Corretores do amanhã

Pois é, estamos nos aproximando do momento em que definiremos nosso futuro a partir do ano que vem, e será importante prestar muita atenção no que nos oferecem os corretores do amanhã.

Se por um lado temos obras que desde o início de suas execuções apresentaram vícios de construção, daí os problemas com seus prazos, qualidade e durabilidade terem aparecido tão logo entregues, o que dizer então das que sequer foram concluídas.

E o que são esses tais vícios de construção ou construtivos?

De acordo com a ABNT NBR 13752 vícios construtivos são:

“Anomalias que afetam o desempenho de produtos ou serviços, ou os tornam inadequados aos fins a que se destinam, causando transtornos ou prejuízos materiais ao consumidor. Podem decorrer de falha no projeto, ou da execução, ou ainda da informação defeituosa sobre sua utilização ou manutenção. ”

Ou seja, podem ser entendidos como “erros” ou “problemas” nas edificações, sejam esses problemas de desempenho, falha de projeto, execução ou alguma informação errada repassada pelo responsável da obra.

Os vícios construtivos se dividem em dois tipos específicos e de fácil entendimento, esses são:

1. Vícios aparentes

São aqueles de fácil visualização, no qual até um leigo pode identificar os erros. Exemplos: Vidros quebrados, pintura malfeita, dimensões diferentes da do projeto, etc.

2. Vícios ocultos

São aqueles de difícil visualização, em geral esses vícios são identificados após algum tempo de uso do imóvel. Exemplos: Infiltrações, problemas de tubulações, problemas elétricos e etc. https://neoipsum.com.br/vicios-construtivos/

Então, sem necessidade de ir adiante sobre outros detalhes técnicos a respeito dos vícios de construção porque as informações acima são mais que suficientes para o fim a que se destinam, vamos em frente.

Diz o ditado popular que “O FUTURO A DEUS PERTENCE”, o que não significa deixarmos de ficar atentos às questões sobre as quais temos o direito e o dever de decidir, como essa que agora se apresenta e que definirá o caminho que vamos seguir daqui para a frente.

Sendo objetivo, a decisão que tomaremos em outubro de 2022 implicará diretamente na vida de todos nós, sem distinção. Agora mesmo, os corretores do amanhã estão nos mostrando os dossiês dos diversos candidatos ao cobiçado cargo de construtor de nosso futuro, para que decidamos sobre onde e como vamos viver a partir do ano que vem.

Para ajudar na análise sobre os construtores (candidatos) em questão, segue uma Lista de Checagem para verificação do que já disseram e fizeram, sob a ótica dos argumentos em que se baseia este texto, a ser aplicada individualmente:

1) Os programas, obras e ações previstos anteriormente pelo construtor foram concluídos?; 2) Seus cronogramas físico-financeiros de execução foram cumpridos?; 3) Seus executores eram empresas e/ou profissionais tecnicamente habilitados?; 4) Os materiais usados foram os especificados nos respectivos Memoriais Descritivos?; 5) Os orçamentos foram suficientes para suas conclusões ou foram aditivados dentro do limite de 25%, conforme §1º, do art. 65, da Lei 8.666/93?; 6) Os programas, obras e ações agora propostos são coerentes com o que o país precisa e você espera?

Vejam que são seis questões simples e diretas. Elas não precisam ser motivo de pesquisas profundas sobre seus temas, até porque são perceptíveis a qualquer um, em qualquer lugar e a qualquer momento, basta olhar ao redor. No caso, o que importa mesmo é a percepção de que essa analogia deve ser feita e aplicada em tudo nos três níveis de governança pública, inclusive nas diversas áreas de atuação dos três poderes constituídos.

O que os corretores do amanhã estão nos apresentando para as próximas eleições são as versões ou propostas de vida que teremos a partir do final de 2022. Nessas propostas estão subliminarmente inclusos o que vai acontecer com nossos patrimônios, moradias, saúde, educação, segurança e, acima de tudo, nossa liberdade.

Pense bem, considere o que já vivemos no passado, o que estamos presenciando no presente e o que precisamos para amanhã. Confie em seus sentidos, não nos argumentos dos outros, pois o voto é seu, mas o futuro é nosso. Somos brasileiros, um País política e geograficamente definido e habitado por uma população solidária; uma Nação diferente, amalgamada por diversos grupos étnicos e religiosos; um Povo que fala o mesmo idioma, tem os mesmos costumes e está sujeito às mesmas leis.

Essa é a razão de nossa luta por um Brasil forte, unido e livre.

Vida e morte

A tudo começa,

Um suspiro fraco,

A primeira saída,

No portão da vida.

Jato de sangue,

Que leva energia

Às partes do corpo.

É a vida que segue,

Olhos que se abrem,

Lágrimas que caem,

Coração que bate,

Sangue que corre,

Viva a vida,

Sinta emoção,

Paixão,

Transformada em amor

Se passa de tudo,

Da alegria à tristeza,

Até a dor.

E chora-se muito,

E tudo é Beleza.

Mas de repente,

Sem aviso,

De improviso,

Tudo transforma,

Vem a tristeza,

Pela vida perdida,

Vai-se o amor.

Ódio à má sorte.

Sangue que escorre,

Coração que para,

Lágrimas que secam,

Olhos se fecham,

É a morte, é a morte.

As mãos de meu pai

Eram mãos finas, de pele suave, devido ao tempo e aos diversos trabalhos que desenvolveu após iniciar sua carreira e durante todo o tempo que esteve conosco. Papai, tinha os dedos longos para o tamanho de suas palmas, eles combinavam com as unhas, também maiores que o normal e que se particularizavam por ter o formato mais reto que côncavo o que lhes permitiam transmitir ao conjunto um certo toque de firmeza devido ao particular formato.

Eram mãos que denotavam ser seu possuidor pessoa de grande força interior, força que se restringiu a um único objetivo, o bem-estar da família. Papai, sempre foi um homem cuja vida esteve dedicada a nós e ao trabalho, tanto que nesse tempo ocupou importantes cargos e exerceu diversas funções nas quais muitos viam oportunidades para o enriquecimento fácil. José Afonso Portocarrero, Seu Porto, como era conhecido, nunca se sujeitou a sujá-las, não meu pai, ele permaneceu assim até o fim de sua jornada.

Mãos de um homem que sabia onde pô-las para não se comprometer perante Deus; mãos, que não deixaram de ser justas nem quando precisaram corrigir o rumo de seus filhos no intuito de colocá-los na direção certa. Atitudes, que na maioria das vezes foram tomadas através de exemplos morais, no entanto, também soube usar delas de maneira firme para apontar o caminho da retidão. Nas raras vezes em que não conseguiu, procedeu como se as falhas tivessem sido suas por não ter agido com equidade, ou mesmo por ter falhado em algum momento de nossa educação.

Mãos, que com o passar do tempo foram perdendo a força de quando a segurávamos para ir aos lugares que conhecemos em sua companhia; mãos, das quais ainda sentimos falta do contato com as nossas, do calor humano que emanavam e do amor que transmitiam ao pousarem sobre nossas cabeças e ombros. Somente seu toque era suficiente para erguer do desânimo e acalmar a dor, senti-lo eliminava a necessidade de palavras, mesmo assim elas vinham em apoio a seus gestos.

Aquelas mãos, que juntamente com as de mamãe seguraram as dos filhos até poderem soltá-las na certeza de que seguiriam seus exemplos em todos os momentos que enfrentariam e que também serviram de apoio aos netos durante o tempo em que permaneceram sendo os faróis a guiar nossas travessias; mãos, que relutaram em aceitar que estavam livres para serem usadas somente para eles mesmos posto que até aquele momento só foram usadas para atender as necessidades dos outros.

Sim, aquelas mãos mereceram o descanso que tiveram quando passaram a segurar as nossas ao serem levadas para onde quisessem e fosse necessário; mãos, que de auxiliares passaram a ser auxiliadas pelas que tão bem souberam guiar; mãos, que foram tão queridas por sua esposa e filhos e pelas quais procuro agora fazer o necessário reconhecimento a tudo que fizeram por mim e por todos que estiveram ao seu alcance.

Espero ter aprendido a usar as minhas tão bem quanto meu pai usou as dele, vez que são parte da continuação das suas. Obrigado papai, por ter as mãos mais importantes que as minhas seguraram um dia.

Sem sentido

Às vezes acordo de madrugada e vou para a varanda olhar o céu e tentar ouvir respostas para as perguntas de meu coração. É nesses momentos, quando tento falar com Deus, que ele palpita ainda mais rápido, atordoado com tanta coisa ruim acontecendo ao mesmo tempo e fazendo com que minha incompreensão varie com o caminhar do dia indo de alta para baixa e vice-versa, inconformado que estou na busca das respostas que não encontro.

Talvez, seja porque em momentos de tanto sofrimento ainda existam pessoas tentando nos convencer que essa desgraça é um mal necessário, quando, na verdade, ela não passa de um indisfarçável processo seletivo onde os mais fracos, aqueles com comorbidades, os idosos e os carentes são as principais vítimas das estressantes situações a que estão nos sujeitando.

 Nada mais faz sentido, quando governantes afastam as pessoas de suas atividades de subsistência e países se fecham na busca de métodos eficazes contra o que até agora não se mostra controlável, tampouco curável, através das soluções “ditas científicas” apresentadas como definitivas, mas que não passam de experimentos coletivos aos quais nem os próprios autores se submetem, mas cobram, e como, e caro.

Enquanto isso, na esteira das crueldades seus controladores, os megainvestidores de sempre, seguem ameaçando, ora propondo soluções globais de controle, ora com a possibilidade de novas e ainda mais mortais viroses, quando, na verdade, seguem empurrando a humanidade para o curral da submissão que pretendem impor utilizando uma série de eventos coercitivos que nos está desestruturando aos poucos pela degradação moral, com a exacerbação das diferenças, a subtração das liberdades e pelo ativismo ateísta que busca abalar a fé em Deus e acabar com as esperanças de um mundo melhor para todos.

Deus te abençoe meu filho

A princípio, quando a contragosto papai veio morar comigo ainda era capaz de se deitar sozinho, suas dificuldades eram bem administradas porque caminhava e conseguia ir ao banheiro sem, como dizia, incomodar ninguém.

Acontece que as inconveniências que aparecem com a idade estavam se avizinhando e foram chegando sem cerimônia nem aviso prévio para, pouco a pouco, mostrarem sua crueldade. Para complicar, isso se deu no final de 2019, ou seja, três meses depois chegou essa virose que ainda assola o mundo e que nos obrigou a dispensar os serviços das cuidadoras que o acompanharam quando veio para minha residência, aliás, uma condição imposta por ele para concordar em se mudar.

Com isso, teve início o período mais difícil de sua adaptação ao nosso apartamento. Em que pese a boa instalação dos aposentos onde esteve acomodado ele costumava dizer que lá não era seu domínio e sim nosso, meu e de Clara. Como consequência, enquanto as cuidadoras estiveram presentes correu tudo bem, mas a ausência delas nos colocou a cumprir suas tarefas além das nossas o que acabou por modificar definitivamente o cotidiano de todos. No entanto, o que parecia ser uma tarefa extenuante foi rapidamente superada por sua espontânea colaboração ao perceber as dificuldades que estávamos enfrentando. Tanto, que cooperou de forma definitiva para diminuir os riscos dos estresses que eventualmente ocorrem nesse tipo de situação.

Assim mesmo, o início foi muito difícil principalmente porque tivemos que adaptar nossos horários, por isso tive que dormir com ele com receio de deixa-lo sozinho no quarto, ajuda-lo na higiene pessoal, trocar a roupa e outras atividades que não conseguia fazer sem o necessário apoio. Então, para amenizar esses momentos passamos a tomar banho juntos, oportunidades em que no princípio riamos muito ao lembrar que era ele quem me ensaboava e agora eu fazia as vezes do ensaboador. Depois, ajudava a enxugava seu corpo, se vestir, pentear os cabelos e fazer a barba em momentos que transformamos em divertidas trocas de informação até percebermos o quanto eu tinha dele em meus procedimentos para as mesmas coisas.

Foi assim, principalmente depois que começou a mostrar cansaço até para caminhar pequenas distâncias como ir da sala até seus aposentos ou quando sua pouca visão dificultava o apoio nos suportes instalados no quarto e no banheiro. Dessa forma, as medidas paliativas que fomos tomando com o passar do tempo retardaram mas não impediram sua quase total dependência, no entanto, foi seu entendimento da realidade que o cercava que lhe possibilitou aceitar de bom grado o suporte que procurávamos de todas as maneiras lhe proporcionar. A proximidade do final com plena consciência foi o que nos fez optar por mantê-lo nas casas dos filhos até o fim. Dessa forma, papai permaneceu consciente, acolhido e com disposição para viver em família pelo maior tempo que Deus nos permitiu lhe proporcionar.

Manter seu cérebro ativo através de longas conversar, incentiva-lo a contar suas lembranças, histórias que ouviu e as aventuras que viveu foram o combustível que alimentou seu ânimo e manteve seu coração batendo forte durante aquele maravilhoso tempo que esteve conosco no final da vida.

Com a necessária frequência, seus filhos, noras e netos estiveram com eles participando de momentos que foram como viajar com papai no tempo em ocasiões que me faziam lembrar de quando íamos passar férias em Bela Vista, hoje Mato Grosso do Sul, na cada de sua mãe, vó Sinhara, e ela nos colocava a bombear o carneiro do poço para encher a caixa d’água. Então, todos os dias as crianças eram escaladas para aquele trabalho que acabava se transformando em divertida competição onde quem conseguisse bater a alavanca do carneiro mais rápido em determinado espaço de tempo ganhava a disputa. Era com esse espírito que nos alternávamos a sua volta no prazeroso empenho de bombear forças a papai.

Vaidoso, volta e meia se lembrava de uma de suas roupas ou pertences e fazia questão de saber onde estavam. Com frequência se comunicava com sua tia Gloria com quem conversou até perto dela falecer aos 102 anos, ele já com 97. Pelo lado dos Portocarrero sempre manteve contato com a prima Virgínia, outra centenária da família ainda viva nesse início de 2022. Da mesma forma, regularmente pedia que ligássemos para os amigos, a querida sobrinha Cida e para Enedina, sua filha de coração.

Em seus derradeiros meses passava bom tempo falando de mamãe, era quando afirmava que ainda sentia sua presença na hora de dormir, momento em que dizia ouvir ela rezar o terço e fazer imposição das mãos sobre sua cabeça pedindo por sua saúde da mesma forma que fazia todas as noites pensando que ele já estivesse dormindo. Quando mamãe morreu, papai disse que ela veio até ele na noite anterior a seu falecimento para avisá-lo que estava partindo de modo que no dia seguinte foi até a hospital para se despedir.

Muito do que contei nesse texto foi mencionado no que escrevi anteriormente, mas relembrar os momentos que estive com papai só me fazem bem e com certeza a meus irmãos também porque sempre pedíamos sua benção quando nos despedíamos nas vezes que íamos estar com ele em sua casa, depois na minha e na de André Guilherme onde passou seus últimos momentos. Quanto a mim, aquelas ocasiões são eternas porque enquanto esteve comigo era depois de acomoda-lo na cama que me sentava a seu lado para conversar mais um pouquinho e pedir sua benção que, invariavelmente, após essa despedida de boa noite ele pegava minha mão, a colocava sobre seu peito e agradecia por estarmos juntos. Por fim, e sob meus veementes protestos dizendo que era eu quem lhe agradecia por ser meu pai ele dizia seu inesquecível: – Deus te abençoe meu filho.

Que ninguém te veja assim.

Se você sabe o que quer,
Faça então tua vontade,
Não pense em algum talvez.
Que teus sentimentos voem
Como as folhas do outono,
Mas saiba que elas caem.
Quando esse momento chegar,
Não chore só por chorar,
Nem pelo amor perdido,
Senão, todos saberão o que você sente,
Quando verem tuas lágrimas.
Lágrimas são como páginas abertas de um livro,
Onde não é preciso saber ler para entender.
Basta apenas ver para sentir,
Se elas rolam por amor,
Ou outra razão qualquer.
Então, chore agora,
E que ninguém te veja assim.

Tradições esquecidas

Aquelas nossas tradições,

De fazer os apetrechos,

Das lidas nas fazendas,

Se foram com os antigos.

Nosso ancestrais esquecidos,

Pioneiros da jornada,

Homens e mulheres,

Velhos peões.

Ninguém se interessou,

Ou quis saber,

Poucos guardaram suas lições.

Restaram histórias do que foram,

Do que fizeram,

Traços do que deixaram.

Da cultura de fazer com as mãos,

De apreciar com os olhos,

De sentir com o coração.

A maior parte sumiu,

Entregue ao tempo,

Levada pelo vento,

Que passa ao largo,

E se vai na imensidão.

Como a água da chuva

Que cai sobre nossa cabeça,

Escorre pelo corpo

E some pelo chão.

Prova de vida

Outro dia, mandei para algumas pessoas uma gravação do presidente do INSS a respeito do termino da exigência de prova de vida para os idosos na intenção de dar a merecida publicidade a essa excelente e muito aguardada notícia para todos que como eu já passaram dos 60 anos e estão aposentados.

Para minha surpresa, uma única pessoa dessas para as quais repliquei a gravação me respondeu de forma diferente, aliás, procedimento comum em quem foi idiotizado pelo revanchismo ideológico que infectou as mentes inconformadas com a vitória dos conservadores em 2018.

Em sua raiva incontida, essa pessoa alegou que sair de casa para ir a uma agência bancária fazer a prova de vida era um dos poucos prazeres de sua mãe e que agora, graças a esse FD* do Presidente da República, nem isso ela poderia fazer. É, acreditem, foi isso mesmo, sem tirar nem pôr uma única palavra.

A princípio, estarrecido com o impacto nauseante daquele comentário descabido, aliás, como outros que volta e meia somos obrigados a ouvir de pessoas das quais menos se espera esse tipo de atitude fiquei calado, preferi seguir o conselho de meu pai que sempre pródigo em seus comentários sobre coisas absurdas falava que era melhor ouvir desaforos que dizê-los e depois se arrepender.

Então, mesmo encafifado com a situação esperei passar algum tempo na esperança de conseguir relevar aquela asneira, mas não consegui. Em minha cabeça continuava a latejar a inesperada origem de um procedimento tão pobre da racionalidade vindo de quem eu conhecia e sabia ter cultura e conhecimento superiores ao meu que se resume a um único curso superior, sem uma (sempre necessária) pós-graduação, um MBAzinho que fosse, que dizer então de mestrado e doutorado. Meu conhecimento é o mesmo de vários amigos, ou seja, sou mais um daqueles esforçados autodidatas sobre a realidade da vida.

Essa forma de pensar e agir por impulso que percebi na enviesada resposta que recebi me faz pensar em como foi importante estar presente na velhice de meus pais de modo a não permitir que uma ida ao banco se tornasse um de seus únicos prazeres. Não, muito pelo contrário, enquanto pude eles foram levados para cumprir desde seus afazeres mais simples como comprar alimentos, remédios, roupas e outras de suas necessidades habituais, como também as inadiáveis idas ao médico, a um bom restaurante e até mesmo ao banco para fazerem suas provas de vida.

Mas, ao que tudo indica não deve ser esse o modo de pensar e agir de quem prefere culpar o outro por suas falhas por menores que sejam. Isso comportamento, é típico de quem pensa como aquele sociólogo e seu camarada aposentado por invalidez porque perdeu o dedinho os quais medem os outros por suas próprias métricas. Aqueles mesmos, que de tanto enganar desconhecem o que é agir sem maldade, sem revanchismo, sem mau-caratismo e que continuam a proceder assim sem ter vergonha do que fizeram de errado nem do que deixaram de fazer de certo quando tiveram a oportunidade de fazê-lo.

Não, preferem entender que medidas como essa a que me refiro em relação a dispensa de prova de vida para continuar recebendo aposentadoria seja uma medida eleitoreira sem se dar conta de que ao contrário do que sempre fizeram o que temos agora não se trata de promessa de campanha, mas sim do cumprimento dela para com os aposentados.

Essa é a diferença entre prometer e não cumprir para comprometer e fazer, coisa que desconhecem. Por sinal, essa não foi uma promessa de campanha, foi um compromisso.

Falar nisso, alguém conhece alguma promessa de campanha feita aos aposentados do INSS que tenha sido comprida pelos ex Presidentes da República do PT, PSDB e PMDB?

Se for preciso

Se for preciso amar,

Se apaixone antes,

O amor é fruto da paixão.

Se for preciso sofre,

Que seja por amor,

Não alimente o ódio.

Se for preciso odiar,

Não queira o mal,

Contenha seu coração.

Se for preciso trair,

Não o faça,

Seja solidário.

Se for preciso chorar,

Derrame lágrimas de alegria,

Não de tristeza.

Se for preciso gritar,

Grite por justiça,

Não de dor.

Se for preciso dar,

Haja por caridade,

Não seja egoísta.

Se for preciso pedir,

Faça-o pelos outros,

Não para si.

Se for preciso recomeçar,

Levante a cabeça,

O horizonte é infinito.

Se for preciso conforto,

Tenha Fé,

Dirija-se a Deus.

Iniquidades

Para ser direto, pessoas que sequer conseguem olhar para fora do seu cercadinho são incapazes de aceitar que do outro lado exista uma infinidade de oportunidades diferentes dessa que os mantem isolados. Por isso, ao invés de tentar sair de seu mundo ideológico tentam convencer quem pensa diferente de que não existem desvantagens no cercado onde estão e por isso vivem um paradoxo em seu nexo causal, ou seja, um mundo onde existe a comprovação de que efetivamente há danos motivados pela ação voluntária, negligente e imprudente de quem os causou, mesmo assim se negam a reconhece-los. É assim que se comporta quem perdeu privilégios individuais , os esquemas e as facilidades com que a tchurma da lacração estava acostumada.

É isso mesmo, esse era o modus operandi daquela renca de aproveitadores que se locupletava com as benesses concedidas pelos que tinham se apossado do país desde quando a estratégia da tesoura, trama organizada pela dupla FHC-Lula, começou a ser colocada em ação. Pois então, a culpa da situação em que nos encontramos é desses dois sujeitos que hoje sabemos são as próprias lâminas da tesoura usada para perpetuar no governo a social democracia, apelido vulgar da grife comunista que tentam implantar por aqui e no resto do continente sul-americano com a ajuda de seus parceiros cubanos, venezuelanos et caterva, seguindo o falido modelo da antiga URSS – União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, só que com sotaque gramscista.

Pois é, e aí estão eles novamente só que dessa vez a campo aberto porque expostos por sua própria ganância desenfreada vez que o teatro de faz de conta que representavam nos bastidores já havia sido externalizado e agora foi finalmente ratificado no famoso jantar dos R$ 500,00 acontecido em São Paulo com o manifesto patrocínio de advogados e políticos que articularam a mudança de postura da STF em relação aos julgamentos dos crimes investigados na Operação Lava Jato.

Foi assim que terminamos o ano de 2021, com as vísceras da social democracia sendo exposta ao eleitorado em mais um ato de bravata da esquerda que agora não mais se acanha em mostrar o cooperativismo político-judicial lentamente introduzido em nosso pais por longos e tenebrosos 34 anos mesmo após ser derrotada por um ilustre desconhecido nas eleições presidenciais de 2018.

Fazendo uma simples operação matemática de divisão é fácil chegar a conclusão que nos últimos três anos em que pesem as barreiras politicas impostas pelo legislativo, as interferências do judiciário e a crise mundial de saúde tivemos mais desenvolvimento socioeconômico que a camuflada coalizão da esquerda obteve enquanto nos governou por 34 anos com um único hiato chamado Fernando Collor de Mello, uma oportunidade jogada fora, uma iniquidade no breve intervalo entre seus antecessores e sucessores até que o inconformismo popular fez com que perdessem novamente as eleições.

As outras iniquidades começaram antes, em 1985, através do governo PMDBista, (entendam oportunista) de José Sarney ou José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, indivíduo que assim como Luís Inácio da Silva mudou de nome provavelmente porque o original não o levaria a lugar nenhum com o agravante de ter sido presidente devido à morte de Tancredo Neves e uma bem articulada ação política, entretanto, a falta de legitimidade foi sua maior inimiga. Durante seu governo, a única realização relevante foi a convocação da Assembleia Nacional Constituinte porque de resto deixou a desejar principalmente na área econômica devido aos fracassos dos planos Cruzado, Cruzado II, Bresser e Verão e o reatamento das relações diplomáticas com Cuba a mais sangrenta ditadura das Américas na tentativa de angariar a simpatia dos partidos de extrema esquerda.

Fernando Collor de Mello, foi a imagem da decepção, essa concebida em seu curto período no governo quando implementou outro plano econômico, o Plano Collor, que levou a inflação anual a estratosfera, teve inúmeros escândalos de corrupção, sequestrou a poupança dos brasileiros e terminou com tantos desatinos que o levaram a impeachment. Collor foi eleito pela legenda PRN, sigla partidária de conveniência que lhe deu abrigo em um arranjo parecido com o do PSL com Jair Bolsonaro em 2018 . À semelhança do PRN a sobrevivência do PSL será posta a prova nas próximas eleições, oportunidade em que certamente será levado em conta o fato de que aquele partido abandonou o presidente e o programa de governo que ajudou a própria sigla a aparecer no cenário político, coisa que nunca antes teve e razão pela qual é grande a possibilidade de seguir o mesmo irrelevante destino do outro.

Após o impeachment de Collor, Itamar Franco voltou a colocar o PMDB na presidência. Ele até assumiu o governo, mas foi reduzido a mero esquentador de assento pela volúpia do PSDBista Fernando Henrique Cardoso que no princípio foi seu ministro das Relações Exteriores e depois passou a ministro da Fazenda, cargo que exerceu durante a elaboração e implementação do Plano Real.

Foi graças ao sucesso daquele plano que FHC se elegeu presidente no primeiro turno da eleição de 1994, entretanto, foi devido às negociações (compra de votos) com o Congresso Nacional visando a renovação de seu mandato presidencial através da emenda constitucional nº 16 de 26/01/1997 que foi reeleito em 1998. Há que se destacar que a emenda em questão também beneficiou governadores e prefeitos eleitos em 1994 sendo razoável supor ter havido troca de favores e de apoios nas eleições de 1998 e seguintes. Graças a ele passamos a ter facilitada a continuidade de gestão nos três níveis de governo por longos e destrutivos 20 anos, na verdade 28, contando com os 8 do próprio FHC. No entanto, o mais revelador em relação a seu caráter é ler o artigo que publicou no jornal O Estado de São Paulo, edição do dia 06/09/2020, onde fica clara sua percepção de que a estratégia usada para perpetuar o socialismo no país pode ser a arma que irá demovê-lo, razão pela qual passou a fingir reconhecer seu ato como erro histórico.

É estarrecedor saber que na sequência de 28 anos de governos PSDBistas, PTistas e PMDBistas o país se tornou refém dessa nefasta estratégia desenvolvida e colocada em prática pela dupla FHC-Lula que, entre outras coisas, criou e dá suporte ao Foro de São Paulo, organização política de esquerda por eles fundada em 1990 com o único objetivo de levar adiante o plano comunista de domínio continental como já foi mencionado anteriormente.

Como resultado da estratégia das tesouras suportamos dois mandatos de FHC, dois de Lula, um e meio de Dilma e devido seu impeachment mais meio de Michel Temer, todos militantes do esquema pluripartidário de revezamento que quase nos destruiu como nação até terminar 01 de janeiro de 2019.

Coloquei todos no mesmo balaio porque o que se tem para dizer sobre qualquer um deles seria falar mais do mesmo à exceção de Marco Maciel, vice-presidente nos mandatos de FHC, um desapercebido personagem daquele governo como foi José Alencar no governo Lula. Como se não bastasse, para finalizar essas décadas perdidas ainda tivemos a oportunidade de assistir o corporativismo político atuando de forma efetiva para proteger Michel Temer em seus 20 meses de escândalos envolvendo ministros e empresários, tudo escancarado pela espantosa cena de seu assessor direto fugindo com uma mala de dinheiro pelas ruas de Brasília. Assim, como era de se esperar, todos esses eventos foram abafados e convenientemente esquecidos nas gavetas judiciárias até serem arquivados por decurso de prazo.

Aparentemente, esse persistente “mais do mesmo” durou até o final de 2018 porque em 2019 teve início o governo de Jair Bolsonaro, presidente cuja carreira congressista foi totalmente desenvolvida no que seus colegas usam classificar de baixo clero, um homem de direita, estreitamente ligado aos princípios conservadores que o elegeram. Realidade essa, ligada a tudo o que os políticos abominam, ou seja, a honestidade no trato do erário público, a meritocracia na composição do corpo de ministros e técnico do governo e, principalmente, a defesa da liberdade em todos os aspectos da vida.

Resta saber, se em uma eventual candidatura ele sobreviverá às sempre aventadas possibilidades de novas tentativas de assassinato contra sua pessoa e reputação conforme reportado pelos meios de comunicação, ao discutível processo eleitoral ou mesmo a seu particular e extravagante modo de se expressar publicamente.

“É preferível a tristeza de quem suporta a iniquidade do que a alegria de quem a comete” – Santo Agostinho

Nem cocô de gato

Meu pai adorava contar um caso que aconteceu com ele quando era um jovem bancário na cidade de Guararapes, no interior de São Paulo. Naquela época, ele morava em uma pensão onde o café da manhã servido pela senhoria era bastante simples, mas nunca deixava de ter como opção de bebida quente um delicioso chá de cidreira.

Certa vez, uma dessas em que as opções eram poucas, ele e outros hospedes estavam cochichando sobre essa situação e não perceberam a aproximação da dona. Então, para disfarçar a vergonha de terem sido pegos reclamando, passaram a elogiar o delicioso chá e perguntaram a ela onde conseguia a erva para prepará-lo.

Sem pestanejar, a senhoria foi logo dizendo que era dali mesmo, do quintal da pensão, da moita de capim cidreira que ficava no canto do quintal, bem atrás dos quartos onde estavam hospedados, e olhando firmemente para eles, completou a informação dizendo ser daquela lugar onde costumavam mijar à noite.

Pronto, a informação gerou alguns engasgos, assopros com respingos e até chá saindo pelo nariz, o que fez com que ela logo tratasse de passar um pano na mesa que acabávamos de sujar. Enquanto isso, risos incontidos se faziam ouvir de todas as pessoas que estavam tomando o café da manhã naquela hora.

É que durante a noite, quando tinham vontade de fazer xixi e batia aquela preguiça de ir até o banheiro comunitário que ficava um pouco afastado da ala onde estavam seus quartos, frequentemente se aliviavam justo na enorme moita de capim da qual, acabavam de saber, era feito o delicioso chá que costumavam tomar.

Por isso, quando ele queria nos lembrar que não devemos desperdiçar nada do que encontramos pela frente, começava contando essa história do chá e acabava dizendo para não desperdiçar nem cocô de gato. Basta saber usar, dizia ele, é só enterrar que logo vira adubo, da mesma forma que acontece quando se urina em moita de capim cidreira.

Mensagem a meus filhos

Eu estou aqui como vocês, enfrentando os problemas que puxam para um lado enquanto eu puxo para o outro. Por isso, todas as manhãs ao acordar abro os olhos e vejo o sol brilhando, pura energia, ali, disponível, e iluminando nossos dias como que confirmando meus pedidos de todos as noites quando vou dormir.

Quando rezo meu terço peço a Deus e Nossa Senhora que acolha minhas suplicas e ilumine nossos caminhos, que proteja nossos corpos e nossas almas para que nada de mal nos aconteça e assim possamos ir em frente com muita fé, força e esperança.

Não podemos fraquejar, desanimar nunca será a melhor solução e isso se aplica a qualquer empreitada na qual venhamos a nos envolver. Ânimo e paciência são receitas básicas de sobrevivência, inclusive no mercado de trabalho. De qualquer forma, começar tudo de novo é no mínimo um desafio assustador, entretanto, é um caminho que pode e deve ser percorrido.

Vocês já devem ter ouvido a frase “Se a montanha não vai a Maomé, vai Maomé à montanha”, então, se ainda não sabem seu significado filosófico vou tentar contar a vocês.

Maomé é o profeta fundador do Islamismo e ensinava seus seguidores a preferirem o simples ao complicado. O provérbio em questão, faz parte da história sobre ele que relata seu encontro com um grupo de árabes que após ouvi-lo pede a realização de um milagre que pudesse comprovar o que ensinava.

Então, Maomé concentrou-se e ordenou ao Monte Safa que viesse até ele. Como sua ordem não foi atendida o profeta solicitou àqueles discípulos que o seguissem, e foram todos até à montanha. Lá chegando, Maomé agradeceu a Deus pela misericórdia de não ter permitido que a montanha se deslocasse porque se assim fosse poderia ter esmagado a todos que estivessem em seu caminho, inclusive aquelas pessoas que o acompanhavam.

O que Maomé quis dizer com isso?

Que somos nós os responsáveis por ir atrás de nossos objetivos, que são nossas pernas, portanto, nosso esforço que nos levarão a alcança-los e finalmente, que não devemos esperar que outros o façam por nós. Passem a pensar assim porque nunca é tarde para recomeçar, ainda mais em um pais onde poucos se capacitam e menos estão dispostos a lutar por seu lugar ao sol. Prestem muita atenção porque boa parte das pessoas procura encontrar a coisa pronta para nela se encostar e isso faz com que percam a vida procurando esse lugar, quase ninguém vai à luta para construir seu caminho como vocês já se dispuseram a fazer mais de uma vez, então porque não tentar de novo, de novo e de novo, hoje e sempre que for necessário.

Continuar acreditando é o princípio da vitória, o que sempre remete nosso pensamento a algo infinito, que não é mensurável como também não é o amor que sentimos uns pelos outros, já dizia seu velho pai aqui,… agora filosofando.

ADEUS AMIGO, HÁ DEUS.

A despedida é sempre dolorosa, ainda mais quando é pessoa querida, aquela que vai de partida.

Sabe Ele, quem partiu vai fazer muita falta, mas chamou-o por alguma razão, para nós sem explicação.

Que fazer, a vida é mesmo assim, quando alguém se vai deixa um vazio dolorido em vocês, em mim, em todos enfim.

Os desígnios de Deus deixam aos que ficam muita dor, saudade e solidão, mesmo sabendo que não nos faltará resignação, carinho e compreensão.

ADEUS AMIGO, você sabe que sempre sentiremos tua falta, tanto quanto nós sabemos que HÁ DEUS, e que Ele agora está contigo.

A meu amigo, José de Souza Nogueira, o inesquecível Zé Paraná, uma homenagem, feita quando de sua partida para estar junto ao Criador.

Atos antissociais

É inconcebível ainda existirem pessoas que considerem aceitáveis atos de vandalismo, invasões de propriedade, agressões físicas, destruição do patrimônio público e outros malfeitos praticados impunemente. Esses, são os inconsequentes que persistem em apoiar políticos que fecham os olhos quando não incentivam seus ativistas, coisa que a maioria dos brasileiros já entendeu serem as mesmas ações delinquentes que nos últimos governos eram toleradas e pior, seus autores agiam impunemente porque acobertados desde a promulgação da Constituição de 1988, a tal Constituição Cidadã. Ora, se cidadão é o indivíduo que convive em sociedade e sociedade é um grupo de indivíduos entre os quais existem relações recíprocas, mas principalmente que gozam de direitos civis e políticos iguais no desempenho de seus deveres, como é que aqueles feitos ilegais acima citados são suportados pela Constituição que nos rege? Sendo assim, ou o conceito de cidadão foi corrompido pela ganância legislativa ou a Constituição não está sendo respeitada.

Só gente sem escrúpulos não percebe que estamos vivendo outra época, um novo tempo no qual esse tipo de acontecimento não fica restrito à decadente elite amorfa das últimas três décadas, aquela que apenas assistia aos jornais nacionais da vida sem ter discernimento suficiente para perceber o malefício que a manipulação da informação representa ao ser confrontada com a realidade, ou seja nunca perceberam que a ficção que acontece na telinha nada tem a ver com a vida do cidadão comum, aquele impiedosamente afetado pelos fatos.

Agora não mais, qualquer cidadão do mais rico ao mais pobre, de honesto ao desonesto, daquele com formação superior ao que não consegue ir além do conhecimento básico para se comunicar e sobreviver tem acesso à telefonia celular e tudo mais que vem no pacote, entre eles os aplicativos multiplataforma de mensagens instantâneas e chamadas de voz para smartphones onde além de mensagens de texto seus usuários podem enviar imagens, vídeos, documentos e fazer ligações grátis através de conexão com a internet. Graças a eles, em questão de minutos qualquer acontecimento é divulgado através da replicação da informação sem sequer precisar das mídias convencionais, tampouco das alternativas. Nem mesmo as supremas (e frustradas) tentativas de impedir sua disseminação ao alegarem “prováveis divulgações de notícias falsas” conseguem impedir essa verdadeira revolução nas comunicações interpessoais porque caem por terra devido a velocidade e a contundência da verdade dos fatos.

A insistência em agir dessa maneira denigre ainda mais os indivíduos que vivem de um passado que em nada contribuiu para o futuro de ninguém, vide o que acontecia até bem pouco tempo com seus ex-camaradas da área rural, os que só agora estão conseguindo ser legalmente donos do que ocuparam. Esse novo tempo mostra o que eram, o que são e a que vieram, graças a isso o Brasil inteiro sabe o que é ser um ativista da decadente e agora facilmente detectável esquerda radical .

Voltando ao início, existem pessoas com esse perfil anarquista que ainda ocupam cargos de suprema importância que não tendo argumentos para defender quem pratica aqueles atos antissociais agem de maneira exasperada ao serem confrontadas pelos mais humildes que a cada instante vão ficando concientes do que de fato são procedimentos inconstitucionais, antidemocráticos e antirrepublicanos.

Atitudes pacificas e silenciosas dizem mais que agressões e discursos eloquentes.