No Brasil a democracia não vai morrer.

O livro Como as democracias morrem escrito por Steven Levitsky e Daniel Ziblat é uma crítica dos democratas (na verdade os socialistas, a esquerda de lá) sobre a situação política nos Estados Unidos após a eleição de Donald Trump.

A meu ver não se aplica ao Brasil como muitos defensores do socialismo, FHC por exemplo, tentaram fazer crer em relação a Jair Bolsonaro durante as eleições de 2018 no Brasil.

Primeiro porque uma vez Presidente, Bolsonaro colocou por terra alguns dos argumentos do livro ao compor um governo sem a tradicional negociação com os partidos políticos. Aliás, esse é uma da mais fortes alegações do livro desconstruida por ele.

Depois, todos os que nele votaram por convicção não o têm como político de estimação, esse tipo de relacionamento com a classe política foi o que nos trouxe até aqui e, por incrível que pareça, atua como vacina preventiva contra o que aconteceu em nosso passado pós Constituição de 1988.

A convicção de que ele deveria ser eleito veio da reação quase que alérgica aos estratagemas que vinham aos poucos sendo entranhados na sociedade brasileira através da politização de escolas, universidades, grupos minoritários, excluídos sociais, meios de comunicação e assim por diante, tudo com reflexos negativos junto à célula mater da democracia como a vemos ou seja, a família.

Se prestarmos atenção nos detalhes sórdidos dos objetivos finais das campanhas voltadas a disciminar a descrença no que é moral, na desobediência do que é legal e na desconsideração da ética desde que o socialismo voltado ao comunismo assumiu o poder em 2003 veremos que suas estratégias se resumiram basicamente em ir aos poucos incutindo nas cabeças dos cidadãos que tudo o que tem de errado no país tem origem na família.

Daí colocarem em prática uma doutrinação educacional “politicamente correta” que vinha sendo aplicada em crianças desde a mais tenra idade indo até os adultos em formação profissional. Segundo ela, só na escola se aprende democracia.

E o que se aprendeu nessa escola sobre educação, moral e civismo nesses anos todos? Nada ou em português castiço, bosta nenhuma, a não ser desrespeitar, inclusive professores, mas principalmente os pais na tentativa de diminuir sua importância na formação do caráter do indivíduo.

Talvez uma disfarçada tentativa de se contrapor à Marcha da Família com Deus pela Liberdade, que aconteceu em 1964 e caracterizou o apoio popular contra a implantação de um governo comunista no Brasil.

Aquele mesmo sentimento de patriotismo foi, novamente, a raiz da revolução democrática iniciada em 2013 pelo levante das famílias brasileiras contra a permanência dos partidos de esquerda no governo, como diz um de seus mais esquizofrênicos defensores (José Dirceu) ao se referir à retomada do poder pela força, desautorizando os demais poderes constituídos assim que assumissem o governo, caso fossem eleitos.

Esta sim, foi a proposta promovida e implementada por sucessivos governos doutrinadores da regionalização de um socialismo ditatorial à semelhança do balão de ensaios chamado Venezuela com uma única e exclusiva intenção, a de transformar a América Latina em uma conglomerado de republiquetas socialistas nos moldes da União Soviética dos anos anteriores à derrubada do muro de Berlim. Todas com um único partido, inspiradas naquele que governa Cuba com mão de ferro até hoje. Ou seja, uma ditadura imposta e mantida pela escravidão dissimulada através do controle social total característico dos regimes comunistas.

Por último, as propostas de Bolsonaro são todas baseadas em um governo voltado para a reconquista da democracia a partir do que dela restou de mais representativo após anos e anos de sua lenta delapidação, sua célula mater, a família.

Reforça esse pensamento a distribuição dos esforços do Governo Bolsonaro em linhas de ação, todas voltadas a estimular a abertura comercial com o mundo, recuperar a economia e com isso gerar empregos,  reduzir as deficiências na educação, saúde e segurança pública e excluir o viés ideológico de todas as ações de governo.

Como se vê, a democracia não vai morrer, pelo contrário, ela está sendo ressussitada no Brasil.

Os cães ladram e a caravana passa.

“Os cães ladram e a caravana passa”.

Esse provérbio árabe procura expressar uma das características do comportamento humano onde de um lado permanecem os que estão presos a seu delimitado espaço racional e do outro seguem os que passam ao largo, livres, rumo a seu destino. Vão atrás de um futuro melhor para todos, inclusive para aqueles que conseguirem se livrar das coleiras que os mantém presos aos limites impostos por sua própria ignorância.

Ladrar representa a manifestação desesperada dos que tentam impedir a passagem da caravana mesmo sabendo que de nada adiantará produzir ruído já que são incapazes de pará-la, até porque seus espaços vão ficando cada vez mais reduzidos na medida em que que permanecem andando em círculos, contornando os postes onde estão amarrados. Permanecem prisioneiros do passado retrógrado que os estacionou no vácuo da cegueira ideológica adquirida.

E a caravana segue adiante. Nela estão os que aprenderam com seus erros e acertos, os que buscam o melhor sem se incomodar com as manifestações daqueles que optaram por ficar estagnados no limbo do ostracismo partidário.

O desconforto promovido pelo latidos incomoda, porém a caravana passa. Sabe qual caminho percorrer e segue em frente célere em sua jornada.

Já os que persistem em permanecer presos às suas próprias coleiras assistem a passagem transformadora rumo ao progresso, posto que só lhes resta torcer contra. A esses a história já respondeu, pois representam um passado corrupto e amoral ao qual não se pretende voltar.

Assim, concluída a analogia, fica claro o que diferencia um grupo do outro. Ela reside no fato de um permanecer parado no tempo de uma política ultrapassada, enquanto que o outro segue em frente na busca de um destino livre de amarras ideológicas.

Os meios jamais justificarão os fins.

“…em Direito, o meio justifica o fim, e não o inverso. Desejo sorte para o Brasil. Amém.” (Marco Aurélio Mello)

Ao proferir a frase onde as palavras acima fazem parte do contexto o ministro do STF pretendeu justificar o caos em que quase nos jogou. 

Para circunstanciar será necessário explicar seus efeitos e significado, até porque a frase original – Os fins justificam os meios, foi erroneamente atribuída  a Maquiavel.

Vejamos o que está acontecendo nos estados do nordeste com especial destaque para o Ceará. Agora imaginemos a situação que estaríamos vivendo no Brasil com a libertação de milhares de pessoas condenadas em segunda instância juntando-se aos marginais que lá estão a executar ações tipicas de guerrilha urbana com ataques a órgãos públicos, dinamitando pontes, viadutos e torres de transmissão de energia.

Certamente uma tragédia avassaladora, vez que aqueles atos mais parecem parte de um plano para desestabilizar o país do que frutos da retaliação das associações criminosas que se apoderaram dos presídios administrados pelos governos estaduais ou pretexto para o início de ações à semelhança do que aconteceu em 1964 pelos comunistas que se viram frustrados com a descoberta e fim do golpe à democracia que haviam tramado. Seria isso tudo mera coincidência?

“Os fins justificam os meios” significa que para se obter, manter ou mesmo aumentar o poder a ética não é considerada. Assim sendo, quem comunga dessa afirmação mostra-se propenso a fazer qualquer coisa para conseguir o que almeja.

Quanto ao equívoco referente a sua autoria, sabe-se que o no início do século XVI, também conhecido como a era do colonialismo, aconteceu o advento do mercantilismo, doutrina econômica executada pelos estados absolutistas europeus na qual quem sempre saía ganhando eram exclusivamente a burguesia e a nobreza. Nesse período também tiveram início as principais guerras expansionistas europeias, as quais acabaram por instituir o imperialismo, argumentos estes que podem ter contribuído para que Maquiavel escrevesse em 1513 “O Príncipe”, tratado teórico no qual ele inseriu aquela expressão com o intuito de fazer ver os meios injustos utilizados pelos governantes para se manter no poder, mas não sua autoria.

Desde então, os procedimentos sugeridos naquela frase vêm sendo empregados em outras atividades, aquelas em que pessoas de má índole se utilizam de meios sub-reptícios para vencer e/ou chegar ao poder.

Certamente que aquela maneira de agir foi e continua a ser fruto dos maus exemplos de governantes, legisladores e até dos que deveriam julga com isenção.

Fato é que para se fazer boa justiça os fins jamais justificarão os meios, tão pouco os meios justificarão os fins, principalmente quando seu uso for determinado por motivo torpe ou fútil, vez que apesar de legal ( fumus boni iuris” ou “Fumaça de um bom direito”) o ministro aparentemente se equivocou.

A exaltação da mentira e o desprezo à verdade

A cada dia ficam mais evidentes as manipulações dos fatos para mascarar a realidade de quase tudo que acontece e se noticia na política nacional.

As eleições já acabaram, o presidente eleito já tomou posse, mas o paradigma da notícia manipulada permanece inalterado.

Como é impossível saber quando teve início essa forma canhestra de divulgar um fato ou evento, a qual serviu e ainda serve de modelo para a exaltação da mentira e o desprezo à verdade nós meios de comunicação, sua origem permanece desconhecida.

Exemplo disso foi a forma como um dos jornais de maior circulação no país noticiou a questão da utilização das mídias alternativas pela campanha de apenas um dos candidatos como se aquela forma de se comunicar com os eleitores não tivesse sido utilizada por todos, sem exceção. E o pior, o assunto foi imediatamente replicado por todas as empresas e sites de comunicação sem que ninguém tivesse checado os fatos. Alegaram após o fiasco nacional que a culpa foi da jornalista que plantou a notícia e assim acreditaram ter lavado as mãos. Foi realmente um furo, mas um furo n’água. Um típico caso de exaltação à mentira.

Com o mesmo intuito foi editado um trailer digno do prêmio de ficção político-científica sobre o episódio da tentativa de assassinato ( até agora comentam o assunto como “atentado”) daquele mesmo candidato onde ele, a vítima, passou a ser tratado como articulador de uma trama quixotesca, um esquema montado pelos liberais de direita com a participação de um executor por eles contratado, dois hospitais, suas equipes médicas, a Polícia Federal e as pessoas comuns que lá estavam foram cúmplices, como se aquilo não tivesse acontecido ao vivo e a cores.

Ainda agora, após a posse do Presidente fazem especulação sobre tudo que a ele diz respeito. Basta haver uma reunião de trabalho onde naturalmente assuntos e planos serão debatidos à exaustão antes de serem colocados em prática que já noticiam o fato como se desavenças incontornáveis existissem entre os participantes. Alguém em sã consciência ainda não percebeu que as reuniões das equipes do governo são para isso, para trabalharem as propostas e planos de governabilidade? Se não sabiam ou fingem não saber fiquem então cientes que elas vão acontecer durante todo essa gestão exatamente como aconteceram naquelas que a sucederam.

Parte de imprensa e dos analistas políticos, em especial aqueles que o confrontaram desde o início já cobra do Presidente que desça do palanque. Mas que palanque? Ele sequer teve tempo de usar palanque porque desde o início da campanha eleitoral esse acesso lhe foi constantemente dificultado por essa mesma imprensa e seus articulistas até que foi definitivamente impedido de fazê-lo pela ferida física da tentativa de assassinato que, aliás, ainda o prejudica. Vale ressaltar que nem dos debates o então candidato pode participar porque tinha e ainda tem restrições médicas para algumas atividades. Mesmo assim, aquela parcela dos meios de comunicação que lutaram contra sua eleição permanece em campanha usando dos mesmos artifícios para atacá-lo. A esses parece valer mais investir em uma meia mentira que em uma verdade inteira.

Quais governantes desceram de seus palanques em algum momento de seus mandatos? Os do PSDB, aqueles dos governos PTistas ou o MDBista de plantão? É fácil responder: – Nenhum deles. Aliás, sequer foram cobrados. Muito pelo contrário, a eles foram dados todos os palanques disponíveis por essa mesma gente que hoje faz as críticas.

Ora, todos sabem que muitos dos membros do novo governo se conheceram a pouco tempo e sequer refinaram , muito menos concluíram a maioria dos planos de ação, quanto mais a formatação daquelas propostas que de uma forma ou de outra causarão impacto. E mais, a maioria das propostas ainda precisará ser apresentada ao Poder Legislativo para discussão, eventuais ajustes e aprovação antes de serem colocadas em prática.

Vejamos o caso da divulgação das idades mínimas para a aposentadoria de homens e mulheres ainda em discussão para serem incluídas na reforma da previdência. O assunto é tratado como se fosse uma decisão do Presidente sendo contestada por sua equipe econômica. Na verdade suas palavras sobre o assunto mostram claramente ser sua intenção propor idades e prazos de transição diferentes daqueles que sua equipe entende serem mais adequados. Mas não, não foi assim que o tema foi colocado a público pela imprensa.

É esse o tipo de manipulação dos fatos que pode ser entendido como uma proposital forma de causar dúvidas na população e não o de promover sua correta informação que se entende como desprezo à verdade.

A contradição da tradição continuará?

Você sabia que o (P)MDB foi um dos dois únicos partidos beneficiados por um Ato Institucional, o AI n° 2 em 1966? (Entre 1966 e 1979, o Brasil viveu o bipartidarismo onde apenas  a Aliança Renovadora Nacional, mais conhecida como ARENA, de apoio ao governo militar e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), de oposição consentida, eram considerados partidos políticos legais. O MDB surgiu informalmente em 1965 e oficialmente no ano seguinte.) (Google)

Que o agora MDB, em seus 53 anos de existência, jamais dirigiu o Brasil através de um Presidente da República eleito diretamente?

Pois é, os três políticos desse partido que chegaram a presidência foram José Sarney, devido à morte de Tancredo Neves, também (P)MDbista, que venceu a eleição indireta em janeiro daquele ano, mas adoeceu e morreu antes mesmo de tomar posse.

Alguém pode até dizer que Sarney acabou sendo eleito presidente, mesmo que indiretamente, pelo (P)MDB. Bem, nesse caso é importante lembrar que até 1984, ano anterior as eleições de 1985 Sarney era um dos mais influentes políticos da ARENA, partido que foi criado para apoiar a ditadura militar como descrito anteriormente então,…melhor parar por aqui. Certo é que o governo Sarney foi tão rejeitado que nos deixou Fernando Collor de Mello como seu sucessor e cujo governo, todos sabem, acabou em impeachment.

Que o segundo presidente (P)MDBbista se filiou em cima da hora? pois é, Itamar Franco assinou ficha em maio de 1992, quando o governo Collor já enfrentava uma grave crise de popularidade. Então, Itamar foi eleito pelo PRN junto com Collor, mas deixou o partido após uma reforma ministerial feita em abril daquele ano. Em 2 de outubro, assumiu como presidente interino após abertura de processo de impeachment que viria a ser aprovado em dezembro.

Que tal o Presidente Temer vice de Dilma Roussef, esse MDBista que tomou posse em função do outro impeachment? Ele também veio a reboque, e sabemos muito bem de qual partido. É, do PT mesmo, aquele que dirigiu o país por mais de 14 anos, que afundou nosso barco em uma “marolinha” tisunâmica decantada pela molusco que presidiu o país com seus nove tentáculos. O curioso é que a lula dos moluscos cefalópodes originais tem dez tentáculos, oito para capturar e dois com a função de reprodução. A outra curiosidade sobre esse molusco vem bem a calhar, cefalópode é uma palavra que vem do grego e quer dizer “pés na cabeça”, o que pode explicar tudo.

E o mais estarrecedor, desde 15 de março de 1985, exceto em três ocasiões, uma com Antônio Carlos Magalhães do PFL (entre fevereiro de 1997 e fevereiro de 2001 – por quatro anos), Edson Lobão, também pelo PFL (interinamente durante quatro meses de setembro a dezembro de 2001) e Tião Viana do PT (também interinamente por três meses entre outubro e dezembro de 2007) todos os presidentes do Senado foram do (P)MDB.

Depois disso tudo ainda tem gente querendo recolocar um deles, o mais polêmico sobrevivente da já despejada velha política novamente na Presidência do Senado com dois argumentos, sua “experiência” e para  manter a tradição. Não podemos permitir que uma sandice dessas possa persistir em um momento tão importante para o futuro do nosso país.

“Nada, absolutamente nada, justifica a continuidade dessa contraditória tradição e mais, não podemos manter o Senado da República presidido por um político comprometido com tudo que o país está buscando afastar.”

Precisamos acabar com o domínio hegemônico de um grupo que desde 1985, o primeiro governo civil, vêm presidindo o Senado Federal em uma permanência no mínimo condenável, vez que esta pode ser uma das causas da decadência moral das instituições do país, inclusive dos outros poderes que juntamente com o Legislativo deveriam estar cumprindo seus papéis constitucionais de forma transparente, ética e com a necessária alternância.

Que a chegada do Novo Ano inspire os Senadores da República e Deputados Federais a continuar a faxina moral, ética e política que ansiamos, da qual tanto necessitamos e pela qual continuaremos a lutar.

AMIZ($)ADES

Somos levados a desenvolver certo tipo de AMI$ADE quando entramos na vida adulta.

Razão porque abduzidas pelo interesse desmedido e pela busca do sucesso financeiro certas pessoas passam a se importar cada vez mais com “quanto vão ganhar” e cada vez menos com as consequências (para si e para os outros) de “como vão fazer isso”.

Assim, aos poucos vão deixando as verdadeiras AMIZADES, aquelas cultivadas no companheirismo e conquistadas pelo coração em segundo plano na medida em que as substituem pelas AMI$ADES alimentadas por interesses mesquinhos na busca pelo sucesso social e econômico.

“O contrasenso de priorizar o lucro como principal resultado é que agindo dessa maneira sobem na escalada social, mas descem em relação a afeição e perdem os(as) verdadeiros(as) amigos (as)”.

Para aquelas pessoas com quem estiveram juntas na infância e na juventude os(as) interesseiros(as) reservam um sentimento parecido com a amizade, mas que não passa de saudade, já que é nostálgico como uma tristeza sem causa.

Esse tipo de AMI$ADE que muitos cultivam ao chegar a idade adulta só serve para alimentar a conta bancária e o ego, resultado dos relacionamentos profissionais administrados pelos negócios e pela política, restando muito pouco, quase nada, em relação àquele outro tipo de relacionamento a AMIZADE com “Z”.

Bolsos e bolsas passam a ter importância maior que argumentos ligados as conquistas sinceras de coração, contribuindo para que esse sentimento não mais remeta ao apreço das relações desinteressadas entre as pessoas, mas sim ao lucro que elas representam.

E ainda dizem que esse processo é tido e justificado como uma evolução nas relações humanas.

No que se refere a AMIZADE com “Z”, aquela do tempo em que um(a) amigo(a) representava segurança, carinho, compreensão, alegria e até tristeza quando solidária, essa continua a existir entre nós, basta querer, basta chamar.

O Estádio Presidente Dutra – É na dificuldade que surgem as oportunidades

O Estádio Eurico Gaspar Dutra, mais conhecido como Dutrinha, continua pouco utilizado enquanto as autoridades ignoram suas parcas necessidades alegando dificuldades financeiras.

Esta situação aparentemente sem solução de curto prazo,na verdade representa excelente oportunidade aos empresários aqui instalados ou mesmo àqueles de fora que tenham interesses na região, além, naturalmente, do próprio governo.

Tomadas as devidas precauções temos aqui uma daquelas situações onde fatores positivos passam despercebidos em um cenário desfavorável no qual poucos se dão conta devido à situação econômica do momento.

Vamos a alguns fatos:
1. Trata-se de uma histórica praça esportiva construída em 1952 e muito bem localizada no Centro-Sul de Cuiabá, tendo sido o principal campo de futebol de Mato Grosso desde aquela época até 1976, quando da inauguração do Estádio José Fragelli, o Verdão;

2. Tem vocação especial para abrigar os eventos do Rugby e Futebol Americano, duas novas modalidades de esporte por aqui com potencial extraordinário para utilizar suas instalações;

3. Recuperado, pode continuar a receber os jogos de futebol de campo das categorias menores tanto locais quanto regionais, no masculino e no feminino;

4. Devido sua localização e dimensões tem natural vocação para espaço cultural, esportes e shows ao ar livre;

5. Seu custo de manutenção é relativamente baixo comparado à Arena Pantanal;

6. Foi tombado pelo Patrimônio Histórico de Cuiabá em 1990 através de proposta do então Vereador e atual Prefeito Emanuel Pinheiro (Lei Municipal nº 2.671de 25/05/1990);

7. Em 2015 foi fechado para reformas. Sua recuperação e merecida incorporação ao espaço público municipal pode ser oferecida à iniciativa privada para que, em parceria formal com o município, passe a ser administrado e explorado neste formato (resguardas as exigências legais e os direitos de acesso e utilização da população através de Lei específica).

Teríamos então uma Arena Municipal com possibilidades viáveis de gestão e exploração comercial voltada a eventos e atividades esportivas como aquelas que não devem ser levadas à Arena Pantanal devido aos elevados custos.

Esta sugestão visa mostrar alternativa de solução à Prefeitura de Cuiabá para que possa atender ao clamor de seus munícipes sem prejudicar o erário público.

Em outubro de 2015 uma comissão formada pelo Ministério Público juntamente com a Polícia Militar, a Prefeitura de Cuiabá e a Federação Mato-grossense de Futebol chegaram a conclusão que a recuperação do Dutrinha estava estimada em aproximadamente R$ 400 mil.

Se levarmos em conta o volume de investimentos feitos em propaganda e marketing por grupos empresariais, pelo próprio Município e pelo Governo Estadual fica clara a oportunidade a que me refiro no título deste texto.

Se for para apresentar uma imagem ao público da capital visando resultados econômicos, financeiros, políticos e sociais de longo prazo esta é uma boa, rara e viável oportunidade que se apresenta.

Sou do Mato Grosso

Perguntaram a um cidadão qual sua origem e ele prontamente respondeu – Sou do Mato Grosso.

Que me perdoem os mais letrados, mas essa resposta também precisa ter aceitação.

Ela tem valia para muitos de nós matogrossenses, todos senão.

O amor por essa terra nos faz assim, os de “tchapa e cruz” e os “paus rodados”, como não.

Ser matogrossense é algo tão especial que supera qualquer sentimento, até a própria razão.

O motivo? Ah… esse vem do fundo mais profundo do coração.

Surge no amor nativo dos na terra nascidos e florece no peito migrante dos filhos por opção.

É um sentir especial em todos instalado, sem distinção.

Por isso mesmo merece e faz sentido aquela afirmação.

Alta e bom som, de qualquer forma, mesmo errado, já que pura paixão.

Não, não será a gramática quem nos dará definição.

Este é um sentimento sincero que nasceu e já está entranhado em nossa razão.

Pode até ser errado usar o artigo definido “do” naquela declaração.

Fato que pouco importa porque ela não necessita precisão.

falar sobre o que sentimos por ser “de” Mato Grosso é resposta dita com enorme paixão.

É algo que está em nossa alma e vive, como já dito, em nosso coração.

É um sentimento intenso, tão sublime que o teremos para sempre com sincera devoção.

 

O perigo das carências

As carências são os combustíveis das ideologias, sejam elas de qualquer tendência política ou social, razão pela qual pessoas carentes de recursos financeiros, de informação, alimentação, estudos, saúde, segurança, respeito, carinho e esperança são os principais integrantes das massas de manobra dos ideólogos.

A mudança acorrida na estratégia de luta pelo poder, agora através de ações menos agressivas e mais furtivas em relação ao que faziam no passado são a comprovação de que aquela forma de luta não estava mais dando resultado. Assim, a solução definitiva para as carências das pessoas que conseguem cooptar nas chamadas classes oprimidas pelo capitalismo “não” faz parte da nova tática adotada, mas sim sua perenização. Por isso defendem a institucionalização de programas assistencialistas.

O socialismo democrático que pregam é baseado em um assistencialismo intermitente que “não” tem por meta libertar o indivíduo, mas sim torná-lo dependente do sistema. Defendem que tudo e todos façam parte daquela mesma massa de manobra citada anteriormente e que alcançado seu intento os manterá no poder.

Exemplificando, parece que esse sistema não resolveu os problemas econômicos de Cuba, tanto que aquele país permanece dependente de ajuda externa para sobreviver, muito embora tenha obtido relativo sucesso na exportação de seu modelo revolucionário para países latino-americanos e africanos cujas populações, coincidentemente, sofrem das mesmas carências.

É possível observar o comportamento de manada que introduziram nas mentes dos intelectuais que os apoiam nas alegadas campanhas em defesa das minorias oprimidas (leia-se carentes). Basta observar que ao discutir os princípios de sua ideologia sequer aceitam ouvir opiniões que contradigam seus ideais, inclusive quando partem de grupos alinhados com sua própria doutrina. Estas sim, atitudes excrudentes e por consequência discriminatórias.

Seus líderes são tidos como infalíveis e seus atos são justificados pelos objetivos, mesmo que para alcançá-los sejam levados a perverter comportamentos, hábitos e até tomar medidas drásticas como “eliminar sumariamente seus inimigos”, resquícios das doutrinas adotadas por países autoritários do passado e atualmente em prática na Venezuela. Em suma, para eles os fins sempre vão justificar os meios.

Recentemente vimos lideres político simpáticos ao modelo cubano afirmarem que medidas semelhantes àquelas por ele adotadas, tais como tomar e controlar os Poderes da República pela força seriam adotadas caso seu candidato vencesse as eleições no Brasil.

Derrotados, não medem consequências para tentar obstruir o trabalho dos vitoriosos, para isso sempre estarão dispostos a solapar as instituições a partir dos elos mais suscetíveis às suas truculências. Por isso mesmo não têm qualquer dúvida em atacar princípios democráticos liberais tais como o direito a propriedade, o repeito as leis e a justiça, mas principalmente aqueles que dão substância à tradicional familiar brasileira.

Infiltrados nas escolas e universidades, nos meios culturais e de comunicação, nos sindicatos e outras associações de classe atacam o pensamento liberal através da doutrinação via seu aparelhamento por indivíduos treinandos em países que apoiam e pelos quais têm sido sistematicamente apoiados.

Como que corroborando com a constatação de que as carências são partes do mecanismo que sustentam esse tipo de estratégia de natureza política a vinda de cubanos em 2013 através do programa Mais Médicos é, no mínimo, questionável.

Da mesma forma, qual a verdadeira razão pela qual os cubanos estão sendo retirados do Brasil de forma tão açodada sem que para isso o convênio firmado com o brasil com a interveniência da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) tivesse sido formalmente encerrado?

Fuga ou abandono? Fica a dúvida.

Ignomínia a brasileira

A renovação acima das espectativas do Senado e Câmara Federal, dos Governos estaduais, das Assembleias Legislativas e das Câmaras de Veradores nas eleições deste ano expôs a ignomínia ou a grande desonra infligida pelo julgamento público daqueles que foram derrotados. Entretanto, contrariando o bom senso que tomou conta das urnas alguns daqueles que desrespeitaram seus cargos foram reeleitos ou mesmo eleitos para continuar atuando em outras instâncias.

Para decepção de muitos de nós a fórmula pela qual conseguiram infelizmente ainda funciona e vai continuar a eleger essa gente desprezível por mais que saibamos que em algum momento eles também serão afastados, quer seja pela justiça, quer seja pelo voto conciente e honesto da maioria.

É por essas e outras razões que precisamos permanecer atentos para que o destino dos que sobreviveram politicamente seja o mesmo dos que agora foram afastados pelas urnas. Temos que continuar lutando para que as nefastas influências que ainda detêm junto a seus currais eleitorais sejam eliminadas através da permanente exposição de seus atos e esquemas de corrupção. Será difícil, mas quando esse momento chegar as migalhas que oferecem em troca dos votos de cabresto de nada servirão.

Por enquanto estamos obrigados a aturar as sabotagens daqueles derrotados que beneficiados pelas circunstâncias do tempo ainda detêm mandatos eletivos. São políticos que se mostram cada vez mais despreziveis a medida em que põem à mostra suas verdadeiras índoles, seus malcaratismos, suas reais intenções em relação ao país e o claro desrespeito aos cidadãos que os elegeram. Eles agiram e ainda agem como sanguessugas beneficiados que são pelas estruturas coniventes e corruptas que construiram ano após ano através de seus ignóbeis mandatos.

Em fevereiro esse virus maléfico que nos infectou desde a promulgação da Constituição de 1988 passará pelo segunda fase do tratamento de seu expurgo eleitoral com a eliminação definitiva de boa parte dessa praga que se apossou do país.

Foi naquela Assembleia Constituinte que diversos políticos sociopatas tiveram a primeira oportunidade de explorar a boa fé dos brasileiros, quando então começaram a solapar nossa cultura pacifista, nossa educação, nossa saúde, nossa economia, nossa segurança e principalmente a família como instituição basilar da nação brasileira.

Parte da devastação que causaram e ainda causam está dentro da estrutura do ensino público superior. Foi através do aparelhamento gradual dos corpos docentes das universidade, do questionável preparo de boa parte daqueles que nelas ingressam por concurso vestibular e das cotas destinadas a corrigir injustiças sociais que atuaram para solapar os princípios básicos de nossa educação social, técnica e científica.

O mesmo pode ser percebido em relação aos meios culturais e de comunicação. Nestes, através da mesma estratégia de aparelhamento foram aos poucos inserindo em novelas, programas, filmes, séries, demais evento televisivos e impressos situações onde os locais de estudo, trabalho, lazer, esporte e diversão, mas principalmente o ambiente familiar passaram a ser apresentados como locais propícios a que situações de discriminação, preconceito, ódio, crime, além de outras atrocidades aparecessem como regra e não excessão.

O que mais será preciso dizer desses políticos corruptos que no âmbito de suas respectivas instâncias somente agora estamos conseguindo afastar?

Sim, porque grande parte deles também participou ou foi conivente com o danoso processo de degradação das estruturas dos três poderes que determinam o destino do país. Esses mesmos três poderes que em suas essências constitucionais deveriam estar cumprindo honestamente as resoluções públicas, produzindo leis justas e julgando com isenção nossos cidadãos.

Alijá-los da política será pouco!

Ordem e Progresso

As ideias de Auguste Comte, o criador do positivismo, influenciaram grandemente a formação da república no Brasil. Tanto, que o lema da bandeira brasileira, “Ordem e Progresso“, foi inspirado na doutrina desse filósofo francês.

No Brasil a influência do positivismo de Comte traduziu-se não só no ideário de nossos republicanos, mas nas ações políticas que acompanharam a Proclamação da República.

Entre elas, a separação entre Igreja e Estado, o estabelecimento do casamento civil, o fim do anonimato na imprensa e a reforma educacional proposta por Benjamin Constant, um dos mais influentes positivistas brasileiros.

A expressão é o lema político do positivismo, forma abreviada do lema religioso positivista formulado por Comte: “O Amor por princípio, a Ordem por base e o Progresso por fim”, em francês, L’amour pour principe et l’ordre pour base; le progrès pour but.

Me lembro de quando entendi o significado destas duas palavras. Viviamos um momento em que o país passava por governos militares onde os dois principais símbolos nacionais, a Bandeira e o Hino, eram efetivamente valorizados. Os outros dois símbolos, o Brasão e o Selo eram utilizados e difundidos em documentos e situações protocolares de gestão, por isso mesmo pouco acessíveis a um jovem estudante. Naqueles bons tempos cantávamos o Hino Nacional nas escolas, nos eventos, nas datas comemorativas e aprendemos a respeitar nossa Bandeira que invariavelmente estava hasteada nos prédios e espaços públicos.

Quem como eu foi aluno da Escola Técnica Federal de Mato Grosso lembra da emoção sentida quando do hasteamento da Bandeira Nacional, honra dada ao melhor aluno de certo período ou aquele que de alguma maneira havia se destacado nos eventos em que a ETFMT participava.

Individualmente as duas palavras, ordem e progresso, têm referèncias gramaticais distintas, mas quando juntas ganham em significado e importância, posto que passam a ser a razão de nossas lutas por um país justo e ético. Pela Ordem conservamos o que temos de bom, belo e positivo, pelo Progresso conseguimos o desenvolvimento e o aperfeiçoamento dessa ordem. Assim, sociologicamente uma depende da outra para justificar a razão pela qual sempre estarão unidas em nossa Bandeira.

Estamos perto de comemorar nossa independência e mais do que nunca a data precisa ser lembrada.

CALEIDOSCÓPIO POLÍTICO

Há algo de novo na política de nosso país.

Talvez por isso seja adequado dizer que estavamos presos em um caleidoscópio politico onde os partidos pareciam se renovar a cada sacudida, mas que ao final quando olhavamos para a nova imagem que se formava descobriamos que a figura continuava a mesma. A única mudança estava nas cores de suas composições já que os políticos continuavam os mesmos, todos juntos e misturados.

Indiferente a isso o grupo que governou o país desde 2003 navegou em mar de tranquilidade até 2008 quando começou o sacolejo.

O Grande Comandante de então tranquilizou os passageiros da nau com uma de suas pérolas dialéticas afirmando que “tudo não passava de uma marolinha”.

A partir de 2010 seguimos em frente, já com uma presidenta comandando a nau e seu Imediato (vice), desta vez em mares não tão serenos.

Pois bem, “a marolinha virou tsunami” e agora estamos com o vice espúrio no timão da canoa furada em que nos metemos ao eleger essa gente incapaz de olhar para outro coisa que não seus próprios interesses.

Também pudera, os eleitores quando em frente às urnas eleitorais continuavam incapazes de escolher representantes por outro motivo que não suas próprias conveniências ou seja, “com os olhos voltavados para os próprios umbigos“.

Em 2018 finalmente quebramos o caleidoscópio.

Tudo indica que neste ano começaremos a modificar o “status quo” que permaneceu inalterado em nosso universo político devido ao processo de conscientização que tomou conta do país a partir do cerne das famílias brasileiras no momento em que tivemos coragem de enfrentar a degradação moral e civica por que estamos passando desde 1988, quando da promulgação daquela que deveria ser a Constituição Cidadã.

Nossa delapidada Constituição foi mais que manipulada durante seus 30 anos de existência, ela foi agredida por interesses mesquinhos próprios da doutrinação socialista utópica e mais, vinha sendo paulatinamente degradada em sua essencia republicana por radicais comunistas que se instalaram no governo através do PT, seu principal partido de esquerda.

Este, por sua vez, colocou em prática seu projeto particular de perpetuação no poder associando-se ao contumazes e velhacos partidos de esquemas, comprados que foram através da corrupção, tanto que “institucionalizaram o suborno” nos quinze anos em que permaneceram dirigindo nossos destinos.

Faltou muito pouco para que sucumbissemos definitivamente ao desajuste ético nos três poderes, ao aparelhamento no sistema educacional e da imprensa, à desestruturação sistêmica dos mecanismos de segurança e ao abandono injustificável, senão proposital, da saúde pública que já se assenhoravam de nosso país.

Bem vindo seja!

Bolsonaro, leia-se o futuro governo, parece não precisar da tutela da imprensa.

Ele usa forma direta para se comunicar com a nação e por isso mesmo não precisa dos meios tradicionais. Prova disso é a perceptível redução de entrevistas coletivas para a grande imprensa.

Ao se dirigir diretamente aos brasileiros assim como uma pessoa fala com seus amigos, ele o faz sem firulas e sem meias palavras, o que minimiza os efeitos das interpretações tendenciosas que costumam ser feitas pelos analistas políticos antes mesmo da divulgação de suas declarações propriamente ditas.

Bolsonaro informa assim o que fez, o que faz e o que pretende fazer a cada um dos que o seguem em particular e a todos em geral, utilizando-se das mídias digitais individuais o que permite seja transparente, uma das razões de não depender das empresas de comunicação.

Para buscar notícias sobre ele os repórteres e analistas têm que fazer como todos nós e ler seus comunicados pelo Twitter (vão ter que segui-lo). Até mesmo seus adversários, para estarem a par de seu cotidiano vão ter que acessar sua conta no Twitter ou recebê-las via WhatsApp.

Nosso futuro Presidente é uma pessoa que fala a todos, mas não como aqueles que o antecederam. Seus antecessores primeiro procuravam dar satisfação a seu cordão de puxa-sacos e aos grandes conglomerados da comunicação para só depois mostrar a nós o que pretendiam fazer.

Que em seu governo Deus esteja acima de tudo e que o Brasil fique acima de todos.

Bem vindo seja!

Discurso errático

senhor ministro toffoli,
(em letras minúsculas mesmo, tal a forma apequenada e açodada com que vossa excelência se expressou quando sobretonou algumas de suas palavras no pronunciamento do resultado das eleições).

Vossa declaração foi uma clara afronta ao discurso feito por Jair Bolsonaro, o Presidente eleito do Brasil, quando este se dirigiu de maneira sóbria, claramente democrática, despida de preconceitos e repleta de palavras positivas a todos os brasileiros.

Nunca um dos três poderes da República Federativa do Brasil discursou de maneira tão inadequada e presunçosa, destilando ódio em seu modo de falar e demonstrando indisfarçável frustração ideológica.

A começar pelo fato de ter-se dirigido à pessoa errada, já que quem terminou essa eleição de forma melancólica, irracional e explicitamente divisionista foi o candidato derrotado. Ainda mais após a inadequada declaração de que permanecerá tratando os brasileiros como se vivessemos no eterno “nós contra eles” com que pretendem continuar se alimentando os partidos de esquerda.

Apenas para demonstrar as diferenças entre como se comportam grandes homens em situações semelhantes basta citar um deles, recentemente falecido, o senador americano John MaCain, que ao perder as eleições para Obama disse o seguinte:
– “Ontem ele era meu adversário, a partir de hoje ele é meu presidente”.

Um exemplo na política e na ética. Já Haddad, este foi incapaz de cumprimentar o adversário, portando-se como um verdadeiro zero a esquerda!

Não será tratando de forma tão desrespeitosa o futuro chefe do executivo que o STF irá preservar o necessário bom relacionamento entre os dois poderes.

VERGONHA ou MEDO

Entre os que pretendem votar no dublê do presidiário existem duas explicações.

VERGONHA de reconhecer, mas principalmente de ser reconhecido como pessoas que vêm sendo enganadas há muito tempo.

MEDO de serem atingidas pelas mudanças que estão por vir com a eleição de um postulante honesto e que não irá titubear na condução de políticas voltadas a:

1. combater a corrupção interna e externa do governo;

2. eliminar os privilégios dos poderes e dos que “estão” poderosos;

3. acabar com a apropriação indevida dos recursos públicos;

4. eliminar os desvios de função no funcionalismo público federal;

5. impedir os esquemas e direcionamento nos processos de contratação de obras e serviços pelo governo;

6. implantar políticas externas sem vieses políticos;

7. recuperar a educação pública em todos os níveis e eliminar as ideologias no ensino;

8. a reestruturação do sistema de saúde pública,

9. a revitalização das forças armadas;

10. a estruturação e melhoria da segurança pública;

11. a revitalização do judiciário;

12. o comprometimento do legislativo com o país;

13. a proteção da instituição família;

14. a liberdade de imprensa;

15. o direito à propriedade privada;

16. a implantação da meritocracia por competência;

17. a transformação do país em uma democracia liberal.
Que coincidência, deu dezessete!