Democracia já!

Não da mais para acreditar nas propostas dos partidos políticos da forma que ai estão. São todos ligados a sindicatos corruptos, associações de classe mafiosas, empresários desonestos ou a movimentos outros que se auto-intitulam defensores de direitos.

Atualmente todos os candidatos se arvoram de republicanos e defensores da democracia, aquele sistema político caracterizado pela universalidade de pensamento e opinião em que os cidadãos elegem seus representantes por meio de eventos periódicos.

– Não o são!

Como poderiam vir a ser se para sobreviver cooptam pessoas para participar de ações e manifestações politicamente controladas por seus militantes. Felizmente estão se mostrando uma minoria desautorizada pela grande maioria da população do país, os brasileiros desatrelados de partidos políticos, portanto livres das más influencias ideológicas, sejam elas de esquerda, de centro ou de direita.
Sim, foram estes brasileiros que iniciaram toda essa mudança que os partidos políticos querem agora desautorizar tentando caracterizar-se de vitimas quando, de fato, foram e são os algozes.
Esses grupos aparelhados que agora estão indo as ruas protestar contra a prisão de corruptos e mentirosos na verdade estão a defender os bandidos que destruíram o pais enganando e explorando os cidadãos do bem. Para eles os movimentos iniciados em meados de 2013 não foram autênticos porque tiveram origem orgãnica familiar e autônoma, sem sua “autorização e controle”.
Vejam só quanta heresia. Os partidos que a pouco pregaram “Diretas já” na tentativa de se manter no poder estavam se lixando para aqueles que pediram “Democracia já” em 2013. Para eles o que importava era tentar direcionar as massas menos informadas em direção ao caos social, vez que a incompetência de seus lideres e idolos foi o que causou nossa destruição socioeconômica.
Não, nem os que estão sendo botados para fora ou na cadeia, nem aqueles que hoje estão no governo conseguirão impedir que tomemos rumo certo daqui para a frente. Ai desses que ontem eram partícipes do engôdo a que fomos submetidos nas três ultimas eleições porque deles não esqueceremos jamais.
E tem mais, que não se considerem salvadores da pátria os que perderam aquelas eleições porque nos decepcionaram tanto quanto os que foram vencedores. Sobre eles também pesam condenações e sérias acusações, as quais não passarão despercebidas pelos que querem começar a mudar o Brasil.

Diferenças à parte (se é que existem) seria tudo a mesma coisa.

Agora sabemos que nas eleições de 2014 incorremos em dois sérios riscos, o de eleger o PT associado ao PMDB e o de eleger o PSDB em chapa pura. Mal suspeitavamos de tudo o que sabemos hoje sobre aquelas duas candidaturas.

Se tudo tivesse acontecido ao contrário provavelmente estaríamos vivendo a mesma decepção ou seja, qualquer fosse o resultado teríamos errado.

Sim, porque a única coisa de que hoje temos certeza é que o MPF e a PF não estão brincando em serviço e qualquer fosse o eleito estariam fazendo o mesmo competente trabalho, vez que a cortina que tudo escondia foi descerrada o que, sem exceção, expõe as imoralidades de que são capazes nossos políticos, bem como todos que participam do indecente botim ao erário público.

Não é fácil absorver esse raciocínio por mais óbvio que se apresente. Alguns dirão que não, que caso fosse diferente o resultado das eleições o país seria outro. A esses cabe a pergunta:

Com esses políticos que aí estão?

Então tente imaginar qual seria a situação do país com o PSDB no governo e o PT na oposição (o [P]MDB, como sanguessuga de sempre, é um caso à parte), isso com todas as investigações já realizadas e aquelas que estão em andamento no mesmo estágio em que se encontram agora.

Dá um nó na cabeça, não é mesmo? Pois é, então vamos em frente com o raciocínio…

No caso da eventual eleição do outro candidato alguns podem até argumentar que tudo estaria sob controle. Mas não, a coisa não seria tão obvia assim, poderia ser até mais complicada.

No caso do PSDB tendo sido eleito, este certamente precisaria trazer um parceiro forte para dentro do governo o que os lavaria a organizar um “esquema falso-inverso” deste que temos agora ou seja, teríamos um PSDB refém do eterno comparsa oportunista de todos os governos ditos democrático. Ele mesmo, o [P]MDB, aquele partido com vários parlamentares na berlinda da operação Lava Jato.

Diferenças à parte (se é que existem) seria tudo a mesma coisa.

É por esse e outros tantos motivos que não mais podemos acreditar nos atuais políticos eleitos.

Precisamos tentar DESELEGER todos votando em pessoas que não estejam comprometidas com esse continuísmo que aí está a esfregar sua confraria conivente e corrupta em nossos narizes.

Será uma tarefa ardua e em boa parte frustante devido às manobras técnicas desonestas e auto protetoras plantadas por eles próprios no sistema eleitoral vigente.

É por isso que precisamos ser fortes, persistentes e acima de tudo brasileiros, só assim escaparemos desta arapuca.

Podemos ser leigos, mas…

A esperança não morreu, mas algumas decisões tomadas pelo STF em relação ao mais importante julgamento do país abalou a todos.

Nós, aquela parcela apartidária e sem o rabo preso do povo brasileiro estamos acompanhando de perto as atuações dos ministros e também fazemos nosso próprio juízo a este respeito.

Podemos ser leigos, mas não somos cegos nem surdos, muito menos mudos.

Alguns deles parecem estar disputando quem tem mais verborragia jurídica como também quem possue o maior ego, pouco se importando com as consequências de seus atos ao país que lhes paga salários, mordomias e incontáveis penduricalhos.

Saibam os que assim agem que serão eternos prisioneiros dos nossas mentes, juntamente com as pessoas que pensam estar protegendo.

Serão como condenados políticos cumprindo prisão domiciliar perpétua, posto que o sentimento de desprezo dos que cruzarem seus caminhos estarão presentes em todos os olhares, se é que terão coragem de encarar alguém.

Em razão da forma política e destemperada com que agem alguns de seus membros a Suprema Côrte que deveria ser referência de justiça para o povo brasileiro passaremos a colocar em dúvida sua própria finalidade.

A gente colhe o que planta

Em se tratando do futuro, para qualquer exercício que se faça nesse sentido nada é mais adequado que considerar a frase acima, até porque seus termos encerram a mais pura realidade de antes e do agora.

Então, seguindo este mesmo raciocínio será correto afirmar que nestas eleições estaremos plantando o que pretendemos colher no futuro, e é neste sentido que temos muito que aprender com os erros cometidos nas escolhas políticas que fizemos no passado.

Nada do que foi dito e feito por aqueles que hoje exercem cargos eletivos justifica o descaso com que tratam quem os elegeu. Está constatação é percebida em todos os partidos, sem exceção, sejam eles de direita, centro ou esquerda.

Como que para confirmar tudo isso, bastou ter início o período das campanhas eleitorais para os candidatos a reeleição abandonarem seus empregos (por nós a eles outorgados) e sair a cata de eleitores, tão cientes estão de sua incapacidade de conseguir os votos necessários às suas reeleições por seus próprios méritos.

Durante seus mandatos trataram de tudo que lhes era de alguma forma recompensador, exceto os temas controversos, aqueles que pudessem colocar em riscos seus indispensáveis votos.

Assim, assuntos como reforma previdenciária, combate a corrupção, prisão em segundo grau, foro privilegiados e tantos outros dos quais o país precisa de solução imediata foram deliberadamente abandonados ou postergados com a conivência de todos os partidos.

Os últimos anos então foram pródigos em mostrar suas verdadeiras intenções e ambições, tão raros foram os que lá buscaram retribuir com trabalho a confiança neles depositada.

A pergunta que fica para todos nós é:

Vamos continuar a ser inconseqüentes a ponto de repetir os erros cometidos no passado e reeleger aqueles que já foram desmascarados por seus próprios atos, erros e omissões?

LUZ PRÓPRIA

A humanidade é pródiga em produzir pessoas que por suas qualidades ou defeitos e mesmo através da conjunção dessas duas características sejam singularmente únicas.

Observando a gramática dessas duas palavras com significados obviamente opostos descobriremos que elas também têm a propriedade de juntas exporem a essência e a natureza das pessoas. (A qualidade é um substantivo feminino e o defeito um substantivo masculino)

Já a palavra pessoa determina o indivíduo, o ser humano, e político, no sentido figurado, indica aquele que remete a esperteza, que se mostra tinhoso ou ladino, as vezes até diplomático, mas que nos últimos anos tem sido pródigo em tomar atitudes degradantes, expondo assim seu lado mais desprezível.

Então, como concordar que alguém de boa fé esteja engajado em um partido político?

Por mais justas, verdadeiras e altruístas sejam as intenções de um indivíduo a partir do instante em que ele se aproxima de um grupo que defenda idéias e ações diferentes das suas visando galgar posição de destaque este, obrigatoriamente, passa a aceitar, conviver e difundir as mesmas concepções político-programáticas das pessoas que através delas pretendam alcançar o poder.

É difícil aceitar que alguém com luz própria tenha, necessariamente, que associar seu nome a um programa partidário sem compromisso com a democracia e a verdade para expor suas convicções.

Obrigações ou Deveres?

Você sabe quais são suas obrigações como cidadão?

Pois é, hoje em dia essas “obrigações” estão em desuso graças a carga de preconceitos que carregam devido a pressão exercida por aqueles que só conseguem enxergar direitos” em tudo.

Daí preferirem substituí-las (as obrigações) por “deveres”, algo lúdico que algumas pessoas entendem poder deixar de cumprir, caso daquelas sem ética, vez que expressam bem menos responsabilidades, apesar de terem o mesmo significado cívico e moral. Como firmado em 1988 na sétima Constituição do Brasil, a aclamada Constituição Cidadã, aquela da inviolabilidade dos direitos, das liberdades básicas e dos preceitos humanitários progressistas.

Aconteceu que também nela inseriram vários penduricalhos injustificáveis, como é o caso das janelas abertas ao empreguismo nas estruturas dos três poderes, do vergonhoso acesso irrestrito ao erário para atender injustificáveis demandas públicas ( na realidade privadas) e dos infindáveis recursos protelatórios.

Transformada em um complexo e emaranhado conjunto de direitos e esvaziada de obrigações (deveres para alguns como dito anteriormente), culminou por reduzir as esperanças de que “um dia as desigualdades entre os brasileiros deixarão de existir e nossas igualdades finalmente prevalecerão”.

Assim, um verdadeiro tratado histórico reconhecido como um dos mais completos do mundo em termos individuais, a Constituicao Cidadã, de tão complexa acabou por também confundir direitos com garantias, fato que a deixou  sujeita a tantas interpretações conflitantes.

Chega de estórias

Fazendo uma retrospectiva nas estórias que nos têm nos contado os escritores, redatores e diretores de programas especiais, novelas, séries de televisão e do cinema nacional não há como deixar de compará-las com o que realmente aconteceu em nossa história e na de outros países também.

É como se “os nossos” estivessem tratando de assuntos relativos a pessoas que tiveram de se mudar às pressas e por isso mesmo colocado lençóis sobre as coisas antigas que ficaram para trás.

Aqueles sabem muito bem o valor do que foi deixado, mas suas propostas estão mais identificadas com a desconstrução do passado, razão pela qual muito pouco ou quase nada do que lá ficou é levado em consideração, só lhes interessa utilizá-las para escrever enredos novos e pouco realistas.

Parece até que nem sua própria origem interessa. Assim, seus roteiros usam o passado como pano de fundo apenas e tão somente para apresentar o que consideram importante no presente.

Esquecem que história é a ciência que conta em gênero, número e grau a passagem do ser humano pela terra, sua ação no tempo e no espaço. Mas não é isso que acontece, é quase tudo voltado para a construção de versões demagogicamente manipuladas, pouco se importando se com isso irão desconstruir o passado. Assim, quando para lá voltam seus olhos é principalmente para procurar algo errado, indelicado ou cruel, como se somente nisso estivessem os interesses das pessoas que irão assistir seus projetos ficcionais.

O intelecto daqueles só pode ter passado por alguma espécie de programação para o mal, pois a sensação que dá é a de que pretendem mudar o entendimento em relação aos tempos idos, de modo que reescrevem nossa história a seu bel prazer.

A impressão que fica quando lemos, vemos e ouvimos o que essa gente anda produzindo é de que pouco de bom e de bem foi feito no nosso passado vez que tudo não passa de estória, aquela forma pouco científica que encontramos em narrativas sem origem, de pouco veracidade e fora do contexto, posto não reproduzirem acontecimentos reais ou seja, a história factual propriamente dita.

Incerto futuro

As vezes, como agora, bate um incerto sentimento em relação ao futuro. Seja ele o nosso, o de nossa família, o de nosso país ou mesmo do planeta. O pior é que ele sempre está mal acompanhado de incômoda angústia.

Sem perceber e em razão das circunstâncias, na maioria das vezes somos induzidos a desenvolver raciocínios egoístas em relação ao que vem pela frente como se fosse algo que pudéssemos particionar, separando do todo só o que nos interessa ou afeta.

O pior é que quanto mais egocêntricos sejam nossos pensamentos e atitudes, mais nos enganamos acreditando serem aquelas as soluções dos nossos problemas, pouco nos importando se serão causa para os problemas dos outros.

Na verdade, precisamos entender que nosso incerto futuro cada vez mais depende de boas relações humanas, de ações comunitárias e de atitudes solidárias.

Diamantes em água.

– Estes são meus amigos! Chega a ser sublime poder pronunciar a frase.

Amigos são como diamantes em água, tão difíceis de encontrar que torna-se quase impossível possuí-los”.

Os políticos e o jornalismo de ocasião, aqueles que se ocupam de nos encher de lorotas têm caminhado de mãos dadas na manipulação da palavra “amigo“.

Vamos lá, buscar no conceito de amigo sua real e singela dimensão social que, a princípio, remete de uma solidariedade completa, para algo muito mais que fraternal.

A existência da amizade se dá entre as pessoas não importa o sexo, o grau de parentesco ou seus vínculos sociais, políticos e profissionais. Como sua base é o relacionamento, são o afeto, a compreensão e a confiança que criam este maravilhoso sentimento mútuo.

Alcançar este grau de relacionamento pode requerer anos de convivência ou simplesmente existir por acaso, como num toque Divino e de repente se tornar eterno.

O que se vê nas falas politizadas e reportagens manipuladas é a intenção proposital de confundir amizade com parceria, amizade com sociedade e amizade com cumplicidade a ponto de apresentarem este, um dos mais virtuosos sentimentos humanos, como algo dissimulado, até repugnante.

Um país para ser levado a sério

Depois reclamamos que não nos levam a sério!

Como desenvolver outro raciocínio a respeito de quem consegue transformar o maior desafio vencido pela justiça do país em piada?

O momento é muito mais de regozijo que de gozação, pois fez-se justiça. Aquela pela qual tanto ansiavamos, que não costumava usar sua venda quando o “paciente” carregava consigo interesses político-partidários, malas, mochilas e cuecas com conteúdo monetário de origem duvidosa. Mas precisamos tomar cuidado porque apesar da vitória obtida ela, a JUSTIÇA, ainda se mostra sujeita a interesses mesquinhos e carregada de conveniências demagógicas.

É hora de darmos alvíssaras a honestidade, de demonstrar nosso respeito e solidariedade aos que defendem a justa e perfeita aplicação da lei.

Devemos incentivar e agradecer aos que interpretaram a Constituição sem que interesses escusos estejam por detrás de seus atos.

Precisamos viver do esforço próprio, do trabalho honesto, da ação desinteressada, do amor ao próximo e no respeito às leis“.

Precisamos levar nosso país a sério!

UMA MÃO LAVA A OUTRA

Ultimamente essa expressão parece ter tomado vida, tão realista está se mostrando.

Estamos assistindo quase que diáriamente sua aplicabilidade ser colocada em prática por contumases usurpadores da boa fé dos brasileiros na justiça e de recursos públicos em seus malfeitos.

Para conferir basta uma rápida olhadela nas mídias disponíveis para ter o desprazer de assistir o descaramento e o desrespeito dos poderosos na manipulação da Constituição no sentido de preservar privilégios para seus padrinhos e apadrinhados, além de legalizar a utilização dos parcos recursos públicos ao direcioná-los para seus injustificáveis salários e outras atrocidades complementares autoconcedidas.

Esses que se dizem defensores das leis deveriam mais é zelar pela correta aplicação das mesmas. Mas não, fazem exatamente o contrário ao usar e abusar de suas prerrogativas para obter benefícios para si e para seus parceiros.

Daí, essa malfadada expressão – UMA MÃO LAVA A OUTRA – cair como uma luva para descrever os desprezíveis procedimentos de setores privilegiados dos três poderes em benefício próprio enquanto nós, os outros, vamos percorrendo o calvário de viver a sombra de ilegalidades constiticionalizadas em prol dos poderosos.

VIVA A VIDA

VIVA THÉO, VIVA A VIDA.

Não há nada que traga mais alegria e sentimentos de plenitude humana ao coração que a chegada de uma criança posto que esta traz consigo a luz da chama divina.

Deus se fez presente, chegou mais uma de suas criações e trouxe consigo novas esperanças.

Esperanças de um tempo de paz e prosperidade que nos permita deixar como legado a essa e a todas as crianças um lugar onde sejamos reconhecidos como membros da mesma família, a família de Deus Pai.

Para satisfação de nossas famílias em especial e para a grande família de Deus chegou Théo, que em grego denomina o próprio criador.

Théo, nossa linda criança muito há de trazer de felicidades e alegrias a sua mãe e pai, a nós avós e avôs, tios e tias, a todos enfim, contagiados pelo amor exarado com sua presença.

Que seja amoroso, generoso.

Que tenha o espirito aberto e o pensamento otimista.

Que se permita ser extrovertido e saiba impor-se.

Que obtenha sucesso utilizando sempre de qualidades, atributos e méritos próprios.

VIVA THÉO, VIVA A VIDA!

NOTÍCIAS?

Notícias, serão mesmo notícias o que ultimamente nos repassam as rádios, jornais e telejornais?

Notícias deveriam ser informações desprovidas de análises tendenciosas, sejam elas sobre política ou qualquer outra matéria enxertada de interpretações inseridas a título de esclarecimento por esse jornalismo de resultados e metas que hoje se coloca dentro de nossas casas e de nossas vidas sem a menor cerimônia.

Para completar, temos a disciminação dessas informações manipuladas país a fora sem que seja possível a mínima reação por parte de pessoas e instituições atingidas antes que seja demasiado tarde, são todos jogados em vala comum, qual indigentes.

É notório que os noticiários de agora são orientados para atender as demandas de seus patrocinadores e as tendencias politicas de seus editores, menos para comprir seu papel de bem informar.

“Notícia não se vende nem se compra, notícia se dá.”

O que nos resta é suportar as manipuladas e extenuantes notícias sobre assuntos que interessam mais aos patrocinadores que aos mal informados cidadãos.

Replicantes convictos

Notaram que a gente quase não recebe mais mensagens?

Recebemos vídeos, fotos, textos e figuras, mas mensagem que é bom…, aquelas faladas por nossas bocas ou escritas com nossos dedos, as que transmitem pensamentos próprios, essas estão escasseando.

Por conseqüência, estamos cada vez mais utilizando dos pensamentos, desejos e realidades de outras pessoas para nos comunicar com nossos grupos, amigos e contatos.

Replicamos praticamente tudo sem saber de fato a qualidade ou o conteúdo encaminhado e o pior, geralmente estamos replicando o que já foi enviado por outros replicantes.

Na verdade, nem prestarmos atenção se o sacana do corretor ortográfico está nos metendo em alguma confusão, não é mesmo?

A continuar assim perderemos nossas identidades, ficaremos sem conteúdo próprio e nos tornaremos todos replicantes convictos.

Marcelo Augusto Portocarrero

Ouvir silêncio.

Silêncio,
ouça o silêncio,
a solidão calma.

O ar pelas ventas,
encher os pulmões,
saltar o coração.

O bate-bate,
repica e rebate,
a vida viver.

O sangue pulsar,
passar pelas veias,
indo e vindo.

A alma que acalma,
Espírito Santo,
presença, divina.

É Deus quem fala,
no fundo profundo,
tudo se cala.