A aceitação da ignorância

Sabe aquele quadrado enorme com bordas amarelas e interior vermelho que o Corpo de Bombeiros exige sejam pintados/colados sob caixas/extintores de incêndio de parede e que a gente encontra em prédio públicos, comerciais e residenciais?

Pois é, todas as vezes que me deparo com uma daquelas coisas horríveis me vem à cabeça o descalabro intelectual em que nos metemos ao aceitar passivamente sermos tratados como incapazes funcionais a título de proteção contra nós mesmos.

Algo parecido aconteceu dias atrás em relação à polêmica das cadeirinhas para o transporte de crianças em veículos quando da aprovação de resolução do Conselho Nacional de Trânsito – Contran, sobre a utilização dos dispositivos de retenção (cadeirinha) para crianças de até 7 anos e meio. Olhando pelo prisma das responsabilidades individuais vem em minha mente a seguinte questão: Se somos cientes de que cabe a nós cuidar para que nossas crianças e nós mesmos estejamos em segurança porque propor e regulamentar leis que nos submetem ao que é nossa obrigação?

Se os gestores públicos e políticos chegaram a conclusão de que somos incapazes ou inconsequentes não será uma lei, muito menos uma multa que irá modificar nosso comportamento em relação a isso, mas certamente procedimentos dessa natureza são a confirmação de que estamos nos dando atestados de ignorância. Caso não tenham percebido, é assim que estamos sendo qualificados ou seja, como pessoas que não têm conhecimento, cultura, estudo, experiência ou prática. (como descrito nos dicionários em relação ao adjetivo ignorante).

É preciso saber diferenciar as situações em que se age “por” ignorância daquela em que se age “na” ignorância. Assim, se incorremos em erro de forma involuntária estamos agindo por ignorância devido à falta de conhecimento. Mas se o erro for cometido por falta de civilidade e de forma voluntária ele será cometido deliberadamente na ignorância.

Tanto na primeira como na segunda situação a ignorância pode ser eliminada através da oferta de conhecimento e pelo exemplo, o que se obtêm desde cedo na relação familiar entre pais e filhos, passando depois através de aulas teóricas e práticas de cidadania nas escolas e universidades.

O exemplo de que devemos respeitar o espaço e a opinião dos outros vem primeiro através da convivência com pais no dia a dia, onde se aprende que obter vantagem deve ser ensinado como uma ação que vem do mérito de dizer a verdade, fazer a coisa certa, de forma legal e respeitosa, mas nunca como resultado da safadeza, da falcatrua e da mentira.

As escolas precisam mostrar a importância do conhecimento como um dos fatores que levarão a redução das diferenças, a eliminação dos preconceitos, o alcance dos objetivos e principalmente na relevância do comportamento pacífico e construtivo que o ambiente de estudos precisa ter para levar adiante a missão de ensinar, de transmitir corretas noções de respeito ao próximo, de cidadania e de civismo.

Será que estamos perdendo o senso de responsabilidade ou sendo levados a submeter nossas vidas a uma espécie de síndrome de dependência punitiva para o ente público?

A ignorância não se combate com leis e decretos, muito menos com multas, ela é resultado da falta de informação e só poderá ser vencida pelo conhecimento. A adoção de politicas punitivas para substituir a ignorância ao contrário de reduzi-la acaba por confirma-la através da substituição de valores morais por regramentos legais que nada transmitem senão o conceito de que a punição bastará para a regularização do cotidiano, das relações humanas, da vida enfim.

Bertold Brecht, dramaturgo alemão, disse que a ignorância política é que gera o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio da empresas e multinacionais. Eu complementaria dizendo que a ignorância é a estratégia utilizada pelos políticos para manter a população desinformada e controlada através de leis e decretos que regulam a vida de modo a impedir que o conhecimento lhes remova os cabrestos.

O futuro a Deus pertence

O Congresso Nacional está a ponto de conseguir o que deseja, ou seja, exatamente o que nós cidadãos comuns não queremos.

Afinal, foram eleitos para cuidar do que? De seus currais eleitorais, de seus grupos funcionais e sindicatos sanguessugas, das benesses com que vivem ou do futuro onde viverão nossos filhos e descendentes?

Não é possível continuarmos submissos a um colegiado de indivíduos de tão baixa categoria em um lugar onde deveriam estar somente homens e mulheres decentes, honestos, com caráter íntegro e honrados. Mas não, nada disso lhes interessa senão o prazer sórdido de poder mostrar ao Executivo sua força em um momento tão significante para nosso futuro. Acontece que junto à sua força acabam por expor ainda mais sua reles insensatez.

Fato é que estão condenando o pais a um futuro parecido com esse horrível presente que hoje tanto faz sofrer os desempregados, que aumenta a desigualdade, que causa insegurança, que marginaliza a juventude e que submete nossa nação à ignorância.

O que esperar do futuro? Duvido que tenham respostas consistentes para essa pergunta, pois não têm capacidade para entender o presente, quanto mais para explicar o que estão fazendo em relação ao nosso futuro. Resta-lhes envernizar suas caras de pau, submergir seus raciocínios covardes ao inusitado e responder dizendo que o futuro a Deus pertence. Até porque, deles(as) nada receberemos a não ser a certeza de que daqui para a frente tudo será incerto.

Acham que assim, ao corroer as necessárias mudanças em nosso sistema previdenciário e abalar ainda mais nossa combalida economia, estarão defendendo o social. A ignomínia desse Legislativo não tem limites porque é fruto de uma nação corrompida pelas espúrias maquinações de congressistas que ainda se movem embalados pela usurpação do poder do povo desde a Constituinte de 1988.

Estes que ai estão aprenderam tudo muito bem com aqueles outros maniqueístas que modificaram a antiga Constituição e depois mentiram dizendo que assim a tornaram “cidadã”. Fomos enganados tanto naquela ocasião como estamos sendo agora.

MENTIRAM, MENTIRAM, MENTIRAM E CONTINUARÃO A MENTIR como cafajestes políticos travestidos de falsa nobreza em atos indecentes contra o povo que os elegeu e neles confiou.

Alegam aos desinformados que estão lutando pelos direitos de todos, quando na verdade estão é acabando com eles ao fazerem de tudo para primeiro preservar direitos por eles e para eles mesmo constitucionalizados ano após ano, bem como de cúmplices e apadrinhados que como eles se locupletam do dinheiro público.

Se aquele Deus a quem submetem nosso futuro for o mesmo que nos protegeu até agora ainda restam esperanças de que possamos reverter o que de ruim aconteceu nesses anos todos, mesmo que para isso tenhamos que ir a luta.

O que é a verdade?

Esta foi a última pergunta de Pilatos a Jesus quando o interrogou a pedido de Caifás e seu Sinédrio.

A verdade de Jesus não se restringe àquilo que Ele disse, vai além, a verdade Dele está no que Ele fez desde seu nascimento, culmina com sua morte, persiste até hoje e permanecerá eternamente.

Por outro lado, para Pilatos não houve resposta, o silêncio de Jesus ficou em sua mente e o atormentou até o suicídio.

Naquele ocasião Pilatos era juiz e júri. O que fez sendo a única instância foi deliberar consigo mesmo, condenar Jesus à morte e lavar as mãos.

Será a trama sinistra engendrada pela esquerda inconsequente capaz de colocar a verdade da Operação Lava-Jato em dúvida?

Teria a tentativa de desconstrução das condenações provadas, comprovadas e julgadas sobre o maior mentiroso de nossa história origem no Sinédrio de Brasília?

Sim, as perguntas são pertinentes porque eles sabem que se agirem como naquele julgamento público e perguntarem à multidão quem deve ser condenado o povo ou o corrupto a resposta será a mesma ou ainda mais retumbante que a dada nas eleições de 2018.

Terão os dois Caifás do Legislativo coragem de afrontar a multidão e condenar o país à crucificação com o apoio do Pilatos do Judiciário?

Resta aos conspiradores a escolha entre arrepender-se ou cumprirem juntos a sina do sinistro fim de Pilatos, neste caso o fim na vida política.

“E conhecereis a verdade, é a verdade vos libertará”. João 8:32

Professores e alunos

Em meio a toda essa discussão sobre a tão necessária reforma na educação, contingenciamentos, passeatas e carreatas encontrei no final da tarde um dos homens com quem tive a oportunidade de aprender.

Batemos um breve papo sobre o passado e o presente, recordamos amigos comuns e nos despedimos, afinal estávamos comprando o pão do fim de tarde para nossas famílias e havia pessoas a nossa espera. Espero um dia poder estar com ele, juntamente com outros amigos e colegas, para termos a oportunidade de extrair daquele ilustre mestre um pouco mais de sua sabedoria.

Pessoa discreta é dedicada ao seu trabalho e profissão, levava a seus alunos desde os tempos da Escola Técnica Federal de Mato Grosso, a saudosa ETFMT, até seu brilhante período de aulas na UFMT, o conhecimento como quem leva alimento a quem tem fome.

Seu profissionalismo e personalidade foram tão importantes que vários de seus alunos nele se inspiraram para seguir com brilhantismo a carreira de professor e se puseram a ensinar tornando-se, como ele, ilustres engenheiros e respeitáveis mestres.

Assim eram naqueles tempos os relacionamentos entre professores e alunos. De um lado o saber e do outro o aprender, em uma simbiose simples e direta como deveria ser e era, porque existiam inquestionáveis interesses comuns entre as partes, tais como a ética, o conhecimento e a dedicação à profissão de engenheiro(a).

Havia sim os movimentos estudantis, que desde aquele tempo se diziam apartidários como, aliás, está no próprio estatuto da UNE, mas já era perceptível sua contaminação pelas ideologias que persistem até os dias de hoje. Aliás, foi onde conseguiram sobreviver a ponto de se tornarem o principal instrumento da infiltração intelectual, difusão de ideias e instrumento de subversão das escolas e universidades públicas no país.

Mas vamos lá, o motivo do texto é dar um exemplo do professor e sua missão e não dos que negam tudo peremptoriamente, inclusive a aprender, parafraseando seu principal mentor frente a acusação de corrupção na CPI do Mensalão.

Dedicado ao Engenheiro Civil, Professor e amigo Reniel Pouso Filgueira.

Como um qualquer

As constantes e reincidentes falhas na interpretação e manipulação dos fatos estão tornando a incapacidade dos analistas políticos e econômicos cada vez mais evidente porque não conseguem se adaptar à evolução dos meios de comunicação e por não perceberem que as pessoas irão checar suas “notícias” com esse aparelhinho chamado celular que está ao alcance de todos.

Estão como que acometidos de uma doença crônica que além de tudo está se tornando incurável no ponto de vista do cidadão comum que “ainda” os lê ou assiste. As maquinações do mundo político passam por uma exposição dos fatos mais do que evidente e interpretá-los passou a ser uma atividade individual e não mais coletiva como teimam em tentar fazer prevalecer.

Hoje qualquer um pode expor seu ponto de vista sobre determinado assunto antes mesmo deste se tornar notícia ao ser publicado, basta um celular na mão.

Quem sou eu para estar falando sobre isso? Este é o âmago da questão a que me referi a pouco, sou “um qualquer” que tem celular e acompanha os fatos e não mais as notícias.

Essa realidade também coloca em estado de estupefação catatônica economistas, sociólogos e políticos, desorientados pela forma isenta, honesta e conservadora de fazer política que passou a vigorar . Não acreditam no que estão vendo e por isso mesmo não aceitaram o óbvio e ululante sucesso de um ex-governo que apenas e tão somente fez o que disse que iria fazer e por isso foi eleito.

As notícias, como continuam a ser transmitidas, estão sendo construídas a partir de interpretações de articulistas e analistas que em grande parte se submetem à linha editorial adotada pela empresa que lhes paga o salário, razão pela qual estão distantes da realidade, aquela mesma que as pessoas vivem em seu dia a dia.

Chega a ser ridículo assistir as projeções dos fatos sob a visão de profissionais que deveriam estar a repassa-los como o são e não como acham que deveriam ser. Erram em quase todas as interpretações do que entendem vai acontecer e são incapazes de reconhecer a verdade quando esta se estabelece.

Tudo cabe no celular, tudo é passado e repassado para amigos, parentes e até para os que não concordam com o que pensamos porque tudo, absolutamente tudo, está sendo visto e gravado por “um qualquer” que presencie o fato.

Como disse certo jornalista: – Vamos aos fatos, mas por favor parem de interpretar o futuro como cartomantes.

O corporativismo político é endêmico

O corporativismo político é endêmico e tão antigo quanto a posição daqueles que insistem em colocar seus planos e interesses a frente dos problemas brasileiros.

Bolsonaro foi eleito Presidente da República e imediatamente também eleito desafeto número um dos políticos à moda antiga, aquela das repúblicas das bananas, onde tudo se tira do povo, em nome do povo, só que para eles mesmos e seus parceiros. E olha que de parceiros podemos elencar uma penca de outros beneficiários do erário público, desde o próprio legislativo, apadrinhados , empresas, passando pelo executivo e alcançando os píncaros do judiciário.

A coisa toda se dá porque o presidente eleito se posicionou desde o princípio e dentre outras coisas contra um certo rito processual das duas casas do legislativo, aquele que trata das matérias que se destinam a brindar seus membros com propostas que se traduzem em benesses.

Se contestadas, cabe ao judiciário, sempre parceiro nesses assuntos, chancela-las mesmo quando eivadas das mais descabidas justificativas, sempre alegando a égide da independência dos poderes uma vez que delas também se beneficia através de uma espécie de osmose vinculativa por eles institucionalizada para os três poderes, a qual permite se imiscuam em cascata por todas as instâncias nacionais.

Já a nós cabe pagá-los calados, são leis e decretos constitucionalizados, portanto direitos adquiridos por aqueles e aquelas que se enquadram em seus termos, mesmo que moralmente indevidos e transferem muito para pouco e deixam pouco para muitos. Caso óbvio das diferenças entre as aposentadorias da cidadania comum em relação aos beneficiários dos três poderes da República.

Quer outro exemplo, vamos à prerrogativa especial para funcionário público de qualquer instância ter seu salário imediatamente aumentado ao concluir qualquer pós-graduação, são os adicionais de qualificação e ações de treinamento, o melhor de tudo é que são cumulativos, enquanto que no serviço privado este esforço permite apenas sua melhor preparação para enfrentar a concorrência.

Sempre ouço, leio e vejo pessoas se referirem a tais diferenças como devidas porque são fruto de seus esforços para consegui-las. Não há como discordar do mérito de qualquer esforço para torná-lo um benefício. A questão não está no mérito, muito menos na justa conquista, esta na desproporcionalidade entre direitos adquiridos quando olhamos o todo e não as partes separadamente.

Nada, absolutamente nada justifica essas gritantes diferenças, nem a manipulação da Justiça que as permitiu mesmo ciente de tamanha e injusta discrepância.

A César o que é de César, foi assim que Jesus respondeu aos que o questionaram sobre o direito à moeda em suas mãos. A frase estabelece a verdade sobre o que é justo, o que é injusto e a importância de saber a diferença entre as duas circunstâncias.

A Teoria da Constipação

Já ouvimos várias vezes serem aventadas teorias a respeito do que acontecerá de ruim com o Brasil no governo Bolsonaro. Desde as mais esdruxulas elucubrações mentais da esquerda desesperada até esta última, fruto da cabeça sociológica de certo ex-presidente que faz de tudo para confundir e não para esclarecer.

Os ex-ministros da área econômica e outros colaboradores de seu governo certamente não têm culpa dos impropérios que ultimamente saem de sua mente intoxicada por anos e anos de subserviência ideológica ao outro ex-presidente, aquele mesmo que foi julgado por cabalísticas três vezes em três instancias diferentes, condenado e preso.

Digo que seus ministros não estão envolvidos nos descalabros de sociólogo porque fizeram um bom trabalho na recuperação da combalida economia pós outro ex-presidente que só foi presidente porque o eleito sofreu impeachment.

Este ex, o sociólogo, não teve a menor cerimônia em sempre alardear como sua a criação o Plano Real durante seu mandado, inclusive os programas que seu ídolo, o preso, açambarcou como seus sem que reagisse. Sua vaidade e seu ego continuam tão grandes que até hoje não reconhece de forma justa o resultado do trabalho de sua equipe, exatamente o oposto do que costuma fazer o atual Presidente. Certo é que lhe falta a grandiosidade dos homens de bem, vez que cada vez mais apequena-se em seu cínico egoísmo.

A realidade é que ao citar agora José Sarney, outro ex-presidente que a seu molde dispensa apresentação, o sociólogo assume de vez seu estado de doentia inconsciência ideológica e coloca toda sua virulência à mostra quando diz que “o povo quer paz, emprego e compostura, sem impeachment”, frase maliciosamente engendrada para encobrir sua indisfarçável má vontade e mais profundo desejo.

Trata-se de pessoa que dada sua eclipsada situação política não tem ninguém nem nada para comparar, exceto a um estado de constipação onde a prisão não é de ventre, mas de mente. A causa dessa Teoria da Constipação é a mesma daquela outra, pois cheira tão mal quanto.

Minha posição.

Tenho me posicionado desde a eleições de 2018 de maneira clara e sincera sobre o que vejo acontecer em meu país. Melhor dizendo, em nosso país.

Venho expondo minha opinião com o rosto à mostra, sem medo, sem subterfúgios e sem mentiras. Nada do que escrevi foi inventado para tentar convencer alguém a mudar de opinião. Minha bandeira sempre foi e será verde e amarela e meu hino o brasileiro.

Hoje, após vencermos duras batalhas, uma tentativa de assassinato e várias orquestrações de descrédito ao grupo que se dispôs a trabalhar para a recuperação de minha pátria ouço com profundo desgosto o silêncio dos que sempre estão em cima do muro a esperar que outros vão à frente e resolvam tudo. Não podem sequer ser chamados de covardes porque os covardes fogem das batalhas e esses sequer tiveram coragem de se manifestar, são participes do mutismo que é próprio dos desclassificados.

É inadmissível ver grupos que se aproveitaram dos momentos de luta nas eleições agora tirarem o corpo fora alegando não comungar com o que pretendem aqueles que como eu irão às ruas dia 26 de maio para apoiar o governo. Só canalhas agem assim.

É ridículo ver os abutres da imprensa salivarem sobre o que pretendem seja a carniça sobre a qual querem banquetear. A esta altura não lhes interessa quem será o difunto, contanto que possam escrever o obituário.

Tudo o que vivemos agora é devido ao comodismo que assola o país a mais de 30 anos, desde que a tal da Assembleia Nacional Constituinte promulgou o que os mesmos mal-intencionados de sempre enchem a boca para chamar de Constituição Cidadã, mas que não passa da maior enganação engendrada pelo Legislativo para proveito próprio.

Ela não foi escrita para que o povo continuasse senhor único e absoluto do poder, mas sim para dele (o povo) receberem uma procuração em branco de modo que pudessem ir impondo suas condicionantes sem qualquer possibilidade de impedimento, vilipendiando assim a boa fé e destruindo as esperanças de seus eleitores por um país sério e justo para todos.

Através de suas manobras e interpretações obliquas foram regulamentando benefícios e constitucionalizando direitos a ponto de afrontar até o mais manso dos crentes em um país sem desigualdades.

Hoje se eriçam despudoradamente os pelos dos que querem ver o desabamento das propostas que pretendem mudar o rumo do Brasil. Querem manter o garrote apertado para que um novo rumo não lhes tire os privilégios e benefícios autoconcedidos que trataram de garantir definitivamente através dos termos do documento que poucas linhas atrás citei como enganação.

Nele se fiam para impor condições e impedir as boas práticas de gestão que tanto precisamos para sair do atoleiro em que nos metemos ao entregar o país a tanta gente sem escrúpulos, sem moral, sem civismo e sem vergonha.

Dele usam e abusam quando querem mostrar sua força mesmo que esse menosprezo implique em prejuízos ao país e descarada afronta aos desejos de maioria da população. Aliás, população que se tornou carcerária porque perdeu seus direitos, restando-lhe apenas deveres, salários baixos e impostos se comparados com o que têm deputados, senadores, procuradores, desembargadores, juízes, a casta superior do funcionalismo público e todas as demais classes de dirigentes do legislativo e do judiciário, principalmente os que perambulam pelas mais altas e bem alimentadas cortes do que deveríamos chamar de justiça, mas que não é.

Não desistirei da luta por um Brasil educado, justo seguro e promissor para todos.

Marcelo Augusto Portocarrero – Cuiabá/MT, 17/05/2019

Melhor cedo do que tarde … ou nunca.

Essa é uma situação daquelas em que se ficar o bicho come e se correr o bicho pega, razão porque não será fácil resolver a questão. Por isso mesmo o melhor é administrá-la como parece estar fazendo o Presidente desde que assumiu ou seja, dando tempo para que tudo se arrume sem sua intervenção direta como é o caso das reações corporativas de deputados e senadores às propostas encaminhadas pelo Executivo.

A esta altura dos acontecimentos já era de se esperar que nossos congressistas tivessem entendido o mal que fazem ao país ao adiar as medidas urgentes que estão sob sua responsabilidade. Mas não, demonstram  incapacidade de subsistir à eventual recuperação do país, mesmo que aos trancos e barrancos como pretendem impor. Agindo assim reafirmam não terem esquecido suas origens perdulárias e mercantilistas, quando não suas incompetências para sobreviver tendo que trabalhar no ritmo proposto pelo Executivo.

Está claro que ao contrário do que aconteceu no passado recente boa parte da população, senão a maioria, concorda com as propostas do governo em todas as áreas da administração pública, inclusive a educação. Até porque ele foi eleito com estes propósitos claramente expostos.

Deixar os embates dos temas polêmicos para depois manterá o governo sobre a pressão que o Legislativo parece pretender, situação que em nada contribui para que saiamos do torpor que muitos políticos inconsequentes querem manter.

Hoje sabemos a causa de seus temores graças a três deputados falastrões que a Globo News mostrou ao vivo e a cores no programa “Estúdio i” através da reportagem de um de seus articulista político que sabe muito bem quem eram os três, mas ficou mudo ou foi proibido de dizer seus nomes. A confirmação dessa reportagem veio durante a comemoração virulenta do “Dia do Trabalhador”, quando a intenção política de restringir o alcance da Reforma Previdenciária foi mencionada por certo deputado paulista.

Ainda é cedo para duvidar da capacidade desse governo mesmo porque a oposição e parte dos meios de comunicação faz de tudo para atrapalhar. Entretanto, o que se vê é que aos poucos o país está conseguindo superar as barreiras erguidas pela incompetência dos governos anteriores e daqueles que deveriam legislar a favor de seus eleitores, mas que parecem pretender impedir a recuperação econômica e social do país receando o sucesso de um presidente que como todos os outros que o antecederam foi eleito para fazer exatamente isso.

Mesmo assim avanços existem e são perceptíveis, só não vê quem não quer ou continua com os olhos vendados pela escuridão ideológica. Temos que dar tempo ao tempo e evitar a disseminação de notícias falsas e atitudes que em nada contribuem para a recuperação da situação caótica que entregaram a este governo que aí está.

O adiamento da discussão de outros assuntos envolvendo reformas estruturais dificultarão a recuperação econômica do país na rapidez e robustez necessárias, por isso aproveitar o momento da discussão da reforma da previdência e também tratar de questões importantes como as reformas da educação e tributária pode ser, ao contrário do que alguns pensam, a estratégia correta.

Outra frente de esforço contra as intenções do Executivo vem dos outros dois poderes. Vimos isso acontecer semana passada quando o STF aprovou por 6 a 5 (com o voto de desempate do seu deslustrado presidente) autorização para que as Assembleias Legislativas Estaduais a exemplo da Federal possam soltar seus deputados presos. Ao mesmo tempo a comissão legislativa que analisa a MP da reestruturação do Executivo aprovou retirar do Ministério da Justiça o Coaf em outra clara demonstração de que pretendem diminuir a importância de Moro e a capacidade de ação da Lava Jato. Uma afronta aos desejos da população e um teste à paciência dos eleitores que veem neste governo a possibilidade de resgatar o país da escravidão legalista que os mantem reféns.

Pensemos na questão do “enfrentamento de fato” com os opositores das propostas do governo como um evento que irá acontecer uma hora ou outro e que talvez seja melhor para o país que aconteça agora, no início do mandato quando ajustes podem ser feitos a tempo ou, em outras palavras, melhor cedo do que tarde ou … nunca.

Enfim, se podemos fazer alguma coisa é ficar atentos e aguardar o desenvolver dos acontecimentos. De resto, é preciso continuar acreditando e fazendo tudo que estiver ao alcance para ajudar, pois não faltam esperanças de voltarmos a viver em um país educado, saudável, seguro e próspero.

Questão de competência

O que mais assombra as pessoas no atual momento político nacional é a percepção de que os opositores do governo não têm interesse em ajudar o país crescer e os argumentos que usam para atrapalhar são tão frágeis que meia dúzia de palavras do atual Ministro da Economia os desmorona como castelos de areia.

Sem ter outra alternativa preferem trabalhar para deixar o povo a míngua. Se pensam que agindo assim conseguirão minar o futuro do governo estão certos, como também é certo que as pessoas já perceberam que fazem isso para depois se candidatarem a salvadores da pátria. Com essas ações destrutivas demonstram não conhecer a nova equação política, esta que permanece nas cabeças daquela maioria de eleitores que elegeu o atual presidente. Não perceberam que se empenhar por menos é caminhar no sentido contrário ou seja, para um final com sinal negativo e que trabalhar por mais significa que todos vão ganhar caso o resultado seja positivo, inclusive eles. Mas não, seus objetivos escusos são desestabilizar o governo e garantir espaços como parecem fazer os presidentes das duas casas do Legislativo. Para eles o país vem depois.

É lógico que a recuperação da economia trará estabilidade financeira e oportunidades para o governo desenvolver suas propostas de políticas públicas, o que por si só não lhe garante sucesso. Por outro lado, e ao contrário do que parecem temer oposicionistas e centristas, significará oportunidade para que todos possam com base em uma economia saudável apresentar novas ou até mesmo velhas propostas de gestão. Terão sido acometidos de amnésia ou não entenderam as reais causas de suas derrotas nas últimas eleições? Se a lição foi aprendida também saberão explorar os eventuais erros do atual governo, somá-los a argumentos convincentes e apresentar suas plataformas de governo nas eleições de 2022.

Desde 2018, vitória em eleição passou a ser questão de competência e não de “compratência”, até porque os meios de comunicação que utilizaram não são mais capazes de cooptar as mentes dos eleitores, mas principalmente porque o celular e as redes sociais são “os olhos que tudo veem”  como no livro 1984 de George Orwell só que com o objetivo inverso, pois é o povo que tem o controle sobre eles e não os políticos.

A ficção criado por Orwell quase se materializou quando dos governos Petistas onde os números foram constantemente manipulados para mostrar um país das maravilhas aos mais desinformados com o beneplácito de seus comparsas de nível superior. Por muito pouco não chegamos a ter filhos vigiando seus próprios pais pela forma como estavam manipulando livros e processos de ensino. As famílias estavam sendo alijadas da educação, os professores que não aplicavam a cartilha do partido eram desprestigiados, os alunos eram incentivados a reagir negativamente às idéias liberais e muitas outras atrocidades morais como visto durante a campanha eleitora de 2018.

Durantes aqueles governos a população foi desarmada, os meios de comunicação controlados por meio não ortodoxos e boa parte da população levada a crer, assim como na ficção de Orwell, que nosso Brasil estava em permanente estado de opressão pelos países desenvolvidos do mundo. Assistimos a corrupção tomar conta dos poderes da república, das empresas públicas e se espalhar pelas atividades privadas, a ineficiência tomou conta do governo e o padrão de vida passou a ser nivelado por baixo.

Propositalmente as tecnologias passaram a ter uso limitado e a economia controlada para que pessoas e estruturas paralelas ao governo como o MST e o MTST permanecessem dependendo de invasões de terra privadas e imóveis particulares para manterem dependência ideológica com seus lideres e vivessem por 15 longos anos na esperança de um futuro melhor que nunca aconteceu.

Nada deve ser construído sobre bases erradas

O mundo mudou nestes últimos anos e precisamos nos adaptar a ele. De lá para cá podemos afirmar que apesar dos avanços obtidos o que vale mesmo é termos competência para saber utilizá-los e discernimento entre certo e errado, mas principalmente caráter para sempre optar pela primeira entre estas duas últimas alternativas.

Lembro-me das lições que aprendi com meus professores na faculdade de engenharia. Algumas, a princípio, não percebidas dada a forma sutil com que foram inseridas nos conteúdos das matérias que eram passadas em aula.

Uma delas, em especial, foi-me dada na entrega da nota de determinada prova quando percebi que o professor não havia considerado nenhum ponto de uma questão por eu ter errado na anotação dos dados, muito embora tenha desenvolvido o raciocínio e o cálculo de forma correta.

Para justificar seu aparente excessivo rigor disse que nada deve ser construído sobre bases erradas e finalizou com a seguinte frase:

– A vida precisa ser pautada pela correta observação e utilização das informações disponíveis senão terá sido em vão todo o esforço para levá-la adiante.

A mensagem é mais que pertinente, por isso precisamos prestar atenção ao que acontece a nossa volta e passar a agir como pessoas cientes de nossas responsabilidades. A perda de bases sólidas na economia, o descaminho na educação, a desestruturação da saúde e a falta de segurança são o resultado da desatenção aos sinais de decadência no âmbito político que aconteceram nos últimos anos no país. Não percebemos ou fingimos ignorar os erros e abusos cometidos em nosso nome e pelos quais como consequência estamos pagando agora juros e correção monetária. Se não tratarmos de promover as mudanças necessárias deixaremos muitos restos a pagar para as futuras gerações.

O país vem a décadas passando por transformações através de um serpear como se fossemos uma serpente de duas cabeças onde hora andamos em um sentido, hora em outro, seguindo o desejo da cabeça que tem mais força no momento. Por causa disto perdemos o rumo, e isso se deu a partir do momento em que sucumbimos às propostas ideológicas mesmo sabendo que estas nunca se destinam a construir, mas sim a combater e se possível destruir os adversários na luta pelo poder.

A história tem apresentado esse cenário com frequência e exemplo disso estamos vendo agora na Venezuela, país a ponto de ser palco de uma guerra civil onde a falta de bases políticas sólidas e democráticas solapou suas fundações republicanas deixando a possibilidade do desastre iminente. Haverá salvação para a população sem que uma desgraça aconteça? Em outras palavras, será preciso que venezuelanos lutem contra venezuelanos mesmo sabendo que este conflito prejudicará a todos?

Hoje, em nosso Brasil já vivemos uma situação calamitosa, estamos sob permanente tensão, sendo a principal causa disso nosso descaso com a realidade ao aceitarmos viver até pouco tempo uma situação onde os “deveres” eram tratados com desprezo e não como obrigação. Já os “direitos”, estes, de tão concedidos e capciosamente exercidos, tinham se transformado em pontes para a permissividade.

Provando do próprio veneno.

Assistimos ou melhor dizendo, não assistimos a entrevista do ex-presidente presidiário.

Foram varias as razões para não ter havido assistência para as repetitivas é descabidas declarações do entrevistado em questão. Neste caso, vamos nos concentrar em apenas duas delas: a do puro desinteresse da população e a clara demonstração de força de certa parte da imprensa quando seus interesses são contrariados.

A primeira é obvia, até cristalina para um povo cansado de ser tratado como massa de manobra pelo maior cara de pau da história. Aliás, a isso ele faz jus dada à mania de grandeza que lhe é peculiar. Uma pessoa que se diz o homem mais honesto do mundo só pode ser classificado como o maior mentiroso de todos, tanto que continua detentor dos dois títulos, um proposto por seu enorme ego e outro imposto pela justiça por três vezes e em três instâncias diferentes. Um recorde merecido para quem não tem a menor noção do que é ser ético. Só não sabemos se essa sua característica é devida a sua ideologia, por ignorância ou pela combinação das duas.

A segunda razão tem em comum com a primeira exatamente isso, a falta de ética, o que se deu porque “aquela” certa parte da imprensa não teve seus objetivos alcançados. Houve uma razão específica para tanto, foi a frustração pela entrevista não lhes ter sido autorizada. Falha imperdoável em tempos de baixa audiência devido às seguidas frustrações causadas pelas manipulações de notícias desde a campanha para a Presidência da República em 2018.

Aquela seria uma oportunidade de ouro para mostrar ao governo sua capacidade de retaliar contra a decisão de reduzir despesas com propaganda e outros gastos com publicidade. Entretanto, parece que falou mais alto a necessidade de reagir à petulância daqueles que foram contra o interesse dos poderosos da comunicação que dominam a mídia no país.

Ganhamos nós, que já suspeitávamos das intenções levianas do criminoso condenado ao dar a entrevista e dos objetivos daquela parte da mídia que não se importar com quem será atingido por suas reações quando seus interesses são contrariados.

Sim, porque mais uma vez foram expostos tanto os desatinos daquele presidiário que tentou desestruturar os princípios basilares da instituição chamada família tradicional brasileira como as intenções da mídia que invade diariamente nossos lares em sua campanha para minar a imagem do governo sem se preocupar com o fato de que ao agir assim pode estar atingindo a tudo e a todos, inclusive a eles mesmos. Ambos estão provando do próprio veneno ao perder crédito.

Ações e reações Inconsequentes

Quando políticos defendem que pessoas sob investigação “não podem” ser impedidas de assumir ou mesmo concorrer a cargos públicos fica claro que não se importam com o que acontecerá com seu país, mas sim com seus próprios interesses e os de seus correligionários.

Quando políticos não querem se responsabilizar formalmente por suas indicações para ocupantes de cargos no Poder Executivo estão assumindo posições diametralmente opostas àquelas para as quais foram eleitos.

Quando pessoas que estão nessa situação são indicadas a cargos públicos e aceitam, assumem com isso serem protagonistas da história do mau-caratismo que busca permanecer atuante no meio político do país.

Quando políticos reconhecem publicamente que se as medidas econômicas propostas pelo Governo forem aprovadas ninguém será capaz de contê-lo e atuam no sentido de impedi-las ou diminuir seus efeitos sem considerar suas importâncias para o país chegamos a conclusão que se trata da inequívoca demonstração da pequenez do Legislativo frente a esse momento tão importante para o futuro dos brasileiros.

Quando quem deveria julgar passa a investigar e condenar inverte o papel da justiça contrariando as razões pelas quais os poderes da República são constituídos e deixam de agir com isenção dentro de suas atribuições constitucionais.

Quando a imprensa passa a desacreditar as ações que buscam resgatar a capacidade do Governo de reverter a situação caótica em que o país se encontra e abandona os princípios de imparcialidade que deveriam reger sua atuação torna-se a sepultura, a vala comum, dentro da qual serão enterradas as vítimas de suas inconsequências.

Precisamos ser coerentes

Uma hora ouvimos dizer que delações premiadas são ilações contadas para reduzir penas em processos judiciais, outra hora que devemos acreditar nas conversas de ex-guerrilheiros(as) que defendem ladrão que rouba ladrão e pedem seu perdão.

A verdade é que vivemos até bem pouco tempo uma ditadura depravada levada ao poder por mentiras já assumidas, desvios já constatados, corruptos desmascarados, políticos condenados, presidenta impichada e seu grande líder preso.

Naquele período o país foi delapidado por uma série de governos de esquerda eleitos inicialmente pelo voto da desesperança e mantidos no poder pela implantação da ignorância, da insegurança e da exploração da pobreza institucionalizada por programas destinados à compra de votos dos mais necessitados.

Aquela camarilha achou que os votos acima citados lhes dariam condições de fazer o que bem quisessem até levar o país a bancarrota, e olha que tiveram várias oportunidades para adotar as mesmas medidas agora propostas para evitar o caos a que chegamos. Aliás, o Ministro Paulo Guedes foi preciso ao expor a falta de coragem e competência daqueles governos anteriores durante sua visita à CCJ ao falar sobre a reforma da previdência.

É hora de coerência política por parte dos eleitos para que trabalhem em prol do futuro de todos, é hora de coerência patriótica pelo lado dos eleitores na cobrança de atitudes pro-ativas de seus representantes, é hora de coerência jornalística pela mídia na cobertura honesta dos atos e fatos, mas acima de tudo é hora de esquecer paixões e fisiologismos ideológicos.

Pensemos no país, na nação e no Brasil pátria de todos.

A derrota de todos nós

Seja governo, seja oposição o adiamento da discussão da reforma da previdência é uma derrota para todos nós.

Quando de um lado temos a proposta do governo sobre a reforma da previdência para ser analisada pelo CCJ e do outro um colegiado de deputados federais que precisa analisá-la seja para aprová-la como está, seja para modificar seus termos e propor nova redação, cabe a pergunta: – Porque adiar essa questão?

Se os que se consideram entendidos da relação “situação x oposição” sugerem que o governo não foi competente para encaminhar o assunto porque mostram-se incapazes de fazer qualquer leitura referente ao fato de a oposição não ter argumentos consistentes para propor mudanças naquela proposta até agora? Esta dúbia postura editorial leva a conclusão que estamos assistindo boa parte da imprensa, o chamado quarto poder, tomar posição contrária a seu propósito de ofício, o da imparcialidade.

De quem é a vitória nesta altura dos acontecimentos? A resposta é uma só, de ninguém. O que se observa é que a prorrogação desse assunto afeta a tudo e a todos, para o bem ou para o mal. No entanto, a parte podre da imprensa assessora a oposição e aplaude essa derrota de todos nós comemorando a vitória da desinformação com que tem alimentado seu público. É isso mesmo que você está lendo, sem a menor possibilidade de haver erro nessa terrível constatação.

O que confirma isso é o fato de que no momento em que vemos a liberdade de imprensa ser atingida com um “cala boca institucional” pelo STF, também assistimos a imprensa alimentar a desinformação e apostar todas as suas fichas na manutenção do caos político mesmo sabendo que essa situação afeta negativamente a economia, que por sua vez atinge a educação, a saúde e a segurança do país. Fazem isso porque ainda acreditam que notícia ruim é que dá primeira página, reafirmando as palavras reveladoras de um dos ícones do telejornalismo Global. E o pior, nenhum profissional, jornal, site ou empresa de comunicação tem coragem de negar porque é tudo muito óbvio e ululante.

Não se importam com a derrota de todos nós, desde que venda notícia.