A equação eleitoral e suas variáveis

É hora de mudanças nas variáveis.

Até bem pouco tempo, quando das eleições, fossem elas em qualquer nível, o resultado já era o esperado e garantido por variáveis estabelecidas pelo controverso sistema eleitoral e através do cabestramento dos eleitores submetidos às conhecidas estratégias curralescas impostas por coronéis e caciques políticos.

Todavia, a poucos tempo, não mais que meia dezena de anos, começaram a acontecer mudanças, reações mesmo, ao mesquinho controle imposto, como também sobre os – ainda existentes – currais eleitorais utilizando meia centena de tijolos, um pé de calçado, meia nota de dinheiro e outras formas de cooptação eleitoral geralmente aplicadas aos mais pobres, portanto, os desinformados.

Não há como esquecer, que nessa equação também estão os gatunos de ocasião, quais sejam, os “gerentes de curruptela”,os de custo mais caro, aqueles que a isso se submetem para se servirem das pilhagens conseguidas através das abduções eleitorais.

Pois é! Por mais nojento que seja, ainda há quem opte pelo benefício fiduciário que este tipo de submissão representa quando alugam ou mesmo vendem suas consciências – se é que as têm – posto que o objetivo de quem age assim é subir na vida, custe o que custar.

Nessas trocas de favores obscuros, alguns chegam a alcançar posições tão ou mais importantes que suas contrapartes politicas. Viram autoridades, até excelências, quando não majestades supremas, a serviço de interesses nada republicanos.

A equação ainda é a mesma, mas as variáveis, apesar dos pesares, não. Isso, porque um novo e forte fator passou a existir, mesmo com as permanentes tentativas de apagar sua influência no desenvolvimento da nova equação eleitoral – a informação livre e desimpedida.

Dela vem o conhecimento ou, em outras palavras, a forma de corrigir as distorções que alimentam o inconsciente coletivo imposto por quem deteve seu monopólio e a manipulou diuturnamente.

Na desinformação está o vírus da epidemia de ignorância coletiva, que o sistema teima em continuar inoculando nas novas gerações. Um vírus nocivo, que a informação correta, o antivírus da ignorância, não tardará por extirpar do mundo.

Dinheiro e felicidade

Se existe uma questão que – alegam – envolve dinheiro ou a falta dele, essa diz respeito à felicidade.

Se por um lado – dizem – ele pode compra felicidade, será sua falta a causa da perda deste sentimento?

Isso pode acontecer com quem tendo dinheiro compra amor e com quem, não tendo amor, o procura através do dinheiro.

“Dinheiro não traz felicidade”, dizem os que buscam neste aforismo resposta para suas frustrações a fim de justificar seus fracassos amorosos ou mesmo financeiros.

Quem age assim não tem nem uma coisa nem outra, porque estes bens não são encontrados desta forma nem neste lugar.

Não se encontra a felicidade buscando por dinheiro, tão pouco se consegue dinheiro comprando felicidade.

Tê-lo é resultado de um conjunto de outras ações e qualidades, tais como o o respeito, a formação, a honestidade e o trabalho.

Da mesma forma, quando procuramos a felicidade, seu principal componente, o amor, está nas pessoas, em seus valores intrínsecos, e não no patrimônio financeiro que exteriorizam.

Não aceito, nem permito.

O que devemos fazer quando alguém tentar nos dizer o que é certo ou errado, possível ou impossível, não tendo autoridade moral para tanto?

Aceitar ou permitir? Não, não há como aceitar nem permitir se nem Deus nem Jesus, seu dileto filho, deu autorização para em seus nomes mudarem o sentido do que Um disse e o Outro confirmou.

Em verdade, Deus, sendo onipresente, está permanentemente junto a nós e não será um indivíduo, mesmo tendo sido ungido como seu representante terreno, que vai me mostrar outra forma de fazer, aceitar ou aderir.

Esse tipo de entendimento deve permanecer em cada um de nós como sempre esteve, mesmo que tentem impor novas versões de seus ensinamentos, razão pela qual devemos conserva-los conforme nos foi ensinado, mesmo que nos impeçam de externaliza-los.

São sentimentos próprios, de nossa intimidade, de nossa compreensão, vindos do coração, da ancestralidade e assim devem permanecer.

Foi Deus quem nos deu vontade própria, portanto, livre arbítrio. Afrontar essa graça divina é atitude própria dos indivíduos terrenos, que tentam manipular nossa religiosidade, nossa fé, nossa esperança e nosso futuro.

Nossa consciência, uma vez esclarecida, tem discernimento suficiente para mostrar o que fazer e como entender as diferenças entre o bem e o mal.

Como pode alguém querer dizer o que é certo errado, o que antes não era permitido por Deus e agora é? Como assim?

Pode uma pessoa em seu nome mudar as leis divinas, aprovar o que nunca foi aprovado, o que não era direito e o que era errado?

A sabedoria divina não muda com o tempo, o que muda com o tempo são os homens. E são eles, os homens, seres fracos, portanto, falíveis e sugestionáveis, que agora estão a querer dizer o que é permitido, propor a evolução dos costumes cristãos, do comportamento conservador e da crença.

O que Jesus nos disse permanece dito. Isso está certo, registrado e consolidado. Não é assunto a ser sequer discutido, quanto mais revisto.

Nada do que faz parte de seus ensinamentos tem outros objetivos que não aqueles que ele pregou.

Ninguém está autorizado a reinterpretar suas palavras ou dar outros sentidos a elas para atender demandas de outras origens, principalmente daquela com objetivos políticos em seu âmago.

Agora, como desde sua trajetória após Pedro, a pedra sobre a qual erigiram a igreja que hoje Francisco gerencia, a instituição age como um banco, uma sociedade anônima, tal qual outras tantas, mas não consegue crescer na fé como é sua missão primordial, porque optou por evoluir seguindo demandas políticas em detrimento das sociais.

Este foi e continua a ser seu maior erro. Agindo assim, deu espaço a outros movimentos cristãos, que ao contrário do que passou a fazer, mantiveram-se fieis aos termos originais da pregação de Cristo, à história sagrada, à proposta de Deus através de seu filho, o cordeiro que veio para nos salvar.

Com isso, também abriu espaço a aventureiros e exploradores dessa mesma fé, multiplicando assim seus percalços.

O que é possível fazer para que a igreja católica entenda sua verdadeira missão e volte a ser o que era, função que quem está a se expressar em seu nome não cumpre, porque seu falso engajamento é político e ideológico.

Como pode a igreja ter lado? A religião de Nosso Senhor, aquela pela qual Jesus pregou e morreu, nunca teve nem deve ter lado.

A Cesar, o que é de Cesar! Lembra?

Jesus mostrou o único caminho, essa pessoa que está sentada em seu trono propõe um desvio que devemos evitar, pois percorre-lo é seguir direto ao abismo do socialismo ditatorial.

E o BRT hein? – continuação

Como disse no artigo anterior, neste também não há preferência sobre BRT ou o VLT.

O esclarecimento é importante, porque a razão de voltar ao tema continua centrada em seu objetivo, ou seja, no atendimento adequado aos usuários do sistema público de transportes urbano a ser implantado, qualquer seja ele.

Então, a titulo de exemplo, vamos considerar a implantação da uma estação no canteiro central da Av. Ten. Cel. Duarte, entre a Praça Ipiranga e o outro lado das pistas, levando em conta que será dimensionada de acordo com o fluxo de passageiros definido por pesquisas como a OD (Origem-Destino) nos aspectos relativos à localização, dimensões, acessos e comodidade dos usuários.

Também definidos pelas mesmas pesquisas seriam as dimensões dos veículos quanto às suas capacidades, se terão uma ou mais unidade acopladas, portas de acesso às plataformas de embarque/desembarque e assim por diante, em relação a outros serviços e equipamentos necessários à sua operação.

Aliás, a meu ver, a localização desta estação deveria ser pouco antes do cruzamento da Avenida Ten. Cel. Duarte (Prainha) com a Generoso Ponce e sua sequencial, Rua Clóvis Hugueney, considerando que a estação ou ponto de ônibus localizado na Praça Ipiranga seria removida como parte do espaço necessário à implantação do acesso à passarela daquele lado.

Já do outro, onde até pouco tempo estava localizado um Posto de Gasolina, uma vez desapropriado, possibilitaria acesso a ela e à implantação de equipamentos de apoio ao próprio Sistema de Transporte, quem sabe até um terminal.

Parece simples, mas não é. Entretanto, só esse fato seria solução a quem quisesse descer/subir na Estação ou atravessar aquela via com segurança, afinal trata-se de um dos pontos mais críticos para a circulação de pedestres e veículos da capital.

De novo e a meu ver, onde hoje está anteprojetada a estação do BRT – pouco mais à frente – não haverá possibilidade dessa solução ser adotada, seja agora ou quando for considerada necessária.

Então, como dito anteriormente e considerando o número de pedestres e usuários vindos de ambos os lados,alguém consegue visualizar esse fluxo sendo feito ao nível das pistas da via sem que se torne um risco, mesmo com faixas especialmente implantadas para quem vai atravessar a via e quem vai ou vem para a Estação?

Li nos comentários sobre meu artigo anterior, que o anteprojeto não considerou passarelas para não cansar ainda mais as pessoas. Pois bem, a questão aqui não é opcional para quem está projetando, mas sim para o usuário e por uma razão muito simples, segurança.

Um reconhecimento da importância do equipamento para este tipo de situação seria mais coerente com a realidade que com seus custos. Daí haver a percepção de que a preocupação das autoridades está mais com o aumento do valor a ser investido que com a segurança de pedestres e a acessibilidade direta e segura dos usuários que as passarelas trazem consigo.

Se este argumento não serviu para nada, então que haja explicações consistentes para não implanta-las de pronto em algumas das estações a exemplo desta, pois quanto mais adiadas essas providências, mais oneroso fica o investimento público.

Daí caber outra questão: – o anteprojeto já virou Projeto Executivo? Pergunto, porque até agora no material disponível para pesquisa existem apenas projeções ideais para as seções transversais das vias, que a realidade mostre serem de difícil execução como estão previstas.

Dito isso, vamos à situação da implantação do trecho do BRT na Avenida da FEB. Afinal, é o que existe de realidade para observarmos.

Pelo anteprojeto teremos 5 (cinco) estações somente no trecho que vem da passagem de nível localizada nas imediações do aeroporto até a Ponte Júlio Müller.

Olhando o intenso volume de veículos que hoje trafegam por ela e mesmo considerando que vai diminuir conforme os dados obtidos nas projeções do anteprojeto no transcorrer dos anos posteriores à implantação do BRT, cabe a pergunta:

– Como ficará a questão de segurança para os usuários ao utilizarem as novas faixas de pedestres – serão mais cinco – tendo em vista que o volume de tráfego também aumentará com o tempo devido ao natural desenvolvimento da região metropolitana?

Para funcionarem com um mínimo de segurança as faixas de pedestres anteprojetadas necessitarão de sinais de transito e sinais de transito significam paradas regulares no tráfego de veículos. Uma relação que se complica na medida em que um fluxo trava o outro.

Trabalhei no consórcio internacional que projetou o BRT Metropolitano de Belém do Pará. Com isso, participei de visitas técnicas ao BRT do Rio de Janeiro, em especial no trecho sobreposto à Linha Amarela, que vai da Barra da Tijuca ao Aeroporto do Galeão. Na ocasião fomos surpreendidos ao saber que tão logo aquele sistema entrou em operação o fluxo de passageiros passou a ser superior ao que havia sido obtido nas pesquisas utilizadas para sua projeção, o que, logo de início, demandou ajustes na periodicidade e no dimensionamento da frota.

Hoje, sabe-se, que em algumas de suas estações os acessos – faixas de pedestres – evoluíram para passarelas e em outras, como o volume de usuários cresceu muito, estas evoluíram para terminais também acessados por passarelas.

Por que isso aconteceu? Aconteceu, porque boa parte das pessoas entrevistadas bem como os estudos sobre fluxos e usuários foram inadequados porque subestimaram boa parte dos moradores dos bairros atendidos, – ficaram à margem dos levantamentos ou não foram devidamente considerados – usuários potenciais do BRT, os quais, tão logo viram sua funcionalidade, passaram a utiliza-lo com frequência.

Um exemplo do que deve ser levado em consideração por aqui, qualquer seja o sistema adotado.

E o BRT hein?

A poucos dias escrevi sobre a relação entre o BRT, sistema de transporte urbano intermunicipal que interligará as cidades de Cuiabá e Várzea Grande e o Digipare, sistema de estacionamento rotativo de Cuiabá.

Dando sequencia ao assunto, neste artigo vou falar um pouco mais sobre o BRT devido sua importância e relevância no momento em que continuamos a buscar soluções consagradas em outras regiões do Brasil e do mundo para atender nossa área metropolitana.

Neste contexto, o BRT foi concorrente direto do VLT – Veículo Leve Sobre Trilhos, na disputa que causou e ainda vem causando celeuma, vez que naquela época este último se sagrou vencedor na escolha sobre qual sistema seria adotado para transportar cidadão e torcedores na Copa do Mundo de 2014 entre as duas cidades, portanto, a mais de 15 anos.

Imagino que todos devem estar preocupados com o processo de construção do “nosso” BRT, porque é perceptível a redução do espaço para pedestres e trânsito de outros veículos se considerarmos o que vai sobrar após a conclusão de sua implantação no canteiro central da Avenida da FEB, certamente a mais importante via de ligação urbana do Vale do Rio Cuiabá, diferentemente do que estava acontecendo quando da morosa e cara implantação do VLT, tanto que esses foram parte dos motivos de sua suspeição e consequentemente suspensão.

Não se trata da defesa dessa ou daquela modalidade de transporte coletivo e sim de considerações a respeito do desenvolvimento da mobilidade urbana em um contexto mais amplo, ou seja, do que acontecerá quando o BRT ficar pronto, se ficar. Afinal, estamos de volta ao Brasil do passado não é mesmo?

Trata-se da constatação de algo que até um leigo percebe devido ao que já pode ser visto na Avenida da FEB, onde a execução das obras de remoção da estrutura/equipamentos do VLT e a construção da infraestrutura do BRT está mais adiantada. Um gasto absurdamente inexplicável, sob o ponto de vista de quem paga impostos para tê-los revertidos em seu benefício e no desperdício acachapante a que estamos sendo submetidos por políticos, gestores e ministérios públicos inconsequentes.

Tudo indica, que quando concluídas as obras não haverá duas faixas destinadas aos veículos que nela circularão, diferentemente do que tinha sido proposto em relação aos espaços destinados às composições e demais equipamentos do VLT, tais como estações de embarque e desembarque, passarelas, sinalização, etc. Quem não se lembra?

Pois é! Então, imaginem como ficarão oa demais trechos do sistema como o da Avenida Tenente Coronel Duarte, a Prainha, considerando que sob boa parte dela existe um córrego canalizado, que agora terá que suportar espessas e pesadas faixas de concreto armado reforçado, estações, passarelas de acesso e demais equipamentos.

Sim, as passarelas não só serão necessárias, mas obrigatórias, porque as estações estarão no canteiro central e não ao lado das calçadas. Então, onde existir estação o correto é haver passarela que atenda aos dois lados das vias por toda a extensão do sistema.

E as calçadas? Como serão organizados esses espaços de uso exclusivo e necessariamente capazes de suportar o aumento do volume de transeuntes que o próprio sistema trará, uma vez que esse é seu objetivo principal, secundário e terciário, tudo junto e misturado.

Tanto nos BRT’s em operação como naqueles em implantação, uma das premissas foi e continua a ser a de implantar um projeto que contemple, de testada a testada, toda a infraestrutura das vias por onde passam, o que significa calçada, meio fio, sarjeta, faixas de tráfego para veículos , o próprio BRT, ciclovias, sinais de trânsito e canteiro central, isso se não houver outros equipamentos ou interferências urbanas a serem consideradas.

Por interferência entenda-se tudo que, além das já citadas, interaja com o sistema proposto, inclusive galerias de águas pluviais, drenagem, redes de esgoto e outras instalações subterrâneas ou aéreas, como redes de comunicação, energia elétrica, etc.

Será mais um absurdo inaceitável ver uma obra dessa magnitude deixar tudo isso para depois, ou seja, um tempo que nunca virá.

PS – Os dados que serviram para dimensionar o VLT e o BRT da época da Copa já têm mais de 15 anos estando, portanto, ultrapassados. Teriam sido atualizadas as pesquisas OD (Origem-Destino) para redimensionar o atual BRT? – Pergunta dirigida a todas as instâncias citadas anteriormente.

Queiramos ou não, o futuro depende de nós

Às vezes, como agora, me pego pensando sobre o que fiz ou deixei de fazer para ser a pessoa que sou. Não chega a ser um dilema, porque sei por onde andei, com quem estive e o que aprendi tanto errando quanto acertando.

Entretanto, em momento como este de início de ano, quando nossas esperanças se renovam, há um sentimento que percorre meu corpo como um todo e para em alguns lugares como que para deles tirar satisfações sobre o que me intoxicou no passado e também avivar aquilo que foi revitalizado.

Falar com o sistema digestivo, onde estão desde a boca, diversos outros importantes órgãos e termina no ânus, é como perguntar sobre o que faz bem e o que faz mal, num eterno faz de conta como se não soubéssemos.

No entanto, a conversa vai além, na verdade, passa por uma série de outros processos que remetem ao que tivemos de ouvir, ver e sentir, os quais também nos agridem inteiramente, possivelmente até mais, a ponto de amargar a boca e nos trazer sensações de queimação em todos os lugares por onde passa até infectar os intestinos, culminando com o que sai lá por detrás.

Quando nos dirigimos ao sistema nervoso central (encéfalo e medula espinhal), responsável por analisar e integrar as várias informações intra e extrapessoais que recebemos é que a coisa se complica.

Aforante essas atribuições, que já o compelem a funcionar impecavelmente durante nossa vida para que tenhamos saúde física e mental, ainda tem que interpretar tudo o que passa pelo sistema digestivo a fim de nos dar muitas respostas, senão todas, a ponto de nem sempre conseguirmos interpreta-las corretamente.

Sim, porque frequentemente nosso organismo mostra suas reações em outro sistema que habita nosso corpo, o sistema tegumentar, que muita gente como eu nem sabia o nome, formado pelo maior dos nossos órgãos, a pele, e outros de seus anexos como unhas, glândulas sudoríparas, etc.

Daí as urticárias, sudorese incontrolável, queda de cabelo e tantas coisas mais que nem vale a pena citar para não tornar o texto mais enfadonho do que já está.

Vou por último ao sistema cardiovascular, uma rede de vasos sanguíneos que transporta nosso sangue a partir do coração. É, ele mesmo, aquela bomba muscular responsável por transportar o sangue de maneira a levar nutrientes e oxigênio para todas as células do corpo humano.

Este, propositalmente só agora citado é indiscutivelmente o mais importante, porque sensível a tudo o que se passa conosco, desde a mais simples desatenção até a máxima atenção que dispensamos a o que acontece dentro de nós e em nosso entorno.

Tudo nos afeta, tudo nos atinge para o bem ou para o mal, como já dito. É por isso que devemos refletir sobre o passado, o presente e o futuro em momentos como este que vivemos no inicio do ano de 2024 e nos demais em que vivermos.

– O passado já era! Ouço esta frase com frequência desconfortante de pessoas que se esquecem que foi dele que viemos, nele aprendemos, crescemos e nos multiplicamos. Portanto, nos afetam sim e por isso mesmo não deve ser desprezado em nenhum de seus momentos.

Desconsiderar o passado é apagar nossas origens, nosso progresso individual e conjunto, nossas referências familiares, de amizades e esforços dispendidos para chegar ao presente.

Já o presente, este é o resultado do que foi acima descrito de maneira resumida , até porque tudo o que temos e somos é fruto do que fizemos e fizeram conosco no passado, razão pela qual dispensa comentários complementares.

E o futuro, para que exista, precisaremos reciclar continuamente o que já vivemos até aqui, no presente, o que nos remete a dispender todos os esforços necessários a que este também se transforme em um passado de glórias e conquistas, de avanços e descobrimentos, de paz e tranquilidade, ou seja, tudo o que queremos deixar.

Senão, no próximo futuro talvez não estejamos presentes nem sejamos passado. Depende de nós.

A involução da humanidade à revelia dela própria.

A redução espontânea da afetividade e a perda por descontinuidade nas relações humanas através da desconsideração de seus precedentes históricos serão duas das principais responsáveis por nosso desaparecimento. A outra será resultado da ignorância cognitiva.

Sabe aquele conceito de revelia que está no Código de Processo Civil e expressa o estado ou a qualificação do réu por ausência ou falta de defesa em um julgamento após ser citado?

Pois estão, é neste rumo que estamos indo na medida em que somos desconsiderados por nossos descendentes ao abandonarem antigas tradições e legados históricos, quando então os substituem por outras formas de comunicação com o passado para viverem o presente e planejarem o futuro.

Essa evolução as avessas ou involução é que está definindo o rumo a seguir e nele, ao que tudo indica, cada vez menos estarão presentes a ação, a interação, a integração e, por fim, a inteligência humana.

No entanto, sempre haverá questionamento por parte de quem defende esse paradigma inovador, que há um bom tempo vem torniquetando a humanidade, tomando seu lugar na prática pedagógica de transmitir conhecimento e com isso causando inflexíveis mudanças na forma de aprendizagem, seja para melhor ou pior, o que só o tempo dirá. No entanto, dá para se ter uma boa ideia do que vem por ai pelo mal que já vem causando.

Razão pela qual nossa dependência do conhecimento que antes era obtido através do saber de outras pessoas estar se tornando objeto de contestação dentro do mundo desconexo em que vivemos. Basta observar que os mais velhos, aqueles que acumularam experiências de vida com o trabalho, suas relações profissionais e afetivas já não são procurados para orientar.

Agora, quando surge uma dúvida ou necessidade de esclarecimento a quem recorremos? Aos avós, aos pais, aos professores? Não, quem orienta, determina e detém o saber são outras instâncias, as tecnológicas. É a Inteligência Artificial (IA), ocupando espaços humanos e evoluindo rapidamente para definir o que faremos, quantos seremos e até quando vamos existir.

Agora, resta saber o que a humanidade vai fazer para prosseguir em sua jornada quando uma inteligência similar e originária da sua aos poucos está decidindo em seu lugar de forma autônoma. Tudo com base nos padrões de comportamento armazenados em seus bancos de dados permanentemente alimentados por informações que buscam traduzir nossas reações e que certamente passará a tomar suas próprias decisões utilizando de algoritmos que simulam o raciocínio humano.

Alguém ainda tem dúvida de que algumas dessas “decisões” já não estejam sendo tomadas em detrimento à nossa pré-histórica massa encefálica?

Pois é! E tem mais, porque dentre as várias questões que a IA certamente não levará em conta devido seu raciocínio extraordinariamente lógico estão as raciais, de gênero, patrimoniais, sexuais, sociais e tantas outras esquisitices dos seres humanos, que de resto tudo o que vier a controlar será de fácil resolução.

Assim, decisões do tipo: quando outra epidemia vai acontecer e qual será sua letalidade; onde explodir uma bomba atômica, qual será sua potência e quem sobreviverá, serão determinadas por entes tecnológicos com redes neurais e não por aqueles que começaram tudo isso pensando que iriam manter o controle sobre algo que a cada segundo se torna mais competente, portanto, independente e capaz.

Que nosso Deus, Aquele que não existe para a IA, tenha piedade de nós.

PS – Já há casos de danosos estranhamentos entre máquina e seres humanos acontecendo mundo a fora.

Estamos perdendo a esperança.

A cada dia que passa mais estamos nos distanciando das relações pessoais. Agora, são facilitadores digitais que fazem isso por nós. Pois é, é a tal da inteligência artificial quem está substituindo nosso pensamento, articulação, raciocínio e o próprio contato.

Quanto a esse ultimo, o contato, me refiro ao aperto de mão, o abraço, o beijo e daqui a pouco o sexual. Pensando bem, ele até já existe de forma não presencial em sites especializados da internet.

Nas festas de Natal e Passagem de Ano as famílias e amigos pensando em se aproximar, na verdade estão se distanciando cada vez mais através dos cartões postais digitais, via aplicativos de mensagens instantâneas, nas hospedagens em resorts exclusivos e viagens promovidas por empresas especializadas em fazer com que pessoas solitárias fiquem ainda mais sozinhas em meio a um monte de gente como elas próprias.

Hoje em dia está difícil arrumar espaço para a saudade, o amor dos pais, irmãos e filhos como antigamente, porque a esperança está deixando de existir devido à falta de Deus em nossas vidas.

A esperança, ou o que resta dela, é um sentimento que aos poucos está sendo abafado pela ignorância do ateísmo que se propaga como uma verdadeira religião pelos ideólogos da Nova Ordem Mundial. Para eles, não existindo fé não haverá esperança e o egoísmo passará a controlar nossas vidas.

Digipare agora, por quê?

Por que implantar agora o sistema de cobrança de estacionamento rotativo, o tal Digipare?

Creio que a pergunta vem a calhar, principalmente devido estamos em vias de iniciar a época em que é costume ir às compras para as festas de Natal e Fim de Ano na região central de Cuiabá. Afinal é o que nos resta a comemorar, não é mesmo?

Bem, vamos diretamente ao que importa considerando que ainda há tempo para a revisão e adiamento dessa inapropriada iniciativa sem que as mínimas condições para isso estejam disponíveis. Digo isso em relação às pessoas que serão atingidas impiedosamente pelo custo de ir a um lugar sem ter onde estacionar seu veículo, a não ser que pague por mais esse custo municipal adicional.

Essa seria uma excelente inciativa para melhorar o trânsito no centro da cidade e bairros periféricos desde que já estivesse funcionando a tão esperada solução metropolitana para os deslocamentos dos usuários via transporte coletivos urbano de superfície, o BRT (Bus Rapid Transit) ou, em bom português, OTR (Ônibus de Transporte Rápido). Infraestrutura cujas obras ainda estão lá pelas bandas de Várzea Grande, portanto, a enorme distância e com um longo tempo de espera para chegar ao centro de Cuiabá e daí por diante.

Isso, sem falar que para se tornar operacional será preciso também estarem funcionando perfeitamente as linhas alimentadoras (ônibus regulares), que trarão dos bairros os usuários/passageiros que farão uso do OTR (BRT ), tanto em Cuiabá como em Várzea Grande, tudo isso servido por estações de embarque e desembarque prontas, tanto nas linhas alimentadoras quanto em todo o percurso de seu eixo principal.

E tem mais, para que seja condizente com a demanda de usuários, necessário se faz haver um eficaz sistema de gerenciamento das linhas alimentadoras e do eixo principal que interligará as duas principais cidades da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá. Se não, continuaremos a ter trânsito congestionado e superlotações nos ônibus durante os horários de pico.

Ao observarmos os dois sistemas, OTR e Digipare, a lógica nos leva a perceber que são complementares. Um, porque transportara seus usuários a um custo e velocidade consideravelmente mais em conta, o que ensejará reduzir os deslocamentos através de automóveis. O outro, porque em função do menor número de veículos em circulação devido ao OTR, será uma alternativa para as situações em que aquele recurso se mostre inviável, ou seja, os dois sistemas são sim complementares e fica claro, que isoladamente não serão eficazes o suficiente.

Não estando o OTR (BRT) pronto para garantir aos habitantes das duas cidades e pessoas que para elas se dirijam a um custo condizente e em menor tempo, sugiro que adiem o inicio do Digipare devido ao risco de sua implementação prejudicar de forma direta e contundente a sobrevivência dos já combalidos comércio e prestação de serviços da região central da cidade e seus bairros periféricos.

Nossas praças ignoradas

Por que algumas áreas de convivência, as tais praças, são tão badaladas e outras simplesmente ignoradas?

Não, não estou falando das restaurações, verdadeiras transformações, que sofrem essas áreas públicas a título de reforma. Ações tão contundentes que de original só lhes restam os nomes, isso quando também não são “reformados” para acabar de vez com todas as suas lembranças históricas e com elas nosso passado, já tão castigado pelas ondas de ataques promovidos pelas hordas progressistas.

Me refiro a seus usos, aos quais também poderíamos juntar os costumes, se bem que esse termo é um daqueles que a cada dia vêm se tornando motivo de repressão pelos que consideram agressivo tudo o que parece conservador, ou seja, palavras atos e pensamentos que remontem às épocas passadas, desde que não estejam dentro do que hoje seja considerado politicamente correto pelos poderosos censores das cortes superiores et caterva.

Então, quando digo usos é sobre as diversas serventias que podem e devem ser dadas a esses espaços como comemorações, apresentações, exposições e práticas de lazer. Afinal, além de servirem como locais de descanso aos moradores do seu entorno, essas outras atividades fazem parte dos outros fins a que se destinam. Entretanto, infelizmente não é assim que costuma acontecer em nossa querida Cuiabá, cidade outrora cheia de tradições, usos e costumes, que aos poucos estão sendo delapidados por inconsequentes ou consumidos pelo passar do tempo sem o devido cuidado.

− É culpa do progresso! Dirão alguns, tentando maximizar os efeitos auferidos pela atual realidade do país em relação a assuntos que envolvam sentimento, passado e história. Entretanto, não é somente sobre estes aspectos das questões relativas às praças que devemos nos preocupar.

A realidade mostra que existem diversas praças em nossa cidade, as quais embora tenham sido reformadas, restauradas ou transformadas ainda não foram revitalizadas no sentido de trazer vida permanente a seus interiores. Estão entregues ao abandono quanto ao aproveitamento de todas aquelas atividades acima referidas e somente algumas, as localizadas nos pontos mais bem frequentados da cidade, recebem atenção nesse sentido. Exemplos disso são as pujantes Praças 8 de abril e Santos Dumont, ambas localizadas em bairros não tão distantes do centro da capital.

Seus frequentes usos são bons exemplos a serem aplicados nas áreas de convivência que estão nos outros bairros da cidade onde, proporcionalmente, gastou-se tanto dinheiro público quanto nelas. Entretanto, até agora poucas vezes ou nunca, foram assim utilizadas, exceto para abrigar desvalidos, pessoas acometidas pelos males dos vícios e, eventualmente, como locais de prostituição. Exemplo disso está bem ali, no encontro da Avenida Beira Rio com a Avenida 15 de Novembro, à beira do rio Cuiabá, e se chama Praça Luís de Albuquerque.

Sabiam que existe uma praça na Rua São Sebastião, esquina com a Travessa das Palmeiras, Bairro Quilombo, que se chama Praça Oscar Brandão, bem perto do Hospital Municipal São Benedito? Pois é, ela possuiu belos passeios internos, é bem arborizada e ainda oferece à população um pequeno anfiteatro a céu aberto, que parece feito sob medida para eventos de esportes como a capoeira, apresentações de teatro, música e outras atividades destinadas a um público menor. No entanto, devido ao descaso, à falta de manutenção e à insegurança causada pelo abandono nunca foi utilizada para nada disso, quiçá para o lazer de seus vizinhos.

Então gente boa da cultura, serviços públicos e lazer vamos dar conta de resolver isso e tornar nossa cidade mais humana, menos perigosa e mais calorosa através da adequada utilização de (todos) seus espaços públicos. Tenho certeza que os moradores dos bairros atendidos pelo uso equitativo de suas praças ficarão muito gratos.

E olha, tem mais, porque os agradecimentos também virão dos cidadãos que moram nas cercanias das praças que hoje estão sendo sobre-utilizadas. Nestes casos, em função do descanso que terão, pelo menos durante alguns finais de semana.

Ego bipolar

Existem pessoas que têm o ego tão exacerbado que possuem dupla personalidade. Uma delas ególatra, a outra, egocêntrica.

A ególatra é assim devido ao excessivo amor que tem por si mesmo e a seus bens, por isso vive às turras com a egocêntrica. Ela não aceita que a outra seja o centro de seu próprio eu.

Se você gosta de alguém com esse essas características é porque o idolatra, o que é ainda pior.

Sujeito de ocasião

Sujeito de ocasião é o tal, que mal te conhece e já se apresenta como amigão.

Passa anos sem sequer dar um bom dia e, dependendo da situação, passa reto ou corre pra te dar um abração.

É aquele que mesmo te encontrando diariamente só reconhece você em reunião e olha lá, vai depender da tua posição.

Tipo de gente encontrada em todo lugar, no trabalho, na instituição, no bar da esquina e mesmo em casa, vai depender da situação.

Esse, não dá pra chamar de amigo, é sujeito de ocasião.

Cêtenta

De repente setenta e com ele toda a bagagem que traz.

Que alegria chegar onde tanta gente tenta e espera alcançar.

Estar saudável, junto à família, amigos e até desafetos.

Viver vitórias, amores e também dissabores.

Então, você-tenta parar de se importar, de trabalhar e se aposenta.

Daí você-tenta compreender, conviver e apenas não aborrecer.

Para isso você-tenta ajudar, apoiar e não atrapalhar.

Mesmo quando ninguém te percebe, escuta ou entende, persistentemente você-tenta.

Fica difícil conversar, discordar e até concordar, mesmo assim você-tenta.

A solidão quer companhia, te convida, alicia e resistir você-tenta.

Ah setenta, como é que você pode ser tão maravilhosa e incompreensível ao mesmo tempo.

Quem garante o cumprimento da Constituição?

Que Senado é esse que continua a aprovar e permitir que se apoderem do sublime significado de nossa Carta Magna, usufruam de sua importância e não titubeiem em se desviar do caminho por ela traçado os ungidos da vez?

Que congressistas são esses que permitem aos outros poderes agirem como donos de escritórios de negócios cujos objetivos os leva a tomar decisões que contrariam os interesses nacionais; como aceitam pacificamente que um outro poder subverta sua própria razão de existir; com consentem que continuem a atender clientela preferencial como se não existissem outras instâncias a percorrer.

Se vivemos de boas relações, se nos propusemos ser honestos, respeitar as leis, preservar a moral e os bons costumes, porque temos que suportar poderes que usam seus cargos e função para manipular corporativamente e tirar proveito de nossos princípios constitucionais?

É o que está estabelecido em nossa regra legal que precisa ser seguido ou são os regimentos internos dos poderes que dela se apossaram? Não pode ser possibilitado a ninguém decidir sobre o que contraria ou não interesses outros que não os da lei maior que recebemos, a não ser que nos submetamos definitivamente a esse poder, principalmente porque violam sua própria razão de existir.

Se somos honestos, se pagarmos nossos impostos e obedecemos às leis da forma e para o que foram aprovadas, não será uma instância que invade outras alçadas, que irá nos dizer como agir e pensar. É preciso restringi-la a seu papel institucional e basta.

Se temos uma constituição séria, como de fato consta de nossos preceitos fundamentais, se ela defende e promove a honestidade, se cuida para que seus cidadãos não se percam, sejam cientes e usufruam de seus direitos sobre tudo que é legal e moral, porque não podemos continuar a nos mover nessa direção ao invés de nos desviarmos? Será devido aos obstáculos que a cada momento colocam à nossa frente?

O desenvolvimento que precisamos atingir e a segurança a que nos propusemos alcançar com certeza se encontram na busca do conhecimento de nós mesmos, tanto quanto na compreensão de nossas responsabilidades individuais e coletivas em relação a tudo que envolve a carta política que nos rege.

Entretanto, para que alcancemos este conhecimento, necessário se faz viver dentro dos marcos constitucionais e tradicionais. Estes últimos, os tradicionais, de a muito deixaram de ser apenas reportações históricas vez que não são simplesmente simbólicas porque o tempo as tornou imutáveis como é o patriotismo, tão significativo quanto as leis básicas de nosso país. Entre elas também estão o respeito e vencer nossos conflitos, principalmente os que conduzem às paixões deletérias, imorais, corruptivas e degradantes, posto ser nelas que encontramos os genes da destruição, do que causa dano e do que é nocivo.

A quem cabe garantir o cumprimento da Constituição? Quem a escreveu, quem a interpreta, quem a utiliza, todas estas instâncias ou o povo para o qual e por que está em vigor?

Boicote

Já que não podemos fazer o que queremos, também não vamos fazer o que querem que façamos, portanto, vamos nos ajustar à realidade e boicotar quem apoiou e apoia esse governo. Afinal, é o que ainda nos resta de livre arbítrio.

Assim, considerando a evolução dos acontecimentos, precisamos nos adaptar à situação do nosso jeito, ou seja, do jeito conservador, religioso, moral e legal ao não seguir, não aplaudir, não comprar, não consumir, não ler, não assistir, não frequentar e outros tantos nãos a serem utilizados na luta contundente da qual podemos e devemos participar contra os que novamente estão pretendendo se estabelecer em nosso país através de uma ditadura assumidamente comunista.

Participar das iniciativas de reação aos lacradores, sejam eles de ocasião ou de fato (os ideológicos) é um procedimento que faz sentido frente à indignação que se vê presente em todas as localidades e ambientes de um país, que de acordo com a justiça eleitora elegeu o atual governo para a gestão dos recursos sociais e econômicos de nosso país visando seu desenvolvimento, o que, convenhamos, não está acontecendo.

Se alguém ainda tem dúvidas, basta olhar as atividades dos quase 40 ministérios, mais as das côrtes de justiça e do congresso nacional, todos em letras minúsculas, porque minúsculos o são, ao apoiarem majoritariamente o que o presidente (também minúsculo) está fazendo com o Brasil.

Outra coisa, não vejam nas enganosas mudanças de posturas dos meios de comunicação que ajudaram a eleger o atual mandatário um reconhecimento de erro. Não, eles jamais farão isso, porque seria como sentarem na “caca” que produziram e isso os destruiria. Além disso, seus controladores internos e externos não permitiriam, vez que o retorno dos investimentos de risco feitos durante os últimos 4 anos na volta de um passado indigesto passaria a correr riscos inaceitáveis.

Dadas as circunstâncias, precisamos agir de maneira firme através dessa que é uma das últimas estratégias que nos restam para desestabilizar aqueles que apoiaram o que fizeram conosco. Vamos ao boicote.