Oração de coração

Não é à toa que dentro de cada CORAÇÃO há uma ORAÇÃO.

Afinal, tudo que nos toca lá está.

Sim, é com a razão que a CALMA habita a ALMA.

A tranquilidade é fundamental para que a paz exista.

Não é por acaso que AMAR tem um MAR dentro de si.

A imensidão é sua principal característica.

Sim, é por isso que dentro de DEUS estão todos os EUS.

Tudo para justificar suas criações e nossa existência.

É na ORAÇÃO de CORAÇÃO que a ALMA encontra a CALMA e nossos EUS ficam inundados pelo MAR de AMAR a DEUS.

A luta pela liberdade é árdua

Desde a muito tempo sabíamos que eleger e manter um governo que não comungue com corrupção e outras práticas desonestas seria uma tarefa árdua.

Mesmo assim, muitos de nós nunca deixaram de acreditar que um dia isso seria possível ainda que demorasse décadas o que de fato está acontecendo.

Outros, não só viveram e abusaram da indecente realidade do passado como também se sujeitaram aos desmandos, aos acordos espúrios, a paga e ao recebimento de propina em troca de benesses, sentenças favoráveis e contratos fraudulentos. Se acostumaram a manter um olho fechado para as falcatruas das quais participavam e o outro aberto para as oportunidades de com elas ganhar ainda mais sem se importarem com consequências.

Esses, quando se depararam com um Executivo que não se submete aos interesses escusos que representam ficaram desesperados, pois sabem que a continuar assim aquelas formas de agir serão aos poucos e cada vez mais dificultadas. Isso sem considerar que passaram a correr sérios riscos de responder judicialmente por seus atos.

Da mesma forma estão reagindo aqueles que foram doutrinados para propagar subserviência às ideologias contrárias ao novo modelo de desenvolvimento posto em prática pelo atual governo liberal.

Também é possível perceber que outros com o mesmo perfil ideológico passaram a encontrar dificuldades para continuar a imiscuir nas cabeças dos jovens orientações sobre como desconsiderar a família, negligenciar a escola, e desrespeitar leis enquanto os entorpeciam com conceitos genéricos de liberalidades como se direitos fossem.

Sim, a luta pela liberdade é árdua, e por isso não podemos arrefecer no combate às informações deturpadas pelo jornalismo sanguessuga, inconformado com as mudanças ocorridas nas formas de comunicação onde a cada momento mais perdem hegemonia.

É revoltante ver os efeitos nefastos que propositalmente alguns desses poderosos grupos de comunicação estão causando. Grupos que se caracterizam por utilizar de argumentos torpes, típicos daqueles que pouco se importam com as consequências de seus atos e agem como se seus meios justificassem os fins que descaradamente buscam. No caso, o fim da liberdade, o fim do governo e o fim do país.

Alguns dirão ser importante mostrar a dura realidade, mas qual realidade? Essa que filtrada está direcionada a impedir o rumo natural dos acontecimentos? Aquela que não aceita críticas a seus abusos em nome da Justiça enquanto prende e intimida? Ou a outra, que tenta calar a voz do povo e abre caminho ao iminente impedimento do ir e vir?

Existem outras situações exdrúxulas acontecendo, mesmo estas a imprensa conivente não mostra e até esconde, caso daqueles que diziam combater a ditadura e que agora, raríssimas exceções, são prósperos usuários da corrupção que se alastrou pelo país desde que foi potencializada pela Constituição de 1988.

Aquela mesma, a última Carta Magna, a proclamada cidadã, mas que na prática vem sendo deturpada, modificada e utilizada dia após dia na opressão de direitos fundamentais como o de se expressar livremente, para aplica-la em benefício dos impoderados acampados no judiciário, no legislativo e de seus apadrinhados posto que só a esses passou a servir.

A maioria dos que lá estão comunga e se locupleta das regalias e benefícios que deveriam combater. Usam e abusam do dinheiro público com seus duodécimos e penduricalhos legalizados e pior, agora buscam institucionalizar a censura no claro intuito de acabar com a liberdade que um dia prometeram defender. Procuram assim garantir seus mandatos e nomeações para continuarem a cometer desmandos, agredir, xingar e mentir sem serem incomodados. Desavergonhados, só eles podem fazer e dizer o que querem protegidos que são por suas convenientes imunidades auto adquiridas.

Aqueles que aceitam essa situação o fazem na esperança de um dia desfrutarem das mesmas regalias por acreditarem que o poder pelo poder será suficiente para lhes dar o que querem. Pessoas que agem dessa maneira não são ignorantes, elas têm visão crítica e é nela que se baseiam para calcular os riscos que correm vez que aqui podem administra-los, basta ter dinheiro e/ou influência política.

Afinal, vivemos no país que produziu os maiores corruptos do mundo e onde a “justiça” os mantém livres graças às decisões convenientemente emanadas em suas instâncias superiores.

Placebos da Esperança

A esperança é um sentimento que passou a fazer parte de nossas vidas com a frequência dos milésimos de segundos devido a falta de solução para o combate a esse vírus que se instalou entre nós como a primeira das sete pragas do décimo-sexto capítulo do Livro do Apocalipse.

O medo que nos aflige com força e vigor é proporcional aos riscos da contaminação que se avizinha e nos faz viver dilemas diários. O tempo e mesmo sua falta é um deles na medida em que os casos fatais vão se acumulando e as opções de cura pela ciência não se mostram eficazes.

Está claro que as possibilidades de abrandamento da pandemia através dos cuidados pessoais e coletivos não estão surtindo os efeitos necessários por aqui. Por outro lado, a possível utilização de medicamentos alternativos, ainda que preventivamente ou na fase inicial da virose, não são unanimidade entre os profissionais de saúde. Alguns até os utilizam e recomendam outros os condenam, enquanto isso a doença avança impiedosamente.

Critérios também não científicos (se não há comprovação de eficácia também não há de ineficácia) vêm sendo utilizados para desqualificar a utilização massiva dos kits de medicamentos enquanto que inescrupulosos se servem da dúvida criada como munição política.

Na dúvida, essa situação pode estar levando pessoas menos esclarecida à pior das opções: se medicar por conta própria com riscos de eventuais efeitos colaterais. De outra forma, quando aos primeiros sintomas procuram por suporte médico nos locais indicados estão sendo orientadas a voltar para casa levando muitas das vezes a virose a atingir estágios avançados e arriscados.

A esta altura dos acontecimentos alegar que este tipo de procedimento está diretamente relacionado a disponibilidade de leitos de UTI e de internação mostra a incoerência das autoridades que deveriam ter tomado providências concretas nesse sentido a tempo de evitar o caos a que chegamos. Condições e tempo tiveram.

Queiramos ou não, aqueles outros medicamentos ditos sem comprovação científica contra o vírus se não têm os efeitos comprovados certamente são os placebos da esperança porque produzem efeitos fisiológicos positivos e milagrosamente melhoram os sintomas a ponto de ajudar a curar.

Parece ser o que está acontecendo na Índia, no Continente Africano e mais recentemente Belém do Para e outras cidades do Brasil.

Indefinito

Indefinito é pensamento sem sentido ou razão, é esperar por quem não vem, ter o olhar perdido na distância, solidão.

É procurar mesmo sabendo nada existir, ouvir o que não quer saber, dizer palavras ao vento, lamento sem sentido, paixão.

É começar pelo fim para chegar ao início, caminhar sozinho em meio a multidão, viver somente de resquício, ilusão.

É estar certo e pedir perdão, ser vago e sem epílogo, parecer errado quando correto, manifesto mudo no diálogo, sem noção.

Em obras

Quando em desenvolvimento sempre procuramos tirar lições do que acontece de certo ou de errado em nossas vidas. Agindo assim, estamos permanentemente envolvidos em situações nas quais nossos procedimentos tendem a acrescentar valor a tudo.

Somos obras em construção, seja através de ensinamentos, seja pelos exemplos que nos dão aqueles com quem nos deparamos no caminho da evolução e do aperfeiçoamento.

Não, não vamos aprender, somente com pessoas boas vez que também convivemos com as más. Não, nossos passos no caminho não serão dados apenas sob relva suave ou areia macia. E sim, nossa jornada terá trechos onde encontraremos dificuldades e perigos.

Parte da tarefa está em superar esses obstáculos e saber que quando isso não for possível será preciso contorna-los por mais difícil, demorado e cansativo que seja.

Durante toda nossa existência recebemos lições sobre formas de agir, caminhos a seguir e instrumentos a usar disponibilizados por Aquele que Tudo Planeja no Universo, o Ente Supremo que nos deu vida e que orienta cada passo que damos na constante busca da perfeição.

Somos como pedra bruta que em estado natural deve ser trabalhada e aos poucos polida com a necessária perseverança e denodado empenho para estabelecer os detalhes que comporão nossa personalidade.

Árduo trabalho espera quem faz essa busca. A começar por combater as paixões que atormentam a humanidade, passa pela submissão das vontades que nos subjugam, segue no afã contínuo do aperfeiçoamento interior e continua no exercício de progredir junto àqueles que comungam dos mesmos objetivos.

A imagem da pedra a ser desbastada simboliza o início de tudo até que polida e translúcida permita, sem receios, seja desvendado o mistério de nosso interior.

Só então estará concluído o trabalho da descobrir o ser que oculto nos habita, pedra filosofal que existe em cada um de nós e que somente a poucos é dada a oportunidade de encontrar.

Mãos a obra meus irmãos…

Nunca vou me esquecer

Nunca vou me esquecer…
Da infância, da casa, quintal, comida gostosa, deveres de escola, crianças gulosas, sapecas, teimosas, desçam do muro, goiabas brancas, vermelhas, mangas maduras, não subam nas árvores, vão machucar.

Nunca vou me esquecer…
Das ruas, das praças, correndo na chuva, pipoca, picolé, avião de papel, carrinho de lata, pique, pião, cabra-cega, bolita, soltando pipa, liberdade, espaço, pedaço do céu.

Nunca vou me esquecer…
Das carteiras da escola, sentados aos dois, colegas, as vezes colando, recreio esperando, merenda de casa, brincadeiras, histórias, gritaria, zoeira, piadas maldosas, fessora falava, não pode brigar.

Nunca vou me esquecer …
Da família, da lida, mamãe nos cuidando, as roupas lavando, almoço servido, papai trabalhando, pito nos dando, orelha ardendo, irmãos se ajudando, as vezes zoando, guris remelentos, cachorros pulguentos, que felicidade.

Nunca vou me esquecer…
Dos vizinhos, da turma, crianças brincando, sempre tramando, algumas chorando, cachorros latindo, pão com manteiga, manhã bem cedinho, de casa pra escola, da escola pra casa, de casa pra rua, final de tarde, da rua pra casa.

Nunca vou me esquecer…
Das viagens, das férias, das praias, fazendas, passeios, cavalo, carroça, leite da vaca, canela com açúcar, correndo no pátio, banho no açude, pescando no rio, dormindo bem cedo, dos causos com medo.

Nunca vou me esquecer…
Das broncas ouvidas, exemplo mostrado, e não aprendido, conselho bem dado, e ignorado, cabeça de vento, braço quebrado, pé torcido, joelho ralado, pontos na testa, criança sapeca, moleque safado, guri abusado.

Nunca vou me esquecer…
Da juventude, alegria, namoros, paixões, ilusões, sábado, gibi, matinê, domingo no clube, piscina, raquete, pelada na quadra, ganhando, perdendo, churrasco gostoso, cerveja gelada.

Nunca vou me esquecer…
Da beleza de tudo, do papo cabeça, sonhando, curtindo, violão, canções, serenatas, meninas ouvindo, desejos febris, farras secretas, amigos chegados, amigas queridas, sutis margaridas.

Nunca vou me esquecer…
Dos bons tempos, da faculdade, conversas compridas, matéria difícil, noites mal dormidas, mestres queridos, trabalhos conjuntos, estágios, aspirações, esperanças, confusões, colegas, companhias, parcerias, sonhos, realizações.

Nunca vou me esquecer…
Do olhar na janela, quem é aquela, menina mais bela, fiquei esperando, o tempo passando, coragem tomando, chegou, fui chegando, coração palpitando, me apaixonando, é ela, é ela.

Nunca vou me esquecer…
Da chegada dos filhos, e deles os netos, queridos, amados presentes de Deus, de todo o caminho, dos sustos sofridos, perigos vividos, vitórias, lutas vencidas, enfim existimos, foi tudo de bom.

Nunca vou me esquecer…nem você.

Aí tem …

Tem algo estranho por detrás dessas repentinas mudanças de orientação e comportamento em relação às quarentenas. Dá até pra desconfiar do porquê de tantas transformações.

Estarão querendo fazer crer que de repente governadores e prefeitos que tinham imposto isolamentos à população começaram a permitir a circulação de pessoas e liberar as atividades econômicas mesmo durante o crescimento de casos só porque agora concordam com as recomendações do Presidente da República?

Ai tem, … com certeza tem, alguma arapuca está sendo armada.

É só fazer uma leitura contemporânea das intenções de políticos, suas agremiações, alguns poderes superiores e mídias inconformadas que atuam contra o governo para perceber que estão armando, estão sim.

Será essa nova postura uma estratégia para aumentar o número de casos de C-19? Estarão esperando os novos e maiores números para colocar a culpa nas orientações emanadas pelo Ministério da Saúde?

Olhem só quanta coisa acontecendo ao mesmo tempo como que em uma trama bem ao feitio das cabeças caóticas das pessoas que dirigem as organizações que lutam para desestabilizar o país.

Percebam que os ataques agora são coordenados como que vindos de setores diferentes mas todos mirando em uma só direção.

O Legislativo, como sempre, alterando as propostas vindas do Executivo, o Judiciário Superior sendo cada vez mais ativo nas ações contra as pessoas e instituições que apoiam o governo e agora essa guinada repentina através das atitudes de estados e municípios dirigidos por partidos derrotados nas eleições quanto ao que declaradamente combatiam em relação às posições do governo nas estratégias voltadas a minimizar os efeitos maléficos do coronavírus chinês.

Percebam que até a comprovação de que os registros de óbitos em cartório que escancaram a manipulação para maior das mortes por C-19 estão sendo contestadas com hipotéticas subnotificações na tentativa de mostrar a realidade invertida. Aliás, mais uma reação desconexa da realidade como é de praxe nas manifestações da social-democracia (forma dissimulada com que agora os esquerdopatas se identificam).

Junta -se a eles a própria OMS, uma organização cada vez mais perdida em suas divagações sobre a realidade dos fatos e que a cada semana apresenta um novo capítulo da novela de horrores que transmite para o mundo. Por sinal agora não é mais pandemia é epidemia. Entenderam?

O último (capítulo) está focado em desacreditar os benefícios do tratamento da doença com cloroquina/hidroxicloroquina associada a antibióticos e anticoagulantes, procedimento que considerava aceitável até o relatório anterior.

Entretanto, até agora a mesma OMS não se posicionou em relação às críticas de cientistas e médicos que contestam os trabalhos em que se baseia posto que não foram estudos científicos como alardeado pelos que o defendem. O que leva a crer que foram sim compilações de dados coletados estatisticamente sem os cuidados técnicos necessários e sem que suas informações pudessem ser checadas quando a possíveis desvios e erros de lançamento.

Como não desconfiar que essa repentina critica ao uso dos medicamentos em questão façam parte de uma campanha de descrédito para impedir a disseminação de seu uso é possível redução dos casos fatais?

Como não associar todas essas “ações” a uma estratégia voltada a interromper a volta à normalidade das relações/interações sociais e econômicas antes do esperado colapso total previsto (ou teria sido programado?) pelas grandes corporações mundiais juntamente com seus subservientes capachos locais.

Aí tem…

O outro lado dos que não são

Definitivamente está claro o cenário de que não queremos nos transformar em uma república de bananas. Entretanto, será preciso tomar cuidados extraordinários para que o país não aprofunde a crise por que estamos passando.

É por essa e outras razões que devemos afastar definitivamente esse organização ideológica que teve as rédeas do país até 2018, pois só assim seremos capazes de impedir nossa destruição social e econômica.

O que importa é não permitir que esses políticos continuem legislando em causa própria e sigam mancomunados com parte do judiciário.

Vejam que essa camarilha de privilegiados defende com unhas e dentes os mandatos de seus comparsas e se vangloria por eles terem sido eleitos representantes do povo pelo voto. É isso mesmo, nós os elegemos e esse erro é esfregado em nossas faces todos os dias.

Pois bem, as pessoas de bem que não concordaram com esse “status quo” terão que trabalhar duro para que aqueles que assim agem sejam todos destituídos da mesma maneira que lá chegaram, pelo voto. Será assim e dentro da lei que vamos derrotá-los de forma definitiva em 2022. Não será fácil, tão pouco rápido, levará um tempo, mas não podemos perder essa segunda oportunidade que se nos apresenta já a partir das eleições municipais deste ano.

Sim, essa terá de ser nossa primeira e única prioridade porque o que eles nos deixaram foi um país sem consistência, posto que destruído em seu âmago por uma sequência de depredadores despossuídos do mínimo grau de decência na gestão pública.

Um país sem consciência porque analfabetizado por estrategistas do caos que nos entregaram um país sem instrução, sem futuro e desestruturado onde a boa educação foi retirada das prioridades nacionais pela social-democracia dos governos passados.

Um país sem saúde, vez que as sanguessugas de ontem e de hoje insistem em tentar se apropriar novamente dos recursos destinados a este fim quando repassados a estados e municípios.

Um país sem segurança posto que são os governadores e prefeitos que decidem o que podemos fazer, onde ir, como viver e do que iremos morrer nas estatísticas do coronavírus chinês.

Enquanto permitirmos sejam criados direitos e mantidos privilégios; enquanto continuarem a extinguir responsabilidades e desobrigarem deveres muitos dos desinformados continuarão a ser transformados em cidadãos manipuláveis, inocentes úteis às aspirações políticas das elites socialistas.

Esse grupelho de vigaristas intelectuais que têm a desfaçatez de mesmo após terem seus intestinos expostos e sua falta de caráter comprovada ainda usam de discursos antagonistas na tentativa de mostrar o outro lado do que não são.

Sem consenso não haverá solução.

Jano era o Deus das duas faces da mitologia romana. Ele representava o dualismo das coisas e as relativizava como nos casos dos inícios e fins ou passado e o futuro, sempre com a conotação de mudança para melhor.

O exemplo clássico de sua adoração é o nome do primeiro mês do ano, janeiro (de Juno), quando Júlio César, 46 antes de Cristo, estabeleceu o ano com 365 dias e fixou o 1º de janeiro como o primeiro dia do Ano Novo ao implantar o Calendário Juliano. Janeiro representa então o reinício, a transposição do passado para o futuro, o recomeço, a “esperança”.

Em sua principal característica, a dualidade das coisas, Juno representava a luta do bem contra o mal, por essa razão quando Roma estava em guerra seu templo permanecia com as portas abertas para proteger os soldados romanos. A esse respeito diz a mitologia que quando Roma foi invadida, das portas abertas de seu templo saíram torrentes de água quente que dizimaram o exército invasor. Juno era o Deus da Paz e protetor dos exércitos romanos.

O que nos traz ao presente vez que o que rege nossas vidas agora são as informações diárias sobre a luta para combater essa doença que perambula pelo mundo devido ao surgimento de um vírus que ataca a todos sem distinção como se tivesse saído da Caixa de Pandora, artefato da mitologia grega que continha todos os males do mundo.

Mesmo sendo avisada que a caixa continha sentimentos perigosos e doenças que poderiam dizimar a humanidade Pandora a abriu e quando viu o erro que cometeu tratou de fechá-la fazendo com que a esperança, somente ela, um dos muitos males contidos na caixa, fosse preservada.

Sim, a esperança era considerada um mal devido sua superficialidade a respeito do futuro. Entretanto, em que pesem todas as possíveis incertezas até hoje é nela, na esperança, que nos apegamos quando precisamos reforçar nossa disposição de permanecer lutando por coisas boas como o bem comum.

Nesses momentos em que as informações a respeito do futuro são ora positivas ora negativas talvez enquanto uma moeda jogada ao céu não chegue ao chão tenhamos oportunidade de vencer esse coronavírus chinês de modo a que tudo não acabe como em um “cara ou coroa político”.

A continuar assim, não importa o resultado dessa disputa, de qualquer forma nós seremos vítimas da insensatez que predomina nas decisões dos que buscam pelo poder a qualquer preço e que nos obrigam a viver sob o domínio do medo.

Não há aqui dialogo honesto. Percebe-se, porque todos estão armados para tentar vencer a disputa mesmo sabendo que a falta desse dialogo não permite o consenso e “sem consenso não haverá solução”.

A felicidade sempre me faz chorar

Mais que a dor a felicidade sempre me faz chorar,
A dor é desconforto, perigosa agonia, aflição.
Felicidade é ir em frente, confiança, satisfação.

Mais que a saudade a felicidade sempre me faz chorar.
Saudade é sentimento, falta, solidão.
Felicidade é contentamento, sentir presença, comunhão.

Mais que a tristeza a saudade sempre me faz chorar.
Tristeza é desânimo, sofrimento, decepção.
Felicidade é contentamento, bem-estar, alegre sensação.

A felicidade sempre me faz chorar porque é doar sem condições, lágrimas de amor.

A felicidade sempre me faz chorar ao viver intensamente cada momento, lágrimas de existir.

A felicidade sempre me faz chorar quando brisa em meio a tempestade, lágrimas de resistir.

A felicidade sempre me faz chorar porque é plantar boa semente e colher melhores frutos, lágrimas de bem fazer.

A felicidade sempre me faz chorar sendo suave fragrância em meio a intensos perfumes, lágrimas de sentir.

O sapo e o escorpião.

Ao se deparar com um rio a sua frente o escorpião acostumado a ser autossuficiente viu que teria necessidade de ajuda para vencer a turbulência das águas para atravessar.

Ele sabia que sua fama de inflexível não o ajudaria em nada. Mesmo assim, saiu a procura de alguém que pudesse ajudá-lo em sua difícil empreitada.

Inteligente, viu que poderia usar dessa mesma fama para submeter quem encontrasse pela frente. Estava decidido, esta seria sua estratégia porque com ela não haveria necessidade de negociar com ninguém, sabia que quem não o respeitava, temia. Era o que bastava.

Assim intencionado, saiu a percorrer a margem até encontrar o sapo. O escorpião conhecia as características do sapo, que ele era desajeitado, escorregadio, emitia sons que incomodavam alguns dos habitantes do local, que também era possuidor de outras características e defesas naturais para sua proteção dos outros moradores e usuários do rio. O sapo era famoso por causa disso, um mito por assim dizer. Mas nada, no entender do escorpião, que o superasse.

Quase todos os moradores do rio eram peçonhentos e ardilosos, bem mais importantes que aquele insignificante sapo a quem antes nunca haviam dado muita atenção, tão menosprezado era.

O escorpião sabia disso, na verdade sabia de tudo, afinal morava no mesmo vale e na calada da noite, seu ambiente preferido, tinha conseguido informações sobre todos, por isso conhecia um por um. Principalmente os mais perigosos, aqueles outros que também ficavam no rio. Sabia inclusive como faziam para controlar quem precisasse das águas.

Conhecia, portanto, o caráter de cada um, suas artimanhas e que todos entravam em comum acordo na hora de dividir os botins. Sabiam que quem dominasse o rio controlaria todo o vale. Ai de quem ousasse usar de suas águas sem antes com eles fazer um acordo ou não pagar por isso.

Pois bem, aqueles que dominavam o rio estavam tão acostumados a controlar tudo e a todos que nem se importavam com a possibilidade de que com o passar do tempo e devido a falta de irrigação por causa da exploração que faziam das águas as matas e os campos de suas margens pudessem perecer. Somado a isso também havia a submissão quase total dos outros habitantes do vale às suas imposições. O que só piorava as coisas nos lugares por onde passava aquele rio.

O sapo havia percebido que tudo estava definhando e que o vale estava morrendo, inclusive o rio, mas era apenas um ser com pouco expressão para quem por enquanto não davam ouvidos. Exceto se um dia conseguisse mostrar a todos que não deviam ter medo de enfrentar os poderosos do rio nem a turbulência de suas águas.

E foi o que fez. Bem, mas essa é uma longa história, não uma fábula, por isso vamos voltar ao assunto do sapo com o escorpião.

Então, o sapo ao pressentir a aproximação do escorpião se preparou para o pior. Conhecia sua fama e sabia que precisaria tomar muito cuidado com ele. Já o encontrara antes pelos caminhos do vale. Razão pela qual se perguntava porquê esse sujeito o estava abordando?

A proposta que o escorpião lhe fez foi simples e direta:
⁃ voce pode me levar em suas costas? É que preciso atravessar o rio e sei que sapos sabem nadar, por isso vim até você.

A resposta do sapo também foi direta:
⁃ um escorpião pode me matar ou me ferir seriamente se me picar. Sem contar que já nos encontramos antes e não foi nada agradável para mim, porque deveria dar atenção a você agora?

O escorpião respondeu:
⁃ esquece o passado e pense logicamente. Se eu picar você no rio morremos os dois. Por outro lado, quando chegarmos a outra margem mesmo que eu quisesse não conseguiria porque você é liso e rápido o suficiente para em um único pulo se colocar em segurança. Depois, bem, depois seguiremos nossas vidas já como amigos porque no caminho teremos a oportunidade de nos conhecer melhor e darmos início a uma parceria que pode nos tornar insuperáveis.

O sapo ainda mais desconfiado disse então:
⁃ está certo, concordo em levar você comigo, desde que não em minhas costas. Eu posso puxa-lo até a outra margem em um galho.

E justificou:
⁃ sabe escorpião, essa é uma questão de segurança para nós dois. Como bem dissestes sou liso e se houver turbulência você pode escorregar e para não cair usar seu ferrão. Então, morreremos os dois.

Ao que o escorpião respondeu:
⁃ não, assim não dá, tem que ser do meu jeito porque no galho posso me sentir inseguro da mesma forma que em suas costas e nele não conseguirei usar meu ferrão para me segurar.

FIM

Moral da fábula:
Não há uma Moral nesta fábula. Há um Moro, mas este ao ver que seu plano não deu certo pulou do galho no meio da travessia.

Tudo foi tramado e agora exposto qual ferida purulenta.

Acho que Bolsonaro resistirá até a ultima gota de força que tiver, mas se continuar a ser traído como está sendo pode não chegar ao fim de seu mandato.

Tudo o que manda para os outros dois poderes não tem eco, fica sem resposta ou é deformado porque ele não negocia poder. Se negociar, muitos de seus próprios eleitores, aqueles que dizem o apoiar sob qualquer circunstância serão os primeiros a ir contra as medidas de força que ele tiver que tomar para manter o controle do governo.

Esqueçam os filhos, essa fantasia de interferência não se sustenta sozinha, a própria PF já mostrou isso. Fosse assim, ele já não estaria mais no governo porque algum delegado, o ex-Diretor Geral ou o próprio ex-Ministro o teria denunciado e com provas consistentes bem antes dessa pataquada ridícula estilo Glenn Greenwald.

Fato é que desde o primeiro dia de governo Bolsonaro não tem o apoio dos outros dois poderes porque representa o oposto do que querem. Como um Presidente da República age nessas horas? Qual alternativa teria para ser levada adiante estando sozinho? Digo sozinho porque não cabe outra explicação.

No caso da demissão de Mandetta muitos o criticaram por isso. Não perceberam que era preciso demiti-lo porque apesar do aparente bom trabalho ficou claro que o Ministro da Saúde era uma pessoa plantada pelo Legislativo e que se submetia antes a ele, o Legislativo por conveniência, e à mídia por outros interesses. Quem o conheceu como parlamentar e Secretário de Saúde da Prefeitura de Campo Grande/MS sabe disso.

Bem, Bolsonaro o trouxe para o governo como o médico indicado pelo DEM do Maia e do Alcolumbre ou seja, negociou com os dois chefes do Legislativo a indicação de um “técnico” e deu no que deu porque eles queriam mais.

Para muitos foi um erro tirar Mandetta para outros tantos um acerto. Acerto no sentido de manter o poder e a palavra que deu para quem o elegeu. Foi para a frente do combate ao Coronavírus chinês, se expôs como é sua característica, pediu ajuda ao Ministro da Saúde para apoiar suas propostas e nada.

Passado o tempo vemos agora que Mandetta, alguns governadores e vários prefeitos diziam estar seguindo somente a ciência, só que não era só ciência, o componente política também estava lá. Portanto, a questão envolveu e envolve disputa pelo poder, sempre ele.

Agora temos outro técnico no Ministério da Saúde, um cientista sem indicação política com pouco traquejo no lidar com espetáculos e que já está sendo criticado por isso. Prova que o Congresso não quer um cientista, o STF não quer um cientista e a imprensa não quer um cientista, querem um comunicador para dar, vender e até negociar notícias todos os dias as 17:00 h ou seja, um político.

Já o Moro fez o que fez porque ficou sem palco. Quando era chamado pela midia, a mesma que agora ele convocou, sempre foi para falar de sua relação com o Presidente, coisa que continuou a acontecer até quando ele promoveu seu show particular para a imprensa e o mundo. Tudo pelo poder, ele queria e continuar a querer poder!

Não, não foi a questão de quem seria o Diretor Geral da Polícia Federal e sim quem teria o poder de controlar a informação.
Quando Moro viu que quem ele controlava pediu para sair e que em consequência ele também perderia o poder de controlar a PF chiou e saiu atirando.

Essa história de pressão do Presidente sobre o DG da PF não convence mais, isso porque o próprio ex-diretor não saiu atirando acusando Bolsonaro como Moro o fez. Se fosse verdade ele estaria lá, na coletiva do ainda Ministro Moro, no palco, para referendar tudo o que estava sendo dito, inclusive usando seu próprio nome, ao vivo e a cores. Mas não, ele não estava lá. Estranho ou revelador? Você decide.

Bom, girei, girei e voltei a questão do poder ? Que poder o Presidente tem para exigir relatórios da PF? Nenhum, nem seus eleitores concordam com isso. Pois bem, ele nunca o teve e nunca terá. Alguém dúvida disso? Nem na época do FHC, do Lula, da Dilma e do Temer isso foi possível e olha que tentaram, e bem mais que Bolsonaro, até porque seus Ministros eram políticos e partidários. Os Diretores Gerais não, lembram, eram do quadro técnico e continuam a ser para nossa proteção.

Voltando ao assunto principal, como então continuar governando sem negociar com parte do Legislativo? Praticamente Impossível. Ele bem que tentou, mas em seus termos. Quem implodiu suas continuas tentativas foram os de sempre, deputados e senadores, porque ele nunca negociou o controle do Poder Executivo.

Por isso, por ser fiel a suas promessas de campanha sequer teve o apoio de todos aqueles congressistas eleitos nas suas costas, foi traído por vários e ao vivo.

Como então continuar sua luta? Não há saída, todas as portas estão sendo fechadas, as últimas são aquelas que estão nas mãos dos que o elegeram e que agora cobram solução, mas hesitam em dar o apoio que ele precisa para poder negociar com honra.
Com quem o Presidente vai negociar? Com a oposição? Não, só existe um campo à frente, o centrão, o fiel da balança, sempre foi e sempre será assim. Um campo cheio de minas espalhadas por toda sua extensão. Não será fácil, nunca foi, mas caminhar entre elas será mais uma missão do Presidente. Não há outro caminho.

O receio é de que sem negociar um mínimo de espaço para manter o poder ele não consiga ir até o fim de seu mandato porque muitos dos que o elegeram veem isso como traição. Vamos ver até onde ele e os que o apoiam conseguem chegar.

Espero que até 2022, onde não vai concorrer com Lula ou outro esquerdista qualquer, será Moro quem estará com a bandeira vermelha da social-democracia nas mãos. Alguns já dizem que pelo PSDB, quando finalmente os tucanos assumirão sua verdadeira coloração.

É assim que vão tentar voltar, isso já está claro, foi tramado e agora exposto qual ferida purulenta.

Nessa trama política em que estamos uma mão suja a outra.

Tempos atrás li em um livro sobre comportamento humano que Al Capone, o gângster, comentou após ser preso que se considerava um injustiçado e que não entendia porque não viam que tudo o que ele fez foi com a intenção de possibilitar prazer e alegria para as pessoas.

Já Hitler cometeu suicídio convicto de que estava certo em promover a limpesa étnica da raça ariana eliminando aqueles que considerava inferiores. Em seus delírios de autoritarismo fez aprovar ainda em 1935 as Leis de Nuremberg, sendo duas delas determinantes para seu intento. A Lei de Cidadania do Reich e a Lei de Proteção do Sangue e da Honra Alemã. Estas leis incorporavam muitas das teorias raciais que embasam a ideologia nazista, a social-democracia alemã do III Reich.

Em outra ocasião, esta já em 1939, Hitler assinou o Aktion T4, um decreto que permitia aos médicos nazistas aplicarem o que chamava de morte misericordiosa aos doentes incuráveis, aos que tinham problemas físicos e mentais, idosos senis, além de outras circunstâncias que nem cabe citar tão degradante era a legislação imposta. Ela foi o instrumento utilizado por ele para perseguir judeus, outras etnias e pessoas que considerasse inúteis à sua pretensão de modo que seus atos ficassem dentro dos limites legais.

Outro caso emblemático sobre o comportamento das pessoas que consideravam seus atos justificáveis é o de Che Guevara, médico e homicida argentino que morreu acreditando ser uma pessoa que podia assassinar seus inimigos em nome da causa ideológica que militava. Um raciocínio tão brutal que prejudicou suas relações com os próprios companheiros de luta após chegarem ao poder. Guevara foi afastado por Fidel a partir do momento em que seus excessos sanguinários passaram a prejudicar a imagem da revolução. Ele virou herói depois de morto porque enquanto vivo atrapalhava mais que ajudava. Só depois de sua morte passou a ser melhor aproveitado, então como garoto propaganda. Suas desavenças com Fidel foram além das questões de autoridade que estavam em jogo após a vitória. Che era um argentino querendo mandar em Cuba e pior, era ligado ao partido comunista chinês enquanto que os cubanos desde o início foram ligados aos russos.

Algo parecido com a situação do ex-presidente Lula, vez que a social-democracia daqui não consegue esconder que seu líder atrapalhava menos quando estava preso que agora estando solto. Sua situação é tão vexatória que mesmo em liberdade a condição de condenado em segunda instância continua a mantê-lo ligado a seus crimes. Tanto, que não se atreve mais à exposição pública em ambientes não controlados por sua milícia ideológica por medo de ser ridicularizado. E ele ainda defende seus atos de corrupção e autoritarismo como se a razão de tudo o que fez pudesse ser justificada porque visava dar suporte financeiro a seus objetivos políticos. Seu erro foi ter o ego maior que a inconsequência, o que o levou como também a todos os criminosos citados anteriormente a se sentirem inimputáveis.

Esses exemplos servem de referência para descrever as personalidades que compõem o triunvirato de inimigos do atual governo vez que procuram justificar seus atos com o fim a que se destinam ou seja, tomar o poder através da imposição de um parlamentarismo forçado ao cercear os poderes e as prerrogativas do Executivo.

Percebe-se nos atos e nas justificativas apresentadas para comete-los a existência de uma sequência de situações previamente combinadas e que alegam ser constitucionais a cada passo dado em direção a seu intento. O que já não estava propositalmente previsto na Constituição é invariavelmente interpretado com viés contrário ao demandado pelo Executivo. Razão pela qual as mensagens, propostas e medidas, mesmo que provisórias do governo são deformadas, modificadas ou engavetadas até perderem a validade. Nesse mesmo sentido os processos encaminhados por opositores são priorizados pelo STF, já os do Executivo e de quem o apoia são relegados a segundo plano ou sumariamente derrotados pela maioria dos ministros que, sem exceção, foram galgados às posições de máximas autoridades judiciais do país por conveniência política, nenhum por mérito.

A prova incontestável dessa verdade reside no fato de que nenhum deles foi nomeado defendendo posições contrárias às dos Presidentes que os indicou, algo inadmissível em se tratando de um judiciário que tem uma estátua com os olhos vendados a simbolizar sua pretensa imparcialidade. Muitos, se não a totalidade, trabalharam para políticos e governos ou defenderam interesses partidários “fazendo por merecer” o régio reconhecimento pelos serviços prestados não ao país, mas a seus então dirigentes.

E agora então, com o pedido de demissão de um Ministro da Justiça e Segurança Pública a quem cabe provar as acusações que fez quando chamou a imprensa para se expor e ao governo publicamente, coisa que até ontem dizia abominar. Como um ex-juiz, hoje jurista respeitado internacionalmente se cala por tanto tempo sendo sabedor dos crimes que agora imputa ao Presidente da República? Não sabe ele que se associou aos mesmos crimes por não tê-los denunciado de pronto? Teria participado de tudo conscientemente enquanto vislumbrava vantagens futuras e por isso se calou por tanto tempo até pressentir sua demissão por outro motivo? Por fim, como reagirão os políticos e a população? O que esperar para o futuro quando um governo que tem no apoio popular seu maior trunfo se mostra travado por causa das crescentes dificuldades que vêm sob encomenda e as quais se somam aquelas que ele próprio cria? Sim, as perguntas são pertinentes porque ao contrário dos acontecimentos do passado as ações e decisões das pessoas são agora expostas tão logo tomadas, possibilitando assim serem avaliadas de imediato e por todos.

A lição que fica é que estamos cansados das mentiras e meias verdades ditas por membros dos Três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário).

Minha conclusão, ao contrário do que diz o ditado popular e a necessidade de se evitar o contágio pelo coronavírus chinês é que “nessa trama política em que estamos uma mão suja a outra”.

De onde deve vir o exemplo?

De onde vem o exemplo é uma questão que atualmente está sendo rediscutida por muita gente desautorizada. Essa turma de pseudo-entendidos da moral procura agora redirecionar a responsabilidade sobre o que as pessoas fazem ou deixam de fazer ou o que é certo ou errado para fora de seu verdadeiro e eterno lugar, nosso próprio lar.

É verdade, ou será que esquecemos que a palavra LAR designa a residência de nossos pais e o lugar onde moramos? A razão de todos os exemplos estava e ainda deveria estar na pequena frase que costumávamos fixar em nossas portas da frente, “♥️LAR DOCE LAR♥️”. Nela entendíamos e precisamos continuar a entender de onde vêm de fato os exemplos a seguir. Eles sempre estiveram do lado de dentro das portas, nunca, jamais, do lado de fora.

Para os que se esquecem do que devemos levar em conta em nossas decisões principalmente aquelas que dizem respeito à vida sugiro façamos um exame de consciência porque o exemplo sempre veio de dentro de nossas casas e não da rua desde que o mundo existe. Fosse da forma que agora tentam apregoar já estaríamos todos bêbados ou seríamos todos mentirosos, corruptos, condenados, presos ou se ex-presidentes em liberdade condicional.

Afinal foram nessa direção todos os exemplos dados pelas pessoas que exerceram à Presidência da República do Brasil desde 1985 até 2018, e que veio a piorar desde a promulgação de nossa Carta Magna de 1988, aquela mesma que aos poucos foi implantando o caos social, político e econômico no país.

Se você não concordar com o que alguém faz ou fala guarde suas conclusões e deixe de apoiar falsas verdade tramadas por detrás das cortinas do palco político e desse teatro de horrores em que se transformou o noticiário.

Precisamos deixar de censurar o que qualquer pessoa, inclusive o Presidente do Executivo, faz ou deixa de fazer quando age como o cidadão comum que é, mais comum, honesto e bem intencionado que todos os outros que o sucederam juntos, principalmente aqueles que mentiram e nos enganaram com os atos covardes que perpetraram e que continuam a tramar em conluio como os Presidentes do Senado, da Câmara dos deputados e desse deslustrado STF.

Esses sim, fôssemos seguir os critérios agora aventados, são péssimos exemplos para o cidadão comum por seus atos passados e presentes, todos com objetivos e pretenções futuras já desmascaradas.

Verdade seja dita.

Agora estamos vivendo a realidade do que a Constituição Federal de 1988 é capaz de fazer de ruim com suas inúmeras cláusulas, parágrafos e artigos plantados pelos que diziam representar o povo brasileiro, mas que em sua maioria lá estavam a serviço de seus interesses.

Aquela peça de ficção tornada realidade e que se dizia cidadã de tanto ser exacerbada em direitos e liberdades chegou ao cúmulo de com isso permitir liberalidades e destruir quase que totalmente os preceitos de dever e respeito que também nos regiam.

A constituição foi reescrita pela social-democracia para subliminarmente preparar o terreno ao mais degradante processo de destruição social, moral e cívica de nossa história.

O pior de tudo é constatar que a cada ano que se passou desde sua promulgação mais e mais modificações e penduricalhos foram introduzidos no já temerário documento original de modo a constitucionaliza-los e assim poderem utilizar de todos os atos que agora existem contra o que antes era justiça e respeito.

Nós somos os verdadeiros culpados pelo que aconteceu porque assistimos inertes o país ser destruído como pátria e desmantelado como nação, mesmo sabendo muito bem quem o fez e porque.

O que temos agora como certa é a covardia que se abateu sobre nos durante os 32 anos durante os quais permitirmos que a desastrosa política socioeconômica implementada pelos governos passados nos deixassem despreparados para enfrentar crises como essa que ora assola o mundo.

Verdade seja dita, só agora após a desgraça nos atingir de pleno os arautos da salvação, na verdade os que ajudaram o país ser corrompido, roubado, mal gerido, adoecido é colocado na UTI têm coragem de sair dos armários onde permaneceram por algum tempo. Mesmo assim não o fazem por outra razão que não seja a de tentar tirar proveito político da situação pandêmica em que nos encontramos.

Indubitavelmente são eles os verdadeiros ignorantes porque foram coniventes com o que antes se fazia. Estes sim, merecem ser chamados de imbecís, grosseiros, tacanhos e todos os demais adjetivos usados para denegrir a imagem do governo que em um único ano, o primeiro, foi capaz de nos dar as mínimas condições de reagir ao vírus chinês que nos ataca.

Governo que a despeito de errar tem a grandiosidade de saber voltar atrás e procurar outras soluções para os problemas que enfrenta sem se preocupar com os ataques servis e vassalos de uma imprensa tacanha e em franca decadência moral.

Governo que enfrenta corruptos e corruptores de dentro e de fora dos três poderes da República com sua competência técnica e pela capacidade de gestão de seus Ministros.

Governo que está defendendo a duras penas a honestidade, a moral, os bons costumes e a família, principalmente a família.

Porque não gritaram e xingaram antes?

Porque não se revoltaram contra a falta de caráter e de compostura dos governos passados?

Porque não se revoltaram contra as mentiras hoje cinicamente assumidas por um ex-presidente condenado pela justiça e solto por seus lacaios do STF quando as contava mundo afora iludindo a todos sobre nossa realidade?

Porque não se revoltaram contra os roubos descarados, os sítios, os apartamentos, os sobrepreços e as negociatas?

Porque não se revoltaram contra o pouco caso com a saúde pública, a falta de saneamento básico e a insegurança?

Porque não se revoltaram contra o destino ideológico dado à educação?

E finalmente, porque na se revoltaram com o desemprego gerado pelos erros na condução da economia do país pelos governos da “social-democracia”?

Também é quase certo que se não for interrompida essa guerra de interesses mórbidos, sórdidos é mesquinhos que não parou de estar presente em nossas vidas desde a eleição de 2018 restará terra arrasada.

A oposição ao governo e o centrão da corrupção, verdadeiros responsáveis por estarmos agonizantes nesse momento, continuam a fazer de tudo para desestabilizar ainda mais o país mesmo sabendo que isso pode terminar em um caos difícil de recuperar. Se continuar assim não restará pedra sobre pedra e muitos mais sucumbirão.

A derradeira certeza é que muitos continuarão lutando, os que acreditam em um destino melhor para o Brasil, contra as mentiras políticas e as verdades escamoteadas pelas ideologias nefastas que dominam nossos Superiores Tribunais, políticos opositores e a imprensa oportunista na tentativa de tudo contaminar, inclusive nossa índole ainda pacífica. Ainda!