PRESENTES

Mostra a vida que os melhores presentes são aqueles que vêm do coração, pois seu conteúdo é puro amor. É por lá que vamos acumulando o estoque de felicidade que o amor alimenta, sustenta e constrói ao longo de toda a nossa existência.

Assim, quando nascemos, recebemos o amor paternal, dado por pais e complementados pelos avós desde o momento em que descobrem a germinação da semente de vida que plantaram e, se Deus quiser, somos brindados com o amor fraternal daqueles que vieram ao mundo para crescer conosco como irmãos.

Nos passos seguintes, somos nós a iniciar a convivência com as pessoas que encontrarmos em nosso caminho. Nele, depararemos com futuros amigos e, se for da vontade do Pai, nos apaixonaremos por alguém.

Dessa paixão, surgirá o terreno fértil onde plantaremos todo o amor que recebemos e reservamos para fertilizar e reproduzir nos filhos e em todos que conosco conviverem pelo resto de nossas vidas.

Obrigado, por estarem PRESENTES em minha vida.

Nem perdão, nem desculpa

Perdão não se pede, se dá
Pedir perdão humilha, magoa e não resolve
Perdoar sim, é remédio poderoso, genuíno
Abafa o resíduo da ofensa, é conciliação

Desculpa também não se pede, se dá
Uma vez que fruto de erro sem intenção
Desculpar sim, é ato de compreender
Resolução para a culpa fortuita

Deus, em sua sabedoria, assim doutrinou
Sendo, com isso, misericordioso para com todos
Não foi só sobre perdoar e desculpar que falou
O fez, sobretudo, para ensinar a amar o próximo

É preciso agir como o Pai instruiu, fazer por merecer
Em essência, Ele abençoa, e assim também perdoa e desculpa
Aprendamos com Ele a importância do abençoar
A levar compaixão e amor a quem precisa

Entre gerir e executar

Não confunda gestão com execução. A princípio parece não haver diferença entre as duas atividades, mas há.

Enquanto uma trata de planejar, gerenciar e administrar, a outra cuida do fazer, sendo, portanto, a ação de realizar, colocar em prática as decisões e planos estabelecidos pela gestão.

O raciocínio se aplica perfeitamente aos três níveis de governo, quais sejam, federal, estadual e municipal, assim como a qualquer atividade empreendedora. Ou seja, a gestão é a “cabeça” que pensa e decide, enquanto a execução é o “braço” que age e realiza.

Quando o gestor, seja ele prefeito, governador ou presidente da República, é impedido de exercer sua função executiva, apesar de ter feito o seu papel no planejamento das atividades que pretende desenvolver, temos uma atuação indevida. Isso ocorre em razão da ação imprópria de um dos três poderes do conjunto que deveria sustentá-lo.

Ao considerarmos o que aconteceu no governo anterior ou próximo passado, observamos que o poder executivo de então foi impedido de colocar em prática a totalidade de seu plano de gestão devido, entre outras razões, a duas causas principais: uma crise mundial de saúde; a outra, um legislativo inconsequente, que se submeteu a um judiciário assumidamente político e excessivamente ideológico.

Já no atual governo federal, essa situação se inverteu quando passamos a ter um gestor sem capacidade de planejar, portanto, sem condição de executar, mesmo com o apoio do judiciário, agora conivente. Tanto que, quando não encontrava argumentos suficientes para impedir as ações do governo anterior, os buscava nas entrelinhas de uma constituição cujo arcabouço foi pouco a pouco sendo vilipendiado por interpretações nada republicanas e pior, com a subserviência de um legislativo acéfalo.

Nesse mesmo contexto, agora, ao não impedir que ações inconsequentes, prejudiciais mesmo, para com o país sejam executadas, faz o contrário: as aprova, apoia e incentiva.

Este é o resumo da caminhada célere rumo ao caos que se está a instalar em nosso país.

Voltando à primeira frase deste artigo, é preciso esmiuçá-la o suficiente para que as definições fiquem claras.

O alerta para a confusão das atividades de gestão e execução visa considerar o seguinte: a gestão é mais abstrata, pois envolve decisões e planejamento, enquanto a execução é mais concreta, uma vez que compreende a ação e a realização daquelas decisões.

Assim, enquanto a gestão trata do processo de planejar, organizar, dirigir e controlar recursos (humanos, financeiros, materiais, etc.) para alcançar objetivos específicos, a execução, por sua vez, é a ação de realizar, implementar e colocar em prática as decisões e os planos estabelecidos. Ela é a parte operacional, a que envolve a realização concreta das tarefas e atividades planejadas.

É na boa e correta condução do conjunto de atividades que envolvem a gestão e a execução dos serviços que o município, o estado e o país servem a quem os elege.


Conquista

Minha maior conquista é você
Foi tão bom te encontrar
Melhor ainda me apaixonar
Poder te amar completamente
Fazer você gostar de mim

Desde então não existo sozinho
Se não há você por perto
Cada momento é um longo sofrer
Tudo ao redor parece miragem
Só tua imagem é permanente

Sem você eu nada sou
Só teu amor me dá sustento
Fica comigo meu bem, fica comigo
Vem, vem, vem, minha paixão
Segue junto a mim, querida

Confia

“Se não há nada que eu possa fazer, não peça o impossível, não alimente expectativa, não espere solução vinda de outrem. Vá em frente, siga, não pare, leva a solidariedade, o apoio e a esperança de quem te ama. Confia em Deus, e você conseguirá”.

A mensagem contida nesta frase tem o objetivo de transmitir aceitação, apoio e encorajamento.

Quando em seu início, a declaração é de “fé e confiança em um poder superior”, ela busca mostrar a dura realidade de uma hipotética porém difícil situação, reconhecendo que em alguns casos não há solução ou ação possível.

Em: “não peça o impossível, não alimente expectativa, não espere solução vinda de outrem”, a procura é por estabelecer limites e gerenciar expectativas, reconhecendo que não há solução mágica ou ajuda adicional que possa ser oferecida.

Ao dizer: “Vá em frente, siga, não pare”, há o encorajamento para que continuemos em frente, apesar das dificuldades e não desistamos.

No trecho: “leva a solidariedade, o apoio e a esperança de quem te ama”, a intenção é transmitir sentimento de compaixão e apoio, mostrando que nenhuma pessoa está sozinha.

Por fim, ao proclamar: “Confia em Deus, e você conseguirá”, a  mensagem é de encorajamento, sugerindo que podemos e devemos procurar  superar as dificuldades com a ajuda divina através da fé e na confiança em um poder superior.

Perdão

“Perante Deus, é melhor elevar-se com o perdão que rebaixar-se na vingança. O assim proceder significa reagir às provações com sabedoria e grandeza de espírito.”

A frase busca transmitir uma mensagem profunda sobre a importância do perdão e da sabedoria em face das adversidades. 

  • “Perante Deus”: Essa expressão sugere que a perspectiva é divina, eterna e moral, o que dá peso à afirmação que segue.
  • é melhor elevar-se com o perdão que rebaixar-se na vingança”: Essa comparação destaca a escolha entre duas atitudes fundamentais diante das ofensas ou injustiças. O perdão é apresentado como uma forma de elevação, enquanto a vingança é vista como uma forma de rebaixamento.
  • “O assim proceder”: Essa expressão reforça a ideia de que a escolha do perdão é um processo ativo e consciente.
  • “significa reagir às provações com sabedoria e grandeza de espírito”: Essa parte da frase destaca as consequências positivas de escolher o perdão, incluindo a sabedoria e a grandeza de espírito.

Esta é uma reflexão sobre a importância do perdão e da sabedoria em nossas vidas.

Enfadonho

‘Todas as vezes em que ultrapassarmos o limite do razoável ao perguntar e mesmo ao responder, erraremos feio. Nada é mais enfadonho que dizer o porquê, quando não é necessário’.

Reflexão interessante! Ela destaca a importância de saber quando parar de perguntar ou responder, evitando assim ultrapassar os limites do razoável. Isso pode ajudar a manter as conversas produtivas e respeitosas.

A frase “Nada é mais enfadonho que dizer o porquê, quando não é necessário” é particularmente interessante. Ela sugere que, às vezes, é melhor simplesmente aceitar as coisas como são, sem precisar saber todos os detalhes ou justificativas. Isso, certamente, ajuda a evitar discussões desnecessárias e manter as relações saudáveis.

É verdade! Mas qual verdade?

Qual é a verdade que vilipendia a liberdade em nome de uma ideologia agressiva e opressora ao condenar inocentes?

Qual é a verdade que não vê verossimilhança em atos anteriores que, da mesma forma, profanaram as sedes dos poderes da República (2006, 2013 e 2017) e até feriram quem as defendia, diferentemente do que aconteceu em janeiro de 2023?

Sim, diferente, porque previstos e, portanto, passíveis de impedimento, uma vez que antecipadamente conhecidos pelo governo empossado através de suas forças militares e serviços federais de inteligência, como já demonstrado.

Mas houve coisa pior: os acusados viram, juntamente com a população brasileira, sumirem ou serem desconsideradas as imagens das outras câmeras espalhadas pela Esplanada dos Ministérios e interiores dos prédios públicos invadidos, provas cabais de todos os acontecimentos do fatídico dia 8 de janeiro de 2023. Câmeras que mostram o antes, o durante e o depois, ou seja, a verdade.

Que dizer então do espetáculo político-narcisista apresentado pelo Canadá, Inglaterra, Austrália e França, que passaram a apoiar o Hamas e se afastar de países aliados, vide Israel?

A razão deste fato, politicamente justificável para alguns, aqueles que agora têm o futuro ofuscado pela ideologia progressista, está no aumento do contingente de eleitores “estrangeiros”, para não ser específico, em seus países.

Percebe-se agora, talvez tardiamente, que esse expressivo e descontrolado crescimento já está a ponto de decidir as eleições dos países que inocentemente os receberam. Exemplos disso não faltam, existem vários, com destaque para a prefeitura de Londres.

Agora, tardiamente, alguns desses países e outros da esfera europeia buscam a recuperação da identidade nacional em manifestações explícitas de desacordo, mas que se esvai entre os dedos, melhor dizendo, entre os votos do contingente de “eleitores estrangeiros”, certamente destinados a candidatos de partidos progressistas, que defendem o fim das identidades nacionais, ou seja, o fim dos países autônomos, da família tradicional, da liberdade religiosa e por aí vai.

“Não olhem para cima.”

Essa frase, em suma, é a síntese de um dos discursos proferidos na cerimônia de entrega do honroso título de Cidadão Mato-grossense, realizada em 15 de setembro de 2025, na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso. Infelizmente, foi esse mesmo raciocínio retrogrado que invadiu nossas instituições e, com isso, o país.

Ao ouvir a longa fala, diferente das usadas no púlpito apenas para agradecer a honraria e cujos pronunciamentos foram todos, sem exceção, sucintos e diretos, tivemos que escutar um discurso bem urdido, que visava apresentar a intenção política do agraciado. Escondida por trás de uma “cortina de fumaça” de números, percentuais e previsões, a fala buscava justificar algo que não fazia sentido naquele momento: as políticas de um governo que, em sua essência, tem o ranço incontestável de tentar desacreditar os esforços do governo anterior para justificar seus próprios erros.

Houve certo detalhe nas palavras proferidas, uma sutil referência temporal a um período de dois anos e meio, que só poderia estar sendo mencionado para citar o desastroso governo atual. Algo descabido, visto que o evento não era político, apesar de ocorrer no plenário da Casa de Leis. Esse tipo de homenagem é um reconhecimento somente a pessoas, e não a cargos, funções ou posições político-partidárias.

Enfim, para ser objetivo, da frase sobre não olhar para cima – clara referência ao norte das américas – foi, inequivocamente, dirigida ao país bastante desenvolvido lá localizado.

Tendo praticamente a mesma idade que o nosso, a partir de suas ocupações por europeus, o mundo desenvolvido da época, ele tomou outro rumo e se tornou uma potência. Esteve envolvido em todas as guerras mundiais e regionais e, mesmo de suas derrotas, soube tirar proveito e benefícios estratégicos, como se vê através de seu desenvolvimento econômico, tecnológico, civil e militar. Estão aí o GPS, os computadores e tantas outras inovações que nos atendem, independentemente da opinião dos que se beneficiam e mesmo assim discordam.

E tem mais: para quem não sabe, a Rússia, a Europa, quiçá o mundo, teria sido dominado pela Alemanha sem o suporte e os armamentos americanos. Os chineses, por ele libertados, ainda estariam “vendendo o almoço para comer a janta” sem os investimentos e a política de apoio empresarial iniciada pelos Estados Unidos, que sim, se valeram da mão de obra desqualificada, portanto barata, fruto inequívoco da retroação do governo comunista. O Japão, no pós-guerra, recebeu o maior investimento per capita feito pelos Estados Unidos em um país derrotado. Vejam o que aconteceu com a Alemanha Ocidental e a França, que foram libertadas e apoiadas financeiramente por eles. Aqui, citando alguns fatos que não são boatos ou fake news (notícia falsa, em bom português).

Então pergunto: para onde olhar, se o objetivo é o crescimento, o desenvolvimento? Para o próprio umbigo? Para a China, a Venezuela, Cuba, Rússia e Coreia do Norte? Pensando bem, a Coreia seria uma boa opção. Refiro-me à do Sul, um país que, de subdesenvolvido ao nível do nosso em meados do século passado, deu certo ao adotar um programa exemplar de ensino, desde o destinado às crianças até aos jovens e adultos. Um país que investiu em infraestrutura, desenvolvimento tecnológico e evoluiu para o que é hoje, um exemplo a ser seguido.

Por isso, “não olhar para cima” é uma sugestão incompreensível, para quem precisa parar de olhar para baixo na geopolítica mundial.

Um agradecimento especial.

Meu pai, José Afonso Portocarrero, foi daquelas pessoas que não se encontram facilmente. Inteligência e perspicácia eram predicados que se somavam à sua personalidade ímpar, tamanha a capacidade que possuía de reagir rapidamente aos desafios que encontrava no extenso tempo em que nos deu a bênção de sua presença. Papai faleceu aos 97 anos, lúcido, não sem antes deixar um legado de realizações invejáveis no que se refere à arte de gerar benefícios em todos os lugares por onde esteve e às pessoas que encontrou pelo caminho.

O que me faz falar mais uma vez sobre ele é uma gravação recebida, na voz de um amigo, que trouxe à tona a saudade dos momentos que tive, ou melhor, – que muitos dos que o conheceram e se lembram de sua essência extraordinariamente positiva, fruto de um trabalho que incluiu características reconhecidamente marcantes como a dedicação, a honestidade e competência.

Na mensagem, a pessoa cuja amizade também passou a ser desfrutada por mim e meus irmãos fala sobre a forma como se conheceram e da consideração que desenvolveram — um pelo outro — com o passar do tempo.

Esse futuro amigo da família, um ser humano de personalidade marcante e com idade para ser seu filho, fez um trabalho de auditoria contratada tão eficiente que culminou com o convite de meu pai, em 1978 — na época, Presidente do BEMAT — para que aquele jovem assumisse o cargo de Diretor Executivo do Centro de Assistência Gerencial do Estado de Mato Grosso (CEAG/MT), ligado ao CEBRAE NACIONAL — Centro Brasileiro de Apoio à Pequena e Média Empresa, uma instituição do setor público. Cabe ainda esclarecer que, a partir da Constituição de 1988, devido às novas condições de atuação (1990), a instituição passou para o setor privado, já como Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE/MT).

Poucas vezes ouvi palavras tão carinhosas e, certamente, verdadeiras sobre como a amizade e o respeito mútuo entre eles começaram e permaneceram vivos.

É uma pena não ter recebido essa emocionante mensagem antes de publicar meu livro, Sementes de Meu Pai. Se isso tivesse acontecido a tempo, a história certamente faria parte das lembranças lá existentes, e suas palavras ficariam transcritas entre aquelas deixadas por filhos, amigos e parentes nos preâmbulos da publicação.

Em agradecimento ao Administrador de Empresas José Guilherme Barbosa Ribeiro.

PS – Até 1998, o CEAG-MT esteve vinculado ao governo do estado de Mato Grosso através do BEMAT.

Bons tempos, aqueles dos médicos de outrora.

Para algumas pessoas, quando nos referimos ao passado comentando hábitos do presente, há motivos que justifiquem contrair o rosto e até revirar os olhos, isso quando não disparam um incontido “aff”, e nos chamam de conservadores saudosistas.

Pois então, esses, certamente são jovens, moços, como diria o professor, Coronel Octayde, em suas famosas “exortações” aos estudantes nas formaturas da antiga ETF-MT.

Mas como não se referir ao passado com saudade, nós que tivemos a graça de vivê-lo em plenitude? Como não lembrar das conversas tranquilas dos fins de tarde, desassustados dos estranhos que hoje em dia rondam as calçadas onde ainda ontem, no dizer antigo de medir o tempo, estávamos proseando ou dando voltas na Praça Alencastro da Cuiabá de outrora, após as missas nos domingos.

Tempo em que uma ida ao médico significava ser revirado ao avesso, mesmo que para lá tivéssemos ido para consultar sobre uma dor esquisita ou levar uma criança reclamona, para saber se não estava na hora de passar um vermífugo. Exemplos deles foram os Drs. Silvio Curvo, Epaminondas, Vinagre e Artaxerxes – estivessem vivos, seriam testemunhas -, aqui citando apenas alguns, os mais próximos da família. Estes faziam exames clínicos quase completos só com os olhos, o tato e a observação.

Exames complementares mais apurados, eram relativamente raros, só solicitados quando realmente necessário. Época em que era comum irem até as residências dos pacientes. Isso sem falar, que dos mais carentes sequer cobravam a consulta, bastavam um cafezinho da hora, um dedo de proza e um aperto de mão.

Consultar o dentista então, no surgimento de uma dor de dente, era quando o doutor especulava sobre tudo, desde o que a gente comia, como e quantas vezes escovava os dentes no dia, indo até o que púnhamos pra fora. Depois, cutucava tudo com os olhos fixos naquela haste que tinha um espelhinho na ponta, a procura de cáries, mexia nas gengivas, olhava a língua e demais partes, verificando aftas e ou outras enfermidades bucais. Era assim, com os doutores Coronel Torquato, Altair, mais conhecido por Tií, Vasquinho Palma, Manelito Granja e tantos outros que já se foram ao merecido descanso eterno.

Como não dizer: bons tempos, aqueles de outrora. Hoje em dia, guardadas as conhecidas excessões, e são várias, só não cabe cita-las para não ferir suscetibilidades, há cada vez mais especialidades, o que acaba por levar o paciente não só a um doutor, mas a vários, todos respaldados em exames laboratoriais elaborados pelas maiores, mais complexas e capacitadas empresas do ramo.

Tempos modernos, estes sim bons tempos, outros dirão. Certamente baseados em fatores essenciais, até imprescindíveis, considerados os avanços científicos e a ajuda substancial da Inteligência Artificial à medicina.

Não há como discordar dessa realidade alvissareira, mas sim complementa-la em dois aspectos, a necessidade do bom senso, que é agir com lógica e razão, e a sensibilidade, ou seja, o ato de sentir e se emocionar, características humanas que jamais poderão ser substituídas nas relações profissionais entre médicos e pacientes.

A realidade no teatro das vaidades

Parece que nossas autoridades ainda não perceberam que a vaidade não tem lugar na realidade, principalmente aquelas cujas narrativas estão derretendo tão rápido quanto gelo em chapa quente.

Sim, algumas autoridades cujas “narrativas” (versões que elas contam sobre si mesmas ou suas ações) estão perdendo credibilidade rapidamente. Daí, a comparação com “gelo em chapa quente” ser cabível e usada propositalmente, com o objetivo de mostrar como algo ignóbil pode derreter ou desaparecer rapidamente quando exposto a condições adversas, ou seja, à verdade, que a realidade, cedo ou tarde, joga na cara de quem “constrói narrativa”.

Quando uma autoridade age com base na vaidade, perde a credibilidade. Isso acontece porque a realidade – nua e crua – não confirma seu “discurso”.

O que sucede (desde então) em atos sequenciais nesse teatro de vaidades a se apresentar como uma opereta ridícula, que mais parece uma ficção de cunho progressista agindo na tentativa de se mostrar inovadora, revolucionária mesmo, uma espécie de “vanguarda pós-constitucionalista de esquerda”, vez que, extemporânea, reinterpretam como querem o que foi escrito e promulgado em 1988.

Assim, tal como engendrado no longínquo passado pelo Sinédrio, quando um outro preso foi libertado (ou descondenado), como queiram; agora, consideram tais vaidosos, é hora de uma crucificação (condenação).

A vida como ela é

Meus amigos, nosso principal objetivo sempre foi e será alcançar a verdadeira felicidade, que deveria depender apenas de nossas atitudes e virtudes, de nossos conhecimentos, valores e relacionamentos, sempre evitando o vício, esse mal absoluto.

Certo é que, durante nossas vidas, precisamos nos manter calmos e racionais, independentemente dos acontecimentos. O que precisamos agora — mais do que nunca, principalmente com o avanço da idade — é usufruir das vitórias e dos benefícios alcançados, bem como será fundamental aceitar as eventuais consequências, se as houver.

Precisamos nos concentrar cada vez mais no que ainda podemos controlar e não nos preocuparmos tanto com o que não podemos. Em outras palavras: aproveitar a vida como ela é, aceitar mais e reclamar menos.

“Mensagem baseada na filosofia estoica”.

Segundo a filosofia estoica, a  sabedoria, a justiça, a coragem e a temperança são virtudes consideradas essenciais para viver uma vida virtuosa e feliz.

Intrigante

Está cada vez mais frequente o recebimento de vídeos e textos de pessoas sem que elas sequer se manifestem com um emojinho, seja positivo ou negativo, um coraçãozinho ou mesmo um dedo médio em riste, caso não concordem com o que postam, que dizer então de comentários.

Basta verem em algum site, receberem de outrem, que replicam sem a menor cerimônia ou preocupação, como se não tivessem responsabilidade pelo feito.

Bem, a esses informo que a conivência se dá por aí, a subserviência também, o que dizer então da possibilidade de coautoria pela divulgação. Então, se não souberem exatamente onde estão se metendo, é melhor não se meterem.

Isso, de ficar enviando ou replicando o que recebem sem emitir opinião preocupa, porque pode representar incapacidade cognitiva, talvez medo de expor o pensamento. Não sei não, mas intrigante, há isso é!

A última possibilidade, o medo, provavelmente será a prevalecente. Afinal, a crescente censura nos meios digitais dá medo, não é mesmo?

Então, o que parece simples na verdade fica cada vez mais complicado sob o ponto de vista das “autoridades não eleitas”, vez que a escalada das atitudes, o acirramento dos debates e o intervencionismo, tanto interno quanto externo, têm deixado todo mundo com pulga atrás da orelha.

Quem pariu Mateus, que crie!

A resposta do Legislativo a Lula deveria ser: QUEM PARIU MATEUS, QUE CRIE! Afinal, foi o atual governo quem – nesta e em outras de suas gestões – instrumentalizou o Judiciário e agora não aguenta as consequências de suas trapalhadas.

Tentar convencer os BRASILEIROS – vítimas da parceria Executivo/Judiciário – de que não é culpa DELES, é, no mínimo, BIZARRO.

A prova da assunção de culpa pelo que agora está acontecendo é o fato de que estão se juntando, os dois chefes dos ditos poderes, Lula e Barroso, para tentarem minimizar os estragos que fizeram. Que atolem juntos no lamaçal que produziram e nos deixem fora dele.

Mas não, não nos iludamos, porque do outro lado da praça dos três poderes os dois chefes das casas legislativas estão silentes sobre o que está acontecendo. No momento avaliam o que podem ganhar com isso.

Foi como agiram nossos senadores nas aprovações dos atuais ministros do STF, tanto quanto nas dos anteriores, sem nunca terem tido a decência de reprovar unzinho sequer.

Subserviência não é, seria muito simples, é puro interesse. Afinal quase todos os nossos congressistas são assunto de processo no STF.

Essa gente, se necessário, seria capaz de negociar o inegociável – como de fato o fazem – para receber algum benefício em troca. No caso, parece, buscam mesmo é tirar os rabos da reta.

Esticaram tanto a corda que agora, bem, agora Inês é quase morta, está na UTI da geopolítica mundial, a espera de um milagre.

Pelo que tudo indica, nossa sobrevivência dependerá de mudanças radicais no tratamento e, quem sabe, até na equipe de atendimento.