A cada dia ficam mais evidentes as manipulações dos fatos para mascarar a realidade de quase tudo que acontece e se noticia na política nacional.
As eleições já acabaram, o presidente eleito já tomou posse, mas o paradigma da notícia manipulada permanece inalterado.
Como é impossível saber quando teve início essa forma canhestra de divulgar um fato ou evento, a qual serviu e ainda serve de modelo para a exaltação da mentira e o desprezo à verdade nós meios de comunicação, sua origem permanece desconhecida.
Exemplo disso foi a forma como um dos jornais de maior circulação no país noticiou a questão da utilização das mídias alternativas pela campanha de apenas um dos candidatos como se aquela forma de se comunicar com os eleitores não tivesse sido utilizada por todos, sem exceção. E o pior, o assunto foi imediatamente replicado por todas as empresas e sites de comunicação sem que ninguém tivesse checado os fatos. Alegaram após o fiasco nacional que a culpa foi da jornalista que plantou a notícia e assim acreditaram ter lavado as mãos. Foi realmente um furo, mas um furo n’água. Um típico caso de exaltação à mentira.
Com o mesmo intuito foi editado um trailer digno do prêmio de ficção político-científica sobre o episódio da tentativa de assassinato ( até agora comentam o assunto como “atentado”) daquele mesmo candidato onde ele, a vítima, passou a ser tratado como articulador de uma trama quixotesca, um esquema montado pelos liberais de direita com a participação de um executor por eles contratado, dois hospitais, suas equipes médicas, a Polícia Federal e as pessoas comuns que lá estavam foram cúmplices, como se aquilo não tivesse acontecido ao vivo e a cores.
Ainda agora, após a posse do Presidente fazem especulação sobre tudo que a ele diz respeito. Basta haver uma reunião de trabalho onde naturalmente assuntos e planos serão debatidos à exaustão antes de serem colocados em prática que já noticiam o fato como se desavenças incontornáveis existissem entre os participantes. Alguém em sã consciência ainda não percebeu que as reuniões das equipes do governo são para isso, para trabalharem as propostas e planos de governabilidade? Se não sabiam ou fingem não saber fiquem então cientes que elas vão acontecer durante todo essa gestão exatamente como aconteceram naquelas que a sucederam.
Parte de imprensa e dos analistas políticos, em especial aqueles que o confrontaram desde o início já cobra do Presidente que desça do palanque. Mas que palanque? Ele sequer teve tempo de usar palanque porque desde o início da campanha eleitoral esse acesso lhe foi constantemente dificultado por essa mesma imprensa e seus articulistas até que foi definitivamente impedido de fazê-lo pela ferida física da tentativa de assassinato que, aliás, ainda o prejudica. Vale ressaltar que nem dos debates o então candidato pode participar porque tinha e ainda tem restrições médicas para algumas atividades. Mesmo assim, aquela parcela dos meios de comunicação que lutaram contra sua eleição permanece em campanha usando dos mesmos artifícios para atacá-lo. A esses parece valer mais investir em uma meia mentira que em uma verdade inteira.
Quais governantes desceram de seus palanques em algum momento de seus mandatos? Os do PSDB, aqueles dos governos PTistas ou o MDBista de plantão? É fácil responder: – Nenhum deles. Aliás, sequer foram cobrados. Muito pelo contrário, a eles foram dados todos os palanques disponíveis por essa mesma gente que hoje faz as críticas.
Ora, todos sabem que muitos dos membros do novo governo se conheceram a pouco tempo e sequer refinaram , muito menos concluíram a maioria dos planos de ação, quanto mais a formatação daquelas propostas que de uma forma ou de outra causarão impacto. E mais, a maioria das propostas ainda precisará ser apresentada ao Poder Legislativo para discussão, eventuais ajustes e aprovação antes de serem colocadas em prática.
Vejamos o caso da divulgação das idades mínimas para a aposentadoria de homens e mulheres ainda em discussão para serem incluídas na reforma da previdência. O assunto é tratado como se fosse uma decisão do Presidente sendo contestada por sua equipe econômica. Na verdade suas palavras sobre o assunto mostram claramente ser sua intenção propor idades e prazos de transição diferentes daqueles que sua equipe entende serem mais adequados. Mas não, não foi assim que o tema foi colocado a público pela imprensa.
É esse o tipo de manipulação dos fatos que pode ser entendido como uma proposital forma de causar dúvidas na população e não o de promover sua correta informação que se entende como desprezo à verdade.

Infelizmente O que tenho percebido é isso, a manipulação da imprensa sempre focando os INTERESSES DO GRUPO.
A principal função da impressa que é a de informar , hoje é de manipular a opinião pública.
A minha opinião é que se queremos um Brasil melhor , devemos usar as nossas forças e atos positivos para que isto aconteça, pois caso contrário. Quem vai se danar , são justamente aqueles que trabalham honestamente e pagam seus impostos em dia.
Vou torcer para que as novas ideias tenham sucesso , pois daí teremos um país com Saúde, Segurança e Educação para todos.
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Perfeita análise e visão do que vem acontecendo com parte de nossa imprensa, que como criança mimada se nega a ver a verdade a aceitar o que não tem mais como ser negado. Chega a ser ridícula e muito decepcionante a forma maliciosa e intencional como são tratadas, editadas e manipuladas as matérias e as manifestações dadas pelo atual governo . Uma parcela da imprensa brasileira não está percebendo que o Brasil quis mudar e mudou e que todos estão vendo a real intenção dessa parcela assustada com a perda do seu poder formador de opinião. Poder que perdeu pela sua própria atuação como filtro para mostrar somente o que lhe interessava para manter benécias e não como uma instituicão necessária, imparcial importante e confiável como toda imprensa deve ser.
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É, nossa imprensa comete um desserviço quando deturpa o que falam e como agem os atuais membros deste Governo. Temos que deixá-los trabalhar e mostrar suas primeiras ações para depois, se for o caso, criticar. É o que penso.
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