Infelizmente continuamos a conviver com a ignorância e o desrespeito às leis em seus limites nesses momentos em que a tranquilidade é tão importante para todos, principalmente os idosos e os doentes que permanecem recolhidos em suas residências a tanto tempo.
Digo isso em referência direta a certos motoqueiros devido à falta de percepção da oportunidade de trabalho que a pandemia lhes ofereceu ao se esquecerem do forte ruído de seus escapamentos e a alguns motociclistas (esses fazem questão de assim serem diferenciados daqueles outros) pela falta de respeito na sanha de curtir a qualquer hora do dia, da noite ou da madrugada o barulho de seus caros hobbies.
Outra categoria que reforça a falta de respeito através do excesso de barulho nas noites e madrugadas é a dos filhinhos e/ou dos próprios papais em seus carros de grife com motores potentes e escapamentos abertos.
Tanto uns quantos os outros não se importam com o momento por que todos estamos passando.
Entretanto, o que mais revolta é a inoperância do órgão público municipal que monitor e deveria impedir esses abusos ilegais. No entanto, parecem ter ainda menos respeito para com os cuiabanos porque pouco ou nada fazem para impedi-los.
Posso afirmar que existe uma espécie de circuito principal da ignorância que tem início a partir da Avenida Getúlio Vargas na altura da Praça 8 de Abril (Chopão), segue até a rotatória do Bairro Santa Rosa, retorna pela mesma Avenida Lava-pés até a Avenida Filinto Müller, segue por ela até a Rua Brigadeiro Eduardo Gomes, passa pela Praça Popular, retorna até a Rua Estevão de Mendonça e volta por ela à Getúlio Vargas.
É preciso coerência e ação eficaz das autoridades municipais para coibir os abusos e restaurar o importante silêncio que tanto necessitamos nesses dias estressantes.
A eleição já acabou e o senhor foi reeleito prefeito, por favor volte a trabalhar.

Parece que as pessoas e os próprios políticos entendem que o “Ruido” faz parte do Urbano e não há o que fazer, quando existe uma legislação que versa sobre o conforto acústico urbano e define a punição para quem não a cumprir.
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