Diamantes em água.

– Estes são meus amigos! Chega a ser sublime poder pronunciar a frase.

Amigos são como diamantes em água, tão difíceis de encontrar que torna-se quase impossível possuí-los”.

Os políticos e o jornalismo de ocasião, aqueles que se ocupam de nos encher de lorotas têm caminhado de mãos dadas na manipulação da palavra “amigo“.

Vamos lá, buscar no conceito de amigo sua real e singela dimensão social que, a princípio, remete de uma solidariedade completa, para algo muito mais que fraternal.

A existência da amizade se dá entre as pessoas não importa o sexo, o grau de parentesco ou seus vínculos sociais, políticos e profissionais. Como sua base é o relacionamento, são o afeto, a compreensão e a confiança que criam este maravilhoso sentimento mútuo.

Alcançar este grau de relacionamento pode requerer anos de convivência ou simplesmente existir por acaso, como num toque Divino e de repente se tornar eterno.

O que se vê nas falas politizadas e reportagens manipuladas é a intenção proposital de confundir amizade com parceria, amizade com sociedade e amizade com cumplicidade a ponto de apresentarem este, um dos mais virtuosos sentimentos humanos, como algo dissimulado, até repugnante.

Um país para ser levado a sério

Depois reclamamos que não nos levam a sério!

Como desenvolver outro raciocínio a respeito de quem consegue transformar o maior desafio vencido pela justiça do país em piada?

O momento é muito mais de regozijo que de gozação, pois fez-se justiça. Aquela pela qual tanto ansiavamos, que não costumava usar sua venda quando o “paciente” carregava consigo interesses político-partidários, malas, mochilas e cuecas com conteúdo monetário de origem duvidosa. Mas precisamos tomar cuidado porque apesar da vitória obtida ela, a JUSTIÇA, ainda se mostra sujeita a interesses mesquinhos e carregada de conveniências demagógicas.

É hora de darmos alvíssaras a honestidade, de demonstrar nosso respeito e solidariedade aos que defendem a justa e perfeita aplicação da lei.

Devemos incentivar e agradecer aos que interpretaram a Constituição sem que interesses escusos estejam por detrás de seus atos.

Precisamos viver do esforço próprio, do trabalho honesto, da ação desinteressada, do amor ao próximo e no respeito às leis“.

Precisamos levar nosso país a sério!

UMA MÃO LAVA A OUTRA

Ultimamente essa expressão parece ter tomado vida, tão realista está se mostrando.

Estamos assistindo quase que diáriamente sua aplicabilidade ser colocada em prática por contumases usurpadores da boa fé dos brasileiros na justiça e de recursos públicos em seus malfeitos.

Para conferir basta uma rápida olhadela nas mídias disponíveis para ter o desprazer de assistir o descaramento e o desrespeito dos poderosos na manipulação da Constituição no sentido de preservar privilégios para seus padrinhos e apadrinhados, além de legalizar a utilização dos parcos recursos públicos ao direcioná-los para seus injustificáveis salários e outras atrocidades complementares autoconcedidas.

Esses que se dizem defensores das leis deveriam mais é zelar pela correta aplicação das mesmas. Mas não, fazem exatamente o contrário ao usar e abusar de suas prerrogativas para obter benefícios para si e para seus parceiros.

Daí, essa malfadada expressão – UMA MÃO LAVA A OUTRA – cair como uma luva para descrever os desprezíveis procedimentos de setores privilegiados dos três poderes em benefício próprio enquanto nós, os outros, vamos percorrendo o calvário de viver a sombra de ilegalidades constiticionalizadas em prol dos poderosos.

VIVA A VIDA

VIVA THÉO, VIVA A VIDA.

Não há nada que traga mais alegria e sentimentos de plenitude humana ao coração que a chegada de uma criança posto que esta traz consigo a luz da chama divina.

Deus se fez presente, chegou mais uma de suas criações e trouxe consigo novas esperanças.

Esperanças de um tempo de paz e prosperidade que nos permita deixar como legado a essa e a todas as crianças um lugar onde sejamos reconhecidos como membros da mesma família, a família de Deus Pai.

Para satisfação de nossas famílias em especial e para a grande família de Deus chegou Théo, que em grego denomina o próprio criador.

Théo, nossa linda criança muito há de trazer de felicidades e alegrias a sua mãe e pai, a nós avós e avôs, tios e tias, a todos enfim, contagiados pelo amor exarado com sua presença.

Que seja amoroso, generoso.

Que tenha o espirito aberto e o pensamento otimista.

Que se permita ser extrovertido e saiba impor-se.

Que obtenha sucesso utilizando sempre de qualidades, atributos e méritos próprios.

VIVA THÉO, VIVA A VIDA!

NOTÍCIAS?

Notícias, serão mesmo notícias o que ultimamente nos repassam as rádios, jornais e telejornais?

Notícias deveriam ser informações desprovidas de análises tendenciosas, sejam elas sobre política ou qualquer outra matéria enxertada de interpretações inseridas a título de esclarecimento por esse jornalismo de resultados e metas que hoje se coloca dentro de nossas casas e de nossas vidas sem a menor cerimônia.

Para completar, temos a disciminação dessas informações manipuladas país a fora sem que seja possível a mínima reação por parte de pessoas e instituições atingidas antes que seja demasiado tarde, são todos jogados em vala comum, qual indigentes.

É notório que os noticiários de agora são orientados para atender as demandas de seus patrocinadores e as tendencias politicas de seus editores, menos para comprir seu papel de bem informar.

“Notícia não se vende nem se compra, notícia se dá.”

O que nos resta é suportar as manipuladas e extenuantes notícias sobre assuntos que interessam mais aos patrocinadores que aos mal informados cidadãos.

Replicantes convictos

Notaram que a gente quase não recebe mais mensagens?

Recebemos vídeos, fotos, textos e figuras, mas mensagem que é bom…, aquelas faladas por nossas bocas ou escritas com nossos dedos, as que transmitem pensamentos próprios, essas estão escasseando.

Por conseqüência, estamos cada vez mais utilizando dos pensamentos, desejos e realidades de outras pessoas para nos comunicar com nossos grupos, amigos e contatos.

Replicamos praticamente tudo sem saber de fato a qualidade ou o conteúdo encaminhado e o pior, geralmente estamos replicando o que já foi enviado por outros replicantes.

Na verdade, nem prestarmos atenção se o sacana do corretor ortográfico está nos metendo em alguma confusão, não é mesmo?

A continuar assim perderemos nossas identidades, ficaremos sem conteúdo próprio e nos tornaremos todos replicantes convictos.

Marcelo Augusto Portocarrero

Ouvir silêncio.

Silêncio,
ouça o silêncio,
a solidão calma.

O ar pelas ventas,
encher os pulmões,
saltar o coração.

O bate-bate,
repica e rebate,
a vida viver.

O sangue pulsar,
passar pelas veias,
indo e vindo.

A alma que acalma,
Espírito Santo,
presença, divina.

É Deus quem fala,
no fundo profundo,
tudo se cala.

Mulheres, falta-lhes espaço.

Desde a muito tempo, mas só recentemente de forma enfática, as mulheres estão se mobilizando para ter seus valores e direitos reconhecidos.

Luta justíssima, considerada sua importância desde os mais primitivos momentos da história humana.

Tiveram, devido as condições extremas daqueles tempos, a necessidade de amamentar e criar seus filhos, uma função de retaguarda posto não existirem quaisquer outros recursos que não sua presença nessas atividades, permanecendo assim até não muito tempo atrás.

Devido àquelas mesmas condições também o homem, exercendo seu papel devido a força física, ocupou e permaneceu na posição de pseudo comando com efetiva dominância.

Durante todo esse tempo e como única opção para a sobrevivência da espécie,
cuidaram ambos de prover alimento, saúde e segurança para suas famílias.

Entretanto, a medida em que o tempo foi passando na esteira da evolução natural da humanidade não houve como a supremacia masculina se manter soberana utilizando-se apenas seus dotes físicos, passando então a se valer de subterfúgios místicos e religiosos para sustentar sua posição por mais de dois mil anos.

Para confirmar esse argumento basta lembrar os pilares, todos masculinos, sobre os quais foram baseadas as principais as religiões no mundo.

Neste ínterim sua submissa companheira buscou sem descanso, mas também sem muito sucesso, alcançar sua justa posição, seu valor e contribuição reconhecidos. Caminho este cheio de obstáculo, mas que vem sendo percorrido com perseverante empenho.

“Certo é que seja pela beleza, pela inteligência, pela competência, pela sabedoria, pela persistência, pela luta, pela força ou qualquer outro argumento que possamos considerar, a mulher foi, é e sempre será o elemento no entorno do qual orbitamos todos nós”.

Elas são únicas, o que lhes permite ser ao mesmo tempo criatura e criação, caminho e condução.

Falta-lhes espaço, e, paradoxalmente, poucas das que conseguiram ocupá-lo mostraram estar a altura das espectativas criadas. Boa parte acaba por cair no degradante lugar comum de quem precisariam substituir.

Todas merecem sinceras e esperançosas homenagens!

A Justiça vesga

A justiça não é mais cega, ela agora enxerga, mas ficou vesga.

O pior é que a venda que cobre seus olhos esta rasgada e para esconder a desfaçatez colocaram sobre eles óculos escuros de modo a que não possamos saber para onde estão voltados.

Promotores, desembargadores, defensores e juízes das novas gerações estão se desapegando das más influências da velha política e disciminando uma nova justiça pelas Côrtes. Esta sim, mais justa e necessária à correta aplicação das leis posto que moderna, pragmática e independente. Tanto, que passou a ser causa redutora dos vícios que a deturpam.

Entretanto, o fato de colocar as antigas interpretações (benevolentemente politizadas) fora do contexto constitucional traz consigo enorme responsabilidade.

Uma das questões que agora se apresentam está em aplicar com imparcialidade as mesmas modernas interpretações das leis nas desvairadas obtencões de direitos adquiridos por tabela pelos que se beneficiaram daquilo que deveriam repudiar e combater ou seja, os benefícios auto concedidos pelos outros poderes constituídos e coniventemente apoiados pelo judiciário.

A visão vesga aparece quando esse mesmo judiciário olha de forma enviezada para causas próprias. Provas disso são as atuações de suas associações que agem tal qual sindicatos na defesa dos penduricalhos concedidos por legisladores de má índole, dos quais os ilustres responsáveis pela justiça também acabam por se beneficiar.

Deveriam ter vergonha de defender benefícios introduzidos de maneira torpe na Constituição, frutos das artimanhas utilizadas pelos lobos em pele de cordeiro que hoje enfaticamente dizem combater.

Neste rol estão as injustificáveis verbas recebidas por fora como são os casos dos auxílios moradia, das ajudas de custos e outras mazelas mais, todas obtidas por interpretações deturpadas daquela mesma Constituição a qual tanto se referenciam em suas decisões.

Não vemos planilhas nem organogramas que exponham estes desvios (direitos) constitucionalizados serem apresentados ao público, muito menos aparecem em eventos midiáticos como nos acostumamos a ver nos outros desvios tão indecentes quanto estes serem tratados.

Porque será?

Fossem investigados com a necessária imparcialidade e o mesmo denodado empenho todos os benefícios indevidos legalizadamente concedidos certamente teriam que ser devolvidos ao erário público.

Será por isso?

Assim fosse feito, os injustificados rombos orçamentários (inclusive na previdência social) poderiam até não existir ou, no mínimo, seriam incomensuravelmente menores.

Esses desvios de recursos financeiros certamente serão tão ou mais aviltantes se comparados as apropriações indébitas perpetradas por políticos e funcionários públicos corruptos em suas relações expúrias com empresários corruptores.

Para que possamos ter justiça igual para todos nesse país será preciso colocar nova venda sobre os olhos da justiça!

Rio das curvas

Sinuoso lá vai o Paraguai,
Descendo, descendo, incessante,
Murmurando, murmurando.

Caminha seu ritmo suave,
Percorre a vida pujante,
Leva e traz, traz e leva
Lá vem, lá vai.

Silente, acalma a alma,
Torrente, agita a mente.
Caldaloso, fica nervoso,
Remanso, manso.

Suas turvas curvas incautos engana.
Alimento, alimenta, supre a terra.
Em seu curso o todo aviva,
Em seu destino tudo encerra.

Marcelo Augusto Portocarrero em 26/2/18 – Barco Jacaré

Representantes democraticamente eleitos

Continuamos a ser enganados descaradamente por nossos representantes democraticamente eleitos.

Sim, é isso mesmo que vem sendo esfregado em nossas caras diuturnamente por nossos representantes democraticamente eleitos.

Enquanto isso, permanecemos estáticos, sem capacidade de reagir contra as ações destrutivas de nossos representantes democraticamente eleitos.

Qual ratazanas, nossos representantes democraticamente eleitos perambulam pelos subterrâneos da capital federal tramando ataques a nossos direitos constitucionais alegando serem os deles que estão a correr perigo em função das ações saneadoras, melhor dizendo, sanitárias da Lava Jato e do STF.

Acreditem, estou falando do esgoto a céu aberto em que se transformaram as casas de leis frequentadas por nossos representantes democraticamente eleitos.

Enquanto isso permanecemos ignorando a destruição moral por que estamos passando graças ao esforço corporativista de nossos representantes democraticamente eleitos.

Amor eterno

Ele parecia não estar lá, mas certamente se pudesse ser visto assistiriamos seu permanente autocontrole dar lugar ao emocional e ouviriamos seu doloroso lamento clamando por sua amada em alto, sonoro e desesperado adeus.

Foi como ela o fez anos atrás quando dele se despediu naquela quente manhã de janeiro no salão da Igreja da Boa Morte onde velamos seu corpo.

Não tenho dúvidas que neste outro marcante janeiro de nossa família ele estava lá, amparando-a em seus últimos instantes.

Estava sim, veio buscá-la e foram-se, novamente juntos, para o paraíso é a vida eterna.

Momentos de decisão

A decisão de preservar determinado Senador que serviu de salva-vidas a diversos corruptos eleitos também deu carona aos pedidos de Habeas Corpus de certo ex-presidente condenado peja justiça. Ainda bem que não foram aceitos.

Mato Grosso também teve deputado estadual filmado recebendo propina e detido em flagrante por obstrução à Justiça e que aproveitou daquela porteira aberta para ser libertado da prisão reavendo seu mandato após votação unânime a seu favor por parte dos seus “parsas” os quais, agindo dessa forma, assumiram clara e inteira conivência.

Fossemos um país de gente séria e preocupada em fazer justiça, deveríamos expurgar essa confraria por inteirou, em todos os níveis, sem excessão, agindo como eles próprios agem.

A diferença estaria no objetivo a ser alcançado, pois assim como aqueles espertalhões se apoiam nas letras da lei por eles próprios escrita para se proteger, nós eleitores precisamos agir da mesma jeito e seguir o que estabelece a forma da lei eleitoral para demití-los de seus cargos removendo todos de lá.

Em nosso caso, impedindo pelo voto a continuidade dos mandatos espúrios daqueles e daquelas que hoje se auto protegem em claro desrespeito a nós que os elegemos.

DESPREZÍVEIS COVARDES

Estamos com o saco cheio dessa indefinida situação referente a questão previdenciária.

É ridícula a encenação que nos apresentam governo e oposição desde o início dessa desavergonhada crise.

De um lado, pasmados, vemos o governo adiando a votação da matéria e do outro, incrédulos, assistimos seus próprios apoiadores junto com a oposição fazer figuração na comédia política.

Ambos parecem viver uma interpretação dos fatos alheia ao que realmente interessa a quem nesse país trabalha ou está aposentado.

Ficam levando o assunto de barriga ao mesmo tempo em que alardeiam sua fundamental importância ou a falta dela para nosso futuro.

São todos DESPREZÍVEIS, COVARDES e “otras cositas mas”.

Estivessem realmente interessados em resolver o assunto não estariam levando em conta (como de fato estão) a necessária exposição pessoal a que todos, sem exceção, precisarão viver para por fim a crise, principalmente porque terão que se expor e cortar da própria carne.

De comum acordo trouxeram o assunto para 2018, ano de eleições, em deslavada desculpa para justificar o “dolce far niente” de sempre, quando o assunto é carregado de interesses corporativos.

É a justificativa perfeita. Levará tudo para que o próximo governo que, por sua vez, fará de conta que vai resolver.

Essas pessoinhas deveriam estar cuidando de nós eleitores e aposentados, mas não, só zelam por seus mandatos, seus nababescos auto adquiridos direitos, seus votos negociados, bem como pelos interesses das corporações e sindicatos que os sustentam.

Digo que são todos COVARDES porque lhes faltou no passado, como lhes falta agora, CORAGEM para votar a reforma previdenciária.

Porque não votaram ano passado?

Porque não votarão agora?

DESPREZÍVEIS, não querem se expor, posto que teriam todos que mostrar suas verdadeiras faces, para o bem ou para o mal.

Quem é a favor, quem é contra? Nunca saberemos!

Alguns, tentando justificar tamanho desprezo pelo povo que os elegeu no passado, dirão que tudo isso é parte do jogo político do qual reles eleitores nada entendem. Engano deles, nós sabemos muito bem o que se passa no submundo da política nacional. Aguardem e verão!

Repetindo, falta coragem ao governo, aos partidos e aos políticos, pois “na hora do vamos ver são todos farinha do mesmo saco”.

DESPREZÍVEIS E COVARDES NÃO MERECEM NOSSO RESPEITO, MUITO MENOS NOSSOS VOTOS.

Marquemos as “outras” opções

2018 será o ano da mais importante das eleições de nosso país.

Parafraseando a maior de todas as grandes ilusões da nossa política – “nunca antes na história deste pais” fomos agredidos com tantas mentiras, falsidades e roubalheiras juntas. Ainda mais proporcionadas por uma seqüência de governos incompetentes, acobertados por parlamentares corruptos e tribunais coniventes.

Devemos estar preparados para passar pelas mesmas torturantes campanhas eleitorais obrigatórias de sempre, onde novamente pessoas mal intencionadas tentarão enganar os eleitores apresentando-se como honestos postulantes aos cargos em disputa.

A maioria dos candidatos e candidatas aos cargos eletivos, senão a totalidade, será composta de velhos conhecidos nossos, quer seja pelas diligentes investigações da Polícia Federal em parceria com o Ministério Público, quer seja pelas reportagens levadas a cabo pela eclética imprensa nacional ou mesmo por blogs tendenciosos que teimam em nos entupir de mentiras sobre tudo e sobre todos que não lhes sejam partidários.

Vocês já se deram conta do tanto de notícias falsas e pesquisas tendenciosas que estão proliferando pelas mídias tal qual doença contagiosa? Pois é, este é o “trailer” das cenas tenebrosas dos capítulos da novela que assistiremos até as eleições.

Vendo as apresentações antecipadas dos candidatos da para se ter uma ideia da torre de babel em que o país se transformará graças as artimanhas e subterfúgios tramados e concretizados pelos atuais políticos, governantes e seus asseclas que, agindo na calada da noite, produziram acordos esdrúxulos, maléficos mesmo, para nós os pobres mortais aqui de fora dos palácios e órgãos públicos.

Não há quem se salve, pois de uma forma ou de outra todos se locupletam, seja tramando as sacanagens, seja delas participando ou mesmo ficando calados quando delas também se beneficiam. Vide as mordomias, os penduricalhos, as residencias funcionais, as passagens aéreas, as verbas de gabinete, e por ai vão as inúmeras outras sem-vergonhices a que dizem ter direito.

Alguém ou algum partido já abriu mão de tudo isso? Nunca!

Terão esses sanguessugas justificativas para receber nossos votos?

Pensem no enorme esforço seletivo que teremos de fazer para decidir em quem vamos votar. Sim, porque mais que nunca estaremos assumindo total responsabilidade sobre tudo que vai acontecer com nosso país.

Não é hora de lutar por direitos adquiridos para tão poucos em desfavor de todos os outros, nem de exigir solidariedade para os detentores dos altos salários que aviltam a honra de quem os obteve por tabela nesse eterno lava-mãos em que se transformou o serviço público.

Menos ainda dar guarida àqueles que se apresentam como candidatos, mas que defendem a manutenção de qualquer desses injustificados privilégios.

Nós, os outros, somos a maioria silenciosa, aquela que sempre permaneceu calada, mas que por isso mesmo acaba por eleger ou reeleger essa cambada que ai esta querendo, mais uma vez, manter as coisas como estão.

Chega, basta! Se essas pessoas nunca atenderam nem procuraram atender nossas verdadeira aspirações cidadãs porque reelegê-los ou eleger aqueles por eles indicados.

Devemos nos posicionar nas urnas contra os que lá estão e reduzir ao máximo os prejuízos futuros, se por ventura conseguirmos sobreviver a mais esta degradante chanchada chamada eleições da qual até agora só fazemos papel de figurantes inúteis.

Chegou a hora de escolhermos melhores representantes e expurgar da vida pública os maus elementos que dela só souberam tirar proveito próprio.

Não tenhamos dúvidas, nestas eleições o melhor voto será naqueles candidatos sem compromisso com o passado, pois só assim teremos 50% de chances de acertar, contra 100% de errar se teimarmos em reeleger qualquer um desses pilantras que hoje aí estão.