Eu torcedor

Eu sempre torço para que meu time vença os jogos, mas não para que os adversários percam, pois a vitória só traz alegra e a derrota entristece. Não gosto de tristeza.

Torço também para que meu time seja campeão, mas se ficar em segundo ou mesmo em terceiro lugar, ainda assim fico feliz.

Afinal, o que importa é aceitar o resultado com tranquilidade, sem revanchismo, sem desrespeito aos esforços dos outros times e sem sentimentos outros que não a emoção de torcer até o final da competição para que meu time jogue bem, seja na vitória, seja na derrota e, se possível, seja campeão.

ALEM DE PRECONCEITUOSO SUGERE DISCRIMINAÇÃO.

Volta e meia aparecem no Facebook perguntas do tipo “Se você acha esta criança (ou pessoa) bonita compartilhe”.

Para mim a beleza externa assim como todos os outros predicados, qualidades e características físicas nada tem a ver com raça nem cor, tampouco sexo.

Não percebo neste tipo de questionamento outra coisa senão uma atitude de preconceito e discriminação por parte de quem desta forma as coloca e por quem com elas concorda e compartilha.

Não viram nada, só ouviram falar.

Pessoas que vivem política de ouvir falar são, na verdade, manipuladas por aqueles que pretendem implantar o caos. É assim que, com suas mentiras, seduzem os desinformados.

Para tais indivíduos, a voz do povo, quando se revolta com seus desmandos, é mera manipulação porque ainda acreditam que uma minoria beligerante tem mais força que a maioria pacífica.

A esses, o futuro mostrará que as mentiras e as conspirações contra os verdadeiros interesses do povo serão desmascaradas, não interessa suas articulações e tendências politicas, pois a verdade prevalecerá, custe o que custar, doa a quem doer.

O que que estamos esperando para mudar o que estão fazendo com nosso país? 

Nada é mais frustrante para os pais que ver seus filhos chegarem ao mercado de trabalho e encontrar o país em situação de agudo desemprego.

Faz a gente pensar no futuro, mas principalmente refletir sobre o presente e o passado.

Vivemos as consequências de um passado onde grande parte das pessoas olhou muito mais para seus próprios umbigos dando, como consequência, pouca atenção ao que acontecia ao conjunto da população.

Ainda outro dia li um texto sobre a importância de olharmos permanentemente para o que nos cerca (para dentro, para os lados, para baixo e para cima), uma mensagem de fé e esperança em Deus, Ele que habita em tudo e em todos.

Daí observar que agora mesmo nos encontrarmos em um momento especialmente relevante de nosso presente, porque ele é fruto do nosso passado e dele depende nosso futuro. Melhor dizendo, o futuro de nossa descendência.

Precisamos construir um futuro diferente deste presente que vivemos agora. Nele não haveremos de permitir que mazelas e interesses pessoais se sobreponham ao bem comum.

Será fundamental impedir que continuem a prevalecer as relações espúrias que acabam por “obrigar” pessoas desinformadas e até “abrigar” aquelas outras de má índole a se aproximarem de poderosos para sobreviver das benesses que deles receberem.

Essas dependências, na verdade, são traduzidas em prejuízos para aqueles e aquelas que contam apenas com seus próprios esforços, estudos e competências.

Não é este o país que devemos deixar para nossos filhos e netos.

Amigos são eternos.

As vezes a semente da amizade fica adormecida por um tempo, mas sempre germina quando plantada em solo fértil.

Pra quebrar a dormência basta o calor humano.

Amizade não depende da visão, nem do tato, muito menos do olfato, quanto mais do paladar.

Amizade se sente no peito, no coração a palpitar.

É algo que vive na alma, não guarda distância, é como o vento, está em todo lugar.

Por isso te digo meu amigo, conte comigo para o que você precisar.

Apenas diga meu nome, estou aqui, sempre pronto, basta chamar.

Marcelo Augusto Portocarrero – 13/12/16

NÃO HÁ RAZÃO PARA CONTINUAR A PROCURAR DIFERENÇAS ONDE ELAS NÃO EXISTEM.

Esta é a questão que nos leva a perguntar por que continuamos a não ter respeito para com os outros e, porque não dizer, conosco mesmo.

O respeito à opinião, à identidade e às preferencias individuais, sejam elas sobre sexo, cor, política e todas as outras questões do nosso dia a dia não estão sendo considerados pelos meios de comunicação. Muito pelo contrário.

Digo isto porque outro dia ao destacar uma das pessoas da equipe da Ministra do STF Carmem Lúcia, a reportagem a descreveu como mulher e negra.

Não bastaria tê-la anunciado citando apenas seu nome e suas qualidades profissionais? Será necessário dar destaque a sexo e cor todas as vezes que uma pessoa é citada? Isto, quando também não descrevem sua preferencia afetiva, assuntos que a meu ver não engrandecem a noticia, posto serem aspectos que em nada qualificam ou desqualificam ninguém.

Exceto quando esse alguém precisa ter seu ego massageado ou pretenda explorar essas particularidades com objetivos meramente comerciais, artifícios ainda utilizados por certos políticos e artistas que precisam aparecer para sobreviverem com os votos e os aplausos dos incautos.

Afinal nosso maior esforço não deviria ser no sentido de eliminar as diferenças e não o de explorá-las?

Enquanto entendermos que esse tipo de informação agrega valor à notícia ela servirá apenas e tão somente para promover o preconceito e não sua extinção posto que desta maneira expõe as características particulares dos indivíduos e explora suas pseudo diferenças.

Carta de agradecimento a Jô Soares

CARTA DE AGRADECIMENTO A JÔ SOARES.

Prezado Jô Soares,

Antes de mais nada quero agradecer por sua definição de “conceito” ante a de “preconceito” por ocasião de seu último programa na quinta-feira, dia 24/08/16.
Tenho 62 anos e como vários de minha idade tento, sem muito sucesso, transmitir aos que consideram preconceito o fato de termos dificuldades para nos adaptar a novos costumes e procedimentos posto que, hoje em dia,  os antigos conceitos passam por constantes e rápidas modificações.
Para mim é difícil, mas não impossível entender e respeitar estas mudanças. Infelizmente só não é possível fazê-lo do dia para a noite, como um passe de mágica ou por decreto.
No meu sincero entender é preciso que respeitem o fato de termos sido educados em um mundo onde diversas situações hoje consideradas normais não eram entendidas, sequer ensinadas  como sendo naturais.
Em outras palavras, o que vivemos no passado, em nosso infância e até adolescência, tinha conotações diferentes de muitas das que hoje são tão ampla e corretamente difundidas.
Entendo que necessitamos de um certo tempo de convivência com os atuais conceitos para que não interpretem nossas dificuldades de adaptação como preconceitos.
Saber a diferença entre estas duas situações é fundamental para todos, pena que muitos não  intendam assim.
Agir de maneira refratária a esta questão também deveria rotular de preconceituosos aqueles que não aceitam as naturais dificuldades que gerações anteriores às de agora têm para reajustar antigos conceitos frente às rápidas transformações que a humanidade passa em seu processo evolutivo.

Atenciosamente,

Marcelo Augusto Portocarrero

 

O QUE ESPERAMOS DO FUTURO?

Nada é mais frustrante para os pais que ver seus filhos chegarem ao mercado de trabalho e encontrar o país nesta situação de agudo desemprego. 

Faz a gente refletir, pensar no futuro, mas principalmente refletir sobre o presente e o passado.
Vivemos as consequências de um passado onde em grande parte de nossas vidas olhamos muito para os nossos umbigos e pouco para os outros, para o que acontecia no entorno.
Ainda outro dia li um texto sobre a importância de olharmos para o que nos cerca (para dentro, para os lados, para baixo e para cima), uma mensagem de fé e esperança em Deus, “Ele” que habíta em tudo e em todos.
Daí observar que agora mesmo nos encontrarmos em um momento especialmente relevante de nosso presente porque ele é fruto do nosso passado e dele depende nosso futuro. Melhor dizendo, o futuro de nossa descendência.
Precisamos construir um futuro diferente deste que estamos vivendo agora. Nele não haveremos de permitir que mazelas e interesses pessoais se sobreponham aos bem comum.
Precisamos nos esforçar para impedir que continuem a prevalecer aquelas relações espúrias que obrigam muitos a se aproximar dos poderosos para deles receber benesses.
Essas dependências, na verdade, se traduzem em prejuízos para aqueles que contam apenas com seu estudo e sua competência.

Não é este o país do futuro que quero para os meus!

Como será o amanhã? 

Quando a gente se depara como uma situação como essa em que estamos vivendo a segunda etapa de um jogo de três tempos, não tenho duvidas que todos se perguntam como acabará o segundo e como então será o terceiro tempo? Em outras palavras – Como será o amanhã?

A pergunta fica cada vez mais difícil de responder na medida em que tomamos consciências de que fomos nós quem elegemos o time e sabemos que no primeiro tempo quem participava da peleja eram, em boa parte, os mesmos indivíduos que estão em campo neste momento, só mudaram suas posições.

Ao que parece, as substituições propostas, ou mesmo aqueles impostas não terão condições de mudar o rumo da partida se não forem escaladas as pessoas certas em todas as posições. Ou seja, será preciso recompor a equipe toda, e só com especialistas nas posições.

O terceiro tempo será crucial para todos nós. Não há espaço para os erros cometidos nos dois primeiros, sob pena de perdermos não só a competição, mas o rumo.

Marcelo Augusto Portocarrero

EXISTE ESPERANÇA

A esperança é uma eterna criança.

Sim, eterna enquanto esperamos que alguém ou alguma coisa seja feita para mudar a triste realidade que vivemos todos os dias, todas as horas, a todo instante.                     

Mas quem será este alguém e o que poderá fazer? Esta pergunta é eterna companheira da ansiedade de todos nós e não encontrará resposta de ninguém em nenhum lugar, só o silêncio impiedoso das autoridades e a incapacidade das instituições.            

Não enxergamos ou não queremos aceitar nossos próprios erros. Erros que vinham sendo insistentemente cometidos enquanto nos omitíamos e aceitávamos as desculpas que davam os que insistiam em querer que aceitássemos a utopia dos “direitos” de tal forma que não cumpríssemos com nossos “deveres” nem em nosso ambiente mais íntimo.

Mudaram os conceitos básicos da educação, e tudo passou a ser permitido aos menores e adolescente. Alegavam os especialistas que eles são inocentes crianças cujas personalidades em fase de formação não poderiam ser contrariadas. Um simples “não” passou a ser considerado uma forma de limite à criatividade, a liberdade de expressão, quando na realidade não passa de um necessário ajuste ao eventual descontrole da personalidade em formação que bem usado ensina a diferença entre liberdade e libertinagem.

Esses jovens precisam estar permanentemente junto a familiares para deles receber a formação moral, cívica e eventualmente religiosa de seus próprios pais, no entanto, permitimos que pusessem vendas em nossos olhos, tapassem nossos ouvidos e fechassem nossas bocas com futurologias e mecanismos ideológicos que não acabaram bem em lugar nenhum. A verdade estava sendo muito bem camuflada e ainda agora ainda tentam demove-la de nossa frente através de telejornais, novelas, filmes e campanhas publicitárias de forma a que acreditemos que a culpa sempre será nossa como se não fôssemos as vítimas e sim os algozes vez constantemente tentam nos convencer disso através de estatísticas manipuladas.

Estatísticas que mostram apenas resultados, mas não as causas. Elas, as causas, estão dentro dos lares que lenta e propositalmente vêm sendo solapados por aqueles que querem nos tirar direitos e responsabilidades. Para enfrentá-los, devemos buscar a recuperação da estrutura familiar e não em propostas externas para problemas com causas internas e domésticas cujos fundamentos não estão nas creches, nas escolas, muito menos nas faculdades.

SEJA FELIZ 

A felicidade reside em saber aproveitar cada momento de todas as situações e circunstâncias.

Ela não está no que queremos ser, mas no que somos; não será encontrada no que se desejamos ter e sim no que temos; é sentida muito mais no amor que recebermos do que no que temos para dar e existe no que estamos fazendo não no que desejamos fazer.

Portanto, seja feliz com o que você é, com o que você tem, com quem te ama e com o que você faz.

Ser feliz é estar em paz consigo mesmo.

VIVER

A vida reside nos pequenos detalhes,

No que passamos a cada instante.

Nada é mais ignorado que o futuro,

Ele é o caminho a percorrer.

Entender esse vaticínio é a essência da existência humana.

Reside em suportar o que nos espera,

O que virá,

O desconhecido.

Alimentados pela pelo inconsciente coletivo

Seguimos avante,

Rumo ao imponderável.

Simplesmente vamos em frente.

Não há outro caminho,

Não existem alternativas.

Viver é vencer o tempo.

Marcelo Augusto Portocarrero
Cuiabá, 13-06-2016

Temos visto a realidade, mas não enchergamos a verdade.

Estão cada vez mais frequentes as notícias sobre o estado de abandono de nossas escolas, creches e outros locais públicos.
Essas situações, quando não são causadas pela incompetência dos gestores, certamente o são por nossa incapacidade de vê-las e de não sabermos avaliar suas causas, consequências e soluções.
Mal comparando, pouco tempo atrás assistimos uma reportagem sobre escolas e creches no Japão, onde as crianças, após as atividades normais do dia, limparam as instalações, materiais e equipamentos que ocuparam.
Na contra-mão, recentemente vimos uma outra reportagem, desta vez no Brasil, onde um pai reclama do estado de conservação da área externa da creche onde deixa seus filhos.
Então, como comparar esses dois mundos tão diferentes em tudo.
Em um país temos um povo que respeita seu espaço, sabe usá-lo e preservá-lo. Uma população onde seus filhos aprendem desde muito cedo que os ambientes que usam é comunitário e precisam ser cuidados por todos e para todos que os frequentam.
em outro mundo, este nosso, o cidadão e seus filhos não são educados para respeitar quaisquer espaços, talvez por isso não saibamos usá-los, mantê-los, muito menos respeitá-los e ao contrário, na primeira oportunidade em que nos sentimos atingidos em nossos direitos corremos a reclamar do estado de conservação do lugar sempre alegando que a responsabilidade é exclusivamente dos outros.
Não temos a cultura milenar do Japão, talvez por isso tudo que diz respeito a direitos é tão importante para nós que chega a ser visceral.
Com o passar do tempo a civilização brasileira, ao contrário das outras, vem desenvolvendo a cultura dos direitos e abandonando a dos deveres.
Estes, os deveres, vêm sendo deixados de lado na medida em que transferimos nossas responsabilidades de cidadãos a terceiros e, a partir dai, passamos a agir como se nossas obrigações de manter e respeitar os espaços comuns deixassem se existir, vez que nosso objetivo passou a ser apenas e tão somente o de usar e abusar.
Marcelo Augusto Portocarrero

Palavras

Palavras são como sementes, se alcançam fertilidade logo produzem resultado.

Se articuladas e associadas às emoções geram respostas  inesperadas… para o bem ou para o mal.

SEMEN + TE + AMOR = VIDA

SE + MENTE + ÓDIO  = MORTE

Marcelo Augusto Portocarrero, em 09/05/2016

PRECISAMOS SER AS DUAS FACES DA MESMA MOEDA .

Pessoas de má fé vivem trabalhando para que o país continue dividido.

Para mim não deveriam ser dois lados opostos, mas sim duas metades que se completam ou, como dizem os orientais, a composição de duas forças opostas, Yin e Yang, cujo equilíbro entre si é essencial para a vida.

Basta observar nossa situação político-econômica. Sem a necessária armonia entre estes dois ambientes não há como o país avançar no sentido correto e sair dessa espiral descendente causada pela falta de senso comum.

Estamos cansados de assistir a esse eterno cabo de guerra cujo avanço de um lado sempre será entendido como o recuo do outro e a vitória de um, se houver, significará a derrota de todos.

O progresso de todos não pode estar na obtenção do poder político mas na gestão do poder em disputa.

Chega dos discursos erráticos e dos atos desprovidos de objetivos comuns que estão destruindo o pouco que resta do país.