O DESCALABRO INSTITUCIONALIZADO.

Em nenhum momento, nestes últimos anos pós reforma da Constituição, vimos o Senado, a Câmara Federal, tampouco as Assembleias Estaduais, muito menos as Câmaras Municipais proporem, quanto mais aprovarem, medidas de redução e saneamento de suas despesas.

Fossem capazes de fazer um “mea culpa” sobre os descalabros que vêm impondo à população com o beneplácito do executivo e do Judiciário a cada nova adição de despesas ao erário público visando unicamente obter benefícios corporativistas, certamente estaríamos vivendo outra realidade.

Mancomunados a Sindicatos e Associações espúrias renovam seus infames mandatos com as migalhas que oferecem a seus desinformados eleitores.

Manobram com a ignorância do povo como quem mantém gado encurralado.

Ai de quem, dentre seus pares, ousar desafiar o “status quo” propondo mudanças nesta sangria desatinada de gastos com suas verbas, mordomias e sustentos. Tudo o que é proposto e aprovado por eles só aumenta nossa quota de sacrifício em prol de suas próprias benesses.

Ao povo oferecem sacrifícios, enquanto que para si somente demandam benefícios.

A verdadeira reforma para a salvação do Brasil começará quando formos capazes de demovê-los de seus, por enquanto, inexpugnáveis púlpitos e obrigá-los a descer ao mundo real no qual estamos sobrevivendo todos nós, “os outros”.

ABAIXO OS SALÁRIOS AVILTANTES, AS MORDOMIAS ESDRÚXULAS, AS VERBAS INDECENTES E OS INJUSTIFICÁVEIS DIREITOS ADQUIRIDOS “E MANTIDOS” PARA TÃO POUCOS EM DETRIMENTO DOS POUCOS DIREITOS DE NÓS TODOS.

Avatar de MAPortocarreroMarcelo Augusto Portocarrero

Em nenhum momento, nestes últimos anos pós reforma da Constituição, vimos o Senado, a Câmara Federal, tampouco as Assembleias Estaduais, muito menos as Câmaras Municipais proporem, quanto mais aprovarem, medidas de redução e saneamento de suas despesas.

Fossem capazes de fazer um “mea culpa” sobre os descalabros que vêm impondo à população com o beneplácito do executivo e do Judiciário a cada nova adição de despesas ao erário público visando unicamente obter benefícios corporativistas, certamente estaríamos vivendo outra realidade.

Mancomunados a Sindicatos e Associações espúrias renovam seus infames mandatos com as migalhas que oferecem a seus desinformados eleitores.

Manobram com a ignorância do povo como quem mantém gado encurralado.

Ai de quem, dentre seus pares, ousar desafiar o “status quo” propondo mudanças nesta sangria desatinada de gastos com suas verbas, mordomias e sustentos. Tudo o que é proposto e aprovado por eles só aumenta nossa quota de sacrifício em prol…

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Fé e Esperança

Todo início de ano tem a capacidade de avivar as chamas da esperança que realimentam nossos corações com sonhos e desejos.

Talvez a razão pela qual tenhamos esperança seja porque ela vem da alma, perambula por nossos sentimentos e nos enche de emoção.

Diferente dela, a fé é um sentimento racional, incondicional mesmo, onde a dúvida não deve existir por ser ela o esteio da confiança.

Então, vamos todos acreditar em um futuro melhor com esperança e muita fé, especialmente neste ano de 2018.

Para isso é preciso repassar tudo que aconteceu conosco nos últimos anos, pois assim teremos boa visão do que aconteceu conosco, bem como o que fizemos de certo, de errado, nossas boas ações e omissões do passado recente.

Poderemos então olhar para a frente conscientes de “tudo o que precisamos fazer para sermos melhores em tudo”.

Creio, sinceramente, que ao nos posicionarmos assim conseguiremos realizar boa parte de nossos propósitos e surpreender a todos pela capacidade que desenvolveremos, seja isoladamente ou em conjunto, de encontrar soluções adequadas para boa parte dos nossos problemas.

Lembre-se, Deus sempre está presente!

Jogo é jogo, treino é treino.

Em se tratando de esportes, política e casamento a afirmação é cabível.

No caso dos esportes é lógica a relação entre treinar bem e jogar ainda melhor para ganhar, não é mesmo?

Se as jogadas, procedimentos e até mesmo as rígidas regras não forem treinadas e seguidas a risca as derrotas vêm, irremediavelmente.

Política já não transmite essa relação tão direta, mas da para ir adiante no raciocínio vez que estamos assistindo uma pelada atrás da outra, que me desculpem os peladeiros.

Esses pernas-de-pau da política estão se achando, mas não são mais os donos da bola. Seus partidecos se transformaram em timecos de última categoria sem condições sequer de disputar eleições em um país civilizado.

Elas não aceitam que o jogo político está mudando, por isso mesmo nós os eleitores/torcedores precisamos primeiro afastar os parlamentares e governantes corruptos para depois acabar com a política rampeira que vêm praticando. Esse jogo de cartas marcadas que por puro comodismo estamos obrigados a aturar.

Basta desse lenga-lenga de conchavos e resultados comprados.

Falta relacionar o tema ao casamento. Tarefa complicada, vez que importa em reinterpretar os procedimentos mais relevantes das velhas atitudes masculinas e porque não dizer femininas, dos seres humanos.

Maioria das vezes quando adolescentes iniciamos nossas atividades sexuais com parceiros(as) diferentes daqueles(as) com quem escolhemos nós casar.

Antes do casamento ainda passamos por outros momentos intensos, as ficações, os namoros e os noivados. Pois bem, vamos entender essas experiências como treinamentos para o jogo de parceiros que nos levará a constituir nossas família.

Não, não é uma afirmação, tão pouco se trata de existência de regras a serem seguidas. Na verdade o casamento é parte do jogo da vida. É preciso entendê-lo de pronto, pois suas regras são definidas pelo amor e precisam ser seguidas à risca. Portanto, nesse caso não podem existir vencedores nem vencidos, senão nunca acabará bem.

O preâmbulo do casamento é constituído de muito treino onde conhecer as qualidades, aceitar os defeitos e trabalhar para auto corrigir tudo é essencial.

Findo o treinamento, no casamento o que importa é estar pronto e ser capaz de desenvolver capacidades extraordinárias, tais como acreditar e ser sincero durante o resto do jogo da vida. Melhor dizendo, durante a maravilha existência do verdadeiro amor.

Marcelo Augusto Portocarrero – 14/1/18

Cuida dela Senhor

Insuportável vê-la sofrer.
Injusta sentença, sem cabimento.
Nada explica tanto dor,
Não tem porque esse padecimento.

O que resta fazer,
Senão ajuda divina implorar.
Meu Deus vem socorrer,
A quem só soube amar.

Venha Senhor,
Olha por nossa querida.
Remove de nossa mãe,
Essa opressora dor.

Leva consigo esse mal,
Lascivo tormento tão implacável.
Afasta o sofrimento desse corpo impotente,
Que sofre calado essa dor presente, maldosa, latente.

Para Lília,

Marcelo Augusto Portocarrero
– 31/12/2017

Ruim comigo, pior sem mim

Incrível, mas o “Persistente Temer” esta fazendo com que boa parte da população comece a pensar assim em relação aos pretensos candidatos à Presidência da Republica em 2018.

Um em especial esta se beneficiando com toda essa lambança, o chefe da gang que afundou o país na maior crise socioeconômica de sua história, aquele mesmo que se diz mais honesto que o Papa, afirmação esta que de-per-si já coloca dúvidas sobre sua sanidade mental.

Pasmadas com a imensa capacidade de assumir atitudes politiqueiras e de interesse particular desse governo que ai está a decepcionar a todos, inclusive sua própria equipe econômica com decretos e medidas provisórias prejudiciais a tudo por que se luta desde a remoção a fórceps da quadrilha que vinha governando o pais, as pessoas estão cada vez mais desoladas e indecisas.

Será isso tudo mais uma trama sinistra da dupla PT+ PMDB para se perpetuar no poder?
Não duvido!

Marcelo Augusto Portocarrero – dez/2017

Torcedor eu?

Não mais.

A cada jogo que assisto fico ainda mais atordoado com as loucuras que aparecem nas imagens das transmissões dos jogos seja pelas coberturas jornalísticas, esportivas ou policiais. O que acontece no Brasil, vamos concordar, é algo inominável.

Algumas pessoas, melhor, uma grande parcela, senão a maioria dos que hoje frequentam os estádios de futebol perderam o direito de serem chamados de torcedores. Ainda mais quando estão em grupos comandados pelos marginais que se infiltraram nas torcidas organizadas.

O que vemos é um guerra sem fim onde bandidos promovem e se aproveitam dos distúrbios para roubar os verdadeiros torcedores e suas famílias confirmando, desta maneira, os objetivos quadrilhescos para os quais foram realmente constituídas.

As torcidas organizadas em quadrilhas se espalharam pelo país em uma parceria cada vez mais explicita com as grandes organizações criminosas em operação no país como o PCC, o CV e pior, contam com a beneplácita cobertura legal dos clubes a quem dizem torcer ou representar.

Estes, os clubes, sabemos agora, por sua vez, distribuem os ingressos gratuitos antes destinados a torcedores especiais por suas condições, qualidades e merecimentos para seus bate-paus e atravessadores que por sua vez os vendem para transformar o dinheiro conseguido no custeio e operacionalização de mais e mais distúrbios.

Perdi o gosto, a vontade e até o tesão de torcer por meu time ou qualquer outra dessas organizações esportivas que como ele disputam campeonatos pelo país a fora. Nenhum se comporta diferente e por isso mesmo não faz por merecer que alguém com brios torça por eles.

Sobram os fanáticos, estes continuarão a traduzir suas devoções pelos times em considerações religiosamente excessivas e intolerantes.

Pior mesmo é saber que sempre haverá quem goste e até ganhe com isso.

Orelhas cortadas

Outro dia assistindo uma dessas séries de comédia que passa na TV vi uma cena que poderia muito bem representar nossa tragicômica situação.

A cena em questão dizia respeito a forma com que um personagem se referia ao fato de preferir cortar suas orelhas para não mais ouvir as besteiras de seu interlocutor, o que por si só já seria trágico, mas não parou por aí. Na sequência, ele continua o diálogo dizendo que assim fazendo poderia costurá-las sobre seus próprios olhos para não enxergar as trapalhadas daquele com quem contracenava.

Algo extremamente controverso para se mostrar em um programa que se apresenta como comédia, não é mesmo?

Da mesma forma, trazer esse tema para nossa trágica história política contemporânea pode parecer inadequado.

Entretanto, a coisa está tão caótica que tal situação se apresenta como cabível no teatro de horrores em que se transformou nosso cotidiano político, consideradas as porcarias que diuturnamente somos obrigados a assistir graças à encrenca em que nos metemos ao eleger tanto gente ruim para no representar.

Ouvir e ver tanta baboseira produzida por essas quadrilhas que tomaram conta dos três poderes quando na verdade deveriam estar cuidando desse nosso sofrido país; assistir a essa sequência ininterrupta de atos ignóbeis contra nós e a favor da sobrevivência dessa corja que lá está e o pior, saber que fomos nós mesmos quem os elegeram chega a ser repugnante, porque não esperar haver quem considere cortar as orelhas e costurá-las sobre seus próprios olhos para não continuar assistindo o funesto destino que nos espera a continuarem as coisas como estão.

Marcelo Augusto Portocarrero – 14/12/2017

Viúvas de Pirro

Viúvas de Pirro

Sabe aquela frase utilizada por Sérgio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro, ao se referir ao falecido e também ex-governador de São Paulo, Ademar de Barros, sobre quem rouba mas faz?

Então, agora que estão sendo divulgados os valores já recuperados com a Operação Lava Jato e outras investigações paralelas é impossível não fazer uma profunda reflexão sobre os governos PTistas+PMDBistas desde 2003.

Sim, porque foram estes dois partidos e seus aliados de ocasião que dirigiram o país neste período, ou não?

Olha que o dinheiro recuperado e entregue só à Petrobrás até agora é muito pequeno (R$ 654 milhões) perto do que já foi contabilizado (R$ 1,47 bilhão), menor ainda se comparado ao que está estimado com base nas diligências em andamento (R$ 10,8 bilhões).

Os admiradores daqueles “ex” decidiram adotar o discurso de que os então governantes transformaram o país com o resgate da população pobre do Brasil via programas sociais.

Uma batalha vencida com a implantação de projetos voltados a reduzir as injustas desigualdades que assolam o país desde sempre. Só que não deram a necessária atenção aos fatores que criam e mantêm as condições necessárias a sua sustentabilidade.

Fizeram a clássica gestão bolivariana onde enquanto
houver pão vamos tratar de distribuir as migalhas. Quanto ao que fazer com a padaria, esse é um problema para se pensar quando acabar o trigo.

Agiram tal qual Pirro(*), pois obteveram sua vitória, mas a um preço que acarretou prejuízos irreparáveis à economia do país destruindo nosso futuro e causando exatamente o oposto ao que se propuseram ou seja, desemprego e mais desigualdades ainda.

Ao olhar apenas para o resgate social feito com a clara intenção de agradar o eleitor menos favorecido e por isso mesmo menos esclarecido, deliberadamente acabaram com o rio cujas águas moviam o moinho.

Restaram deles apenas viúvas de Pirro.

E ainda há quem insista em dizer que “nunca antes na história desse país” alguém fez mais justiça social.

Escrito em 10/12/2017

(*) – Pirro foi rei do Épiro e da Macedónia, tendo ficado famoso por ter sido um dos principais opositores a Roma.

Vitória pírrica ou vitória de Pirro é uma expressão utilizada para se referir a uma vitória obtida a alto preço, potencialmente acarretadora de prejuízos irreparáveis.(Wikipédia)

Políticos somos nós

Passadas todas as vergonhosas cenas de politicagem encenadas no Senado, na Câmara dos Deputados, no Executivo e nos Superiores Tribunais a fora, de repente nos descobrimos os únicos, verdadeiros e competentes políticos neste país a beira do colapso.

É fácil chegar a esta conclusão qualquer seja a perspectiva adotada, como também é certo que os políticos que aí estão não merecem nossa confiança, muito menos nossos votos.

O que resta agora é expurgar essa praga de nosso futuro, extirpar esse câncer de nossas
vidas e jogar cal para dissecar o país dos vermes antes que consumam o que restar de nós.

Alguns dirão ser impossível levar adiante empreitada tão difícil, outros a qualificação como proposta anarquista, mas o certo é que não pode ficar de braços cruzados esperando talvez providências divinas, posto que estas não estão nos planos de nenhuma divindade, muito menos de Deus, posto que Este jamais se envolverá no grande imbróglio em que nos metemos ao eleger essa cambada que se vangloria de nos representar alegando que por nós, é isso mesmo, por nós, foram legitimamente eleitos.

Pois bem, vamos deseleger todos em 2018.

Livres Verdades

Livres deveríamos ser todos por natureza.

Verdades devem ser verdadeiras porque implicam consequências.

A afirmação parece errada se simplesmente lida, mas não, ela não é para ser somente lida, é para ser vivida e vivê-la muda sua compreensão, pois se trata da forma difícil, até dolorosa, de alcançarmos a plenitude em nossa existência. Conseguir aceitá-la já é uma vitória da conseqüência sobre a inconsequência.

Se somos livres devemos ser verdadeiros porque a liberdade nasce da verdade e dela depende para existir.

Ser verdadeiro significa agir livremente em todos os sentidos, exceto quando dividimos nosso espaço com outras pessoas.

Se nossa verdade afeta a liberdade de alguém não estamos sendo verdadeiros na correta acepção da palavra.

Somos realmente livres quando nossas verdades são críveis e compartilhadas por todos que conosco convivem.

PRECISAMOS TROCAR AS PROPINAS POR INVESTIMENTOS EM EDUCAÇÃO.

Nossas escolas sofrem permanentemente com a falta de recursos financeiros para sustentar seus programas de ensino enquanto que, ao mesmo tempo, descobrimos um volume cada vez maior de propinas através da exposição dos degradantes esquemas de desvios de dinheiro público.

Fossem nossos políticos e empresários menos canalhas e mais altruístas poderíamos estar promovendo, a exemplo de outros países, o investimento desses recursos em instituições de ensino e não nas espúrias organizações político-partidárias e seus desprezíveis membros.

Fosse assim, hoje estaríamos colhendo frutos e não espinhos.

Nossas universidades formaram a maioria dos dirigentes empresariais e políticos do país. No entanto, raramente estes devolvem um pouco que seja dos lucros obtidos por seus esforços, sucessos e até esquemas para as instituições de ensino por onde passaram.

Acredito até que muitos sequer se dignariam a visitá-las, quanto menos apoiar sua manutenção, imaginem então contribuir para sua expansão e aprimoramento. Debitam toda a responsabilidadeao erário público.

Pobre país este nosso, pois é formado por políticos e empresários que só buscam participar de sua construção se receberem algo mais em paga sem nada a mais dar em retribuição.

Exemplo indignificante a outros sabotadores da nossa história como prova o que hoje assistimos indignados nos gabinetes dos governantes e legisladores, tudo isso com a conivência da justiça.

Ganância

Não vou tratar aqui sobre sua existência, mas sim de sua ausência.

Começo por dizer que nada aprendi sobre ela com minha família ou através de sua existência nas pessoas que me foram e são importantes.

O mais perto que dela cheguei foi por força de ofício devido minhas atividades profissionais e de pessoas com as quais acabei por me relacionar no vai-e-vem da vida, embora procurasse evitá-las.

Graças a Deus consegui administrar essas relações mantendo a distância necessária para que não me contaminassem. Entretanto, é impossível eliminá-las por completo de nosso cotidiano, quanto mais proeminentes sejam as pessoas com quem nos relacionamos.

Isto é o que permanentemente acontece no ambiente público e, infelizmente, também em alguns ambientes privados.

Ganância é um substantivo feminino que denota a avidez pelo lucro, seja ele lícito ou ilícito onde, apesar de se apresentar como um sentimento, na verdade tem características relacionadas a um desejo insaciável e individual de obter riqueza material pelo dinheiro sem medir consequências.

Decidi falar do tema devido à reação de uma pessoa que me é muito querida e pela forma como interpretaram seus atos em uma situação que envolvia o investimento de recursos financeiros em sociedade com terceiros.

Vi em suas reações as mesmas frustrações que tive nas perambulações de trabalho por que passei, onde é relativamente comum pessoas medirem os outros por suas próprias métricas.

Ações gananciosas costumam prejudicar outras pessoas direta e indiretamente, além de atingir os próprios autores na medida em que julgam estar protegidos por eventuais foros privilegiados, posições sociais ou mesmo pela força.

Não se esqueçam que tudo é transitório na vida e que nada é levado para o outro lado, exceto o que se faz de bom e de bem.

O QUE ESPERAMOS DO FUTURO?

Nada é mais frustrante para os pais que ver seus filhos chegarem ao mercado de trabalho e encontrar o país nesta situação de agudo desemprego. 

Faz a gente refletir, pensar no futuro, mas principalmente refletir sobre o presente e o passado.
Vivemos as consequências de um passado onde em grande parte de nossas vidas olhamos muito para os nossos umbigos e pouco para os outros, para o que acontecia no entorno.
Ainda outro dia li um texto sobre a importância de olharmos para o que nos cerca (para dentro, para os lados, para baixo e para cima), uma mensagem de fé e esperança em Deus, “Ele” que habíta em tudo e em todos.
Daí observar que agora mesmo nos encontrarmos em um momento especialmente relevante de nosso presente porque ele é fruto do nosso passado e dele depende nosso futuro. Melhor dizendo, o futuro de nossa descendência.
Precisamos construir um futuro diferente deste que estamos vivendo agora. Nele não haveremos de permitir que mazelas e interesses pessoais se sobreponham aos bem comum.
Precisamos nos esforçar para impedir que continuem a prevalecer aquelas relações espúrias que obrigam muitos a se aproximar dos poderosos para deles receber benesses.
Essas dependências, na verdade, se traduzem em prejuízos para aqueles que contam apenas com seu estudo e sua competência.

Não é este o país do futuro que quero para os meus!

Como será o amanhã? 

Quando a gente se depara como uma situação como essa em que estamos vivendo a segunda etapa de um jogo de três tempos, não tenho duvidas que todos se perguntam como acabará o segundo e como então será o terceiro tempo? Em outras palavras – Como será o amanhã?

A pergunta fica cada vez mais difícil de responder na medida em que tomamos consciências de que fomos nós quem elegemos o time e sabemos que no primeiro tempo quem participava da peleja eram, em boa parte, os mesmos indivíduos que estão em campo neste momento, só mudaram suas posições.

Ao que parece, as substituições propostas, ou mesmo aqueles impostas não terão condições de mudar o rumo da partida se não forem escaladas as pessoas certas em todas as posições. Ou seja, será preciso recompor a equipe toda, e só com especialistas nas posições.

O terceiro tempo será crucial para todos nós. Não há espaço para os erros cometidos nos dois primeiros, sob pena de perdermos não só a competição, mas o rumo.

Marcelo Augusto Portocarrero

PRECISAMOS SER AS DUAS FACES DA MESMA MOEDA .

Pessoas de má fé vivem trabalhando para que o país continue dividido.

Para mim não deveriam ser dois lados opostos, mas sim duas metades que se completam ou, como dizem os orientais, a composição de duas forças opostas, Yin e Yang, cujo equilíbro entre si é essencial para a vida.

Basta observar nossa situação político-econômica. Sem a necessária armonia entre estes dois ambientes não há como o país avançar no sentido correto e sair dessa espiral descendente causada pela falta de senso comum.

Estamos cansados de assistir a esse eterno cabo de guerra cujo avanço de um lado sempre será entendido como o recuo do outro e a vitória de um, se houver, significará a derrota de todos.

O progresso de todos não pode estar na obtenção do poder político mas na gestão do poder em disputa.

Chega dos discursos erráticos e dos atos desprovidos de objetivos comuns que estão destruindo o pouco que resta do país.