Não viram nada, só ouviram falar.

Pessoas que vivem política de ouvir falar são, na verdade, manipuladas por aqueles que pretendem implantar o caos. É assim que, com suas mentiras, seduzem os desinformados.

Para tais indivíduos, a voz do povo, quando se revolta com seus desmandos, é mera manipulação porque ainda acreditam que uma minoria beligerante tem mais força que a maioria pacífica.

A esses, o futuro mostrará que as mentiras e as conspirações contra os verdadeiros interesses do povo serão desmascaradas, não interessa suas articulações e tendências politicas, pois a verdade prevalecerá, custe o que custar, doa a quem doer.

O que que estamos esperando para mudar o que estão fazendo com nosso país? 

Nada é mais frustrante para os pais que ver seus filhos chegarem ao mercado de trabalho e encontrar o país em situação de agudo desemprego.

Faz a gente pensar no futuro, mas principalmente refletir sobre o presente e o passado.

Vivemos as consequências de um passado onde grande parte das pessoas olhou muito mais para seus próprios umbigos dando, como consequência, pouca atenção ao que acontecia ao conjunto da população.

Ainda outro dia li um texto sobre a importância de olharmos permanentemente para o que nos cerca (para dentro, para os lados, para baixo e para cima), uma mensagem de fé e esperança em Deus, Ele que habita em tudo e em todos.

Daí observar que agora mesmo nos encontrarmos em um momento especialmente relevante de nosso presente, porque ele é fruto do nosso passado e dele depende nosso futuro. Melhor dizendo, o futuro de nossa descendência.

Precisamos construir um futuro diferente deste presente que vivemos agora. Nele não haveremos de permitir que mazelas e interesses pessoais se sobreponham ao bem comum.

Será fundamental impedir que continuem a prevalecer as relações espúrias que acabam por “obrigar” pessoas desinformadas e até “abrigar” aquelas outras de má índole a se aproximarem de poderosos para sobreviver das benesses que deles receberem.

Essas dependências, na verdade, são traduzidas em prejuízos para aqueles e aquelas que contam apenas com seus próprios esforços, estudos e competências.

Não é este o país que devemos deixar para nossos filhos e netos.

Amigos são eternos.

As vezes a semente da amizade fica adormecida por um tempo, mas sempre germina quando plantada em solo fértil.

Pra quebrar a dormência basta o calor humano.

Amizade não depende da visão, nem do tato, muito menos do olfato, quanto mais do paladar.

Amizade se sente no peito, no coração a palpitar.

É algo que vive na alma, não guarda distância, é como o vento, está em todo lugar.

Por isso te digo meu amigo, conte comigo para o que você precisar.

Apenas diga meu nome, estou aqui, sempre pronto, basta chamar.

Marcelo Augusto Portocarrero – 13/12/16

NÃO HÁ RAZÃO PARA CONTINUAR A PROCURAR DIFERENÇAS ONDE ELAS NÃO EXISTEM.

Esta é a questão que nos leva a perguntar por que continuamos a não ter respeito para com os outros e, porque não dizer, conosco mesmo.

O respeito à opinião, à identidade e às preferencias individuais, sejam elas sobre sexo, cor, política e todas as outras questões do nosso dia a dia não estão sendo considerados pelos meios de comunicação. Muito pelo contrário.

Digo isto porque outro dia ao destacar uma das pessoas da equipe da Ministra do STF Carmem Lúcia, a reportagem a descreveu como mulher e negra.

Não bastaria tê-la anunciado citando apenas seu nome e suas qualidades profissionais? Será necessário dar destaque a sexo e cor todas as vezes que uma pessoa é citada? Isto, quando também não descrevem sua preferencia afetiva, assuntos que a meu ver não engrandecem a noticia, posto serem aspectos que em nada qualificam ou desqualificam ninguém.

Exceto quando esse alguém precisa ter seu ego massageado ou pretenda explorar essas particularidades com objetivos meramente comerciais, artifícios ainda utilizados por certos políticos e artistas que precisam aparecer para sobreviverem com os votos e os aplausos dos incautos.

Afinal nosso maior esforço não deviria ser no sentido de eliminar as diferenças e não o de explorá-las?

Enquanto entendermos que esse tipo de informação agrega valor à notícia ela servirá apenas e tão somente para promover o preconceito e não sua extinção posto que desta maneira expõe as características particulares dos indivíduos e explora suas pseudo diferenças.

Carta de agradecimento a Jô Soares

CARTA DE AGRADECIMENTO A JÔ SOARES.

Prezado Jô Soares,

Antes de mais nada quero agradecer por sua definição de “conceito” ante a de “preconceito” por ocasião de seu último programa na quinta-feira, dia 24/08/16.
Tenho 62 anos e como vários de minha idade tento, sem muito sucesso, transmitir aos que consideram preconceito o fato de termos dificuldades para nos adaptar a novos costumes e procedimentos posto que, hoje em dia,  os antigos conceitos passam por constantes e rápidas modificações.
Para mim é difícil, mas não impossível entender e respeitar estas mudanças. Infelizmente só não é possível fazê-lo do dia para a noite, como um passe de mágica ou por decreto.
No meu sincero entender é preciso que respeitem o fato de termos sido educados em um mundo onde diversas situações hoje consideradas normais não eram entendidas, sequer ensinadas  como sendo naturais.
Em outras palavras, o que vivemos no passado, em nosso infância e até adolescência, tinha conotações diferentes de muitas das que hoje são tão ampla e corretamente difundidas.
Entendo que necessitamos de um certo tempo de convivência com os atuais conceitos para que não interpretem nossas dificuldades de adaptação como preconceitos.
Saber a diferença entre estas duas situações é fundamental para todos, pena que muitos não  intendam assim.
Agir de maneira refratária a esta questão também deveria rotular de preconceituosos aqueles que não aceitam as naturais dificuldades que gerações anteriores às de agora têm para reajustar antigos conceitos frente às rápidas transformações que a humanidade passa em seu processo evolutivo.

Atenciosamente,

Marcelo Augusto Portocarrero

 

O QUE ESPERAMOS DO FUTURO?

Nada é mais frustrante para os pais que ver seus filhos chegarem ao mercado de trabalho e encontrar o país nesta situação de agudo desemprego. 

Faz a gente refletir, pensar no futuro, mas principalmente refletir sobre o presente e o passado.
Vivemos as consequências de um passado onde em grande parte de nossas vidas olhamos muito para os nossos umbigos e pouco para os outros, para o que acontecia no entorno.
Ainda outro dia li um texto sobre a importância de olharmos para o que nos cerca (para dentro, para os lados, para baixo e para cima), uma mensagem de fé e esperança em Deus, “Ele” que habíta em tudo e em todos.
Daí observar que agora mesmo nos encontrarmos em um momento especialmente relevante de nosso presente porque ele é fruto do nosso passado e dele depende nosso futuro. Melhor dizendo, o futuro de nossa descendência.
Precisamos construir um futuro diferente deste que estamos vivendo agora. Nele não haveremos de permitir que mazelas e interesses pessoais se sobreponham aos bem comum.
Precisamos nos esforçar para impedir que continuem a prevalecer aquelas relações espúrias que obrigam muitos a se aproximar dos poderosos para deles receber benesses.
Essas dependências, na verdade, se traduzem em prejuízos para aqueles que contam apenas com seu estudo e sua competência.

Não é este o país do futuro que quero para os meus!

Como será o amanhã? 

Quando a gente se depara como uma situação como essa em que estamos vivendo a segunda etapa de um jogo de três tempos, não tenho duvidas que todos se perguntam como acabará o segundo e como então será o terceiro tempo? Em outras palavras – Como será o amanhã?

A pergunta fica cada vez mais difícil de responder na medida em que tomamos consciências de que fomos nós quem elegemos o time e sabemos que no primeiro tempo quem participava da peleja eram, em boa parte, os mesmos indivíduos que estão em campo neste momento, só mudaram suas posições.

Ao que parece, as substituições propostas, ou mesmo aqueles impostas não terão condições de mudar o rumo da partida se não forem escaladas as pessoas certas em todas as posições. Ou seja, será preciso recompor a equipe toda, e só com especialistas nas posições.

O terceiro tempo será crucial para todos nós. Não há espaço para os erros cometidos nos dois primeiros, sob pena de perdermos não só a competição, mas o rumo.

Marcelo Augusto Portocarrero

EXISTE ESPERANÇA

A esperança é uma eterna criança.

Sim, eterna enquanto esperamos que alguém ou alguma coisa seja feita para mudar a triste realidade que vivemos todos os dias, todas as horas, a todo instante.                     

Mas quem será este alguém e o que poderá fazer? Esta pergunta é eterna companheira da ansiedade de todos nós e não encontrará resposta de ninguém em nenhum lugar, só o silêncio impiedoso das autoridades e a incapacidade das instituições.            

Não enxergamos ou não queremos aceitar nossos próprios erros. Erros que vinham sendo insistentemente cometidos enquanto nos omitíamos e aceitávamos as desculpas que davam os que insistiam em querer que aceitássemos a utopia dos “direitos” de tal forma que não cumpríssemos com nossos “deveres” nem em nosso ambiente mais íntimo.

Mudaram os conceitos básicos da educação, e tudo passou a ser permitido aos menores e adolescente. Alegavam os especialistas que eles são inocentes crianças cujas personalidades em fase de formação não poderiam ser contrariadas. Um simples “não” passou a ser considerado uma forma de limite à criatividade, a liberdade de expressão, quando na realidade não passa de um necessário ajuste ao eventual descontrole da personalidade em formação que bem usado ensina a diferença entre liberdade e libertinagem.

Esses jovens precisam estar permanentemente junto a familiares para deles receber a formação moral, cívica e eventualmente religiosa de seus próprios pais, no entanto, permitimos que pusessem vendas em nossos olhos, tapassem nossos ouvidos e fechassem nossas bocas com futurologias e mecanismos ideológicos que não acabaram bem em lugar nenhum. A verdade estava sendo muito bem camuflada e ainda agora ainda tentam demove-la de nossa frente através de telejornais, novelas, filmes e campanhas publicitárias de forma a que acreditemos que a culpa sempre será nossa como se não fôssemos as vítimas e sim os algozes vez constantemente tentam nos convencer disso através de estatísticas manipuladas.

Estatísticas que mostram apenas resultados, mas não as causas. Elas, as causas, estão dentro dos lares que lenta e propositalmente vêm sendo solapados por aqueles que querem nos tirar direitos e responsabilidades. Para enfrentá-los, devemos buscar a recuperação da estrutura familiar e não em propostas externas para problemas com causas internas e domésticas cujos fundamentos não estão nas creches, nas escolas, muito menos nas faculdades.

SEJA FELIZ 

A felicidade reside em saber aproveitar cada momento de todas as situações e circunstâncias.

Ela não está no que queremos ser, mas no que somos; não será encontrada no que se desejamos ter e sim no que temos; é sentida muito mais no amor que recebermos do que no que temos para dar e existe no que estamos fazendo não no que desejamos fazer.

Portanto, seja feliz com o que você é, com o que você tem, com quem te ama e com o que você faz.

Ser feliz é estar em paz consigo mesmo.

VIVER

A vida reside nos pequenos detalhes,

No que passamos a cada instante.

Nada é mais ignorado que o futuro,

Ele é o caminho a percorrer.

Entender esse vaticínio é a essência da existência humana.

Reside em suportar o que nos espera,

O que virá,

O desconhecido.

Alimentados pela pelo inconsciente coletivo

Seguimos avante,

Rumo ao imponderável.

Simplesmente vamos em frente.

Não há outro caminho,

Não existem alternativas.

Viver é vencer o tempo.

Marcelo Augusto Portocarrero
Cuiabá, 13-06-2016

Temos visto a realidade, mas não enchergamos a verdade.

Estão cada vez mais frequentes as notícias sobre o estado de abandono de nossas escolas, creches e outros locais públicos.
Essas situações, quando não são causadas pela incompetência dos gestores, certamente o são por nossa incapacidade de vê-las e de não sabermos avaliar suas causas, consequências e soluções.
Mal comparando, pouco tempo atrás assistimos uma reportagem sobre escolas e creches no Japão, onde as crianças, após as atividades normais do dia, limparam as instalações, materiais e equipamentos que ocuparam.
Na contra-mão, recentemente vimos uma outra reportagem, desta vez no Brasil, onde um pai reclama do estado de conservação da área externa da creche onde deixa seus filhos.
Então, como comparar esses dois mundos tão diferentes em tudo.
Em um país temos um povo que respeita seu espaço, sabe usá-lo e preservá-lo. Uma população onde seus filhos aprendem desde muito cedo que os ambientes que usam é comunitário e precisam ser cuidados por todos e para todos que os frequentam.
em outro mundo, este nosso, o cidadão e seus filhos não são educados para respeitar quaisquer espaços, talvez por isso não saibamos usá-los, mantê-los, muito menos respeitá-los e ao contrário, na primeira oportunidade em que nos sentimos atingidos em nossos direitos corremos a reclamar do estado de conservação do lugar sempre alegando que a responsabilidade é exclusivamente dos outros.
Não temos a cultura milenar do Japão, talvez por isso tudo que diz respeito a direitos é tão importante para nós que chega a ser visceral.
Com o passar do tempo a civilização brasileira, ao contrário das outras, vem desenvolvendo a cultura dos direitos e abandonando a dos deveres.
Estes, os deveres, vêm sendo deixados de lado na medida em que transferimos nossas responsabilidades de cidadãos a terceiros e, a partir dai, passamos a agir como se nossas obrigações de manter e respeitar os espaços comuns deixassem se existir, vez que nosso objetivo passou a ser apenas e tão somente o de usar e abusar.
Marcelo Augusto Portocarrero

Palavras

Palavras são como sementes, se alcançam fertilidade logo produzem resultado.

Se articuladas e associadas às emoções geram respostas  inesperadas… para o bem ou para o mal.

SEMEN + TE + AMOR = VIDA

SE + MENTE + ÓDIO  = MORTE

Marcelo Augusto Portocarrero, em 09/05/2016

PRECISAMOS SER AS DUAS FACES DA MESMA MOEDA .

Pessoas de má fé vivem trabalhando para que o país continue dividido.

Para mim não deveriam ser dois lados opostos, mas sim duas metades que se completam ou, como dizem os orientais, a composição de duas forças opostas, Yin e Yang, cujo equilíbro entre si é essencial para a vida.

Basta observar nossa situação político-econômica. Sem a necessária armonia entre estes dois ambientes não há como o país avançar no sentido correto e sair dessa espiral descendente causada pela falta de senso comum.

Estamos cansados de assistir a esse eterno cabo de guerra cujo avanço de um lado sempre será entendido como o recuo do outro e a vitória de um, se houver, significará a derrota de todos.

O progresso de todos não pode estar na obtenção do poder político mas na gestão do poder em disputa.

Chega dos discursos erráticos e dos atos desprovidos de objetivos comuns que estão destruindo o pouco que resta do país.

TEMPO PARA RECOMEÇAR.

Volta e meia pessoas com mais idade são surpreendidas com resoluções e leis que as obrigam, sob pena de repressão, a passar a conviver com situações que vivenciaram de forma diferente no passado.

Se agiam de forma erradas, hoje sabem que agora são situações entendidas como bulling (até a palavra é nova), preconceito, discriminação, intolerância e outras formas incorretas de agir.

Não há como mudar isso, a mensagem é claro, pois “ninguém pode voltar e fazer um novo começo, mas pode recomeçar e fazer um novo fim”.

Estamos vendo como é difícil promover mudanças comportamentais de uma hora para outra, principalmente quando o processo está enraizado a séculos.

Não precisamos ir longe no tempo para encontrar situações assemelhadas, basta verificar as dificuldades para tentar mudar o comportamento de um adolescente, imaginem então o que acontece com pessoas com mais, muito mais anos de vida.

Será tão difícil entender que boa parte das pessoas precisa de tempo para se adaptar às modernas práticas comportamentais política e socialmente corretas, até porque elas são atingidas de forma diferente em relação aos mais jovens?

A medida em que o tempo vai passando as gerações mais recentes foram vivenciando novos comportamentos sociais e por isso mesmo têm mais facilidade para se adaptar às novas formas de relacionamento. Por esta razão, as gerações que as antecederam tendem a ter mais dificuldades em relação ao assunto. 

É importante entender que existem exceções em ambos os casos simplesmente porque estamos tratando com a natureza humana, motivo pelo qual elas, as diferenças, sempre existirão. Principalmente aquelas que, no fundo, não passam de falsidades comportamentais manifestadas por pessoas que querem parecer o que não são.

Marcelo Augusto Portocarrero – 01/5/2016

 

E agora?

E agora?
Existem pessoas que vieram ao mundo para confundir outras para enganar mesmo.
Vendo algumas das ilustres figuras que participaram da votação do IMPEACHMENT me vêm à lembrança aqueles que lá estão para enganar.
Não se lembram do passado, aquele passado em que se travestiram de defensores da liberdade e dos oprimidos pelo golpe militar de 1964.
Agora são deputados, senadores, presidentes, ex-presidentes e outras funções públicas, mas enganam-se ao pensam que a população não tem memória.
Pois saibam que temos sim, senhores e senhoras autoridades de araque.
Assim como ninguém esquece as atrocidades da ditadura, também não vamos esquecer as posições desses safados no passado, tão diferentes das que têm agora.
Com tempo e boa vontade, vamos aos poucos nos lembrar de um por um.
O que fizeram e o que diziam na época da ditadura e comparar com o que fazem e dizem agora.
O que possuíam naqueles tempos com o que possuem hoje, mas principalmente como juntaram tanto fazendo tão pouco.
Não, podemos deixar pedra sobre pedra sem olhar o que tem em baixo. Só assim separaremos o joio do trigo para mostrar toda a verdade.
A verdade sobre todos e a verdade sobre tudo. Não essa que é contada por ai, onde só tem mocinho de um lado e bandido do outro.
Quem duvidava que existiram bandidos do lado daqueles que se diziam mocinhos estão descobrindo aos poucos que não foi e não é bem assim…
Já passou da hora de nossos historiadores, pesquisadores e comissões da verdade irem atrás do que aconteceu com os personagens da nossa história após os anos de ferro e fogo da chamada ditadura.
Como estarão hoje os atores daqueles momentos históricos que são lembrados com glamour enquanto vítimas da opressão e que hoje têm desmascadas suas verdadeiras personalidades.
Como estarão hoje econômica e financeiramente aqueles que lutaram contra e pelo regime militar.
Terão nossos historiadores e pesquisadores coragem e disposição para se debruçar sobre as questões do que aconteceu depois com os personagens dos dois lados e compará-las?
Existiram corruptos entre os que participaram daqueles governos militares? Algum deles ou suas famílias obteve benefícios, privilégios e presentes?
Eu não conheço, e você, conhece alguma família milionaria que veio dos governantes do regime militar?
Devemos considerar que foram incompetentes e não souberam aproveitar a oportunidade ou reconhecer simplesmente que foram e continuam honestos?
E aqueles que assumiram o governo do país desde então? E estes que ai estão a se locupretar, têm a mesma índole?
Não se trata de exaltar ou mesmo apoiar uma ação semelhante àquela, mas de alertar nossas consciências a respeito do caminho tortuoso e incerto que estamos percorrendo e se é neste rumo que devemos ir.
Não da mais para acreditar que teremos futuro com esse presente tão cheio de mentiras e mentirosos, corrupção e corruptos, safadezas e safados.
Marcelo Augusto Portocarrero, em 21/4/2016