível de ser explorado que não a mineração e a criação extensiva de gado. Naquele tempo a borracha natural ou látex já era coisa do passado, as grandes serrarias ainda não haviam chegado e a agricultura era praticamente a de subsistência tendo como única exceção o cultivo da cana. Essa última atividade era voltada a abastecer as usinas de açúcar localizadas nas margens do rio Cuiabá e também foi sendo abandonada aos poucos assim como a própria navegabilidade do rio que a tudo e todos atendia.

Enquanto isso as pesquisas sobre a agricultura intensiva seguiam céleres e aos poucos foram chegando por aqui trazendo consigo sementes adaptadas às características dos solos do centro-oeste, novas técnicas de cultivo, a colheita mecanizada e a logística de armazenamento e transporte, procedimentos estes pouco considerados na matemática daqueles que aqui viviam. Foi quando a roda do desenvolvimento econômico começou a girar de forma acelerada em Mato Grosso. No entanto, essas tecnologias demoraram um tempo precioso para serem levadas em conta pela maioria dos antigos proprietários de terras, mas principalmente pelos governos estadual e municipais. Poucos se utilizaram daquelas informações para planejar o futuro porque só davam atenção às questões de curto e médio prazos com o agravante de que no caso dos governadores e prefeitos esses prazos eram na maioria das vezes restringidos deliberadamente a seus mandatos.

Assim, nossos políticos foram pouco a pouco reduzindo o tamanho dos antigos municípios sem ter o cuidado de balancear as áreas remanescentes com a necessária equidade. Pensaram apenas nos benefícios de controlar politicamente o maior número possível de municípios com a partilha do que restou da ainda enorme vastidão territorial que pouco antes havia perdido quase a metade de seu tamanho. (Em 11 de outubro de 1977 o presidente Ernesto Geisel assinou a Lei Complementar nº 31 dividindo Mato Grosso e criando o estado de Mato Grosso do Sul)

Hoje os representantes eleitos da baixada cuiabana não dominam mais o cenário político razão pela qual seus municípios permanecem dependentes viscerais do progresso econômico daqueles que estão em seu entorno. Não existe outra maneira de interpretar o atraso perpétuo a que relegaram essa região ao considerarem que a capital e seus vizinhos, todos sustentados pelos cofres públicos federal e estadual, bastariam para manterem o controle sobre todo o estado. Sem noção geopolítica foram abrindo mão das áreas produtivas da região pouco ou nada deixando para que os municípios divididos tivessem alternativas de arrecadação para eliminarem suas crônicas dependências financeiras. Sequer tiveram competência para transformar Cuiabá e outros municípios de menor potencial agrícola em polos industriais para processar parte do que o estado veio a produzir, e olha que a infraestrutura necessária para essa missão foi projetada e teve sua maior parte implantada com recursos federais em parceria com o governo estadual ainda no final da década de 70.

Deixando o passado para trás e voltando aos atuais municípios mais ricos da agricultura matogrossense é importante salientar que todos fazem parte do paradigma alimentar da sobrevivência e progresso da humanidade que forças antes ocultas agora estão tentando quebrar descaradamente. Sem sombras de dúvidas, muitos dos habitantes do planeta dependem do crescimento da produção dessas e das outras áreas agricultáveis existentes.

Paralelamente, a taxa de natalidade mundial que vinha sendo reduzida naturalmente parece não mais estar sendo administrada através de programas de educação e de suporte ao desenvolvimento das regiões mais pobres do mundo. Uma realidade cada vez mais difícil de lidar considerada a ganância desmedida dos países desenvolvidos na exploração das potencialidades daqueles mais pobres. A eles, os mais desenvolvidos, interessa o controle das riquezas existentes no mundo sob a alegação de que os países onde elas estão não sabem, não têm condições e o mais absurdo, não querem protege-las, quando na realidade são eles mesmos os demandantes das explorações e degradações descontroladas pelas quais a maioria das áreas sensíveis do mundo estão passando.

Combater essa má-fé é a principal razão pela qual a agricultura e a pecuária estão em permanente pesquisa sobre novas tecnologias de cultivo e manejo de alimentos. Essa é uma das razões pelas quais seus esforços precisam ser estimulados e não combatidos pelos que se dizem progressistas, mas agem como se o desenvolvimento dessas atividades fosse a causa do problema e não parte de sua solução mesmo sabendo que não existem outras formas de proceder sem que vidas continuem a ser colocadas em risco por desnutrição.

Se nada for feito de maneira adequada e com o consenso de todos o próximo conflito mundial será por comida e água potável. Essa é uma realidade que já vem sendo mostrada através das mídias livres e que aquelas controladas por grandes corporações procuram esconder. Também é a razão da China estar investindo agressivamente na aquisição de áreas privadas produtivas e subjugando países inteiros. No mesmo sentido, mas com estratégias diferentes França, Itália, Alemanha e outro punhado de países que já esgotaram suas capacidades de produzir alimentos atacam sistematicamente os que possuem áreas em estado natural.

Da mesma forma é notório que a Nova Ordem Mundial deixou de tratar o controle populacional como uma proposta a ser discutida nos foros bancados por milionários para pôr em prática sua estratégia de reduzir a população do mundo usando as pseudo diferenças dos cidadãos para promover conflitos entre eles quando deveriam estar pacificando as relações humanas através da exaltação de suas igualdades. Como podem políticos, líderes e influenciadores mundiais estarem incentivando a adoção de medidas genocidas como o aborto de seres humanos e ao mesmo tempo defenderem práticas preservacionistas para outras espécies de animais.

E mais, neste exato momento estamos sendo expostos a outro procedimento abominável e em proporções catastróficas com risco de extermínio ao sermos expostos ao “corona vírus da vez” novamente gerado em um laboratório controlado pelo governo chinês.

Se essa é mais uma tentativa de controlar o mundo é bom alertá-los e a quem os apoia de que as grandes pandemias como a Peste Negra do século 14 (de 74 a 200 milhões de mortos), nem a Gripe Espanhola no início do século 20 (40 a 50 milhões de mortos), tão pouco as guerras mundiais com suas vítimas (1ª GM 18 milhões e 2ª GM 85 milhões), muito menos os expurgos praticados nos países comunistas com seus assassinados (100 milhões na Revolução Russa e 65 milhões na Revolução Chinesa) não foram capazes de reduzir o flagelo da fome, muito menos de promover qualquer domínio ideológico.

Não será agora com essa nova, macabra e virótica tentativa que conseguirão submeter o mundo. Sempre haverá lutas e vitórias contra imposições de qualquer natureza principalmente daqueles que a muito tempo procuram ser hegemônicos a força.

Municípios líderes no valor da produção em 2019

1. Sorriso (MT); 2. Sapezal (MT); 3. São Desidério (BA); 4. Campo Novo do Parecis (MT); 5. Rio Verde (GO); 6. Cristalina (GO); 7. Jataí (GO); 8. Diamantino (MT); 9. Nova Ubiratã (MT); 10. Nova Mutum (MT); 11. Formosa do Rio Preto (BA); 12. Campo Verde (MT); 13. Primavera do Leste (MT); 14. Maracaju (MS); 15. Petrolina (PE); 16. Lucas do Rio Verde (MT); 17. Campos de Júlio ((MT); 18. Sidrolândia (MS); 19. Barreiras (BA); 20. Ponta Porã (MS);

Canalhas são covardes e têm medo

Terminamos 2020 com uma inequívoca confirmação. A de que os canalhas têm medo e por isso são covardes, descaradamente covardes.

No final de 2019 com o país saindo do buraco, melhor dizendo, da cova profunda em que os governos anteriores nos enterraram e estávamos prontos para iniciar o ano da recuperação fomos novamente empurrados para baixo com a virose trazida para cá com o que parece ser parte da estratégia progressista para acabar por definitivo as forças conservadoras que ainda resistem à Nova Ordem Mundial.

Para eles não importa se haverão vítimas porque estão pondo em pratica a clássica forma de destruir seus inimigos considerando que para atingirem seus objetivos os fins justificam os meios. Foi assim na Rússia de Lenin, na Alemanha de Hitler, na Itália de Mussolini, na China da Mao e continua sendo nas ditadura comunistas da Cuba de Fidel, na Coreia do Norte de Kim-Jon-un e na Venezuela de Maduro.

Estrategicamente a forma de agir em relação ao Brasil mudou desde a fracassada tentativa de tomar o poder em 1964 quando a população saiu às ruas para impedir que o comunismo fosse implantado no país. Desde então, passaram a por em prática as ideias do marxista Antônio Gramsci baseadas em desconstruir a história, eliminar as crenças religiosas, desestruturar o conceito de família como célula mater da sociedade, destruir as bases culturais do povo e por último desarmar os indivíduos de modo a dissuadir qualquer forma de reação.

Tudo vinha caminhando para que o Brasil se transformasse em uma das peças do grande projeto socialista latino-americano preconizado pelos membros do Foro de São Paulo até que a fragorosa derrota para a proposta de reforma conservadora mostrou a eles e ao mundo que existe outra alternativa, que ela esta viva e sendo novamente colocada em prática pelos que resistiram em 64 e por aqueles que após 33 anos de uma Constituição escrita para implantar seu projeto de dominação não desistiram da liberdade, da Ordem e do Progresso.

A esquerda mancomunada com aqueles que concordaram em se locupletar com a venda de seus posicionamentos políticos e que sem pudores enriqueceram com o esquema que contraditoriamente prometia levar o pais a um padrão de vida igualitário ditado pelo proletário na pratica implantou um sistema corrupto e esquizofrênico que se contradiz a todo momento por atos e posicionamentos de seus representantes vez que são todos a favor das mordomias, direitos e outros benefícios indecentes que foram propostos, aprovados e por eles mesmos constitucionalizados.

Por isso atacam de maneira coordenada todas as ações do atual governo (principalmente as que visam acabar com as indecências acima descritas) com o objetivo de destituí-lo sequer se importando se as medidas por ele propostas e postas em prática respondem às demandas do momento crítico por que passamos. A organização criminosa que a ele se contrapõe não se importar com as consequências que podem advir da falta de colaboração, daí o termo canalhas ser a eles perfeitamente aplicável .

  • O medo de que as ações do governo estejam certas como em boa parte têm mostrado estar é o combustível que alimenta sua covardia;
  • O medo de que a população seja bem informada sobre essas medidas e seus resultados faz com que não sejam divulgadas pela extrema imprensa;
  • O medo de que que seus atos espúrios sejam dados ao conhecimento público de forma integral faz com que se esforcem para impedir sua divulgação e por isso tentam aprovar medidas de censura contra a mídia livre;
  • O medo de verem expostos os termos de seus abjetos acordos faz com que recorram a seus camaradas estrategicamente colocados em instâncias superiores para impedir o avanço das investigações que fatalmente os responsabilizarão;
  • O medo de serem presos por corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro, como mandantes de assassinatos e por conivência com todos esses crimes faz com que procurem manter vigente a possibilidade de prescrição de seus processos através do impedimento da condenação em segunda instância;
  • O medo de verem seus cargos vitalícios serem interrompidos via impeachment faz com que deixem caducar processos e/ou soltem presos através de decisões monocráticas ou mesmo colegiadas aqueles que são ligados à banda podre do Legislativo;

Assim agem os canalhas, assim agem os covardes, assim agem os que têm medo que o Brasil dê certo.

Uma terrível constatação. Será?

Pois é, ontem li um texto que apresenta o que os incrédulos poderiam chamar de “uma terrível constatação”, a de que o mundo está fadado a ser socialista mais cedo ou mais tarde.

Não concordo! Existem aspectos desconsiderados naquele escrito que certamente podem e vão impedir que a previsão do autor se concretize. São questões que diferenciam a doutrina socialista dos fundamentos religiosos, sejam eles cristãos, islâmicos ou de qualquer outra crença. Aliás, todas convivendo sem maiores problemas com o capitalismo.

No que se refere ao islamismo isso acontece de forma ainda mais impactante do que em relação ao cristianismo devido a crença de que o propósito da existência dos muçulmanos é adorar seu Deus. Isso sem esquecer que para alguns grupos radicais espalhados pelo mundo, Alá, sua única divindade e criador do universo não pode ser rivalizado nem contestado, muito menos agredido por quem quer que seja porque isso pode levar ao jihad ou dever religioso dos muçulmanos de defender o Islã através de luta.

Vamos aos fatos:

Na afirmação de que a Europa está trocando Jesus por Maomé há uma evidente contradição quanto a isso ser uma das causas dela estar se tornando socialista porque os europeus muçulmanos são muito, mas muito mais conservador que os cristãos. Portanto, não há como afirmar que o materialismo socialista já está consolidado por aquelas bandas. Dentro desse mesmo raciocínio é fato que pode estar havendo uma substituição de crenças, mas não a extinção de um Deus Onisciente, Onipotente e Onipresente naquela parte do mundo ocidental.

O socialismo está calçado na imposição do ateísmo materialista como solução para a vida na terra. Essa é a base da filosofia socialista para convencer seus camaradas de que é preciso acabar com as religiões, as diferenças sociais e as ligações familiares para que todos sejam iguais e se instale na terra uma espécie sua versão de lugar perfeito a ser dirigido por outros iguais, estes “superiores e supremos”, em um Politburo Globalista. Alguém em sã consciência consegue entende isso?

Já cristãos, muçulmanos e todas as outras religiões creem em um paraíso celestial ou, em outras palavras, um lugar que só poderá ser alcançado se cumprirem suas obrigações religiosas, o que implica dizer que boa parte da população do mundo terá que ser dizimada para que a filosofia socialista prevaleça e aquele regime totalitário se instale. Será possível?

Outro aspecto ainda mais determinante é que enquanto a doutrina socialista propõe a redução da humanidade, o fim da união familiar e desestimula a procriação para reduzir suas responsabilidades os muçulmanos acreditam que quantos mais filhos tiverem mais Alá os abençoará.

Já os cristãos, estes estão no meio do caminho sem saber o que fazer. Fato é que estão reduzindo sistematicamente o número de filhos e com isso o de crentes em Jesus, uma das razões pelas quais o islamismo avança sobre o espaço aberto e agora escancarado pelo papa Francisco ao apoiar o aborto e outras ideias socialistas.

Por fim o texto cita a questão eleitoral nos Estados Unidos com os democratas (socialistas) “vencendo” as eleições. Bem, essa questão ainda está sendo digerida pelos americanos o que implica dizer que a governabilidade por lá não será nada fácil se quiserem impor ao país a agenda da NOM (Nova Ordem Mundial).

Biden terá sobre seus ombros um país dividido como não acontece desde a Guerra da Secessão (mais conhecida como a Guerra Civil Americana) que teve como resultados o pleno desenvolvimento do capitalismo industrial; a integração econômica do Sul com o norte (fornecedor de matéria prima); a abolição da escravidão (1865); o estímulo à imigração e a implantação da infraestrutura ferroviária transcontinental do país. (Wikipedia)

Tudo isso desenvolveu um patriotismo exacerbado em seus cidadãos que desde então não foi colocado internamente à prova como parece estar acontecendo agora. Nem vou tecer comentários sobre a decisiva atuação dos americanos nas duas guerras mundiais, ocasiões em que foi mostrada sua capacidade de reação frente qualquer agressão a seu país e a sua Constituição.

Cabe ao conservadorismo brasileiro cuidar de casa com a disposição de quem vai lutar para impedir a volta da esquerda socialista que travou nosso desenvolvimento desde o governo FHC e sua troupe, passou por Lula e seus queridos companheiros corruptos, Dilma com sua incapacidade egocêntrica e Temer com seu empertigado mesmismo até chegarmos a duras penas nas eleições de 2018 quando voltamos a ser o país livre e pujante que agora corre risco de viver uma ditadura exercida pelos supremos do Judiciário em conluio com os comunistas de butique do Legislativo.