A merda e o ventilador

Tem gente que quando pisa em merda ao invés de limpar o pé e jogar a porcaria no lixo prefere atira-la no ventilador.

É isso mesmo, e se aplica tanto no sentido real como no figurado.

Ultimamente políticos, artistas e jornalistas têm abusado do seu uso no sentido real quando se deparam com situações inusitadas que são por eles tratadas como merda todas as vezes em que aparentemente um membro do governo comete um erro não importando a gravidade, basta parecer.

Nesses poucos dias de 2020 e em função da vitoriosa gestão do primeiro ano do atual governo a coisa passou de escandalosa para ridícula tantas foram as situações em que jogaram merda no ventilador ou mesmo sentaram em cima dela.

Jornais como a Folha e o telejornalismo da Rede Globo estão ficando pródigos em merdocracia nas manifestações de seus desinformados editores, âncoras e articulistas mostrando que sequer se dão ao trabalho de checar a veracidade dos assuntos em pauta, tanto que cometem equívocos homéricos com o açodamento com que se manifestam, sobretudo em relação ao governo e seus integrantes.

Exemplo disso são as ridículas menções sobre as palavras do Presidente da República como se fossem ofensivas à jornalista de descendência japonesa que escreveu uma ficção a respeito do primeiro ano de seu governo enquanto a própria Globo sempre o fez em seu noticiários quando mencionou um certo policial federal da mesma descendência como também nas referências a outras descendências em novelas, especiais, programas e séries. Assim, o mesmo procedimento que consideraram errático pelo Presidente da República pode ser verificado quase que diariamente em suas próprias casas expondo ainda mais a pressa com que fazem de tudo para alimentar suas campanhas contra o atual presidente do país.

O mesmo tratamento foi dado à auditoria que foi contratada ainda no governo Temer para analisar os contratos de financiamento do BNDES com empresas do grupo JBS que noticiada por jornais e tv’s o fizeram sem passar esta informação em particular dando a entender ao público que ainda alcançam tratar-se de iniciativa do governo Bolsonaro.

Da mesma forma e após o governo ter anunciado que pretende convocar militares para trabalharem em funções de apoio nas agências do INSS, o que certamente demandará tempo ainda não definido para avaliação e eventual operacionalização os jornais, telejornais e ativistas contrários ao governo cobram a celeridade que sabem não ser possível para este tipo de ação. Nessas ocasiões utilizam de seus piores termos e olhares de sarcasmo, bem típicos dos padrões Globo e Folha através de seus redatores, articulistas, artistas e âncoras.

Parece ainda não terem entendido que merda quando jogada no ventilador pelo lado errado vai parar na cara de quem a arremessa.

Resíduos da contracultura

O que resultou da contracultura que se apresentava como a revolução no modo de vida de meados os anos sessenta?

– O que resta daqueles tempos de rebeldia contra os caretas burgueses são resíduos do que fizeram os movimentos vanguardistas de então quando tentaram impor sua visão de mundo material.

No Brasil daquele tempo a esquerda se aproveitou dos defensores do espaço libertário que sempre existiu em parte da cultura de vanguarda vez que acreditava que assim conseguiria angariar a simpatia e o apoio de parte da população o que nunca aconteceu, exceto junto a parte daqueles que já estavam envolvidos com a contracultura ou seja, intelectuais, artistas simpatizantes de ocasião e a igreja católica progressista que uma vez engajados eram utilizados para atuar dentro de suas respectivas áreas de influência.

Rememorando, o que aconteceu nos primeiros anos da década de 60 quando vivíamos um campo fértil à desordem social foi uma reação popular à tentativa de transformar a jovem democracia brasileira em uma ditadura comunista nos moldes da existente em Cuba com o apoio ideológico, material e humano da internacional comunista. Não deu certo a partir do momento em que o povo foi às ruas reivindicar o impedimento da guinada política ao comunismo. Foi esta, entre tantas outras, a razão principal para o acontecimento da intervenção militar em 1964.

Com a mesma intenção liberal o povo voltou às ruas em junho de 2013, desta vez para exigir mudanças na condução do governo, respeito ao cidadão de bem, o fim da corrupção endêmica instalada, mas principalmente o afastamento do grupo político que estava levando o país à ruína econômica e social. Foi o que fizeram acontecer através do impeachment da Presidente de ocasião e das eleições de 2018 quando removeram do poder o ativismo de esquerda. Naquela ocasião a nação brasileira reagiu ao escandaloso mau-cartismo reinante e elegeu um governo liberal comprometido com nossas tradições de respeito à família, ao próximo, à moralidade e ao civismo, preceitos que quase foram extintos tamanha a desconstrução promovida pelos seguidos governos de centro-esquerda e esquerda, nesta ordem.

Quem voltar os olhos para traz sem as vendas ideológicas que tomaram conta da esquizofrênica, sistemática e seletiva informação sobre o que aconteceu no passado verá que quem com essa intenção abraçou a causa da contracultura teve que contentar-se e influir apenas em setores específicos da própria área cultural.

Exemplo disso foi o desaparecimento dos movimentos musicais que existiam na época e que aos poucos foram sendo relegados a segundo plano por gravadoras e redes de TV que para faturar em cima da novidade passaram a investir em compositores, autores teatrais e diretores de cinema que se contrapunham ao que entendiam ser o modo de vida burguês.

A nova moda passou a competir com as baladas românticas através de música de protesto que criticavam tudo que não se enquadrasse em seus conceitos progressistas. O mesmo pode ser dito a respeito do cinema e do teatro com suas peças e filmes sem conteúdo outro que não a contraposição aos modos e costumes e que para faturar ainda mais os faziam propositalmente censuráveis porque sem censura não fariam sucesso.

Difícil de acreditar quanto mais de entender. Para tanto, basta procurar na literatura existente que trate do período entre 1964 e 1984 que não seja a de crítica ao regime militar no Brasil e descobrirá que muito pouco será encontrado. A censura seletiva que tomou conta dos meios de comunicação não permitiu.

Parcela considerável do que se divulgou e ainda é divulgado sobre o que aconteceu fazia parte da estratégia utilizada para por em prática um esquema baseado na falta de informação sobre a realidade por detrás das cortinas que agora estão sendo abertas em sua totalidade.

Temos mais é que seguir em frente

É lamentável ver pessoas falando desbragadamente do que não entendem e agindo como se fossem juízes a decidir de forma parcial quando sequer ouviram as alegações finais das partes.

Estão falando de atos do governo como se deles fossem experts quando não sabem da missa a metade, não têm noção do que é administrar relação política com inimigos permanentes, muito menos do que está em jogo a cada decisão que se toma.

Não creio que haja a mínima dúvida a respeito da competência do Ministro Moro em sua área de atuação, como também não deveria haver a respeito da competência política do Presidente Bolsonaro. Afinal, cada um sabe muito bem o que faz, prova disso é que estamos onde chegamos apesar dos constantes empecilhos promovidos pelo Senado, na Câmara dos Deputados, no STF e até no STJ. Isso tudo sem falar da permanente campanha difamatória de jornalistas, artistas e políticos inconformados com o sucesso desse governo em seu primeiro ano de gestão.

Se Bolsonaro fosse o sonso que gostariam que fosse o governo, melhor dizendo, o país não teria chegado a este final de ano integro e realizador como chegou. E olha que desde antes de seu início a extrema-imprensa vem chafurnando na “m” procurando formas de criar atritos entre o Presidente da República e seu Ministério o que cada vez mais mostra de onde vêm e para onde vão suas intenções. A solução é exatamente esta que o governo está pondo em prática ao tampar a privada antes de dar descarga. É uma questão de tempo para o mau cheiro passar.

Alguém aí sabe dizer desde quando o Presidente da República é obrigado a seguir a “opinião” de uma só área do governo sem ouvir os argumentos de todos os setores que estão relacionados aos assuntos?

Quem disse que as recomendações de ministros e assessores são definitivas e inquestionáveis?

Quem pode afirmar que há uma traição ou mesmo uma derrota de qualquer ministro ao não ter acatada sua manifestação a respeito de qualquer assunto do governo?

Sim, as perguntas são pertinentes porque de outra forma não estaríamos falando em recomendações, mas de ordens.

Existem outros aspectos técnicos e políticos a serem levados em conta dentro do contexto em todas as decisões e atos do chefe do poder executivo que palpiteiros de plantão não percebem, então o melhor que podem fazer é observar e aprender.

Afinal, estamos falando em posições de governo e de suas relações com o Legislativo sobre questões que vão muito além da pretensão (ou seria arrogância) do palpitar sobre as razões que levam um chefe de estado a tomar suas decisões.

A pouco tempo cobravam do Presidente da República por sua “incapacidade” de lidar com o Congresso Nacional e agora que ele coloca em prática sua competência no trato político é criticado.

Quem não é capaz de acompanhar os movimentos estratégicos do jogo de xadrez que se afaste do tabuleiro e se abstenha porque nesse jogo como em política a vitória se consegue no lance que o adversário menos espera.

Assuntos dessa natureza não são de simples solução, são tão importantes que todas as opiniões e recomendações devem ser pesadas e repesadas por isso é preciso ir com calma, devagar e sempre.

A missão do Ministro Moro assim como a dos demais é tocar seu Ministério e assessorar o Presidente, o que convenhamos está muito distante das exigências irrevogáveis com que alguns torpedeiros tentam fazer parecer. Moro faz questão de deixar isso muito claro todas as vezes em que é provocado. O Ministro é muito maior que seus detratores imaginam e sua fidelidade está acima das mesquinharias plantadas diariamente por seus inimigos.

Quanto as decisões do Presidente é preciso entender a óbvia aplicação para o caso da máxima que diz “vão-se os anéis ficam os dedos”. De que adianta cortar um dedo, não o mindinho inútil, mas o polegar da mão boa de quem hoje dirige o país vez que isso poderá fazê-lo perder capacidade quando mais precisamos de uma pessoa integra para nos fazer chegar a um destino melhor mesmo a estrada sendo longa, cheia de percalços e precisar ser percorrida em toda sua extensão. Cortar caminho por desvios tenebrosos como alguns inconsequentes insistem em exigir pode destruir a condução ou matar o condutor e este não tem como escolher sobre quais buracos vai passar.

Temos mais é que seguir em frente mesmo que aos trancos e barrancos até chegarmos ao destino que escolhemos quando elegemos o condutor que nos levará até lá.

A insensatez é o alimento dos alienados.

A constatação é percebida principalmente em pessoas que têm político de estimação e de quem tudo se pode esperar, até a falta de juízo para justificar os maus feitos de seus representantes quando o mesmo acontece por conta dos outros.

Esse comportamento alienado não é fenômeno recente, existe a muito tempo e vêm reincidindo desde quando os romanos chamavam cristãos de ateus porque não aceitavam seus deuses, razão pela qual os tinham como inimigos do império. Agiam exatamente da mesma forma com que hoje agem aqueles que foram doutrinados para chamar de nazistas e fascistas pessoas que com eles não concordam na tentativa de inverter valores e atacar quem os desmoraliza ao mostrar como agiram errado quando detinham o que chamam de “poder”.

A relação com o “poder” é algo que as ideologias de forma geral, mas particularmente as de esquerda nunca aprenderam a administrar porque jamais o utilizaram para promover a união entre pessoas e sim para subjuga-las, seja pela força da opressão, seja pela cooptação na dependência financeira através da compra de votos disfarçada de programas de resgate da cidadania, seja no ataque direto aos valores éticos e morais da sociedade camuflados nos métodos de ensino aplicados em reformas educacionais.

Nada disso funcionou por muito tempo em nenhum lugar do mundo dando mostras de que já não funcionava quanto existiu como forma de governo na antiga União da Repúblicas Socialista Soviéticas, a qual veio a sucumbir graças à seu gigantismo, diversidade étnica e sua própria incompetência. Esse sistema tão pouco está funcionando agora na tentativa torpe de tornar países Sul e Centro Americanos um coletivo ideológico, tanto que o estratagema já dá mostras de esgotamento pelas incoerências e devaneios dos ditadores que tentam se perpetuar no cargo associando-se entre outras aberrações políticas ao narcotráfico.

A estratégia de nivelar a satisfação das pessoas atendendo somente suas “necessidades básicas” não se aplica ao ser humano, talvez em animais que nada têm além do instinto para se guiar, mas mesmo estes não se conformam com o cerceamento de sua liberdade, principalmente a de ir e vir. Podem até suportar limites, entretanto mesmo as mais frágeis formas de vida vão procurar meios de escapar do confinamento ainda que possam morrer tentando.

Dos regimes comunistas que sobreviveram à realidade do tempo destacam-se a Russia e a China, mas para isso tornaram-se capitalistas em seu modo de encarar suas relações comerciais com o resto do mundo, pelo visto continuarão a seguir esse caminho sem volta. Já as que permaneceram ou se deixam levar pelo radicalismo ideológico estão no ápice do processo de autofagia que antecede o fim das ditaduras de esquerda.

Basta ler os programas dos partidos fundamentados nas ideologias de esquerda para entender que seu “modus operandi” é o mesmo das ditaduras que existiram no passado. Há exceção? A resposta é sim, a Coréia do Norte sobrevive, mas o preço de sua existência está precificado a muito tempo e reside no isolamento alto-promovido e na miséria da população.

Só não vê quem como todo alienado se alimenta de sua própria insensatez.

Sobre ferrovia.

Devemos todos comungar com o objetivo do Arquiteto José Antônio Lemos em seu artigo “Carta ao Presidente” sobre a importância da ferrovia para a Baixada Cuiabana, mas não podemos nos fiar nos aspectos políticos da questão. A razão para isso é histórica.

A alguns meses tivemos uma audiência pública na FIEMT quando a empresa Rumo apresentou sua intenção de resgatar o trecho praticamente perdido da concessão ferroviária que chega a Rondonópolis e que a ligaria a Nova Mutum passando pela baixada cuiabana. Infelizmente, o evento teve pouca presença de público considerada a importância do tema até porque a questão não é novidade e sempre esteve relacionada à geopolítica que o envolve. Trata-se de uma injustiça antiga que existe desde o final do século XVIII quando foi feito o primeiro estudo a seu respeito. Foi a primeira ação efetiva da integração do centro-oeste, mas que no início do século passado quando de sua implantação teve o traçado modificado fazendo com que a ferrovia que vinha de Bauru/SP e tinha como destino original Cuiabá fosse parar em Corumbá.

Hoje em dia, diferentemente daquele tempo, os argumentos políticos têm menos peso nas análises de viabilidade porque a ele se juntaram e acabaram por sobrepor os indispensáveis estudos sobre as questões técnicas, econômicas e ambientais para obras de infraestrutura, ainda mais quando tratam daquelas dessa magnitude. Aliás, aspectos pouco abordados na ocasião da audiência pública, preferiram, os políticos e articulistas presentes, aterem-se às questões regionalistas que envolvem o assunto como também erraram na forma como se referiram aos representantes da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT que estavam presentes.

Sabe aquela indesejável sensação de “Déjà vu”? Foi o que se viu nas manifestações de um dos parlamentares presentes quando expôs desnecessariamente a eventual dependência para com eles dos indicados a cargos públicos, o que aconteceu para com o Diretor daquela Agência. A partir de então ficou notório que aquilo não havia soado bem, tanto que resultaram na frieza da reação iminentemente técnica da ANTT ao afirmar que a posição do órgão sobre a questão dependerá exclusivamente da análise do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental – EVTEA, procedimento que vem sendo firmemente adotado pelo atual governo federal.

Também colaboraram para isso as manifestações das pessoas presentes, uma delas sobre a FERROGRÃO, ferrovia que também será implantada em Mato Grosso, quando uma das autoridades presentes na plateia usou da palavra para dizer que aquela ferrovia não interessa ao estado porque não servirá nem para trazer água de retorno, algo para se lamentar, posto que atacou diretamente e com argumento inconsequente uma das prioridades do programa de expansão da malha ferroviária do Ministério dos Transportes.

Corroborando com essa equivocada manifestação houve ainda o pronunciamento de um dos articulistas presentes dizendo que a implantação daquela ferrovia poderia gerar novas intenções divisionistas, uma falácia nos tempos atuais de integração nacional, mas que foi solenemente ignorada por todos. Ainda bem!

Este é um terreno inadequado para colocar um assunto tão importante para nós. O que há de importante para ser incentivado é que um eventual investimento na implantação do trecho da ferrovia esteja a cargo da empresa Rumo e que esse empreendimento junte-se aos outros que estão em estudo e que solucionem definitivamente a questão da logística do transporte de nossas commodities. Tomara, assim seja!

Finalizando, recentemente ouvi pelo rádio outra figura de nossa política regional responder a uma pergunta sobre a possibilidade do transporte de passageiros pela ferrovia dizendo que estariam sendo feitos esforços para viabiliza-lo pelo menos até Rondonópolis.

Mais uma duvidosa promessa política, porque está claro que a ferrovia ao descer a serra não o fará encurtando distâncias como uma rodovia o que a levará a passar a cerca de 50 quilômetros (ouvi essas palavras da ANTT na audiência) de nossa querida Cuiabá, dificultando ainda mais esse tipo de transporte porque muito além da vontade política sobre ela novamente influenciarão os necessários estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental.

A educação por prioridade

“O bom resultado é o objetivo comum a todos os esforços humanos sejam eles desenvolvidos em qualquer atividade, de qualquer área, por qualquer pessoa”.

Nas três últimas décadas nosso país passou a conviver com a decadência no resultado de uma delas, a mais importante e crucial para o desenvolvimento de praticamente todas as outras, sejam elas competência intelectual, formação profissional, produção industrial, comercial ou mesmo política, em especial nos países subdesenvolvidos, a educação.

No que se refere ao Brasil, vê-se claramente que o sistema educacional proposto e adotado pelos governos social- democratas e socialistas deixou uma herança tão ruim para o futuro do país que perdurará por vários anos até que uma nova geração de estudantes esteja suficientemente preparada intelectual, moral e civicamente para acessar ao nível superior de ensino de forma digna, por competência e sem a utilização dos subterfúgios criados para facilitar seu acesso.

Sob qualquer angulo é perceptível que durante todo esse tempo tivemos a falsa impressão que as metas educacionais vinham sendo cumpridas porque resultavam de subterfúgios e outros instrumentos criados para atingir seus termos quantitativos, mas foram incapazes de entregar o elemento principal, a qualidade.

O resultado foi um redundante fracasso perante outros países que no mesmo período de tempo, mas com métodos corretos e estratégias adequadas passaram à nossa frente em todos os aspectos que dizem respeito às atividades acima citadas e nas quais só perdemos competitividade ou seja, em competência intelectual, formação profissional, produção industrial, comercial e mesmo política.

A forma desastrada, ideológica e inconsequente com que tentaram instruir nossos jovens por tantos anos atrofiou nossa capacidade de na quantidade necessária gerar profissionais capazes de desenvolver nosso pais na velocidade em que o mundo se desenvolvia. Isso sem falar que ainda fomos obrigados a ouvir um Presidente da República pouco instruído e no pleno exercício de sua falta de razão dizer sentir-se orgulhoso de não ter lido livros para ser eleito. Pois bem, eleito foi e o resultado ai está para todos verem, melhor dizendo, sentirem, os efeitos dessa amarga e trágica realidade.

Agora o trabalho será árduo, meticuloso e demorado, pois é preciso recuperar o tempo perdido através da capacitação de professores e educadores para trabalharem na formação das novas gerações desde a primeira infância, mas não com o mínimo de conhecimentos erroneamente adotado para atingir metas quantitativas e sim seu máximo no esforço para que metas qualitativas sejam perseguidas e alcançadas.

Serão imprescindíveis a melhora na formação profissional dos envolvidos, melhores salários, instalações adequadas, acolhimento, disciplina, moral, civismo, processos de aprendizagem e aferição de desempenho com o rigor necessário de modo a possibilitar que professores e educadores das disciplinas básicas e mesmo das optativas sejam capazes de desenvolver o importante papel/missão a que se dedicam de modo que não aconteçam os desvios de função e outras ações que não o culto à inteligência e às aptidões produtivas, problemas que costumam acontecer quando se permite sejam levados para dentro das salas de aula preferências pessoais e ideológicas.

Perderam a essência

Quem você elegeu é um ambicioso político ou um político ambicioso?

Dependendo da construção da frase ou da ordem das palavras o substantivo vira adjetivo e vice-versa. É isso que estamos vivendo nos últimos tempos, um dilema existencial no âmbito da política nacional com nossos congressistas perambulando entre a razão de “ser” e a intenção de “ter”. Alguns já não escondem suas intenções nem se importam com a missão outorgada por quem os elegeu, agarram-se aos direitos e benefícios que obtiveram as nossas custas enquanto curtem seus mandatos, isso lhes basta, é o que lhes interessa.

Voltando à gramática, a ambição como substantivo traduz o anseio do indivíduo por alcançar determinado objetivo, já ambicioso é um adjetivo e indica desejo incontrolável por poder, riqueza, glória e/ou realização.

Política é outro substantivo, e denota arte ou mesmo ciência no que diz respeito ao ato de governar, entretanto, quando tratamos de quem a pratica e exerce, o político, passamos a conhecer uma das poucas situações em que uma palavra consegue ser adjetivo e substantivo, mas que na maioria das vezes remete a astúcia, esperteza, habilidade, maquiavelismo, trapaça e outras, todas substancialmente mais substantivos que adjetivos (a ênfase é pertinente).

Segundo Sócrates, político é um homem público que lida com a chamada “coisa pública”. Segundo Platão, é uma pessoa filiada a um partido ou “ideologia filosófica de conduta” (¹).

O purismo das mencionadas considerações filosóficas acima adquiriu aspectos nada edificantes quando através do tempo a ambição se transformou em ganância e a política em profissão; quando a astúcia se transformou em usura e a ética, por ser um conjunto de regras e preceitos de ordem valorativa e moral (²) passou a ser um empecilho aos acordos e conchavos nas coxias do Congresso Nacional.

A história recente das relações políticas do país não tem a abnegação como fundo, não existe altruísmo em seu enredo nem honra em seus capítulos.

Muitas das pessoas que lá estão são figuras pálidas, toscas mesmo, perderam a essência, são carcaças podres, corroídas pela corrupção endêmica e rejeitados sociais, razões pelas quais vão precisar de muita coragem para voltar a andar a pé pelas ruas de seus redutos eleitorais.

(¹) Wikipédia (²) Estudegratis

 

Questão de sobrevivência

Quando se está quebrado quase nada é possível fazer de positivo, impactante e imediato. Há que antes ter tempo e apoio para trabalhar, administrar despesas, recuperar a economia e gerar os recursos financeiros necessários para investir em áreas prioritárias. Temos que ter coerência e ajudar, dar o devido tempo, senão correremos o risco de passar pelo que estamos vendo acontecer no Chile.

É compreensível, mas não aceitável a falta da percepção de pessoas que insistem em esperar do governo uma intervenção direta, uma reação forte e efetiva às provocações do condenado solto através de suas tempestivas provocações desde antes da decisão do STF de soltá-lo e descaradamente externalizadas desde o dia 7/11/2019.

Muitos não percebem o que a tempo está em gestação pelos estrategistas do lulopetismo. Não veem que a utilização da lei, mesmo que constitucional, irá dar a munição necessária aos que assim almejam para promover o caos, acusar o governo de ditadura e daí por diante tentar novamente consumar o fracassado golpe comunista de 1964.

É preciso ser realistas e ver que as estruturas dos partidos de esquerda estão prestes a se romper, para tanto basta o governo continuar administrando o país como competência, paciência e esperar que se afoguem em seus próprios erros ou se enforquem com suas próprias mãos.

Um atentado auto-promovido contra seu líder agora solto passa a ser uma possibilidade, um “plano B”, por assim dizer.

Sim, porque confirmada a perda da credibilidade do lulopetismo após não ter sido verificada qualquer comemoração espontânea por sua soltura também contribui para isso a forma racional como o governo vem tratando a crise que procuram instalar no país através de incentivos a atos de vandalismo e do desrespeito a ordem pública.

Os partidos de esquerda estão entrando em desespero, jamais imaginaram, o condenado solto e seus asseclas, tamanho desgaste à sua imagem. Sequer desconfiaram que seu papel aqui fora seria mais prejudicial a seus planos que a permanência dele na prisão.

Se a estratégia de soltura continuar não dando certo, como de fato não está, poderá não lhes faltar coragem para por em prática um“plano B”, um ato de desespero à semelhança de outros que se desconfia promoveram no passado contra seus próprios membros para alcançar objetivos.

Um atentado programado contra o líder para fazer de sua desgastada e cada vez mais apagada figura política uma quase vítima ou até um mártir, caso errem na forma, para instalar o clima de que precisam para por em prática a mesma estratégia da esquerda usada no Chile.

Os esquerdopatas vêm demonstrando através dos tempos que são capazes de tal insensatez, até porque hoje o condenado solto só atrapalha seu objetivo mais premente, a sobrevivência.

Eternos devaneios

Ouvir alguém comparar o ex-presidente condenado, preso e agora solto com Nelson Mandela é revoltante.

Vista disto cabe refletir sobre essa exdrúxula manipulação dos fatos, razão pela qual vamos citar apenas algumas das verdades que distanciam os dois posto que de outra forma seria necessário escrever um tratado sobre o certo e o errado.

Vamos lá:

  • Nelson Mandela foi preso por seu intenso ativismo político e sob a acusação de incitar greves de trabalhadores e de deixar o país sem permissão; O ex-presidente em questão foi condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
  • Mandela foi condenado a prisão perpétua; O ex-presidente foi condenado a nove anos e oito meses de prisão.
  • Mandela passou 27 anos preso; O ex-presidente 1 ano e sete meses.
  • Mandela foi foi libertado quando sufocado pelas sanções internacionais o regime do Apartheid iniciou um processo de abertura e soltou o principal rosto de sua oposição. Antes ele havia recusado uma revisão da pena e a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada; O ex-presidente foi solto por uma manobra política através da modificação de uma decisão sobre prisão em Segunda Instância proferida pelo próprio STF três anos antes pelo mesmo placar (6 a 5) só que com o resultado inverso. Antes ele havia declarado que só sairia da prisão se fosse inocentado o que não aconteceu.
  • Mandela conquistou o prêmio Nobel da Paz ao lado do presidente da África do Sul, Frederik Willem de Klerk, por seus esforços conjuntos pela reconciliação do povo sul-africano; O ex-presidente ao ser solto propôs a revolução popular contra o presidente Jair Messias Bolsonaro ao invés de propor a pacificação política do Brasil, uma das razões pelas quais certamente nunca receberá o Prêmio Nobel.

Para não alongar “ad æternum a comparação entre os dois é bom finalizar destacando o fato mais marcante nas inúmeras diferenças entre eles.

Durante todos os 27 anos em que ficou preso Nelson Mandela, homem culto que se formou advogado e foi fundador do primeiro escritório liderado por negros em seu país teve por único e principal conselheiro o bom e velho travesseiro que certamente o lembrava dia após dia, noite após noite do homem que inspirou sua luta, o indiano Mahatma Gandhi que defendia o ideal de resistência pacífica.

Já o ex-presidente que continua condenado está solto, mas não livre recebeu diariamente seus advogados, militantes partidários, políticos comunistas, políticos socialistas, líderes de movimentos ilegais, jornalistas simpatizantes, outros ex-presidentes comunistas e por aí em diante, os quais certamente contribuíram para incentivar seus eternos devaneios.

STF – A derrota da honestidade na vitória da impunidade.

É o que temos para lamentar em um país onde a soberba do STF ou melhor, da maioria de seus membros, é comemorada pelas máfias do colarinho-branco e políticos corruptos juntamente com seus advogados ao mesmo tempo em que é lastimada pela desolada e agora ainda mais desprotegida população brasileira.

Como ter esperança de restaurar a prisão em segunda instância através do legislativo, aparentemente a última trincheira pacífica frente essa infâmia contra a ordem e a segurança do país, se em última análise suas duas casas têm se unido ao judiciário na defesa de seus mesquinhos interesses comuns e troca de favores quando a própria causa hoje perdida é uma das bandeiras de muitos, senão da maioria de seus repugnantes membros.

E pensar que a teimosa ignorância política ainda elege e nomeia gente assim para cuidar dos interesses do país.

O dia 7 de novembro de 2019 ficará na memória de todos como a data em que o judiciário traiu sua missão em favor daqueles que hoje estão presos por crimes contra o país e por agirem contra o próprio ordenamento jurídico que aprovaram pelo mesmo número de votos a três anos.

Dos tronos supremos de onde não só interpretam a constituição a seu bel-prazer como também alimentam seus egos a ponto de debochar do executivo e das instâncias judiciárias inferiores com palavras de baixo calão, sorrisos sarcásticos e brindes asquerosos pela vitória na derrota que impuseram a seu próprio país olham para nós como se fôssemos seres inferiores.

Hoje decretaram que neste país ser honesto passou a ser sinônimo de idiota porque o crime quando não compensar será inimputável por recursos e outros subterfúgios legalizados.

Belo recado estão dando ao mundo sobre a segurança jurídica de um país que tanto necessita dela. Aliás, as consequências já se avizinham e parecem cronometradas com as movimentações de radicais socialista e comunista inconformados com as derrotas que sofreram nas últimas eleições e com a prisão de seus líderes.

Os caminhos para a desordem e as ações terroristas que acontecem nos países vizinhos onde também foram derrotados foram pavimentados só falta serem percorridos e isso fatalmente acontecerá de uma forma ou de outra, seja pela libertação de presos, seja por decidirem mantê-los onde estão.

De qualquer forma corrigir essa desgraça pelos caminhos legais será demorado porque as chicanas serão de difícil transposição já que os seis soberanos ministros da discórdia tentarão manter abertas as portas do inferno enquanto lá permanecerem.

O que importa a quem se importa com nossa produção?

Nessa seara da desinformações propositais em relação ao Brasil da qual se utilizam pessoas e mídias que trabalham contra o governo algumas das mais esdrúxulas são aquelas relativas a alguns países que importam nossa produção.

Vá a qualquer país europeu, veja com seus próprios olhos e sinta em seu bolso. Sim, porque você precisará estar preparado para gastar absurdamente para comer qualquer coisa que seja oriunda ou não de países produtores de matérias primas como nós.

Me refiro primeiro as coisas simples como banana, abacaxi ou melancia, imaginem então o que seria da jabuticaba tão exótica e particularmente nossa que sequer ouviram falar, para citar apenas algumas frutas tropicais. Agora pense em outros alimentos básicos de qualquer dieta tais como verduras, legumes, carne e massas, aí então a coisa pega mesmo. Digo isso porque nada que se refira a essa necessidade fundamental à vida que se chama alimentação é barato naquela parte do mundo.

Pode até ser fácil achar um restaurante ou lanchonete, mas prepare-se para se conformar com um sanduba básico de pão, queijo e presunto porque esse aí sozinho custa 5,5€ (algo em torno de R$ 25,00), se quiser uma latinha de coca-cola vais precisar de mais 4,0€, mais R$ 18,00 ou seja, R$ 43,00 para comer mal.

Uma refeição com arroz, feijão, batata frita, um bife (pequeno) e uma bebida (só uma) não sairá por menos do que 40,0€ ou algo em torno de R$ 185,00.

Daí a pergunta: O que importa a quem se importa com nossa produção?

Bem, para responder a isso é fundamental começarmos o raciocínio por verificar alguns dos produtos de quem importa para saber a razão pela qual tanto desqualificam quem produz o que importam.

Confuso não é mesmo? Mas é isso mesmo, melhor dizendo, a intenção deles é essa, confundir.

Veja a beleza e a perfeição das frutas e legumes europeus admire o enorme e suculento pêssego, a maçã, o tomate, a abobrinha e as verduras em geral. Lindos, parecem ter tido uma pessoa em particular cuidando de cada um, principalmente em sua defesa contra pragas e a falta de nutrientes não é mesmo?

Então, lá eles utilizam os chamados adubos químicos e defensivos agrícolas. Toneladas desses produtos são usados por agricultores europeus, eles estão entre os que mais os utilizam no mundo e perdem somente para os de países do Oriente, mas quando se referem aos alimentos produzidos no Brasil a coisa fica diferente, neste caso aqueles mesmos defensivos agrícolas e adubos químicos passam a ser chamados de agrotóxicos e a fazer mal à saúde, argumentos pelos quais tentam impedir sua entrada na Europa.

Se a mesma estratégia aplicam às commodities agropecuárias que produzimos imaginem então o que farão para impedir a entrada de alimentos processados e produtos industrializados oriundos das terras tupiniquins.

Por agora e uma vez vencidas as primeiras barreiras com o encaminhamento do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia surge então a floresta amazônica brasileira como o grande argumento europeu contra o Brasil. Essa mesma floresta que lá já não existe mais, destruída que foi por suas guerras e pela ganância dos povos que lá habitam.

O mais desconcertante é que são grupo e empresas majoritariamente europeias que estão a explorar a Amazônia até agora, até porque em seus países não existem mais as matérias primas para suas demandas. Agem da mesma forma na Ásia e na África, mas o concorrente potencial está aqui e já deu mostras que vai ocupar e controlar o espaço que era exclusividade de ONGs e “outras instituições estrangeiras”, então…

E tem gente no Brasil que acredita e defende essa grande mentira ou, em outras palavras, não aceita a verdade só porque ela é brasileira e contemporânea.

Até o Papa entrou nessa, imaginem…será porque além de argentino o Banco Vaticano tem lá seus interesses e também defende os de seus clientes especiais.

Pois é!

Vá a Roma, veja o Papa e muito mais…

Faça uma visita a Roma e vá ao Vaticano. Fique maravilhado e ao mesmo tempo confuso com a religiosidade dos ambientes por onde passar e sua explícita relação com o comércio que lá existe.

Se possível passe também por Londres, Paris ou qualquer outra cidade do mundo. Verifique esta mesma relação em igrejas, museus, praças, ruas e veja como a religião católica explora o comércio dentro de suas instalações e em seu entorno.

Não se pode generalizar e afirmar que em mesquitas, outros templos e igrejas de outras religiões aconteça a mesma coisa, mas sua fé ficará ao mesmo tempo reforçada pelo que será visto e abalada pelo contraste existente entre crer em Deus e a exploração comercial de sua adoração.

A fé e a esperança que as pessoas demonstram ao se dirigirem àqueles locais são exploradas em quiosques e lojas dentro e fora de lugares sagrados tanto quanto em seus museus, o que remete ao ambiente que foi encontrado por Jesus quando de sua visita ao templo de Salomão ocasião em que Ele ficou tão decepcionado com o que viu que jogou produtos e moedas dos exploradores do templo ao chão na intenção de expulsa-los.

A religião é um negócio ou o negócio é uma religião? Fica a dúvida na cabeça de quem é movido pela crença em Deus.

Desolador ver como essa igreja passou a conduzir a religião com objetivos que contrariam sua razão de existir ou seja, com a exploração da fé e da esperança na salvação da alma. É como se fosse possível usar do mesmo trigo que fez o pão que Jesus dedicou a Deus o partiu e deu a seus discípulos para também vender o que dele restou à peregrinos e devotos.

A Igreja Católica Apostólica Romana parece estar cada dia mais afastada de seus fiéis, tanto que hoje em dia seus sínodos, campanhas e homilias não tratam mais dos fundamentos cristãos, da catequese e da difusão da religião pelo mundo. A doutrina atualmente adotada tem clara opção política e postura profana em relação aos 10 mandamentos que regem seus compromissos com Deus.

“Meu Deus, acolhei as nossas súplicas, ilumina nossos caminhos e guia nossos passos”.

A principal diferença entre ficção e realidade é a verdade.

Esta parece uma frase piegas, mas não é. A palavra verdade é o substantivo mais usado pelo atual governo para firmar sua principal característica. Em outras palavras, a mentira não é mais um instrumento empregado para cooptar o povo brasileiro e enganar outros países.

Os governantes que faziam de conta que respeitavam, faziam de conta que educavam, faziam de conta que protegiam, faziam de conta que cuidavam da saúde foram afastados pelo voto do povo dando lugar a uma nação que acordou do pesadelo torturante que a atormentou por anos a fio e que ainda deixa atordoadas as pessoas que não aceitam que a verdade passou a prevalecer sobre a mentira.

O campo minado que se atravessa a cada passo que se dá sobre as áreas devastadas pelos governos anteriores tem dificultado o esforço do governo, mas nada que possa impedir seu avanço nos setores prioritários de seu Plano. É isso mesmo, seu Plano de Governo existe sim e está em pleno curso e vigor apesar das inúmeras tentativa de boicote interno e externo para desacredita-lo.

Exemplos disso são o Senado, a Câmara dos Deputados e alguns Ministros de tribunais superiores que fazem cena para a mídia quando cobram a existência desse Plano. Tivessem eles a intenção de fazer algo em favor da harmonia entre os Poderes da Republica bastaria assumirem que têm conhecimento do documento, o qual com certeza todos leram, mesmo que só para criticar.

Não os elegemos para isso, mas tudo indica que entre seus objetivos desgastar o Executivo é consenso e prioridade (alguns até já assumiram isso). Os porquês dessas atitudes estão cada vez mais claros para todos os brasileiros.

O resultado dessa forma dissimulada de combater o governo quando deveria ajudar muito contribui para que o país permaneça dividido, tanto que alguns brasileiros têm a desfaçatez de declarar apoio à intervenção internacional na Amazônia Brasileira e querem que Bolsonaro saia, em atos tão hipócritas quanto contraditórios vez que é exatamente para defender nossa soberania sobre a região que o Executivo continua lutando sozinho contra tudo e contra todos sem que o Legislativo e o Judiciário se manifestem formalmente contra os ataques à soberania nacional, covardes que são por puro medo de mais desgastes perante a opinião pública.

O fato esclarecedor sobre as manifestações encenadas no Brasil e exterior sobre as queimadas anuais que assolam a região Amazônica é a confirmação de que entre os que incitaram a pequenez dos desajustados que assim se manifestam estão aqueles e aquelas de sempre ou seja, a troupe da esquerda festiva que fugiu do caos que o PT implantou no país enquanto corrompia pessoas, instituições e desgraçava o país.

Quando a esmola é grande desconfie da “bondade”.

As legislações ambiental e de defesa animal brasileiras são das mais conservacionistas, exigentes e duras do mundo. Aqui o percentual de área de reserva em propriedades rurais é maior que em qualquer um dos países que nos criticam, não existem temporadas de caça a animais e aves, nem pesca de espécimes em risco de extinção.

Pois bem, alguém consegue explicar porque esses países não fazem o mesmo, tão pouco se interessam em aprender conosco vez que nossas legislações são mundialmente reconhecidas como das mais avançadas?

Então, já que a vegetação e os animais estão legalmente protegidos parece ter restado a eles a duvidosa intenção de proteger a derrubada das árvores e fiscalizar garimpos, ambas atividades financiadas pelo interesse de grupos estrangeiros. Por outro lado, nossos índios são cidadãos brasileiros e como tutelados estão legalmente protegidos, razão pela qual todos, mas todos mesmo, estão impedidos de qualquer ingerência sobre eles e sobre as áreas de reserva onde vivem sem que para isso tenha autorização legal, imaginem então no que se refere a eventual atuação de estrangeiros.

O que sobra para ser “vigiado” por ONGS travestidas de atividades humanitárias e institutos de monitoramento são áreas propícias à exploração mineral e para a abertura autorizadas pelo Incra, além daquelas outras cedidas ao MST/associados, coisa que parece não lhes interessar mostrar.

Sobre sermos rigorosos demais com a interferência estrangeira em assuntos internos vir a prejudicar nossas relações internacionais, basta fazer cumprir as leis sobre atividades estrangeiras no país para “colocar os pingos nos is” e assim calar as campanhas contra a autoridade brasileira, principalmente aquelas articuladas por inimigos internos.

Todos nós sabemos quais são as intenções por detrás de tanto colaboração e subvenção gratuitas. Tanto que algumas já estão sendo desvendadas como é o caso da mineradora Hydro Cred, empresa norueguesa que lançava rejeitos nas nascentes amazônicas ou a também norueguesa Norwegian Norsk, a qual tem o governo da Noruega como principal acionista e que refina matéria-prima para produção de alumínio, cuja ganância poluiu com seus rejeitos as águas do Rio Pará e os mananciais que abastecem Barcarena, cidade onde está instalada.

Pois bem, ao que tudo indica as novas circunstâncias de controle ambiental fizeram com que a Norwegian Norsk Hydresta decidisse suspender suas atividades na região. Estranho, muito estranho não é mesmo? Faz parecer que as doações tinham objetivos nada conservacionistas.

Outra preocupante situação é a denúncia que circula nas redes sociais de autoria de uma bióloga da USP sobre interferências diretas de ONGs não brasileiras em uma reserva indígena Waimiri-Atroari localizada no norte do estado do Amazonas. Segundo ela, a Funai não tem controle de acesso vez que este é controlado por ONGs americanas em parceria com as de outros países fazendo com que os índios dessa reserva falem inglês, francês e outras línguas além da nativa, menos o português.

Será verdade ou é mais uma tentativa de atrapalhar as ações do governo federal na Amazônia Brasileira e ao mesmo tempo estimular o antiamericanismo de esquerda. De qualquer forma, se for verdade confirma-se assim a necessidade de colocá-los pra fora do Brasil.

Está ficando cada vez mais claro que o que querem mesmo são os frutos, substâncias e o subsolo da Amazônia. Com a floresta pouco se importam, tanto que as suas já não existem mais e não demonstram o menor interesse em recupera-las. Alguém já ouviu falar em planos de reflorestamento nas áreas ocupadas pela agricultura, vinhedos e outras atividades econômicas na Europa e nos Estados Unidos?

Quando a esmola é grande desconfie da “bondade”.

Afinal é medo ou falta de coragem?

Existem situações em que oponentes e adversários políticos parecem não aceitar a derrota e não se contentam apenas com atitudes que visem confrontar quem lhes venceu, querem sua destruição a qualquer custo.

Pois saiba que o que está escrito acima descreve algo que está acontecendo em meio a esse monte de bobagens a que somos obrigados a assistir diariamente se quisermos saber como andam as coisas em Brasília. Esta é a realidade que estamos vivendo através das contendas político-ideológicas que acontecem na Capital Federal desde a última eleição presidencial.

Ela passou a existir a partir do momento em que pessoas com medo de que um futuro diferente seja melhor que aquele que querem para o país continuaram a mostrar que não vão aceitar que estão erradas por absoluta falta de coragem de contrariar seus líderes ou pior, pelo fanatismo inconsequente.

Parece não existir nada mais difícil de aceitar que a própria incapacidade de se submeter a verdade por mais benéfica que ela seja para todos, principalmente quando esta se refere a temas político-ideológicos. Ai está a razão pela qual há medo nos derrotados e falta de coragem nos derrotistas de plantão que orbitam nas diversas esferas públicas. Certo é que continuam lutando, derrotados e derrotistas, para que o que está sendo corajosamente proposto para mudar o futuro do país não dê certo.

É ai que reside a principal falta de coragem, é isso que lhes falta para apoiar as prementes mudanças que se apresentam como necessárias e que só serão possíveis se deixarem de lado a extensa lista de armadilhas que plantam diuturnamente contra as medidas encaminhadas para aprovação.

Vejam bem, estamos falando de medidas enviadas para análise do legislativo, bem como à consideração do judiciário, mas não no intuito de submetê-los a resignadas aprovações e sim de dar-lhes a oportunidade constitucional e necessária para as competentes adequações.

Oportunidades estas que na maioria das vezes são convertidas em momentos de regozijo e deslumbre pela oposição destrutiva e por negociantes de ocasião pelas brechas para oferecer apoios condicionais. São nessas indigestas ocasiões que somos obrigados a dividir ainda mais nossas eventuais audiências entre as porno-novelas e programas alternativos com as chanchadas políticas apresentadas nos plenários e côrtes de Brasília.

Nessas ocasiões destinadas as teatrais encenações de sempre reúnem-se “nossos representantes” nas comissões, nas turmas e nos plenários para vociferar, xingar, maldizer, tripudiar e desconstruir tudo que se lhes apresentar o governo nas tentativas de melhorar sua condição de trabalho. Lá começam os cortes, recortes, remendos, inserções individuais e demandas corporativas que nada mais são que a transformação das propostas originais em ridículas peças substitutivas e sentenças condenatórias produzidas sob encomenda por assessorias subalternas a fim de massagear egos e mentes de eleitos e nomeados com medidas em desfavor do governo e consequentemente dos brasileiros.

Dai voltarmos a pergunta título deste artigo: É medo ou falta de coragem?