Quando um cidadão que em 1964 era uma criança e vivia em uma bucólica cidade encravada no interior de Mato Grosso abre a boca é de se esperar tenha argumentos pessoais para sugerir que “não devemos tolerar arroubos autoritários, tampouco nostalgia ao regime militar que impôs graves danos às garantias individuais”.
Cabe perguntar ao cidadão comum e não à “pretensiosa autoridade jurídica” que assim se manifesta que memória pessoal ele tem sobre o que aconteceu quando do período em que o Brasil foi governado por militares que não aquela que lhe incutiram na cabeça?
Essa pessoa que a cada dia mais se deslustra ao agir como o protótipo daqueles que foram emprenhados pelo ouvido posto que não viu quase nada nem ouviu tudo só consegue através de seus agressivos, contumazes e desagradáveis pronunciamentos ofender e agredir sistematicamente o governo e quem o elegeu.
Fato é que durante anos sofremos seguidos estupros coletivos pelas orelhas e só agora muito tempo depois estamos tendo a oportunidade de saber outros detalhes dos acontecimentos graças à covardia dos que não deixaram mostrar o outro lado da história vez que agiram e ainda agem como robôs, estes sim, ao tentar esconder tudo o que aconteceu e ao impedir que todos, mas todos mesmo, fatos, atos e relatos fossem divulgados.
O medo da ampla informação os contagiou como um vírus ideológico. Aliás, essa foi e ainda é a tática, o modus operandi, do comunismo disfarçado que graças aos militares estripamos a tempo de nosso Brasil em 1964 e agora em 2018.
Quem viveu e viu sabe dos erros e acertos do período.

É isso aí Marcelo!!! Disse tudo e bem disse.
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