O amor não é ato,
Nem contrato abstrato,
É sublime sentimento,
Chamego, ternura.
Sozinho, carente,
É espírito ausente,
Sofrido, indigente,
Deixado ao relento.
A cada repente,
Fica indiferente,
Oculto, latente,
Sem emoção.
Coração de cimento,
Nada mais sente,
Depois da cura,
É pedra dura.
Quem não ama reclama,
Na rua, na cama,
Pouco acalma,
A alma envolvida.
Que resoluta transpira,
Contínua procura,
Da ávida vida,
Que Deus nos deu.

Perfeito!!
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Parabéns!!!! Poema lindo!!!
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