Distratando a realidade. Alguém duvida?

Todos os que estão distratando a realidade e usando o passado para se alimentar das versões de alguns camaradas (que recebem injustificáveis indenizações) por terem ficado contra os governos de então deveriam merecer desprezo.

Mais que isso, os que utilizam da falta de informação dos mais humildes deveriam ser expostos ao escárnio, tal a desfaçatez com que agem ao fomentar o ódio entre nós brasileiros e ainda terem a descaramento de se fazerem de vítimas.

São as mesmas idéias revanchistas que continuam a ser usadas pelos admiradores dos terroristas daquela época para mascarar a verdade dos anos duros dos governos militares que nos fazem imaginar qual seria o tratamento receberido por eles (os militares) e seus apoiadores caso não tivessem impedido aquela intentona comunista.

Provavelmente o mesmo utilizado até hoje pela ditadura cubana no tratamento a prisioneiros de guerra ou seja, o pelotão de fuzilamento. Afinal, foram eles e a União Soviética os mentores, os apoiadores e os treinadores daqueles inimigos do país. Alguém tem dúvida disso?

Certamente não estaríamos agora vivendo uma democracia e participando de um pleito eleitoral com tantos partidos disputando a Presidência da República.
Alguém dúvida disso também?

Alguém dúvida que seríamos todos obrigados a substituir nossas crenças religiosas por um ateísmo imposto por aqueles que auto-proclamariam um governo revolucionário?

Vocês duvidam que as propriedades, sejam elas urbanas ou rurais, seriam transformadas em comunas como hoje está proposto no programa de governo da esquerda ao propor distribuir tudo aquilo que possuímos e que conseguimos construir com nosso trabalho? Vocês duvidam?

Alguém dúvida que nossa bandeira não seria mais verde, amarela, azul e branca, e que ela estaria substituida por outra, de cor vermelha com um martelo e uma foice em destaque?

Ainda têm dúvida? Então procurem outra explicação para a candidatura de uma comunista ao cargo de Vice-presidente da República e descobrirão que se trata de uma afronta ao país. Que a indicação de uma pessoa com essas credenciais ao segundo cargo mais importante do Executivo, na verdade, é um estratagema que pretende submeter através de um golpe eleitoral o país ao comunismo, quando do “eventual” afastamento do candidato do PT da Presidente da República.

Agora somem a isso o fato de alguns Ministros do STF
criticarem as palavras do Deputado Federal mais votado pelos eleitores e fazerem ouvidos moucos às explícitas ameaças de Jose Dirceu, um terrorista condenado e por eles solto, “de que tomarão o comando do país e tirarão todos os poderes do STF” ou mesmo as falas de Wadih Damous, um jurista declaradamente de esquerda, de que “tem que fechar o Supremo”.

Por últimas, mas não menos graves, temos a declaração feita a estudantes nordestinos pelo dublê de candidato (Haddad), de que seu alter ego (Lula) será libertado independentemente do que a justiça fizer” e mais essa de “chamar Jair Bolsonaro de anti-ser humano, e tudo que precisa é ser varrido da face da Terra

É preciso dizer mais alguma coisa?

O melancólico papel de desinformar.

O melancólico papel de desinformar chega agora ao ápice do ridículo.

Boa parte da imprensa, principalmente a televisiva, teve a oportunidade de entrevistar os candidatos e nada fez para deles extrair suas reais posições a respeito dos temas que mais afetam o presente e o futuro do país e por consequência o nosso.

Nada explica porque só agora, no segundo turno do pleito, seus articulistas políticos e econômicos buscarem temas qualitativos e propositivos aos dois candidatos que chegaram ao segundo turno.

A primeira vista pode haver certa lógica no fato deste tipo de questionamento ser feito somente agora, mas não. Não é nessa direção que a realidade aponta.

A questão é bem mais complexa, chega a ser desconexa da realidade e da necessidade de bem informar que, presume-se,
seja seu inexorável papel.

Reforça esta situação decepcionante constatar que as entrevistas e reportagens acontecidas até então com os candidatos buscaram explorar situações a que se expuseram quando de suas manifestações e ações passadas a respeito de temas sócio-culturais tais como preconceito, racismo, nepotismo, subserviência, corrupção e quase nada sobre o que realmente importaria aos eleitores quanto ao futuro ou seja, sobre suas propostas para enfrentar as questões sociais, econômicas, ambientais e de gestão que assolam o país.

Perdemos a oportunidade de saber o que todos os pretendentes a presidência da república estariam propondo sobre saúde, educação, emprego, segurança, economia e finanças públicas.

É nestas horas que vemos alguns “colaboradores” dos veículos de informação se apresentarem sectários, principalmente aqueles ligados aos grandes grupos de comunicação, pois mais parecem trabalhar “por” que “para” quem lhes paga. Isso sem falar da forma dissimulada com que alguns tentam mascarar suas próprias tendências políticas.

São tão inconseqüentes que mesmo após as tentativas frustradas de desconstrução dos candidatos não se preocupam em reparar o mal que possam ter feito.

É o que parece acontecer com os dados disseminados por alguns institutos de pesquisa que parecem ter sido contratados para mostrar os resultados da forma que interessa a quem os contrata e não de como deveriam ser divulgados na realidade.

Certos veículos de mídia parecem despreparados para se ajustar as novas formas de informar, demonstram não querer fazer a moderna e adequada leitura dos fatos nem dos atos, quanto menos de assim divulgá-los. Não aceitam que a informação não lhes pertença mais com a exclusividade do passado, tentam até criminalizar quem faz uso das novas formas e meios de comunicação que hoje estão nas mãos e mentes de todos, bastando para tanto um simples toque dos dedos.

A forma de se comunicar é agora, mais que nunca, uma decisão individual e àqueles que persistirem em lutar contra isso restará o melancólico papel de desinformar.

Carta a fernando

fernando,

Não há como deixar de reconhecer os benefícios que seu governo trouxe ao país. Por outro lado, eu o considero um dos patrocinadores do caos em que nos encontramos pela forma apática e tolerante, quando não apoiadora, com que se portou frente às políticas erráticas implementadas por seus sucessores.

Agora me vem você com essa proposta ridícula de unir forças contra aquilo que ajudou a criar pelo seu descaso com o país.

Você pouco se lixou com o que aconteceu aos brasileiros, viu a educação do país degradar através dos rumos escalafobéticos tomados pelas diretrizes desse que hoje se coloca como candidato estepe furado daquele outro que está preso; ficou calado enquanto a saúde da população afundava melancolicamente nas mãos despreparadas de um socialismo assistencialista e esquisofrênico; aplaudiu e apoiou o desmantelamento das forças armadas e de segurança pública para dar espaço ao trabalho de desconstrução da nossa pátria e sociedade;

Isso tudo sem falar da situação calamitosa que levou ao desemprego treze milhões de brasileiros que como muitos foram enganados durante dezesseis anos falaciosos por uma política de crédito farto e barato em uma economia desestruturada e alimentada por programas de incentivos e benesses fiscais a empresas, grupos econômicos e esquemas com seus comparsas políticos.

Agora todos sabemos que foram mentiras sociais, educacionais, de segurança e principalmente econômicas, quem deram sustentação política aos governantes deste nefasto período de nossa história.

Pois bem, ao meu modo de ver você é participe, sócio e colaborador disso tudo que nos aconteceu no passado e que nos conduziu a essa desgraça que governa o país desde sua saída. Ou vai negar que apoiou a TEMERridade que foi eleita na coligação do esquema de camaradas que se apossou da presidência da república?

Sabe fernando, você perdeu o direito de falar com os brasileiros e deveria voltar a academia para descobrir onde foi que errou. Você nem deveria dar uma de salvador da pátria propondo a união de partidos corrompidos e políticos corruptos e pior, tentar cooptar para dentro do seu esquema partidos e pessoas que de boa fé estão lutando para colocar você e seus comparsas pra fora.

A candidatura BOLSONARO é a única que percebeu tudo isso e se propôs a lutar pelas saúde das famílias brasileiras; pela educação tradicional e de qualidade que tanto nos fez e faz falta; pela segurança em nossos lares, em nossas escolas e creches, inclusive em nossos empregos. BOLSONARO se candidata por uma economia voltada ao mundo (todo o mundo) e por trazer infraestrutura adequada a todos os rincões de país indistintamente. Resumindo é o ÚNICO E VERDADEIRO CANDIDATO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL PELA PAZ.

Saiba fernando que não estou sozinho nas afirmações que lhe faço agora, tenho certeza que comigo estão milhões de brasileiros cansados dessa balela que você e os seus seguidores estão tentando impor desde a muito tempo.

Sou um daqueles que voluntariamente apoiam JAIR BOLSONARO PARA PRESIDIR O BRASIL

Marcelo Augusto Portocarrero

PS – Escrevo seu nome em letra minúsculas de propósito, você fez por merecer.

Quando éramos livres

As gerações anteriores, aquelas do século passado, talvez tenham sido as que passaram pelas mais rápidas e permanentes mudanças dos últimos tempos.

Desde aquelas referentes aos direitos individuais e por conseqüência aos comportamentos sociais, passando pelos avanços tecnológicos, chegando até as de cunho político.

No entanto, é fácil perceber que uma razoável parcela da população tem pouco ou mesmo nenhum interesse em se envolver com assuntos que tratam das causas e efeitos dessas mudanças.

Boa parte prefere passar ao largo desses temas como se nada tivesse a ver com isso ou pior, como se os efeitos dessas mudanças não trouxessem consigo reflexos capazes de atingi-la e a todos nós, cedo ou tarde, sem exceção.

A maior preocupação com esse modo de ver e agir é de que ao nos abstermos de participar e nos comportarmos como meros espectadores, seja por receios de tornarmos públicos nossos pontos de vista, seja por considerarmos que de alguma forma poderemos ganhar algo com isso, estamos aceitando pacificamente certas mudanças sem a correta avaliação de seus efeitos.

Não há como não deixar de considerar que já é tempo de rever muitas das mudanças que ocorreram desde aqueles tempos em que as liberdades eram mais presentes que agora.

Basta lembrar de quando éramos livres para andar pelas ruas a qualquer hora e de quando podíamos ficar nas calçadas em frente as nossas casas sem a preocupação de sermos agredidos ou assaltados pelos “filhos dos excessos de direitos” que, em boa medida, trouxeram muito mais tensão, medo e prejuízo que benefícios às pessoas.

Àqueles a àquelas que procuram inconsequentemente mostrar-se como paladinos defensores dessas libertinagens (abusos de liberdade) a qualquer custo sem se preocupar com os reflexos que elas trazem junto, só nos resta esperar que em algum momento olhem para trás com os olhos libertos dos dogmas impostos pelas doutrinas pseudo-liberárias e reconheçam que o mundo realmente mudou, mas que em muitos aspectos essas mudanças não foram para melhor, muito pelo contrário.

Os mais jovens não sentem os malefícios de boa parte dos “avanços ocorridos” porque não viveram o outro tipo de vida que vigorou naquele passado não tão distante.

Parece não terem recebido todas as informações sobre o que havia de bom ou ruim e, talvez por isso, sejam incapazes de reconhecer o quão mal alguns desses abusos de liberdade vêm causando a tudo e a todos.

A VERDADE CAMUFLADA

As pessoas do bem devem estar estarrecidas com as campanhas deliberadas contra as polícias de uma maneira geral e contra o exército em particular.

É realmente preocupante constatar os fracos resultados obtidos nas ações de repressão ao crime e na elucidação dos fatos que afligem a qualquer pessoa em particular e a todos nós no geral.

Cobrar resultados de quem sequer é dada a mínima condição para obtê-los deveria ser tão constrangedor quanto constatar que quem também deveria ser cobrado por isso não o é porque até neste sentido as notícias são seletivas, direcionadas mesmo, à destruição da imagem das instituições públicas que não estejam no portifólio de clientes de certas empresas de comunicação.

Raro ver essa poderosa imprensa, o quarto poder, elogiar ou apoiar a ação dos órgãos responsáveis pela área de segurança com o mesmo afinco com que a denigre, a menos que seja paga para fazer propaganda institucional e/ou política.

Nunca assistimos tamanho empenho dessa parte da mídia apoiar ou propor, desinteressada, soluções para este setor que vê sua capacidade de atuação ficar cada vez mais crítica com o passar do tempo.

Aliás, a verdade agora escancarada é que nunca cobraram nada dos verdadeiros responsáveis pela desestruturação do aparato de segurança.

No caso das forças armadas é pública e notória a campanha propositalmente desmoralizante. Já a montagem e o apoio às estruturas subversivas e paralelas ao governo são cada vez mais atendidas através de coberturas jornalísticas disfarçadas, onde tudo é possível mostrar para assim melhor disciminar.

No caso dos crimes ocorridos durante o combate a criminalidade tudo, a princípio, é culpa do aparato de segurança/policial, nunca do bandido/assassino.

De quem é a culpa do desmonte da segurança?
De quem é a culpa do aumento dos crimes?
De quem é a culpa da baixa incidência de ações de prevenção?

Pelo que a imprensa faz questão de destacar a culpa é da polícia e do exército, vez que são tratados como milicianos ou quadrilhas rivais que invadem as áreas controladas pelos bandidos sem avisar. Essa mesma imprensa que adora subir o morro para cobrir as visitas turísticas autorizadas pelos traficantes do pedaço.

Como não é politicamente correto não há críticas sobre as questões de cerceamento de liberdades nas comunidades controladas pela bandidagem, pelo contrário, parecem aceitar o fato como consumado.

É evidente que têm meios de contactar e saber onde estão os bandidos, mas não podem informar, é segredo de imprensa.

Quem é cúmplice do bandido, quem acoberta as chefes do crime, quem não mostra o esconderijo da quadrilha, os repórteres globais, os pesquisadores das estatísticas dissimuladas e encomendadas para serem divulgadas em período de eleição ou a polícia?

A parte da poderosa imprensa que age como abutre esperando a carniça feder quando deveria ajudar a impedir a chacina é a mesma que recebe a informação (dos bastidores como eles ridiculamente adoram falar) dos crimes de colarinho branco e esperam o conluio se consumar para valorizar a notícia, mesmo que ela atinja de forma catastrófica o país e sua população.

VOU VOTAR EM BOLSONARO

Quero um Brasil próspero e sem fisiologismo político, um país seguro, sem proselitismo econômico e sociocultural.

Votarei por uma pátria livre e que tenha seu futuro longe das ideologias e dos políticos que a destruíram.

A HORA É ESSA.
É AGORA OU NUNCA!

Continua tudo como dantes

Continua tudo como dantes no quartel de Abrantes.

É o que merecemos como habitantes apáticos desse lugar imutável, já que tudo indica que permaneceremos assim, vez que continuamos fingindo nada ver, nos fazendo de surdos e permanecendo mudos.

Prova disso é que o STF aumentou os próprios salários, o de todos o funcionalismo público federal e por tabela também incentivou as reivindicações salariais estaduais e municipais, atingindo diretamente o rombo do INSS e contribuindo para afundar de vez nossas contas públicas. Ao que tudo indica, nada de fato será feito para impedir tamanha falta de respeito com o povo.

E nós aqui, ouvindo de legalistas caolhos e beneficiários de plantão que em direito adquirido não se mexe, nem quando esses são aviltantes e imorais.

Fossem honestos já teríam entendido que o país não aguenta mais tanto desaforo.

Afinal, todos sabemos que os aviltantes salários foram alcançados através de acordos safados engendrados por manipulações mancomunadas entre os três poderes e que acabaram por “privilegiar” os salários de toda a cadeia publica funcional.

Outros privilégios como auxílios moradias, residências funcionais, auxílios educação, planos de aposentadoria especial e outros injustificáveis direitos auto concedidos são alguns dos exemplos imorais existentes em nosso país que têm suas origens ilegais perfeitamente contestáveis em foro adequado.

Sabermos hoje que as pessoas públicas que poderiam ter impedido e que podem mudar essa desavergonhada realidade são todas beneficiárias do permanente assalto ao erário público ou pretendem participar do despojo, por isso nada fazem para impedir.

Não é possível tais privilégios permaneçam fazendo parte da sentença de morte de nossa pátria sem que nada possa ser feito para estancar esses cânceres que já em metástase atingem a todos os órgãos e poderes de nosso moribundo país.

Tem que haver tratamento e cura para essa doença terminal a que nos impõem corruptos, corruptores e demais sangue-sugas.

Os flamboaiãs da Avenida Getúlio Vargas

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Quem de nós com mais de 50 anos não se lembra dos floridos flamboaiãs que enfeitaram as ruas e praças de nossa cidade até os anos 70, especialmente a Avenida Getúlio Vargas.

Pois é, fizeram parte do belo passado da antiga e saudosa Cidade Verde, como era conhecida a Cuiabá da nossa infância e juventude.

Quando da decisão de removê-las não deve ter sido difícil encontrar argumentos que justificassem a necessidade do procedimento considerando, principalmente, as características aéreas de suas fortes e superficiais raízes, além de outras razões que culminaram por promover aquela radical decisão.

Acreditem, mas também deve ter contribuído para isso a singular beleza da abundante produção de flores e sementes que na visão de alguns da época sujavam em demasia as calçadas e a via. Faltou, e muito, o necessário espírito preservacionista em relação à extinção daquelas maravilhosas árvores em especial.

Pelo que se sabe, nem ao menos houve preocupação em produzir mudas com suas sementes para que fossem plantadas em local adequado e mantidos vivos os acalorados tons vermelho-alaranjados que resplandeciam durante suas floradas nas primaveras daqueles tempos, quando a velha avenida ficava ainda mais cativante, motivo pelo qual foram eternizadas pelas lentes do fotografo Pierre Marret.

CORAGEM

Desde a muito tempo estamos vivendo em um permanente e desavergonhado conluiu de partidos negociando apoios a título de garantia de governabilidade. Será só isso?

Será a governabilidade a única e verdadeira razão ou temos também um vergonhoso bazar de candidatos processados (pelas mais variados razões) a se oferecer ao eleitorado desinformado?

Na verdade, a maior parte negocia palanques na tentativa de se reeleger para salvar suas imunidades, seus esquemas, os empregos de seus puxa-sacos, suas mordomias e por aí vai. Por isso trabalham em conjunto, para manter a situação como está.

Nosso sistema eleitoral já não é uma única jabuticaba, é sim uma Jaboticabeira inteira, tal o conjunto de particularidades que apresenta.

Seus frutos são verdadeiras aberrações à brasileira, dentre os quais se destacam:

– um sistema eletrônico de votação hackeável (imaginem o que os “russos” podem fazer com a comprovada falta de segurança das urnas eletrônicas);

– a existência escancarada de caixas 1(por dentro), 2(por fora) e 3(por terceiros);

– condidatos condenados em 1a. instância podem concorrer;

– pessoas condenadas em 2a. instância estando ou não presas podem se inscrever no certame (a inscrição é permitida, mesmo a legislação não permitindo o concurso);

políticos cassados e/ou presos podem ser lançados candidatos.

Isso tudo sem falar da indisfarçável preferência das grandes empresas de comunicação do país por candidatos negociáveis (ou seriam negociantes?) a esquerda, no centro e a direita, em detrimento da necessária imparcialidade.

Poucos se candidatam defendendo claramente o fim dos indecentes altos salários públicos, das mordomias palacianas, dos auxílios financeiros, das ajudas de custos, das aposentadorias especiais, das comissões interesseiras, das indicações politizadas, das assessorias de cabide.

Os brasileiros precisam ter coragem para lutar contra a mesmice do processo político que nos tem aprisionado a décadas.

Não tenham dúvidas, a falta de vergonha daqueles que se candidatam buscando imunidade e manutenção de status, ao contrário do que pretendem, só nos dão coragem para negar-lhes nossos votos.

Deveres Humanos – Human Duties

O mundo está cheio de gente defendendo DIREITOS HUMANOS (Human Rigths) e ninguém cuidando de exigir que se cumpram “DEVERES HUMANOS” para que aqueles direitos sejam respeitados em sua totalidade.

Onde estão as organizações cuidando de exigir o cumprimento dos Deveres Humanos ou Human Duties, se alguns preferirem?

Certamente que estes assuntos não interessam às ONG’s, muito menos aos governos porque não dão palcos com holofotes.

A visão daqueles que só sabem lutar por direitos não enxerga o dever cívico como algo inerente ao ser humano. Para eles, os deveres são frutos da repressão ou mesmo obrigações institucionais do estado.

O que está por trás de tudo isso?

Para descobrir é só prestar atenção nos artigos que estão por ai a jogar todos que se afligem com a falta de justiça e segurança em uma vala comum sem se aterem às suas verdadeiras razões, as quais estão no LEGISLAR, no EXECUTAR e no JULGAR em “causa própria” que viceja em nosso país.

A começar pelos nada honestos e injustificáveis alto-salários daqueles que LEGISLAM, EXECUTAM e principalmente JULGAM no Brasil, seus privilégios e despesas por nós subsidiadas. (não vale a pena listá-las de tão repugnantes).

Não ha no mundo um país onde tão poucos sejam tão injustamente privilegiados em detrimento de todos como aqui.

O pior é que se acham no direito, vide os pronunciamentos das Associações de Magistrados, dos Ministros do STF, da AGU, dos Tribunais de Contas Estaduais e Federal, dos Sindicatos e Associações de Funcionários Públicos Federais, Estaduais e municipais quando ameaçam “seus direitos adquiridos por eles mesmos concedidos”, e em cascata.

Não querem expor que as verdadeiras causas de nossa desgraça são tramadas nos gabinetes políticos muito bem assessorados por causídicos. Aquelas assentes sobre um conjunto de leis apropriadamente promulgadas e regulamentadas para atender seus interesses, os de quem os defendem e os daqueles que fingem não saber de nada, como é o caso dos inúmeros recursos que ainda persistem sob a alegação de presunção de inocência até de quem é preso em flagrante, das protelações, das decisões judiciais negociadas, das nomeações de autoridades sem autoridade para “exercer autoridade”, dos interesses sub-reptícios nas contratações de executores de “obras e serviços” em troca de apoio financeiro, e por aí vai.

DESIDERATUM

Chega a ser nojento, mesmo assim todos assistem as novelas e certos programas das empresas da Rede Globo sem se importar com o conteúdo deliberada e sub-repticiamente degradante com que tratam as questões familiares.

Poucos percebem que a título de mostrar o perfil por eles desejado de nossa população tentam confundir o que acontece nas suas próprias entranhas com a realidade em que vive a família brasileira na qual estamos todos inseridos.

São diferenças gritantes, mas que propositalmente negligenciam, sabe-se bem com que propósitos.

Longe de estar mostrando a realidade do que aconteceu no dia a dia da maioria das pessoas simples e de bons costumes, seus programas envolvendo temas familiares são agressivos aos telespectadores que sem perceber e sem forças para se fazer representar dignamente vêm sendo manipulados na medida em que são intencionalmente influenciados e consequentemente degradados em seus costumes morais.

É muito provável que haja patrulhamento social dentro de seu próprio estrato gerencial, tal a guinada que vem sendo dada na orientação de sua programação voltada ao público doméstico.

Razão pela qual parecem ter adotado conceitos discriminatórios às avessas, tanto que predominantemente mostram as relações familiares com formas desestruturadas, geralmente homofóbicas, com tendências racistas ou mesmo constituídas como antros de criminosos.

Seus programas são um acinte aos bons modos, pois nunca mostram o lado bom das relações humanas, exploram as questões da sexualidade de maneira degradante e tudo como se este fosse nosso modo de vida.

Provavelmente assim o farão até que a degradação moral seja tal que venha a se transformar em nosso DESIDERATUM (*) ou que, a tempo, tenhamos força para nos mover em sentido contrário.

Quem com medo do que eles pretendem seja o politicamente correto se cala e por isso consente (será?).

Já passou a hora de evitarmos que esse aviltamento da base familiar brasileira continue a abalar as fundações da nossa formação.

Como fazer isso?

– Não assistam a esses programas e orientem para que seus familiares também não o façam!
(*) – Desideratum – aquilo que se deseja.

O desrespeito ao país não tem limites.

Meu Deus, meu Deus, meu Deus!

Essa gente não tem o menor respeito por nós e continua lá dizendo que está cumprindo seu papel constitucional.

Até quando vamos permanecer inertes e submissos a esses covil em que se tornou o Poder Legislativo.

Nesses dias que antecedem o recesso parlamentar estamos assistindo estarrecidos a governabilidade do país ser vilipendiada por essa camarilha de vendilhões “que autorizamos”, tomou de assalto o Congresso Nacional.

Cada ato que cometem é um desgaste arrasador contra nossa frágil situação financeira.

Não se importam nem um pouco com a anunciada desgraça que se avizinha, querem mais é salvar seus malditos mandatos aliciando descaradamente eleitores a esquerda e a direita.

Vendem nossa saúde, segurança e educação por trinta dinheiros tal qual um bando de Judas, pouco importando se com isso nos crucificarão, uma vez que só fizeram aumentar os gastos públicos, o que certamente implicará na piora da crônica questão fiscal que nos assola desde a muitos anos.

Aprovando aumentos salariais, desautorizando os necessários controle das despesas públicas, inviabilizando receitas adicionais e perdoando dividas vão acabar estrangulando ainda mais nossa depauperada economia sem que nada possamos fazer até as eleições.

Esses desatinos só vêm comprovar que não estão nem aí para o próximo governo. Dane-se o país.

Contam com a ignorância dos que só enchergam seus próprios umbigos.

Sentem-se seguros porque a impunidade continua a correr solta nessa terra onde compra-se voto com aumento de despesa pública, onde o cidadão banca as campanhas partidárias e ainda paga para eleger seus corruptos favoritos.

Minha tia Glória- em homenagem aos seus 100 anos de vida.

A história de minha tia Glória todos sabem, mas preciso recontar.

Desde a Glória criança que nasceu caçula e veio ao mundo para nele brilhar.

Aquela menina, pequena, esperta, que a todos encantava não tinha outro nome para se chamar.

Virou moça prendada que de tudo um pouco sabia, se algo a interessava, tão logo aprendia.

As coisas que aprendia queria mostrar e desde cedo sabia que sua maior valia também seria ensinar.

Não houve estudo que a esperta Glória deixasse passar sem deste saber tudo aproveitar.

Até quando se divertia era ela, a pequena menina, que esperta puxava a turma para brincar.

Na frente da casa, no fundo quintal das gostosas goiabas a grande mangueira era sala de estar.

Mãe, tia, avó, bisavó, esposa, em tudo exemplar, a maior glória de nossa Glória foi, é e sempre será ensinar a amar.

QUEM FEZ ESTA MERDA?

A pergunta costuma ser feita quando encontramos uma situação incompreensível ou que nos afete, sendo cada vez mais comum acabarmos o dia com esse questionamento passando por nosso cérebro ao menos uma vez.

As respostas a este tipo de indagação estão tão imiscuidas em nossas mentes que na maioria das vezes nem as percebemos.

É com a certeza disso, de que a imensa maioria da população não encontrará respostas compreensíveis para estas questões, que “o Legislativo propõe e aprova leis para não serem cumpridas, o Executivo não as respeita fazendo o que quer e o Judiciário não mais existe para julgar, mas sim para interpretar“.

Para o outro lado, o do cidadão mal informado, tudo cabe e é acolhido graças ao desconhecimento de sua força e à ignorância das reais necessidades do país. Tanto, que aceita ilusórios benefícios em troca de seu maior patrimônio cívico, O VOTO.

Basta fazer uma simples reflexão sobre uma dessas MERDAS e seus prejudiciais impactos em nossas vidas para percebermos o quanto uma decisão político-eleitoreira pode nos afetar por tempo indeterminado, senão eternamente.

Então, vamos a uma delas:

Quem é o responsável pela poluição dos rios?

Em outras palavras, QUEM FEZ ESTA MERDA?

Possíveis respostas:
a) O Legislativo que aprova emendas parlamentares e libera recursos exclusivamente por demandas politicas sem avaliar devidamente seus respectivos custos e benefícios;
b) O Executivo que contrata projetos ruins e não tem competência para fiscalizar, muito menos para executar suas obras;
c) O Judiciário que não julga, apenas interpreta as ações dos membros dos três poderes e por isso mesmo não pune adequadamente os indiciados por crimes cometidos contra o erário público;
d) O Eleitor que vota por ignorar a realidade, por interesse, por conivência e/ou por amizade;
e) Todas as respostas estão corretas;

A opção correta é a (e), e serve para toda e qualquer MERDA já feita ou a se fazer por todos os níveis de governo.

Só tem um jeito de acabar com isso, eliminando as condicionantes atuais da opção (d), votando consciente para não eleger parlamentares, governadores, prefeitos e principalmente presidentes corruptos, mentirosos e incompetentes.

O PHODER DA INFORMAÇÃO (com “PH” mesmo)

Enquanto a banda passa tocando a marcha fúnebre que acompanha o enterro do país nossa imprensa, os abutres na carniça, aplaudem e, ao que tudo indica, pedem bis.

Nosso noticiário político virou corrida de bastão atrás das notícias podres que tanto nos atormentam.

O pior de tudo, é que nessa onda jornalista virou comentarista especializado e com ares de articulista.

Qualquer notícia, seja sobre economia, gestão pública, saúde, educação, segurança e etcetera, recebe tratamento isonômico pelos apresentadores dos jornais televisivos, mesmo quando especialistas sobre os temas noticiados são consultados, pois até nessas ocasiões somos “premiados com as opiniões nada abalizadas” dos reporteres e apresentadores, muitas vezes induzindo pessoas desavisadas ao desentendimento.

No caso específico dos temas políticos as “informações de bastidores”, alimentam as fofocas noticiadas pelas estrelas jornalísticas cada vez mais posudas a nos apresentar “e dar suas opiniões sobre” as histórias dos zumbis que perambulam pelos necrotérios em que se transformaram os três poderes deste defunto país.

E nós, travestidos em velhas carpideiras de velório continuamos chorando pelos cantos sem forças para reagir.

O problema é que se nada for feito para parar esse cortejo fúnebre e seus Carontes* nós seremos enterrados juntos.

*Caronte é o barqueiro que carrega as almas dos recém mortos (Mitologia grega – Wikipedia).