Às vezes acordo de madrugada e vou para a varanda olhar o céu e tentar ouvir respostas para as perguntas de meu coração. É nesses momentos, quando tento falar com Deus, que ele palpita ainda mais rápido, atordoado com tanta coisa ruim acontecendo ao mesmo tempo e fazendo com que minha incompreensão varie com o caminhar do dia indo de alta para baixa e vice-versa, inconformado que estou na busca das respostas que não encontro.
Talvez, seja porque em momentos de tanto sofrimento ainda existam pessoas tentando nos convencer que essa desgraça é um mal necessário, quando, na verdade, ela não passa de um indisfarçável processo seletivo onde os mais fracos, aqueles com comorbidades, os idosos e os carentes são as principais vítimas das estressantes situações a que estão nos sujeitando.
Nada mais faz sentido, quando governantes afastam as pessoas de suas atividades de subsistência e países se fecham na busca de métodos eficazes contra o que até agora não se mostra controlável, tampouco curável, através das soluções “ditas científicas” apresentadas como definitivas, mas que não passam de experimentos coletivos aos quais nem os próprios autores se submetem, mas cobram, e como, e caro.
Enquanto isso, na esteira das crueldades seus controladores, os megainvestidores de sempre, seguem ameaçando, ora propondo soluções globais de controle, ora com a possibilidade de novas e ainda mais mortais viroses, quando, na verdade, seguem empurrando a humanidade para o curral da submissão que pretendem impor utilizando uma série de eventos coercitivos que nos está desestruturando aos poucos pela degradação moral, com a exacerbação das diferenças, a subtração das liberdades e pelo ativismo ateísta que busca abalar a fé em Deus e acabar com as esperanças de um mundo melhor para todos.

Até receber seu livro, desconhecia essa sua veia poética que estou admirando na leitura diária de suas crônicas. Parabéns!
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Marcelo!
Realmente estamos passando por um momento muito difícil, principalmente para os idosos.
Estamos em momento que a nossa liberdade de ação está cada vez mais restrita, quando consultamos a imprensa só deparamos com más notícias e isso faz com que o nosso emocional fique para baixo e sem esperanças de um futuro melhor.
Além de que para nós, mais velhos, enfrentamos a evolução meteórica da tecnologia, que por mais antenados que sejamos, nos deparamos com nossas limitações e que nos afasta cada vez mais dos mais jovens, principalmente na questão de importância na vida deles, quanto ao respeito que esperávamos ter deles, tanto quanto tínhamos pelos mais velhos, quando éramos jovens. Realmente este mundo que vivemos está muito preocupante.
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