Esta poesia não tem a pretenção de ser entendida, seu pressuposto foi a falta de inspiração.
Escrita livre de intenção, interesse ou objetivo, foi como voar ao sabor da emoção.
Lembrou do acordar com o bater do coração e da esperança sentida a cada nascer do sol.
Fez notar a vida se revelar indefinida, como quando se redescobre um novo dia a cada manhã.
Tal qual página em branco na frente do escritor ou o fundo embaçado do espelho sem refletor.
Foi como ver a luz na escuridão, foi ouvir no silêncio profundo a sonoridade de uma canção.
O que provocou minha alma foi o improvável e fez da solidão uma amiga no tumulto da multidão.
Para que um título se ele não a traduz nem da sentido ao que me propus.
Esta é a razão do aqui escrito, mas também pode não ser, por isso esta sem título.

Darei um título à essa poesia: “O improvável sempre será provável”
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Boa Rubão.
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