Aí tem …

Tem algo estranho por detrás dessas repentinas mudanças de orientação e comportamento em relação às quarentenas. Dá até pra desconfiar do porquê de tantas transformações.

Estarão querendo fazer crer que de repente governadores e prefeitos que tinham imposto isolamentos à população começaram a permitir a circulação de pessoas e liberar as atividades econômicas mesmo durante o crescimento de casos só porque agora concordam com as recomendações do Presidente da República?

Ai tem, … com certeza tem, alguma arapuca está sendo armada.

É só fazer uma leitura contemporânea das intenções de políticos, suas agremiações, alguns poderes superiores e mídias inconformadas que atuam contra o governo para perceber que estão armando, estão sim.

Será essa nova postura uma estratégia para aumentar o número de casos de C-19? Estarão esperando os novos e maiores números para colocar a culpa nas orientações emanadas pelo Ministério da Saúde?

Olhem só quanta coisa acontecendo ao mesmo tempo como que em uma trama bem ao feitio das cabeças caóticas das pessoas que dirigem as organizações que lutam para desestabilizar o país.

Percebam que os ataques agora são coordenados como que vindos de setores diferentes mas todos mirando em uma só direção.

O Legislativo, como sempre, alterando as propostas vindas do Executivo, o Judiciário Superior sendo cada vez mais ativo nas ações contra as pessoas e instituições que apoiam o governo e agora essa guinada repentina através das atitudes de estados e municípios dirigidos por partidos derrotados nas eleições quanto ao que declaradamente combatiam em relação às posições do governo nas estratégias voltadas a minimizar os efeitos maléficos do coronavírus chinês.

Percebam que até a comprovação de que os registros de óbitos em cartório que escancaram a manipulação para maior das mortes por C-19 estão sendo contestadas com hipotéticas subnotificações na tentativa de mostrar a realidade invertida. Aliás, mais uma reação desconexa da realidade como é de praxe nas manifestações da social-democracia (forma dissimulada com que agora os esquerdopatas se identificam).

Junta -se a eles a própria OMS, uma organização cada vez mais perdida em suas divagações sobre a realidade dos fatos e que a cada semana apresenta um novo capítulo da novela de horrores que transmite para o mundo. Por sinal agora não é mais pandemia é epidemia. Entenderam?

O último (capítulo) está focado em desacreditar os benefícios do tratamento da doença com cloroquina/hidroxicloroquina associada a antibióticos e anticoagulantes, procedimento que considerava aceitável até o relatório anterior.

Entretanto, até agora a mesma OMS não se posicionou em relação às críticas de cientistas e médicos que contestam os trabalhos em que se baseia posto que não foram estudos científicos como alardeado pelos que o defendem. O que leva a crer que foram sim compilações de dados coletados estatisticamente sem os cuidados técnicos necessários e sem que suas informações pudessem ser checadas quando a possíveis desvios e erros de lançamento.

Como não desconfiar que essa repentina critica ao uso dos medicamentos em questão façam parte de uma campanha de descrédito para impedir a disseminação de seu uso é possível redução dos casos fatais?

Como não associar todas essas “ações” a uma estratégia voltada a interromper a volta à normalidade das relações/interações sociais e econômicas antes do esperado colapso total previsto (ou teria sido programado?) pelas grandes corporações mundiais juntamente com seus subservientes capachos locais.

Aí tem…

O outro lado dos que não são

Definitivamente está claro o cenário de que não queremos nos transformar em uma república de bananas. Entretanto, será preciso tomar cuidados extraordinários para que o país não aprofunde a crise por que estamos passando.

É por essa e outras razões que devemos afastar definitivamente esse organização ideológica que teve as rédeas do país até 2018, pois só assim seremos capazes de impedir nossa destruição social e econômica.

O que importa é não permitir que esses políticos continuem legislando em causa própria e sigam mancomunados com parte do judiciário.

Vejam que essa camarilha de privilegiados defende com unhas e dentes os mandatos de seus comparsas e se vangloria por eles terem sido eleitos representantes do povo pelo voto. É isso mesmo, nós os elegemos e esse erro é esfregado em nossas faces todos os dias.

Pois bem, as pessoas de bem que não concordaram com esse “status quo” terão que trabalhar duro para que aqueles que assim agem sejam todos destituídos da mesma maneira que lá chegaram, pelo voto. Será assim e dentro da lei que vamos derrotá-los de forma definitiva em 2022. Não será fácil, tão pouco rápido, levará um tempo, mas não podemos perder essa segunda oportunidade que se nos apresenta já a partir das eleições municipais deste ano.

Sim, essa terá de ser nossa primeira e única prioridade porque o que eles nos deixaram foi um país sem consistência, posto que destruído em seu âmago por uma sequência de depredadores despossuídos do mínimo grau de decência na gestão pública.

Um país sem consciência porque analfabetizado por estrategistas do caos que nos entregaram um país sem instrução, sem futuro e desestruturado onde a boa educação foi retirada das prioridades nacionais pela social-democracia dos governos passados.

Um país sem saúde, vez que as sanguessugas de ontem e de hoje insistem em tentar se apropriar novamente dos recursos destinados a este fim quando repassados a estados e municípios.

Um país sem segurança posto que são os governadores e prefeitos que decidem o que podemos fazer, onde ir, como viver e do que iremos morrer nas estatísticas do coronavírus chinês.

Enquanto permitirmos sejam criados direitos e mantidos privilégios; enquanto continuarem a extinguir responsabilidades e desobrigarem deveres muitos dos desinformados continuarão a ser transformados em cidadãos manipuláveis, inocentes úteis às aspirações políticas das elites socialistas.

Esse grupelho de vigaristas intelectuais que têm a desfaçatez de mesmo após terem seus intestinos expostos e sua falta de caráter comprovada ainda usam de discursos antagonistas na tentativa de mostrar o outro lado do que não são.

Sem consenso não haverá solução.

Jano era o Deus das duas faces da mitologia romana. Ele representava o dualismo das coisas e as relativizava como nos casos dos inícios e fins ou passado e o futuro, sempre com a conotação de mudança para melhor.

O exemplo clássico de sua adoração é o nome do primeiro mês do ano, janeiro (de Juno), quando Júlio César, 46 antes de Cristo, estabeleceu o ano com 365 dias e fixou o 1º de janeiro como o primeiro dia do Ano Novo ao implantar o Calendário Juliano. Janeiro representa então o reinício, a transposição do passado para o futuro, o recomeço, a “esperança”.

Em sua principal característica, a dualidade das coisas, Juno representava a luta do bem contra o mal, por essa razão quando Roma estava em guerra seu templo permanecia com as portas abertas para proteger os soldados romanos. A esse respeito diz a mitologia que quando Roma foi invadida, das portas abertas de seu templo saíram torrentes de água quente que dizimaram o exército invasor. Juno era o Deus da Paz e protetor dos exércitos romanos.

O que nos traz ao presente vez que o que rege nossas vidas agora são as informações diárias sobre a luta para combater essa doença que perambula pelo mundo devido ao surgimento de um vírus que ataca a todos sem distinção como se tivesse saído da Caixa de Pandora, artefato da mitologia grega que continha todos os males do mundo.

Mesmo sendo avisada que a caixa continha sentimentos perigosos e doenças que poderiam dizimar a humanidade Pandora a abriu e quando viu o erro que cometeu tratou de fechá-la fazendo com que a esperança, somente ela, um dos muitos males contidos na caixa, fosse preservada.

Sim, a esperança era considerada um mal devido sua superficialidade a respeito do futuro. Entretanto, em que pesem todas as possíveis incertezas até hoje é nela, na esperança, que nos apegamos quando precisamos reforçar nossa disposição de permanecer lutando por coisas boas como o bem comum.

Nesses momentos em que as informações a respeito do futuro são ora positivas ora negativas talvez enquanto uma moeda jogada ao céu não chegue ao chão tenhamos oportunidade de vencer esse coronavírus chinês de modo a que tudo não acabe como em um “cara ou coroa político”.

A continuar assim, não importa o resultado dessa disputa, de qualquer forma nós seremos vítimas da insensatez que predomina nas decisões dos que buscam pelo poder a qualquer preço e que nos obrigam a viver sob o domínio do medo.

Não há aqui dialogo honesto. Percebe-se, porque todos estão armados para tentar vencer a disputa mesmo sabendo que a falta desse dialogo não permite o consenso e “sem consenso não haverá solução”.

A felicidade sempre me faz chorar

Mais que a dor a felicidade sempre me faz chorar,
A dor é desconforto, perigosa agonia, aflição.
Felicidade é ir em frente, confiança, satisfação.

Mais que a saudade a felicidade sempre me faz chorar.
Saudade é sentimento, falta, solidão.
Felicidade é contentamento, sentir presença, comunhão.

Mais que a tristeza a saudade sempre me faz chorar.
Tristeza é desânimo, sofrimento, decepção.
Felicidade é contentamento, bem-estar, alegre sensação.

A felicidade sempre me faz chorar porque é doar sem condições, lágrimas de amor.

A felicidade sempre me faz chorar ao viver intensamente cada momento, lágrimas de existir.

A felicidade sempre me faz chorar quando brisa em meio a tempestade, lágrimas de resistir.

A felicidade sempre me faz chorar porque é plantar boa semente e colher melhores frutos, lágrimas de bem fazer.

A felicidade sempre me faz chorar sendo suave fragrância em meio a intensos perfumes, lágrimas de sentir.

O sapo e o escorpião.

Ao se deparar com um rio a sua frente o escorpião acostumado a ser autossuficiente viu que teria necessidade de ajuda para vencer a turbulência das águas para atravessar.

Ele sabia que sua fama de inflexível não o ajudaria em nada. Mesmo assim, saiu a procura de alguém que pudesse ajudá-lo em sua difícil empreitada.

Inteligente, viu que poderia usar dessa mesma fama para submeter quem encontrasse pela frente. Estava decidido, esta seria sua estratégia porque com ela não haveria necessidade de negociar com ninguém, sabia que quem não o respeitava, temia. Era o que bastava.

Assim intencionado, saiu a percorrer a margem até encontrar o sapo. O escorpião conhecia as características do sapo, que ele era desajeitado, escorregadio, emitia sons que incomodavam alguns dos habitantes do local, que também era possuidor de outras características e defesas naturais para sua proteção dos outros moradores e usuários do rio. O sapo era famoso por causa disso, um mito por assim dizer. Mas nada, no entender do escorpião, que o superasse.

Quase todos os moradores do rio eram peçonhentos e ardilosos, bem mais importantes que aquele insignificante sapo a quem antes nunca haviam dado muita atenção, tão menosprezado era.

O escorpião sabia disso, na verdade sabia de tudo, afinal morava no mesmo vale e na calada da noite, seu ambiente preferido, tinha conseguido informações sobre todos, por isso conhecia um por um. Principalmente os mais perigosos, aqueles outros que também ficavam no rio. Sabia inclusive como faziam para controlar quem precisasse das águas.

Conhecia, portanto, o caráter de cada um, suas artimanhas e que todos entravam em comum acordo na hora de dividir os botins. Sabiam que quem dominasse o rio controlaria todo o vale. Ai de quem ousasse usar de suas águas sem antes com eles fazer um acordo ou não pagar por isso.

Pois bem, aqueles que dominavam o rio estavam tão acostumados a controlar tudo e a todos que nem se importavam com a possibilidade de que com o passar do tempo e devido a falta de irrigação por causa da exploração que faziam das águas as matas e os campos de suas margens pudessem perecer. Somado a isso também havia a submissão quase total dos outros habitantes do vale às suas imposições. O que só piorava as coisas nos lugares por onde passava aquele rio.

O sapo havia percebido que tudo estava definhando e que o vale estava morrendo, inclusive o rio, mas era apenas um ser com pouco expressão para quem por enquanto não davam ouvidos. Exceto se um dia conseguisse mostrar a todos que não deviam ter medo de enfrentar os poderosos do rio nem a turbulência de suas águas.

E foi o que fez. Bem, mas essa é uma longa história, não uma fábula, por isso vamos voltar ao assunto do sapo com o escorpião.

Então, o sapo ao pressentir a aproximação do escorpião se preparou para o pior. Conhecia sua fama e sabia que precisaria tomar muito cuidado com ele. Já o encontrara antes pelos caminhos do vale. Razão pela qual se perguntava porquê esse sujeito o estava abordando?

A proposta que o escorpião lhe fez foi simples e direta:
⁃ voce pode me levar em suas costas? É que preciso atravessar o rio e sei que sapos sabem nadar, por isso vim até você.

A resposta do sapo também foi direta:
⁃ um escorpião pode me matar ou me ferir seriamente se me picar. Sem contar que já nos encontramos antes e não foi nada agradável para mim, porque deveria dar atenção a você agora?

O escorpião respondeu:
⁃ esquece o passado e pense logicamente. Se eu picar você no rio morremos os dois. Por outro lado, quando chegarmos a outra margem mesmo que eu quisesse não conseguiria porque você é liso e rápido o suficiente para em um único pulo se colocar em segurança. Depois, bem, depois seguiremos nossas vidas já como amigos porque no caminho teremos a oportunidade de nos conhecer melhor e darmos início a uma parceria que pode nos tornar insuperáveis.

O sapo ainda mais desconfiado disse então:
⁃ está certo, concordo em levar você comigo, desde que não em minhas costas. Eu posso puxa-lo até a outra margem em um galho.

E justificou:
⁃ sabe escorpião, essa é uma questão de segurança para nós dois. Como bem dissestes sou liso e se houver turbulência você pode escorregar e para não cair usar seu ferrão. Então, morreremos os dois.

Ao que o escorpião respondeu:
⁃ não, assim não dá, tem que ser do meu jeito porque no galho posso me sentir inseguro da mesma forma que em suas costas e nele não conseguirei usar meu ferrão para me segurar.

FIM

Moral da fábula:
Não há uma Moral nesta fábula. Há um Moro, mas este ao ver que seu plano não deu certo pulou do galho no meio da travessia.

Tudo foi tramado e agora exposto qual ferida purulenta.

Acho que Bolsonaro resistirá até a ultima gota de força que tiver, mas se continuar a ser traído como está sendo pode não chegar ao fim de seu mandato.

Tudo o que manda para os outros dois poderes não tem eco, fica sem resposta ou é deformado porque ele não negocia poder. Se negociar, muitos de seus próprios eleitores, aqueles que dizem o apoiar sob qualquer circunstância serão os primeiros a ir contra as medidas de força que ele tiver que tomar para manter o controle do governo.

Esqueçam os filhos, essa fantasia de interferência não se sustenta sozinha, a própria PF já mostrou isso. Fosse assim, ele já não estaria mais no governo porque algum delegado, o ex-Diretor Geral ou o próprio ex-Ministro o teria denunciado e com provas consistentes bem antes dessa pataquada ridícula estilo Glenn Greenwald.

Fato é que desde o primeiro dia de governo Bolsonaro não tem o apoio dos outros dois poderes porque representa o oposto do que querem. Como um Presidente da República age nessas horas? Qual alternativa teria para ser levada adiante estando sozinho? Digo sozinho porque não cabe outra explicação.

No caso da demissão de Mandetta muitos o criticaram por isso. Não perceberam que era preciso demiti-lo porque apesar do aparente bom trabalho ficou claro que o Ministro da Saúde era uma pessoa plantada pelo Legislativo e que se submetia antes a ele, o Legislativo por conveniência, e à mídia por outros interesses. Quem o conheceu como parlamentar e Secretário de Saúde da Prefeitura de Campo Grande/MS sabe disso.

Bem, Bolsonaro o trouxe para o governo como o médico indicado pelo DEM do Maia e do Alcolumbre ou seja, negociou com os dois chefes do Legislativo a indicação de um “técnico” e deu no que deu porque eles queriam mais.

Para muitos foi um erro tirar Mandetta para outros tantos um acerto. Acerto no sentido de manter o poder e a palavra que deu para quem o elegeu. Foi para a frente do combate ao Coronavírus chinês, se expôs como é sua característica, pediu ajuda ao Ministro da Saúde para apoiar suas propostas e nada.

Passado o tempo vemos agora que Mandetta, alguns governadores e vários prefeitos diziam estar seguindo somente a ciência, só que não era só ciência, o componente política também estava lá. Portanto, a questão envolveu e envolve disputa pelo poder, sempre ele.

Agora temos outro técnico no Ministério da Saúde, um cientista sem indicação política com pouco traquejo no lidar com espetáculos e que já está sendo criticado por isso. Prova que o Congresso não quer um cientista, o STF não quer um cientista e a imprensa não quer um cientista, querem um comunicador para dar, vender e até negociar notícias todos os dias as 17:00 h ou seja, um político.

Já o Moro fez o que fez porque ficou sem palco. Quando era chamado pela midia, a mesma que agora ele convocou, sempre foi para falar de sua relação com o Presidente, coisa que continuou a acontecer até quando ele promoveu seu show particular para a imprensa e o mundo. Tudo pelo poder, ele queria e continuar a querer poder!

Não, não foi a questão de quem seria o Diretor Geral da Polícia Federal e sim quem teria o poder de controlar a informação.
Quando Moro viu que quem ele controlava pediu para sair e que em consequência ele também perderia o poder de controlar a PF chiou e saiu atirando.

Essa história de pressão do Presidente sobre o DG da PF não convence mais, isso porque o próprio ex-diretor não saiu atirando acusando Bolsonaro como Moro o fez. Se fosse verdade ele estaria lá, na coletiva do ainda Ministro Moro, no palco, para referendar tudo o que estava sendo dito, inclusive usando seu próprio nome, ao vivo e a cores. Mas não, ele não estava lá. Estranho ou revelador? Você decide.

Bom, girei, girei e voltei a questão do poder ? Que poder o Presidente tem para exigir relatórios da PF? Nenhum, nem seus eleitores concordam com isso. Pois bem, ele nunca o teve e nunca terá. Alguém dúvida disso? Nem na época do FHC, do Lula, da Dilma e do Temer isso foi possível e olha que tentaram, e bem mais que Bolsonaro, até porque seus Ministros eram políticos e partidários. Os Diretores Gerais não, lembram, eram do quadro técnico e continuam a ser para nossa proteção.

Voltando ao assunto principal, como então continuar governando sem negociar com parte do Legislativo? Praticamente Impossível. Ele bem que tentou, mas em seus termos. Quem implodiu suas continuas tentativas foram os de sempre, deputados e senadores, porque ele nunca negociou o controle do Poder Executivo.

Por isso, por ser fiel a suas promessas de campanha sequer teve o apoio de todos aqueles congressistas eleitos nas suas costas, foi traído por vários e ao vivo.

Como então continuar sua luta? Não há saída, todas as portas estão sendo fechadas, as últimas são aquelas que estão nas mãos dos que o elegeram e que agora cobram solução, mas hesitam em dar o apoio que ele precisa para poder negociar com honra.
Com quem o Presidente vai negociar? Com a oposição? Não, só existe um campo à frente, o centrão, o fiel da balança, sempre foi e sempre será assim. Um campo cheio de minas espalhadas por toda sua extensão. Não será fácil, nunca foi, mas caminhar entre elas será mais uma missão do Presidente. Não há outro caminho.

O receio é de que sem negociar um mínimo de espaço para manter o poder ele não consiga ir até o fim de seu mandato porque muitos dos que o elegeram veem isso como traição. Vamos ver até onde ele e os que o apoiam conseguem chegar.

Espero que até 2022, onde não vai concorrer com Lula ou outro esquerdista qualquer, será Moro quem estará com a bandeira vermelha da social-democracia nas mãos. Alguns já dizem que pelo PSDB, quando finalmente os tucanos assumirão sua verdadeira coloração.

É assim que vão tentar voltar, isso já está claro, foi tramado e agora exposto qual ferida purulenta.

Nessa trama política em que estamos uma mão suja a outra.

Tempos atrás li em um livro sobre comportamento humano que Al Capone, o gângster, comentou após ser preso que se considerava um injustiçado e que não entendia porque não viam que tudo o que ele fez foi com a intenção de possibilitar prazer e alegria para as pessoas.

Já Hitler cometeu suicídio convicto de que estava certo em promover a limpesa étnica da raça ariana eliminando aqueles que considerava inferiores. Em seus delírios de autoritarismo fez aprovar ainda em 1935 as Leis de Nuremberg, sendo duas delas determinantes para seu intento. A Lei de Cidadania do Reich e a Lei de Proteção do Sangue e da Honra Alemã. Estas leis incorporavam muitas das teorias raciais que embasam a ideologia nazista, a social-democracia alemã do III Reich.

Em outra ocasião, esta já em 1939, Hitler assinou o Aktion T4, um decreto que permitia aos médicos nazistas aplicarem o que chamava de morte misericordiosa aos doentes incuráveis, aos que tinham problemas físicos e mentais, idosos senis, além de outras circunstâncias que nem cabe citar tão degradante era a legislação imposta. Ela foi o instrumento utilizado por ele para perseguir judeus, outras etnias e pessoas que considerasse inúteis à sua pretensão de modo que seus atos ficassem dentro dos limites legais.

Outro caso emblemático sobre o comportamento das pessoas que consideravam seus atos justificáveis é o de Che Guevara, médico e homicida argentino que morreu acreditando ser uma pessoa que podia assassinar seus inimigos em nome da causa ideológica que militava. Um raciocínio tão brutal que prejudicou suas relações com os próprios companheiros de luta após chegarem ao poder. Guevara foi afastado por Fidel a partir do momento em que seus excessos sanguinários passaram a prejudicar a imagem da revolução. Ele virou herói depois de morto porque enquanto vivo atrapalhava mais que ajudava. Só depois de sua morte passou a ser melhor aproveitado, então como garoto propaganda. Suas desavenças com Fidel foram além das questões de autoridade que estavam em jogo após a vitória. Che era um argentino querendo mandar em Cuba e pior, era ligado ao partido comunista chinês enquanto que os cubanos desde o início foram ligados aos russos.

Algo parecido com a situação do ex-presidente Lula, vez que a social-democracia daqui não consegue esconder que seu líder atrapalhava menos quando estava preso que agora estando solto. Sua situação é tão vexatória que mesmo em liberdade a condição de condenado em segunda instância continua a mantê-lo ligado a seus crimes. Tanto, que não se atreve mais à exposição pública em ambientes não controlados por sua milícia ideológica por medo de ser ridicularizado. E ele ainda defende seus atos de corrupção e autoritarismo como se a razão de tudo o que fez pudesse ser justificada porque visava dar suporte financeiro a seus objetivos políticos. Seu erro foi ter o ego maior que a inconsequência, o que o levou como também a todos os criminosos citados anteriormente a se sentirem inimputáveis.

Esses exemplos servem de referência para descrever as personalidades que compõem o triunvirato de inimigos do atual governo vez que procuram justificar seus atos com o fim a que se destinam ou seja, tomar o poder através da imposição de um parlamentarismo forçado ao cercear os poderes e as prerrogativas do Executivo.

Percebe-se nos atos e nas justificativas apresentadas para comete-los a existência de uma sequência de situações previamente combinadas e que alegam ser constitucionais a cada passo dado em direção a seu intento. O que já não estava propositalmente previsto na Constituição é invariavelmente interpretado com viés contrário ao demandado pelo Executivo. Razão pela qual as mensagens, propostas e medidas, mesmo que provisórias do governo são deformadas, modificadas ou engavetadas até perderem a validade. Nesse mesmo sentido os processos encaminhados por opositores são priorizados pelo STF, já os do Executivo e de quem o apoia são relegados a segundo plano ou sumariamente derrotados pela maioria dos ministros que, sem exceção, foram galgados às posições de máximas autoridades judiciais do país por conveniência política, nenhum por mérito.

A prova incontestável dessa verdade reside no fato de que nenhum deles foi nomeado defendendo posições contrárias às dos Presidentes que os indicou, algo inadmissível em se tratando de um judiciário que tem uma estátua com os olhos vendados a simbolizar sua pretensa imparcialidade. Muitos, se não a totalidade, trabalharam para políticos e governos ou defenderam interesses partidários “fazendo por merecer” o régio reconhecimento pelos serviços prestados não ao país, mas a seus então dirigentes.

E agora então, com o pedido de demissão de um Ministro da Justiça e Segurança Pública a quem cabe provar as acusações que fez quando chamou a imprensa para se expor e ao governo publicamente, coisa que até ontem dizia abominar. Como um ex-juiz, hoje jurista respeitado internacionalmente se cala por tanto tempo sendo sabedor dos crimes que agora imputa ao Presidente da República? Não sabe ele que se associou aos mesmos crimes por não tê-los denunciado de pronto? Teria participado de tudo conscientemente enquanto vislumbrava vantagens futuras e por isso se calou por tanto tempo até pressentir sua demissão por outro motivo? Por fim, como reagirão os políticos e a população? O que esperar para o futuro quando um governo que tem no apoio popular seu maior trunfo se mostra travado por causa das crescentes dificuldades que vêm sob encomenda e as quais se somam aquelas que ele próprio cria? Sim, as perguntas são pertinentes porque ao contrário dos acontecimentos do passado as ações e decisões das pessoas são agora expostas tão logo tomadas, possibilitando assim serem avaliadas de imediato e por todos.

A lição que fica é que estamos cansados das mentiras e meias verdades ditas por membros dos Três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário).

Minha conclusão, ao contrário do que diz o ditado popular e a necessidade de se evitar o contágio pelo coronavírus chinês é que “nessa trama política em que estamos uma mão suja a outra”.

De onde deve vir o exemplo?

De onde vem o exemplo é uma questão que atualmente está sendo rediscutida por muita gente desautorizada. Essa turma de pseudo-entendidos da moral procura agora redirecionar a responsabilidade sobre o que as pessoas fazem ou deixam de fazer ou o que é certo ou errado para fora de seu verdadeiro e eterno lugar, nosso próprio lar.

É verdade, ou será que esquecemos que a palavra LAR designa a residência de nossos pais e o lugar onde moramos? A razão de todos os exemplos estava e ainda deveria estar na pequena frase que costumávamos fixar em nossas portas da frente, “♥️LAR DOCE LAR♥️”. Nela entendíamos e precisamos continuar a entender de onde vêm de fato os exemplos a seguir. Eles sempre estiveram do lado de dentro das portas, nunca, jamais, do lado de fora.

Para os que se esquecem do que devemos levar em conta em nossas decisões principalmente aquelas que dizem respeito à vida sugiro façamos um exame de consciência porque o exemplo sempre veio de dentro de nossas casas e não da rua desde que o mundo existe. Fosse da forma que agora tentam apregoar já estaríamos todos bêbados ou seríamos todos mentirosos, corruptos, condenados, presos ou se ex-presidentes em liberdade condicional.

Afinal foram nessa direção todos os exemplos dados pelas pessoas que exerceram à Presidência da República do Brasil desde 1985 até 2018, e que veio a piorar desde a promulgação de nossa Carta Magna de 1988, aquela mesma que aos poucos foi implantando o caos social, político e econômico no país.

Se você não concordar com o que alguém faz ou fala guarde suas conclusões e deixe de apoiar falsas verdade tramadas por detrás das cortinas do palco político e desse teatro de horrores em que se transformou o noticiário.

Precisamos deixar de censurar o que qualquer pessoa, inclusive o Presidente do Executivo, faz ou deixa de fazer quando age como o cidadão comum que é, mais comum, honesto e bem intencionado que todos os outros que o sucederam juntos, principalmente aqueles que mentiram e nos enganaram com os atos covardes que perpetraram e que continuam a tramar em conluio como os Presidentes do Senado, da Câmara dos deputados e desse deslustrado STF.

Esses sim, fôssemos seguir os critérios agora aventados, são péssimos exemplos para o cidadão comum por seus atos passados e presentes, todos com objetivos e pretenções futuras já desmascaradas.

Verdade seja dita.

Agora estamos vivendo a realidade do que a Constituição Federal de 1988 é capaz de fazer de ruim com suas inúmeras cláusulas, parágrafos e artigos plantados pelos que diziam representar o povo brasileiro, mas que em sua maioria lá estavam a serviço de seus interesses.

Aquela peça de ficção tornada realidade e que se dizia cidadã de tanto ser exacerbada em direitos e liberdades chegou ao cúmulo de com isso permitir liberalidades e destruir quase que totalmente os preceitos de dever e respeito que também nos regiam.

A constituição foi reescrita pela social-democracia para subliminarmente preparar o terreno ao mais degradante processo de destruição social, moral e cívica de nossa história.

O pior de tudo é constatar que a cada ano que se passou desde sua promulgação mais e mais modificações e penduricalhos foram introduzidos no já temerário documento original de modo a constitucionaliza-los e assim poderem utilizar de todos os atos que agora existem contra o que antes era justiça e respeito.

Nós somos os verdadeiros culpados pelo que aconteceu porque assistimos inertes o país ser destruído como pátria e desmantelado como nação, mesmo sabendo muito bem quem o fez e porque.

O que temos agora como certa é a covardia que se abateu sobre nos durante os 32 anos durante os quais permitirmos que a desastrosa política socioeconômica implementada pelos governos passados nos deixassem despreparados para enfrentar crises como essa que ora assola o mundo.

Verdade seja dita, só agora após a desgraça nos atingir de pleno os arautos da salvação, na verdade os que ajudaram o país ser corrompido, roubado, mal gerido, adoecido é colocado na UTI têm coragem de sair dos armários onde permaneceram por algum tempo. Mesmo assim não o fazem por outra razão que não seja a de tentar tirar proveito político da situação pandêmica em que nos encontramos.

Indubitavelmente são eles os verdadeiros ignorantes porque foram coniventes com o que antes se fazia. Estes sim, merecem ser chamados de imbecís, grosseiros, tacanhos e todos os demais adjetivos usados para denegrir a imagem do governo que em um único ano, o primeiro, foi capaz de nos dar as mínimas condições de reagir ao vírus chinês que nos ataca.

Governo que a despeito de errar tem a grandiosidade de saber voltar atrás e procurar outras soluções para os problemas que enfrenta sem se preocupar com os ataques servis e vassalos de uma imprensa tacanha e em franca decadência moral.

Governo que enfrenta corruptos e corruptores de dentro e de fora dos três poderes da República com sua competência técnica e pela capacidade de gestão de seus Ministros.

Governo que está defendendo a duras penas a honestidade, a moral, os bons costumes e a família, principalmente a família.

Porque não gritaram e xingaram antes?

Porque não se revoltaram contra a falta de caráter e de compostura dos governos passados?

Porque não se revoltaram contra as mentiras hoje cinicamente assumidas por um ex-presidente condenado pela justiça e solto por seus lacaios do STF quando as contava mundo afora iludindo a todos sobre nossa realidade?

Porque não se revoltaram contra os roubos descarados, os sítios, os apartamentos, os sobrepreços e as negociatas?

Porque não se revoltaram contra o pouco caso com a saúde pública, a falta de saneamento básico e a insegurança?

Porque não se revoltaram contra o destino ideológico dado à educação?

E finalmente, porque na se revoltaram com o desemprego gerado pelos erros na condução da economia do país pelos governos da “social-democracia”?

Também é quase certo que se não for interrompida essa guerra de interesses mórbidos, sórdidos é mesquinhos que não parou de estar presente em nossas vidas desde a eleição de 2018 restará terra arrasada.

A oposição ao governo e o centrão da corrupção, verdadeiros responsáveis por estarmos agonizantes nesse momento, continuam a fazer de tudo para desestabilizar ainda mais o país mesmo sabendo que isso pode terminar em um caos difícil de recuperar. Se continuar assim não restará pedra sobre pedra e muitos mais sucumbirão.

A derradeira certeza é que muitos continuarão lutando, os que acreditam em um destino melhor para o Brasil, contra as mentiras políticas e as verdades escamoteadas pelas ideologias nefastas que dominam nossos Superiores Tribunais, políticos opositores e a imprensa oportunista na tentativa de tudo contaminar, inclusive nossa índole ainda pacífica. Ainda!

Palulum vitae

O ar que respiramos, já diziam nossos ancestrais, é de onde retiramos as ideias. Empíricos, eles acreditavam e hoje existem razões suficientes para voltar a crer, que as informações estão aí passeando pela atmosfera, não nascem no cérebro – palulum vitae – respira-se no ar.

Razão mais que suficiente para acreditar ser ele, o ar que respiramos, a atmosfera, quem define e da suporte à vida.

E como está poluído de venenos e vírus esse ambiente que construímos para dar suporte às nossas vidas.

Acho até que o nosso caso com o planeta terra está mais para destruir que construir. Afinal, da natureza que constituía o planeta pouco resta, inclusive de ar puro.

Quando mais evoluímos em um sentido mais recuamos no outro. Essa é a ambiguidade da vida ou o paradigma que estabelecemos como modelo.

Assim, enquanto desenvolvemos meios científicos e tecnológicos também regredimos como seres humanos porque quanto menor a partícula pesquisada a mais riscos estamos expondo a vida; quanto mais rápida a informação viaja, mais manejada ela vai sendo; quanto mais desenvolvida a pesquisa atômica, mais potente é a bomba e finalmente, quanto mais se manipula um vírus mais letal ele se torna.

Palulum vitae, esclarecendo, o ar é o princípio pelo qual se da forma e suporte à vida. Então, quando esse elemento passa a ser o ambiente pelo qual transita a possível causa de nossa destruição é preciso agir com o princípio e não com o meio pelo qual estamos causando nosso próprio fim (princípio, meio e fim).

Não podemos deixar como herança um mundo destruído por um mal que é fruto de nossa ignorância e pelo egoísmo latente de nossa origem beligerante. Não podemos permitir que a disputa pela propriedade da solução seja causadora de mais desgraça que o problema.

“Se tudo o que está acontecendo não for o principio do fim que ao menos nos mostre como recomeçar”.

A existência de todos dependerá de nossa saúde no sentido de salvação; sabedoria para reforçar nosso juízo, a retidão de nossos atos e crença na justiça divina; e segurança, através da qual reforçaremos nossa capacidade de reação ao que estamos passando e a força mental que precisamos para recuperarmos nossa estabilidade emocional ao final de tudo (Saúde, Sabedoria e Segurança).

O Jogo é bruto

Pois é, estamos assistindo a um jogo de xadrez como a muito não acontecia. Faz tempo, não havia adversário capaz de fazer frente ao jogo da velha política como agora.

De um lado do tabuleiro temos a oposição com seus peões, bispos, cavalos e torres. Opa, não podemos esquecer da rainha e do rei vermelhos.

Esse grupo, com sua tática agressiva já havia conseguido avançar sobre o inimigo infiltrando em seu território uma de suas principais peças a ponto de armar um ataque direto, no seu entender, um cheque-mate.

A estratégia havia chegado a um estágio em que qualquer ação da mais valiosa peça do adversário a faria tombar.

O movimento esperado era o desmoronamento da torre ardilosamente posicionada ao seu lado como um de seus ministro. Aliás, todas as vezes que ouço pronunciar o nome, Mandetta, escuto um eco difuso…vendeta, vendeta, vendeta…. porquê será?

Do outro lado está o governo, uno e solidamente solidário. A despeito de todas as trapaças, tramoias e armadilhas do jogo ele está lá, firme.

Principiante? Inexperiente? Despreparado? O governo a muito tempo vem dando mostras de sua qualidade e astúcia ao aceitar participar do jogo conforme as regras que a situação requer.

A certeza era tanta que se precipitaram mais uma vez ao anunciar através de suas mídias a demissão do ministro como certa, o que não aconteceu.

Resultado: A queda do adversário não se deu e a oportunidade de tomar o poder não vingou. Expuseram a trama toda antes da hora, ainda mais com o desastrado Maia indo todo serelepe à televisão tripudiar sobre o Presidente da Republica. Pensou que seria seu momento de gloria, mas só conseguiu piorar sua situação e ver o plano ser transformado em mais um grande fiasco.

É meu caro, o jogo é bruto. Por enquanto, o vírus e seu enfrentamento não passam de armas sendo usadas pela oposição na guerra aberta pela recuperação do poder.

“Made in Brasil”

Matematicamente, a relação entre a quantidade demandada e o preço de um bem ou serviço pode ser expressa pela chamada função demanda ou equação da demanda. O preço de uma economia de mercado é determinado tanto pela oferta como pela demanda. (Teoria da oferta e demanda)

Ok, estamos vendo a batalha de preços do petróleo ajudar a crise econômica causada pelo coronavírus chinês. Só para lembrar, o coronavírus chinês é um exemplo de pleonasmo redundante que vem se afirmando não só como uma cepa produzida na China, mas também como razão para existir de uma nova figura de linguagem, o pleonasmo redundante, as quais o mundo insiste em fazer de conta que não percebe.

Pois bem, é fácil perceber que a ajuda referida no primeiro parágrafo foi para piorar ainda mais as crises de saúde e econômica mundial. Por outro lado, também agiu e age como coadjuvante na melhora das coisas para a China. É, é isso mesmo, olha a China aí de novo gente!

Pois é, ela só teve a ganhar com a crise do petróleo porque depende muito dessa commodity. Então, com o preço baixo do produto a China consegue compra mais por menos e fechar grandes contratos a preços adequadamente baixos. Mais ou menos o que estão fazendo com outras commodities estratégicas e estas dizem respeito ao que nosso país produz como a soja, o milho, carnes, minério de ferro, etc, etc.

Pois bem, com o crescimento econômico daquele país devido as mudanças em sua forma de fazer política externa, principalmente a econômica, a China tornou-se a segunda nação mais poderosa do mundo econômico. Esse desenvolvimento trouxe benefícios aos chineses das castas mais próximas do comando do partido comunista e por tabela melhorou a vida de boa parte da população secundária, o trabalhador, aquele que querendo ou não tem que fazer o que é mandado, o chinês periférico, o antigo camarada. Isso significa entre outras coisas a necessidade de melhorar a qualidade de vida, de moradia, de transporte e de alimentação. Tem que ser para todos, afinal à população pobre chinesa não será para sempre cega, surda e muda.

É por aí que o governo chinês poderá caminhar para uma situação complicada por assim dizer. Aquele tipo de situação que ficará cada dia mais difícil de controlar até para um país forte e intolerante com a desobediência aos preceitos fundamentais de seu regime ditatorial. O colapso alimentar.

Pronto, chegamos ao âmago da questão, a parte que nos toca diretamente. Aliás, a nós, aos EUA e a Argentina, para citar alguns dos principais produtores de alimentos do mundo.

De novo cabe uma exclamação do tipo “é isso aí gente”, só que diferentemente daquela situação lá do início do texto, desta vez soa mais como um “olha nós aí gente!”.

Somos nós quem produzimos, somos nós quem ofertamos, somos nós quem devemos ditar o preço. Nada será mais correto que administrar nossos estoques de alimentos em regime de guerra.

É assim que a China faz nestes momentos com sua produção de máscaras, respiradores e tudo o mais que afeta o mundo nessa crise de saúde que vivemos. É assim que devemos fazer para sobreviver a crise de alimentos que virá como uma das muitas consequências da pandemia causada pelo covid-19, o coronavírus chinês.

A situação oferece dificuldades difíceis de transpor, mas também mostra a importância de tomarmos decisões inadiáveis para proteger e gerenciar com austeridade o que produzimos de mais precioso, alimentos e outros insumos básicos.

Não tivéssemos sido travados pela incompetência dos governos anteriores deveríamos estar processando aqui a maior parte de nossa produção agropecuária e em quantidade suficiente para alimentar o mundo. Mas não, não temos essa capacidade agora porque aqueles governos optaram por incentivar a exportação de nossos produtos “in natura”.

Quantos empregos foram jogados fora pelos responsáveis por erros estratégicos e políticos do passado? Quanto deixamos de crescer por não processarmos quase nada de nossa produção agropecuária? Quantas estradas deixaram de ser pavimentadas, ferrovias implantadas e hidrovias utilizadas por interferências internacionais, pela corrupção engendrada, orçada nos desvios e pelos sobrepreços de obras e serviços? Quanto deixamos de produzir ao não reduzir nossos custos de transporte e por não utilizar incentivos honestos e adequados ao processamento de grãos e carne nas próprias regiões produtoras?

São muitas perguntas, mas a resposta cabe em um só parágrafo.

A resposta reside no que fizeram os governos que se seguiram a partir de março de 1985 quando foram abandonadas as propostas contidas nos Planos Nacionais de Desenvolvimento, os PND’s, que foram deixados de lado quando ainda estavam em plena implementação. Foram jogados fora para afastar a possibilidade de que a boa herança deixada pudesse ser reconhecida um dia como a alternativa correta para prosseguirmos com a continuidade de nosso desenvolvimento econômico e social no ritmo e nas proporções que haviam acontecido nos anos anteriores.

Aqueles planos, saibam os mais jovens e relembrem os mais velhos, propunham exatamente isso a que nos referimos nos parágrafos atrás. Esses PND’s foram elaborados para também promover a descentralização e a desconcentração do desenvolvimento do país que naquela época já se concentrava na região sudeste e que por não terem sido implementados em sua totalidade ainda estão nela concentrados em detrimento do resto do país.

Nos seis últimos anos dos governos militares, a dispeito da segunda crise do petróleo e da crise econômica que se abateu sobre o mundo o Brasil pela primeira vez recorreu ao FMI. Mesmo assim, nosso PIB cresceu 13,93%, com média de 2,34% ao ano. Esse período também foi marcado pela anistia ampla total e irrestrita, pela extinção do bipartidarismo e pela campanha das Diretas já. A partir de então José Sarney tomou posse como Presidente da República no lugar de Tancredo Neves em um golpe do Congresso Nacional, esse sim um golpe contra a Constituição vigente na época. Seu governo ficou marcado pelo plano econômico fracassado e por ter entregue aos brasileiros uma inflação de 1.972,91% ao final de seu mandato. Depois dele, sabemos muito bem tudo que aconteceu.

Os dois PND’s

O principal objetivo do I PND era preparar a infra-estrutura necessária para o desenvolvimento do Brasil nas décadas seguintes, com ênfase em setores como transportes e telecomunicações, além de prever investimentos em ciência e tecnologia e a expansão das indústrias naval, siderúrgica e petroquímica.

O II PND foi um plano econômico que tinha por finalidade estimular a produção de insumos básicos, bens de capital, alimentos e energia. Este, acabou sendo o mais relevante e conhecido posto que foi a resposta à crise econômica decorrente do primeiro choque do petróleo no fim do chamado “milagre econômico brasileiro”, período de 6 anos consecutivos com taxas de crescimento superiores a 10% ao ano.

Eu acredito em Deus

Li estarrecido a sugestão de uma mulher por nome Adriana, provavelmente uma médica, propondo que para ajudar na decisão de quem vai viver ou morrer nos hospitais bastaria que as pessoas que estão querendo o fim do isolamento e a abertura do comércio assinem uma declaração abrindo mão de usar respiradores hospitalares.

Qualquer indivíduo sabe que a crise que estamos passando não se resolve assim como essa pessoa sugere.

Existem outras situações passiveis de existir ao mesmo tempo caso não sejamos capazes de entender tudo o que está acontecendo e que nos obrigam a refletir conscientemente.

Existem outros atores que não só doutores nessa horrível desgraça.

Se fosse para agirmos assim de forma tão radical como ela sugere as pessoas que optarem pelo confinamento total deveriam assinar um outro documento?

Desta vez abrindo mão de serem atendidas e abastecidas por aqueles menos favorecidos e desesperados que por falta de opção precisam se expor ao vírus mesmo que não queiram porque têm que tentar salvar suas famílias, precisam produzir, transportar e entregar alimentos, remédios, EPI’s, combustíveis para veículos inclusive ambulâncias, limpar e recolher o lixo que geramos principalmente nos hospitais, proteger a todos contra os perigos de serem assaltados quando não assassinadas por um pedaço de pão ou mesmo por pura maldade.

O que dizer então do trabalho dos que têm de enterrar ou cremar os corpos das vítimas desse vírus e daquelas outras doenças que também podem ser as causadoras do aumento exponencial das causas de mortes devidas ao isolamento.

O que estamos vivendo não passa somente pelo sofrimento de ter que decidir quem vai viver ou morrer dentro dos hospitais porque se todos pararem provavelmente teremos que decidir quem vai viver ou morrer nas ruas e em nossas próprias residências.

Diferente dela eu acredito em Deus. Quanto a acreditar somente na ciência, quem assim o faz pode estar cometendo um erro imperdoável porque essa mesma ciência pode ter sido a causadora de tudo o que ela, eu, você, nós estamos passando.

Quando uma decisão legal pode se tornar letal.

Das decisões judiciais que atingem a população de maneira direta algumas não devem ser tomadas sem que todas as alternativas, consequências e autoridades sejam consultadas e avaliadas.

A recente decisão de soltar presos certamente é uma das mais controversas. É certo também que pode parecer coerente alegar “possível violação maciça e persistente dos direitos fundamentais”. Assim, é de acreditar que quem solta pretende cumprir uma ação correta sob o ponto de vista legal ou mesmo humanitário. Contudo, é importante observar todos os aspectos que envolvem a questão antes de fazê-lo, especialmente aqueles que dizem respeito às outras consequências humanitárias que a soltura de condenados e reclusos poderá acarretar para o resto da população.

As razões alegadas para soltar um indivíduo que cometeu ou é acusado de ter cometido um crime podem ser exatamente as mesmas que colocam em risco as pessoas honestas e inocentes expostas ao vírus. Daí, as decisões que atendem aos conceitos humanitários para beneficiar detentos certamente impactarão de forma direta nas condições humanitárias e de segurança das pessoas que não cometeram crimes nem são acusadas de tê-los cometido.

O maior exemplo de um provável equívoco na decisão está no fato de estamos assistindo países do mundo todo tendo que tomar decisões desumanas quando seu médicos têm que optar por deixar morrer pessoas mais velhas e/ou portadoras de doenças preexistentes. Soltar quem não respeita as leis e que certamente virão a oferecer perigo ao resto da população é agir exatamente de forma oposta a dos médicos, é decidir contra a saúde e a segurança de todos em benefício de alguns.

Um contrassenso humanitário no que se refere à “violação maciça e persistente dos direitos fundamentais daqueles que não são criminosos nem acusados de comete-los ”, é preciso insistir neste aspecto. Isso, sem falar que as pessoas libertadas estarão fora do controle existente nas penitenciárias e cadeias vez que provavelmente não respeitarão o isolamento nem as autoridades, coisas que nunca fizeram, além do fato que em liberdade estarão desprovidas do que precisam para sua própria sobrevivência vez que não mais receberão o mínimo atendimento de que dispõem enquanto reclusos, tais como enfermaria e alimentação, mesmo que deficientes.

Há que se considerar todos os aspectos que envolvem questões como estas porque tudo leva a crer estarmos diante de um dilema, de uma possível ambiguidade, quando a decisão legal pode se tornar letal.

Reconstruir o que restar do Brasil passa por tornar a população ciente do seu papel.

Na primeira metade do século passado quando quase todos os países viveram crises econômicas, guerras e viroses fatais muitos deles assumiram posturas bastante diferentes das que estão sendo adotadas atualmente.

Aqueles, uma vez nações, na busca de se recuperar do caos em que estavam desenvolveram formas de se comunicar com suas populações baseadas em princípios morais, de respeito às leis e na importância das famílias para a o bem estar geral.

Assim, os programas de rádio, filmes e seriados de televisão apresentados faziam parte das estratégias dos governos (notadamente o dos Estados Unidos da América) e de seus acordos com os meios de comunicação para apoiarem seus reerguimentos econômicos e reestruturações sociais através de mensagens baseadas em princípios morais e na justiça. Da mesma forma, livros, peças teatrais e musicais da época foram pautados para mostrarem as vitórias do amor e do bem sobre o mal. Outros aspectos relevantes eram a permanente invocação a Deus e o respeito aos símbolos nacionais.

Daí que ao observarmos a situação em que hoje nos encontramos devido as mudanças que pouco a pouco foram sendo introduzidas pelos grandes grupos de comunicação nos temas de suas novelas e filmes que exibem, nas letras das músicas que tocam, em programas ao vivo que apresentam e nas séries que produzem terem, além disso tudo, o ódio entre pessoas como perspectiva, personagens malvados e sem caráter os mais glamurosos, as drogas apresentadas como petiscos de festa, o sexo e outras obscenidades rolando livremente e chegando ao cúmulo de serem incentivados até em programas de jovens em sala de aula, não é de surpreender termos chegado onde estamos.

Que dizer então das mudanças que aconteceram nos enredos das escolas de samba, antes tão cheias de bom humor e alegria com seus temas contando sobre a vida como ela é ou deveria ser, na exaltação de pessoas decentes e na divulgação de nossas belezas naturais.

Tem mais, essas mudanças nos trouxeram ao fundo do poço da moralidade quando a “suprema justiça do país permitiu em nome da liberdade de expressão” que fossem covardemente atacadas a religião católica, a Sagrada Família e a existência de Deus.

O que mais podemos esperar quando nem Francisco, o Papa que representa São Pedro, aquele para quem um dia Jesus disse “tu és Pedro e sobre essa pedra edificarei a minha igreja” (Mateus 16,18) não abriu a boca para mostrar a mínima indignação.

O que esperar dessa igreja que por Jesus Cristo foi consagrada ao se deixar sacrificar por nós e de onde nenhuma autoridade do país se manifestou contra o último e definitivo ultraje contra à existência da fé e da crença Nele que pode vir a ser a derradeira esperança de socorro quando a civilidade e o respeito entre nós não mais existir.

Se quisermos mudar nosso futuro teremos que permanecer unidos contra tudo que essa virose de forma tão cruel nos tem mostrado e reagir contra todos aqueles que a utilizam para disseminar o ódio, o desrespeito, a insegurança, o caos e a destruição do que nos resta de pátria, de país e de nação.